Felices Los Cuatro Seguir história

emily-christine8811 Emily C Souza

Izuku é um espirito livre que, a pesar de gostar do seu ficante de longa data, não esta preparado para ser apenas de um homem como acredita que é o desejo de Katsuki. Isso, obviamente, esta longe do que o loiro realmente quer. Bakugou é mais ambicioso, ele quer mais diversão e não se importava de dividir o espaço da sua cama com mais de uma pessoa ao mesmo tempo. Essa fanfic faz parte do desafio 5 for 5 do grupo Kayler Fanfics. Conjunto número 14, música Felices Los Cuatro. TodoBakuDekuKiri. Betado por Linest Albuquerque


Fanfiction Anime/Mangá Para maiores de 18 apenas.

#yaoi #DesafioKaylerFanfics #DK5for5 #OTP4 #bokunohero #bnh #todobakudekukiri
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Notas Iniciais:

Essa fanfic faz parte do desafio 5 dor 5 do grupo Kayler Fanfics

Conjunto de músicas número 14.

Música: Felices los 4 Maluma

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O dia já ganhava alguns tons alaranjados quando Deku caiu na cama exausto. Era sempre assim; passava a noite flertando com Bakugou e, quando a boate onde o barman loiro trabalhava fechava, Izuku continuava a provocação no carro, ambos a caminho do modesto apartamento de Katsuki no pequeno bairro portenho de Núñes.

As aventuras deles se resumiam em um jogo de sedução e quem não resistisse, cedendo e atacando o parceiro no meio de tanta gente, perdia. Claro, não importava quem iria ganhar ou não porque no fim ambos acabavam engalfinhados na cama em meio a gemidos, roupas jogadas pelos cômodos e muita porra sujando os corpos suados e lençóis bagunçados.

E era nessa situação que se encontravam, Deku usou toda sua reserva de energia para cavalgar intensamente no membro do Kacchan – apelido que ele mesmo dera pro loiro quando o conheceu – e quando Bakugou gozou na última estocada que dera bem fundo dentro do seu canal apertado, Midoriya também esporrou no abdômen e peitoral dele. Exatamente por isso estava deitado de lado, sua perna esquerda ainda por cima das pernas do barman, cabelos grudados na sua testa e nuca, o rosto em semi perfil; seu corpo vermelho cheio de marcas e sua respiração ofegante. Izuku era o retrato perfeito de uma pessoa bem fodida.

Não havia dúvidas de que Katsuki é um homem voraz.

Ficaram em silêncio como era corriqueiro, Bakugou tinha a atenção de Midoriya durante toda a noite, normalmente de sexta a domingo, mas depois dessas intensas horas de sexo – que já chegou a durar cinco horas seguidas – Izuku esperava poucos minutos, tempo em que levava para sua respiração normalizar e a sensação do último orgasmo se esvair por completo, para se levantar, se vestir e ir embora. Como o previsto, Izuku se levantou.

Bakugou revirou os olhos e negou com a cabeça, não que ele estivesse com ciúmes ou paranoico do porque Midoriya sair basicamente correndo do seu apartamento após cada seção sexual; isso nem faria sentido já que o loiro sabe bem o que Deku fazia depois de sair dali – principalmente no sábado. O ridículo, na opinião de Katsuki, era aquele comportamento culposo que o moreno sempre apresentava como se estivesse traindo Bakugou na maior cara lavada quando a verdade era que isso não significava nada para ele, o loiro não dava a mínima para ser mais exato. Deku sempre estaria na sua cama no final da noite e era isso que importava.

— Preciso ir.

Como sempre Izuku se despediu de costas para a cama sem olhar para Bakugou.

Katsuki soltou uma risadinha safada. Aquele vadio fingia bem ter vergonha, sendo que obviamente ele estava pegando o colega da faculdade onde ambos cursaram o ensino superior, o tal de Shoto, que o loiro havia visto andando com Deku vez ou outra.

Levantou da cama, ainda nu, e se aproximou do homem mais baixo, abraçou a cintura redondinha, apertando a carne cheinha dos quadris pelos quais tanto era louco e beijou o pescoço cheio de sardas. Midoriya se arrepiou e tremeu de leve em seus braços, soltando um suspiro. Aquele loiro acabava com sua sanidade, porém, infelizmente, ele adorava sentar em outros paus – e que sentassem em si – para realmente ser “de um homem só”.

