Sem Você Seguir história

sr.-artie Sr. Artie

Remanescente de um naufrágio, ao acordar em um ilha desconhecida, Jimin não chegou a pensar que seria pego tão rápido pelos encantos e doçura de um rapaz dono de olhos redondos e escuros como a noite. Também não passou pela sua cabeça que saudade era o maior sentimento que chegaria a sentir um dia, é claro, até ele perder quem mais amava.


Fanfiction Bandas/Cantores Para maiores de 18 apenas.

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Capítulo Único: Sem Você

Notas da História:

JungKook e Jimin são pessoas reais, pertencem ao grupo BTS, e essa história aqui não passa de ficção.

História betada pela Rebel Princess (Nyah- Liga dos Betas)

História baseada na música Legends Never Die do Ferras

História postada no Nyah

*JiKook/KookMin*

Notas do Capítulo:

Gente, eu tinha esquecido de postar essa outra histórias kkk. Tô meio afundado estudando para minha prova de RESMAT2 amanhã. Essa história está participando do desafio do Sítio do Pica-pau Amarelo e a lenda do nosso folclore que escolhi foi a lenda da Mandioca, fiz uma releitura dela para caber JiKook, porque eu amo meus pais. Boa leitura!


Sem Você

By: Sr. Artie

Capítulo Único


Hoje é um dia importante para nós. Não acredito que já tenham se passado tantos anos, mas finalmente estou cumprindo a promessa que fiz a sua mãe. O livro que narra a nossa história será lançado em poucas horas e, embora a editora tenha pedido para que eu realizasse uma sessão de autógrafos, preferi passar esse tempo com você. 

Nossa narrativa é cheia de floreios, as pessoas que irão lê-la jamais pensarão que se trata de biografia e não de uma estorinha da vovó. No entanto, não posso culpá-las pelo ceticismo, já que também possuía a tendência de duvidar de tudo que me era dito. 

Sabe, durante toda minha vida, cresci com as pessoas a meu entorno falando sobre como amor e felicidade são concepções que se completam, como uma não existe sem a outra e, por muito tempo, fui contra a união desses conceitos. Eu tinha meus argumentos quando discordava de alguém sobre isso, mas todos eles caíram por terra, pedaço por pedaço, quando te encontrei. Acredito que nunca cheguei a te contar como me senti ao vê-lo pela primeira vez, então acho que seja mais adequado eu te falar, melhor do que os outros saberem antes de você enquanto leem o livro. No fim, você é aquele que mais merece saber sobre todas as emoções que provoca em mim.

A primeira coisa de que me recordo, após o naufrágio, são seus olhos, redondos e negros, semelhantes a jabuticabas, presos em mim, denunciando a sua surpresa em me encontrar ali. Sem dificuldades, consegui notar sua admiração por minhas roupas, estranhando o tecido que cobria meu corpo, uma vez que o seu encontrava-se completamente desnudo.

Contudo, seu espanto era nada comparado ao meu fascínio em contemplá-lo despido e ajoelhado na areia da praia, maravilhado pelo seu tom de pele queimado e pelo seu corpo delgado. Perdi-me tanto em toda a sua beleza que fui incapaz de ouvi-lo chamar minha atenção.

— Você está bem? — Consegui me concentrar em sua pergunta, embora continuasse extasiado por sua figura. 

— Onde estou? — Questionei, mas antes anuindo em resposta àquilo que havia me perguntado. 

Eu enxerguei a tensão em seu rosto logo depois que fechei a boca, revelando a sua dúvida em me responder. Mentalmente, perguntei-me qual era o seu receio em falar algo tão simples, apenas queria saber onde estava para consegui me localizar no espaço e traçar os planos para retornar para casa. Era fácil de enxergar que estava em uma ilha, só queria saber o nome dela. Eu não estava sozinho no navio que naufragou, tinha conhecidos comigo ali, precisava procurá-los e verficar se estavam vivos. Na pior das hipóteses, teria que voltar para minha terra natal sendo o portador de más notícias e, apesar da falta de escolha, odiava o fato de ter que ser eu a desempenhar tal papel.