Midoriya andava gostando bastante de outro cara da faculdade e era difícil dar conta dos dois, mas para sua sorte Izuku gostava tanto de transar que não era nenhum sacrifício. Na verdade, seu apetite era tão voraz que ele poderia transar com um grupo de uma vez e ainda pela noite toda.

— Quero conhecer ele. — o loiro sussurrou em seu ouvido.

Bakugou se divertiu com o pulo que Deku deu com seu pedido. Midoriya ficou chocado e até duvidou se tinha escutado direito, Kacchan estava mesmo tocando nesse assunto e ainda estava querendo conhecer o cara com quem ele estava saindo? Não, não podia ser isso. Katsuki com certeza odiava o fato de Izuku ficar com outras pessoas.

— De quem você está falando? — o moreno perguntou, olhando diretamente para os olhos avermelhado que brilhavam com diversão.

Bakugou sorriu maldoso, parecendo satisfeito como um gato que comeu o canário.

— O cara com quem você tá ficando. — respondeu casualmente, o bom humor mostrando que o loiro estava tranquilo sobre esse assunto. — É Shoto, se não me engano? Te vi andando com ele pelo campus noutro dia. Gatinho. Quero pegar também.

Izuku analisou o rosto e a postura do loiro tentando achar algum indício de que ele estava disfarçando sua irritação com uma piadinha, porém Katsuki continuava relaxado, exatamente como quando ele acabava de gozar. Deku achou estranho alguém como o outro homem; explosivo e possessivo na balada, estar tão tranquilo com um possível cara transando com seu ficante-de-longa-data.

— Shoto acabou de entrar no meu curso, tá cursando o primeiro semestre de engenharia química — respondeu.

— Achei que você estava cursando engenharia mecatrônica? — Katsuki perguntou confuso.

Izuku riu suavemente e respondeu: — Sim, mas todos temos matérias gerais que engloba toda a engenharia. Como, por exemplo, você que faz Bioquímica e tem matérias voltadas a área da saúde que todos os cursos nessa especialidade vão ter.

O loiro assentiu mostrando compreender, o exemplo fez completo sentido para ele já que conheceu muita gente de outros cursos nessas aulas em comum. Gostava dessa complexidade que ainda assim era tão simples em questões de qualificação superior, principalmente na sua faculdade. Midoriya se virou para Bakugou ficando de costas para a porta, dando total atenção ao parceiro, retornando ao assunto principal:

— Ele é meio tímido, não sei se ele curte ficar com mais de uma pessoa ao mesmo tempo, como eu ou você, mas posso te apresentar, sim.

Katsuki cruzou os braços e segurou o próprio queixo em uma pose pensativa. Assim que ele se mexeu, chamando atenção para os braços musculosos, Izuku notou o torso nu e lembrou que Bakugou não tinha se vestido. Midoriya estranhava, assim que começou a ficar com o barman, como Katsuki pareceu estar à vontade com a nudez em geral desde o início; o moreno, ao contrário, era tímido em questão de ficar pelado na frente dos outros e normalmente precisava de um pouco de álcool correndo em suas veias para se despir sem se importar com a opinião do parceiro. Com Kacchan já era fácil já que eles estavam transando como coelhos a mais de sete meses, mas com Todoroki ainda não havia alcançado essa intimidade, no entanto.

— Me apresenta o cara. — o loiro falou depois de ponderar sobre a informação. — Estou pensando em algo bem interessante para nós.

— Vou falar com ele. — Midoriya confirmou, dando um selinho no amante e saindo.

Katsuki sorriu malicioso. Deku não fazia ideia de que o “nós” englobava não somente ele, o moreno e mais uma pessoa. As coisas ficariam divertidas na segunda-feira.


***TodoBakuDekuKiri***


Midoriya ficou surpreso em como Shoto concordou em conhecer Katsuki mesmo sabendo o que isso significa. Para Izuku o garoto de olhos heterocromáticos e cabelos bicolores era tímido demais para topar algo como um trio, então era espantoso perceber que, mesmo ficando com ele quase todo o final de semana à praticamente dois meses, Deku não sabia muito sobre a pessoa que era Todoroki.

Assim que chegou no pavilhão IV, correspondente a faculdade de engenharia na Cidade Universitária onde se localizava o campus da Universidad de Buenos Aires, a maior da Argentina e da américa latina, Izuku procurou por Shoto. O prédio de quatro andares em questão não tinha muito tempo funcionando, assim que o construíram no enorme local, que não era chamada de cidade a toa, e o pavilhão foi inaugurado, Deku tratou de conseguir sua vaga. Já eram três anos estudando ali e mesmo assim ainda não conhecia todo mundo do seu curso, quiçá da Universidade! Foi por sorte que ele encontrou em uma noite de bebedeira o bar onde Katsuki trabalhava nos fins de semana e que, algum tempo depois, Todoroki fosse seu calouro, caso contrário ele definitivamente não teria conhecido os dois homens.

Izuku encontrou o seu segundo amante perto da sala onde teriam a primeira aula juntos. Costumeiramente os dois sentavam juntos e ficavam em silêncio nas suas aulas compartilhadas, mas esse dia era diferente e, antes mesmo de entrarem, Deku fez um sinal com a cabeça para descerem do terceiro andar, onde a sala da primeira aula se encontrava, e saírem do prédio. Todoroki entendeu o gesto e o seguiu despreocupado, afinal chegaram um pouco mais de meia hora mais cedo justamente para isso.

Shoto sentiu um frio na sua barriga como se estivesse em uma montanha russa em plena descida. Nos meses em que chegou naquela universidade, e naquele país, só havia conhecido Izuku e isso aconteceu somente porque o moreno o achou exótico por conta da sua heterocromia e cabelos com dois pigmentos naturais. O rapaz curtia o tempo em que passava com Izuku, gostava tanto da companhia silenciosa quanto da parte mais devassa, que era somente algumas das várias facetas do homem latino, entretanto, mesmo apreciando o que existia entre ele e Midoriya, Todoroki não podia deixar de ficar entusiasmado por conhecer outra pessoa, mesmo que isso não fosse transparecer em suas feições. Inclusive ele queria muito conhecer Katsuki, o homem para quem Izuku o apresentaria, em outras áreas também – preferencialmente na cama.

Andaram para a lanchonete mais próxima que ainda se encontrava dentro do campus, era o local marcado para o encontro. Não demorou mais do que dez minutos para Deku avistar Katsuki sentado mais no canto, devorando um salgado. Ele não estava sozinho.

Do seu lugar ao lado do moreno, Shoto assistiu Midoriya abrir um imenso sorriso malicioso e olhou para onde o outro mirava. Havia um loiro e um ruivo sentados na direção que Izuku olhava e Todoroki julgou ser um deles o Bakugou. Soube na mesma hora em que viu aquele olhar que Izuku queria e, provavelmente, já tinha pegado um dos – ou talvez os dois – rapazes sentados na lanchonete.

— Qual deles é o Katsuki? — perguntou baixinho.

Izuku pareceu sair de um transe e apontou para o loiro com a cabeça. Todoroki assentiu e andou em direção a mesa sem esperar o outro, ele estava ansioso para o que o aguardava.

Deku olhou para a bunda que tinha seu verdadeiro tamanho disfarçado pela calça jeans escura e larga com interesse enquanto seu companheiro se afastava. Amava o corpo de Shoto; nem muito magro, nem muito largo e com músculos definidos nos lugares certo. No geral, o corpo de Todoroki era ágil, a única coisa avantajada sendo a sua bunda que realmente era grande, Deku adorava foder ela com força enquanto espalmava sua mão nas nádegas gordas, deixando-as vermelhinhas. Levantou os olhos e lambeu o lábio inferior ao notar o ruivo que acompanhava Kacchan tão confuso quanto o próprio Midoriya quando o viu ali. O rapaz então o olhou com interesse e ah, sim, ele estava afim desse carinha desde a primeira vez que o viu andando afobado perto do pavilhão de engenharia. Se soubesse que era um conhecido de Katsuki, teria pedido para ser apresentado ao ruivo a muito tempo.

Bom, agora tinha a oportunidade. Ele iria dar gostoso para Bakugou pelo presente maravilhoso.

Ao chegar na mesa, Todoroki murmurou timidamente um “oi” e se sentou no canto, Izuku se juntando a ele em seguida. Estavam sentados em um banco espaçoso e acolchoado, a mesa entre eles e Bakugou e o ruivo que ficavam de frente para a dupla que acabara de chegar, o conjunto todo encostado na parede.

— Oi, Kacchan.