Continuei te olhando,  esperando por uma resposta, mas não obtive uma. No lugar disso, você se levantou do chão branco arenoso e me ofereceu sua mão, e eu, sem explicações de sua parte, a agarrei, usando-a para me erguer. 

— Me siga — falou em tom de ordem. Nessa hora, quis contestá-lo pelo autoritarismo, porque sua aparência denunciava que não era mais velho que eu, mas te segui à contragosto, calado. 

Saindo da faixa litorânea da ilha, você se embrenhou na mata espessa que existia por ali e não se preocupou em manter um diálogo comigo. O silêncio era desconfortável, no entanto, eu não estava preocupado pela ausência de suas palavras. Facilmente, percebia-se que você era um pouco tímido e, por mais que você não tivesse me respondido, agindo com estranheza, notava-se que não se tratava de uma pessoa ruim. 

Alcançamos uma parte menos densa da floresta e logo chegamos em um pequeno povoado. Algumas mulheres e crianças transitavam por ali e, exatamente como você, olhavam espantados para minhas vestes. Abstraí da atenção que chamava e foquei meu olhar nas suas costas, te seguindo. Todas as construções ali pareciam ter o mesmo porte e padrão, entretanto, existia uma maior e mais imponente entre elas e foi em sua direção que você seguiu.

Chegando em seu destino, você pediu para que me mantivesse do lado de fora e adentrou a casa. Impaciente, te esperei pelos minutos que seguiram. Ouvi a voz grossa e exaltada de um homem desconhecido seguida da sua, também alterada. Ponderei, mais de uma vez, em entrar ali dentro para descobrir o motivo dos ânimos elevados, mas, antes que eu tomasse essa atitude, você saiu com um sorriso ornado no rosto e eu me desmanchei um pouco ao vê-lo tão iluminado. 

— Vamos, você vai ficar na minha casa. Meu avô relutou um pouco e minha mãe não sabe ainda, mas ela é uma boa pessoa, não vai se importar. 

“Um completo maluco”, foi isso que pensei sobre você. Se eu chegasse com um desconhecido em casa, sem o conhecimento de minha mãe, provavelmente os dois seriam postos para fora. Todavia, não te questionei, no fim, você estava me oferecendo abrigo, só que não perdi a chance de criticá-lo pelo incômodo que senti pelos seus comandos constantes. 

— Você gosta muito de dar ordens. 

— Ah, desculpas, nunca passei pela situação de achar alguém desacordado na praia e briguei com meu avô para conseguir ajudá-lo, então não sei bem como reagir — disse irônico. 

Minha reação foi rir para a sua resposta, não esperava o tom sarcástico usado contra mim, mas foi divertido enxergar a indignação bordada em seu rosto enquanto me respondia. Talvez, eu estivesse sendo um ligeiramente ingrato, fazendo pouco caso de seus esforços para me ajudar. 

— Vamos — repetiu a ordem, mas, dessa vez, te segui. 

Boquiaberto, vi sua mãe me recebendo com todo carinho do mundo quando chegamos em sua casa e você lhe explicou minha situação. Ela parecia uma mulher diferente das outras, havia uma candura desmedida em sua personalidade e, naquele momento, ainda estava além do meu conhecimento as razões pelas quais ela era tão graciosa, contudo, entendi o porquê de ela se relacionar com o mundo de uma maneira tão leve. Ela tinha seu próprio milagre: você.

Sua mãe pediu para irmos nos banhar antes da comida ser servida. Eu te acompanhei até um riacho pequeno. Despi-me e entrei na água, esperando que você entrasse, mas você não me seguiu. Quando te busquei com os olhos, te encontrei parado, ainda fora d’água, contemplando o meu corpo desnudo, da mesma forma como fiz ao acordar na praia. O seu deslumbre não deveria vir somente por me ver despido, nudez era algo comum de seu povo, então, cogitei que o encanto era por minha causa e foi bom constatar isso. 