Katsuki resmungou em saudação, sua boca ocupada mastigando o salgado. Izuku desviou então os olhos para a companhia do seu parceiro, o ruivo que olhava vidrado hora para o moreno e hora para Todoroki. Sorriu o mais gentil que conseguiu.

— Eu sou Izuku. — se apresentou. O ruivo sorriu tímido. — Esse ao meu lado é o Shoto. — disse ao tocar no ombro do rapaz com cabelo bicolor que acenou educadamente.

— Eu sou o Eijiro, prazer.

Ficaram em um silêncio incômodo.

Kirishima estava dividido entre ficar bravo com Bakugou que não contou que eles iriam encontrar outras pessoas na lanchonete e ficar feliz pelo loiro ter lhe dado a oportunidade de conhecer dois caras muito lindos, dois pelo quais o estudante de medicina já tinha observado no campus. Kirishima amava olhar a beleza masculina e aqueles três eram iguarias sem igual; enquanto Todoroki chamava a atenção pela raridade de suas características únicas e corpo esguio – o qual Kirishima queria muito ver sem roupas – Izuku chamava sua total atenção pelo incomum tom de esverdeado do seu cabelo que realçava os olhos também verdes, o corpo rechonchudo de coxas grossas abraçadas pela calça apertada, a bunda grande bem marcada e o torso com seus quilinhos a mais mostrados na camiseta branca também alguns números menores. Toda aquela fartura no corpo do moreno fez com que a boca do ruivo coçasse com a vontade de beijar, chupar e morder cada pedacinho de Izuku.

Dos quatro, Katsuki era o mais encorpado; com músculos grandes e firmes, as veias que saltando na pele. Fanático por artes marciais e academia, o resultado de todo o treinamento do loiro não poderia ser outro além de um corpo forte e bem definido – apesar da alimentação do mesmo ser uma lástima mistura de comidas de rua e álcool nos fins de semana.

Eijiro se perguntou se era pecado desejar os três na sua cama. Quer dizer, estava transando com Bakugou desde quando ambos ficaram pela primeira vez no segundo semestre da faculdade, então já tinha mais de um ano, e nesse meio tempo o ruivo saiu com pouca frequência com outros caras. Mas ali estava ele, querendo o seu atual ficante e os outros dois homens que provavelmente já tinham também saído com Katsuki.

Notando o olhar praticamente sedento de Eijiro sobre ele e Shoto, Izuku para o lado, para o outro homem na mesa, captando o sorriso ferino de Bakugou que o encarava atentamente e sentiu um estalo. Katsuki não queria ficar com o Todoroki apenas, não, ele queria ficar com o moreno, com Todoroki e com o ruivo.

Safado.

Midoriya abriu um sorriso cheio de dentes mostrando entender o plano do loiro.


Era por isso que amava aquele puto.



*** TodoBakuDekuKiri***


Estava difícil manter sua atenção nos coquetéis que eram pedidos por diversos clientes da Seducción Caliente, boate onde trabalhava a mais de um ano, e isso porque seus olhos insistiam em manter-se fixos em um ponto em específico: três corpos atraentes que pediam para Bakugou tocá-los.

Katsuki não conseguia tirar da cabeça o encontro na lanchonete. Viu perfeitamente o momento em que Deku entendeu sua verdadeira intenção por detrás das apresentações, como esperado da sua vadia querida, a personificação de sensualidade e sedução, e depois disso as coisas fluíram quase que naturalmente, fazendo com que Bakugou pensasse se, caso não houvesse “tramado” para todos se conhecerem, eles acabariam por se encontrar casualmente de outro jeito. Mas ele preferia focar mais nos olhares de cobiça que os quatros trocaram mutuamente, cada um desejando o outro sem exceções, e nos sorrisos cúmplices. No fim, a química foi tão forte, despertando um intenso interesse, que Katsuki não precisou dizer nada explícito; um convite para uma noite que começaria na melhor boate do bairro portenho Belgrano e terminaria em seu pequeno apartamento de quatro cômodos foi o suficiente para o quarteto entender que aquela seria a noite.

Faltavam apenas vinte minutos para seu turno terminar – normalmente ficaria das dez às cinco servindo as bebidas e dando pequenos shows com as batidas, porém suas companhias exigiam sua presença em meio à dança sedutora que Deku e Kirishima faziam. Observou ávido os quadris de Izuku mexendo enquanto aquela bunda enorme rebolava devagar. Mordeu o lábio se controlando para não ficar de pau duro. Para testar ainda mais seu autocontrole, além de Deku rebolando, Eijiro estava de frente a ele segurando sua cintura e olhando diretamente para Bakugou, convidando-o a saborear aquele corpo cheio de carne e gordurinhas sedutoras. Desviou o olhar procurando por Todoroki, aproveitando para recompor um pouco da sua sanidade já que o rapaz saiu de perto da dupla provocante e não tinha ainda retornado. O encontrou bem próximo da área do bar – o homem com cabelo bicolor não tirava os olhos do casal, seguindo a dança dos dois sem piscar. Katsuki sorriu. Ah, iria se acabar naqueles três homens a noite toda.

Acenou para Shoto. Ele se aproximou, aguardando silenciosamente Bakugou ser liberado. Um rapaz loiro e sorridente disse algo para Katsuki que apenas concordou.

Todoroki continuou seguindo-o com os olhos, bebendo da beleza dos olhos vermelhos, queixo quadrado e músculos bem marcados pela blusa social preta; a gravata vermelha realçando seus olhos e a calça preta abraçando as coxas e bundas. Gostoso para um caralho.

Todoroki sentiu uma pontada no seu baixo ventre.

Bakugou sorriu de canto ao notar o outro o observando e chegou bem perto, sua respiração batendo no pescoço do estudante de engenharia, causando um arrepio gostoso no rapaz.

— Olha para eles, — o loiro falou e fez um gesto para a pista de dança. Todoroki olhou por cima do seu ombro. — Aquela bunda rebolando... — sussurrou provocante. — Eijiro apertando aquela fartura e olhando pra gente....

Katsuki colocou a mão na cintura esguia e o puxou para perto colando ambos os corpos. Shoto suspirou gostando dessa pegada mais firme.

— Sabemos bem o que eles querem. Então a pergunta é: — Bakugou afastou a

o rosto apenas o suficiente para olhar intensamente nos olhos heterocromáticos. — Vai ficar olhando ou vai se juntar a nós?

Todoroki sorriu ladino: — Eu quero os três em uma cama. Bagunçando ela toda, de preferência.

O loiro gostou da resposta. Segurou a nuca de Todoroki e o beijou. Foi breve, mais como um selinho onde Bakugou sugou o lábio inferior e depois mordeu, contudo foi o suficiente para estimular seu pênis que ficou semi ereto. Seguiram então para a pista onde Katsuki se posicionou por trás do ruivo enquanto Todoroki já abraçava a cintura de Midoriya. Kirishima não se importou. Colou ainda mais seu corpo no do loiro e puxou Izuku consigo que, por sua vez, se esfregava lentamente em Shoto, principalmente sua bunda no baixo ventre dele. Bakugou pegou um punhado dos cabelos vermelhos e puxou, fazendo Eijiro tombar a cabeça para o lado esquerdo. Os olhos vermelhos como os seus lhe fitaram em um misto de tesão e curiosidade, Bakugou então lançou um olhar malicioso para os outros dois enquanto sua boca dançava no pescoço bronzeado, sua língua aparecendo propositalmente.

Kirishima gemeu. A sensação da língua em uma área extremamente sensível foi o suficiente para o estudante de medicina ficar duro apenas com isso – o desestabilizou e, por alguns segundos, ele quis dar para Bakugou ali mesmo, no meio de um monte de gente. A situação só piorou quando o seu calouro da faculdade, Bakugou, segurou a blusa azul que Deku vestia e o puxou, o colando em Eijirou, o pau dele se esfregando no seu pelo ato exasperado. A mão do barman foi para a bunda do moreno e se manteve ali, apertando e soltando apenas para apertar novamente. Kirishima assistia aquilo com a boca salivando, querendo morder cada pedaço daquele corpo rechonchudo que parecia implorar para ser maltratado. Shoto aderiu a ideia e as mãos dele foram para a bunda do ruivo, a boca de encontro a de Izuku.

Depois disso as coisas desandaram e entraram em sintonia ao mesmo tempo. Os quatro esqueceram que tinham uma grande plateia e se perderam em seu mundo, sentindo seus corpos conversarem em meio a dança caliente.

Eram bocas beijando bocas sem nem ao menos distinguir quem beijava quem, sentindo mais de uma língua junto da sua e, de repente, os quatro se engalfinharam em um beijo alucinado e sensual.