Sai da água e tomei a sua mão, tirando-o de seu torpor, e lançando-o no riacho. Nu, em uma confusão linda, era exatamente assim que você estava quando seu corpo se chocou com o fluido límpido corrente. Admirei sua perfeita desordem em virtude dos acontecimentos recentes, antes de me juntar a você, rindo. Não precisamos de um dia para notarmos que estávamos ligados, criamos uma amizade naqueles poucos momentos que estávamos ali. 

Perdemos a noção da hora e seu avô apareceu para nos chamar e percebi a insatisfação dele quando nos achou sentados à beira do regato, com sua cabeça descansando em minha perna enquanto meus dedos alisavam seus cabelos.

— Esqueceram que outras pessoas esperavam vocês para a refeição?  

A raiva era notável e eu achava que era apenas pelo incômodo de vir nos buscar, mas engano meu. Esse fora apenas o primeiro indício.

Na primeira noite, como em todas as outras, dormi em seu quarto. Sua mãe havia amarrado uma rede, feita de um material que eu não fazia a menor ideia de qual era. Antes de ser vencido pelo sono, me dirigi a você:

— Você não me disse ainda onde estamos ou sequer disse o seu nome. 

— Está um pouco cedo para te falar o nome dessa ilha e te explicar a história dela. Sobre meu nome, pode me chamar de JungKook. Aliás, qual é o seu?

— Jimin — respondi.

— Boa noite, Jimin. 

Sua afirmação sobre ser muito cedo para me contar sobre a história da ilha estava certa, jamais um cético acreditaria sobre as verdades que rondavam sua vida e a de seu povo. Contudo, acreditei em você quando olhei no fundo de suas íris e enxerguei honestidade. 

Depois de alguns dias convivendo contigo e mais absorto em todos os efeitos que você me causava, desde me fazer sorrir pelo simples encontro dos nossos olhares até deixar de usar minhas roupas para te encontrar adimirando meu corpo à surdina continuamente, antes de dormimos, eu resolvi perguntar pelo seu pai, porque nunca o tinha encontrado durante esse tempo que morei com você. 

— Onde está seu pai?

— Eu não tenho um.

— Ele… morreu? — Perguntei receoso. 

— Não — ouvi sua risada, o que me fez procurar pelo seu rosto. — Eu não tenho um pai, apenas isso. 

— Como? 

— MInha mãe não é uma mulher comum. De várias que existiam nesse vasto mundo, ela fora a única escolhida pelos deuses para gerar uma criança, eu. Não sou fruto do pecado da carne, sou um milagre. Seu timbre era firme e seus olhos ainda estavam presos em mim, então soube que não estava me contando mentira. 

— Talvez você não acredite, até mesmo meu avô demorou a crer em minha mãe quando ela apareceu grávida, ele precisou ser avisado por um anjo que ela não estava mentindo. 

— Eu acredito — disse sem pestanejar, porque confiava em você desde o primeiro dia em que nos encontramos na praia.

A outra revelação inimaginável veio quando questionei o nome da ilha novamente. Havia se passado um longo tempo em que estava ali e eu ainda precisava retornar para casa e dar notícias à minha família e a dos conhecidos que naufragaram comigo. Estávamos na praia colhendo conchas para que sua mãe fizesse alguns enfeites.

— Me pergunto que dia você irá me dizer o nome dessa ilha ou então me ajudar a ir de volta para minha terra natal. 

— Você quer ir embora? — Questionou, enquanto eu percebia sua voz salpicada com notas de esmorecimento. — Não gosta de morar aqui? Comigo?

Poderia ser egoísmo meu, mas gostei de perceber seu descontentamento em saber meu desejo de partir, porque significava que você queria me manter por perto de ti e era exatamente onde eu desejava me manter. 

— JungKook, eu tenho uma família para avisar que estou vivo e a das pessoas que naufragaram comigo — expliquei. — Não é o desejo de ir embora, mas a necessidade. E eu amo morar com você aqui — conclui. 

Como uma gota d’água em chapa quente, sua tristura evaporou-se rapidamente por causa das minhas palavras . Mantive meus olhos presos em você, te incentivando a falar aquilo que tanto queria saber.

— Essa ilha não tem nome, meu povo nunca se preocupou em nomeá-la, já que ela deveria estar escondida do resto mundo. Aqui é um refúgio criado pelos deuses para uma parte seleta da humanidade, a qual é destituída da ganância e egocentrismo — revelou. — Meu espanto em te encontrar na praia, naquele dia, era porque você não deveria ter chegado aqui. Talvez, os deuses gostem de você e o tenham salvado por isso. 

Mais fácil do que na vez em que te ouvi me contar sobre ser fruto de um milagre, eu acreditei em você, incapaz de duvidar da lisura de suas palavras. 

— Como eu volto para casa?

— Se os deuses te guiaram até aqui, eles podem te levar de volta para casa, basta confiar. 

— Vai me ajudar? — Perguntei, já sabendo a sua resposta, só para te ver acenando em concordância. 

Após essa conversa, nos empenhamos em construir uma jangada para que eu pudesse partir. Com um intervalo de meros dias, o meu transporte estava pronto e eu logo poderia ir embora. Contudo, quando a possibilidade de te deixar passou a ser algo concreto, me questionei inúmeras vezes se partir realmente valeria a pena. 

Um dia antes do combinado para que eu fosse embora, à noite, visitamos o riacho, aquele mesmo regato em que você me trouxe no meu primeiro dia aqui. Como de costume, seus olhos se perderam em meu corpo sempre que nos encontrávamos sozinhos, a única diferença foi que, dessa vez, não me privei da vontade que mantive aprisionada dentro de mim. Esquecendo-me de todos os olhares desgostosos que seu avô nos lançava quando nos encontrava próximos demais e das palavras desagradáveis dirigidas a nós ou de qualquer outro morador do povoado, coloquei minha mão em sua cintura, te puxando para mim, colando nossos corpos. 

— JungKook… — disse com a voz rouca e arrastada, enquanto minha boca estava quase colada à sua, aguardando somente a sua  confirmação.

A resposta que tive foi o selar dos seus lábios nos meus. Em pé, naquele riacho, deixamos tudo para trás, apenas perdidos na sensação de nos permitir, ignorando os receios que tínhamos, e finalmente nos sentindo livres; banhados pela lua, nos tornamos as estrelas que brilhavam naquela noite, tão quentes que poderíamos secar a água e derreter o mundo a nossa volta. Qualquer um nessa ilha poderia nos chamar de insanos, mas eu queria apenas enlouquecer com você e fora exatamente isso que fizemos. 

No dia seguinte, eu parti, te prometendo que retornaria.

— Os mesmos deuses que me guiarão até casa me trarão de volta até você, porque, quando estamos juntos, sei que viveremos para sempre — assegurei. — JungKook, me prometa que vai me estar nessa praia na próxima vez em que nos encontrarmos.

— Eu prometo.

Essas foram as últimas palavras que escutei de você. 

Um ano depois, quando voltei ao seu encontro, você não estava mais onde prometeu que estaria. Recordo da euforia que senti ao conseguir retornar para a ilha, tendo como guia somente os deuses que me trouxeram até você a primeira vez. No entanto, não te encontrei na praia, como havíamos prometido, sua mãe era quem estava à minha espera. 

Um pouco chocado, a observei enquanto ostentava um sorriso para mim. Ela estava mais magra e abatida, a leveza que existia antes parecia ter sumido, me deixando incomodado ao constatar isso. 

— Você veio — ela se dirigiu a mim.

— Cadê o JungKook?

Precisou apenas dessa pergunta para que o sorriso dela se dissipasse do rosto. 