Não demorou para que saíssem dali. Katsuki sentia que explodiria, Deku precisou acalmar seu pau com um aperto firme, Kirishima, que ainda estava tonto com a experiência de um beijo quádruplo, nem tentou disfarçar a ereção e Todoroki teria gozado se não tivessem parado.

Foram para o apê do loiro no carro do Todoroki. Bakugou, que não bebeu por estar em trabalho, foi dirigindo, mas mais parecia que estava sendo castigado, pois Shoto e Kirishima sentaram na parte de trás e estavam praticamente transando no carro – a blusa de Kirishima estava levantada e Todoroki mamava o peito dele como um bebê faminto enquanto simulava penetrações com a virilha ainda vestida e o ruivo gemia com vontade. No banco ao seu lado, Deku acariciava o pênis por cima da calça olhando atentamente para a dupla.

Por mais que quisesse meter o louco e correr a 200 km por hora para o prédio em que morava, Bakugou andou dentro do limite e com cuidado, prezando pela vida dos seus novos parceiros – um bando de putos que o deixavam louco com gemidos e sussurros de palavras de pura putaria. Deku chegou a apertar a sua perna, bem próximo do seu pau latejante, mas foi inconsciente, pois ele ainda encarava os outros dois no banco de trás.

O que era meia hora pareceu durar uma eternidade. Mal estacionou e já pulou do carro. Os três o seguiram tentando se manter minimamente longe para não serem acusados de atentado ao pudor.

Foi só a porta do apartamento de Katsuki fechar que a distância sumiu, entretanto. Midoriya puxou Kirishima pela blusa e o beijou com fome. As mãos dele foram direto para o peito do ruivo, local que ele cobiçou e sentiu babar para chupar, assistindo enquanto Todoroki fazia exatamente isso.

Aos sons dos gemidos manhosos de Eijirou, Shoto avançou em Bakugou e ambos deram passos desequilibrados até o loiro bater as costas na parede mais próxima. Alguma coisa caiu em algum lugar, porém não era importante. Importante era a língua contra a dele, a perna entre as suas apertando sua ereção dolorida, os gemidos dos outros na sala. Kacchan largou a bota e virou o rosto para que Todoroki explorasse seu pescoço. Ele mordeu com força e chupou com avidez e, com certeza, teria um chupão roxo na manhã seguinte, no entanto Katsuki não ligou. Queria mais. Queria a boca dos três em todo o seu corpo e a boca dele no corpo dos três, em cada canto deles.

Afastou o homem com cabelo bicolor e desgrudou Deku de Kirishima. Pegou o ruivo no colo e aproveitou que ele estava sem camisa para abocanhar o mamilo já vermelho. Andou até seu quarto escutando os outros dois o seguindo em trôpegos por estarem também se pegando.

— Katsuki, eu quero mais. — Eijiro gemeu alto pelo atrito das partes baixas e a mordida carinhosa no seu mamilo.

— Sim. — quem gemeu em resposta foi Todoroki.

Os três entraram no quarto. Deku ofegou. Katsuki já estava deitado com Kirishima embaixo dele praticamente o comendo ainda com roupas quando Todoroki se juntou, ficando ajoelhado atrás de Bakugou, levantando a blusa dele e apertando o mamilo rosado e duro, se esfregando na bunda durinha.

Diante da cena Izuku abriu o seu maior sorriso depravado e fechou a porta do quarto.

2 de Outubro de 2018 às 04:21 1 Denunciar Insira 2
Fim

Conheça o autor

Emily C Souza Não posso dizer que sou tudo aquilo que escrevo, mas tudo aquilo que escrevo tem um pedacinho de mim

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Donna Dan Donna Dan
Olá, Emily! Como disse no comentário anterior, sou da equipe de verificação do Inkspired. Suas histórias são muito bem escritas e você faz um bom uso da pontuação nos seus textos, deixando a leitura bem fluída e prazerosa. Coloquei essa história em revisão também por pontos parecidos ao da outra história: porquê sem acento, quando é usado como substantivo e quanto à concordância de plural, que acontece também aqui. Há também um paragrafo quebrado, acredito que foi um erro de digitação que passou. Verificar suas histórias traz maior visibilidade dentro do site, podendo aparecer nos destaques da semana. Responda esse comentário depois de fazer sua revisão para que eu possa fazer uma nova verificação, caso tenha interesse. Parabéns pelo seu trabalho! Ganhou uma fã!
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