— Ele não está mais aqui. 

Meu coração diminuiu ao ouvir a voz dolorida com a qual ela me disse essas palavras, mas o choro só veio depois, quando ela me contou o porquê de você não estar mais ali, o ar faltou apenas ao ouvi-la falar sobre como as coisas ocorreram e o ataque de pânico aconteceu quando parei de assimilar os horrores que me eram contados.

O motivo de sua ausência era a sua morte, você não existia mais nesse mundo. As coisas que levaram ao seu falecimento foram as atrocidades do homem, mesmo daqueles escolhidos pelos deuses para viverem nesse refúgio. Sua mãe disse que, poucos dias depois que eu parti, espalhou-se pelo povoado que você e eu tínhamos feito algo abominável, eles se referiam à nossa noite de amor pura à beira do riacho. Cegos pelo preconceito e embebidos de ódio, invadiram a sua casa e te tiraram de lá, te condenando à morte. 

Entretanto, esse não foi a pior maldade que poderiam fazer contra você, depois que ceifaram a sua vida e apagaram o brilho de deus olhos, eles te enterraram. Ainda por sua mãe, fiquei sabendo que o sepultamento não era um rito de sua cultura, porque vocês acreditavam que soterrar o corpo impedia que a alma ascendesse ao céu para renascer.

Gostaria de saber se, quando te cercaram e te condenaram à morte, se sentiu medo pelo fim de sua vida ou por saber que me deixaria para trás, sozinho, e nunca teríamos a chance de nos reencontrar.

Ao me acalmar, sua mãe me trouxe ao seu túmulo, que se encontrava completamente florido. Ela me explicou que, em revolta pela crueldade humana, os deuses resolveram te eternizar, fazendo nascer, na terra em que seu corpo descansava — a mesma que fora molhada pelas lágrimas de sua mãe —, uma flor em tons azuis e roxos, um símbolo que toda forma de amor é válida e ninguém merece menos que respeito por amar.

Depois, ela me pediu para que voltasse a minha terra e publicasse a sua história que, inevitavelmente, é a nossa história. Eu prometi a ela que iria fazer isso e fiz, por isso retornei para você hoje e estou aqui, novamente, no seu túmulo, te falando sobre cada emoção única que você fez eu sentir em vida.

Continuamente, escutei que o amor era o maior e melhor sentimento que poderíamos sentir e eu acreditei, já que a ideia de amar alguém parecia pura e nobre; te conhecer me confirmou isso. No entanto, esqueceram de me falar que a saudade causada pela partida de alguém conseguiria ultrapassar, sem dificuldades, o amor que sentíamos por ela. Descobri isso quando soube que havia te perdido.

Saber sobre sua morte destruiu qualquer possibilidade de ser feliz que eu poderia ter nessa vida. Não há conforto em saber que jamais poderei te olhar ou te tocar novamente, me entristece não poder te ter ao meu lado. É aterrador não ter o acalanto de que poderia te encontrar e te ter mais uma vez em nossas reencarnações. 

Todavia, está longe da alçadas daqueles que te condenaram impedir que a sua história corra solta pelo mundo. Depois de tudo, onde quer que os nossos nomes sejam ditos, seremos reconhecidos como heróis, imortalizados, porque lendas não morrem, mesmo que eu já não exista mais sem você.

23 de Setembro de 2018 às 22:01 5 Denunciar Insira 4
Fim

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Inkspired Brasil Inkspired Brasil
Olá! Primeiro de tudo, queremos nos desculpar pelo atraso no comentário e garantir que faremos o possível para que isso não se repita. Você nos trouxe a narrativa de uma história de amor, que se dá depois de um náufrago e, meu deus, não há como não suspirar ao ler esses dois pombinhos nadando juntos enquanto um admira o outro. A cena em que eles finalmente se beijam antes da partida do Jimin foi muito fofa e não tem como não se emocionar com esse fim trágico (adoramos essa onda de angst desse desafio hahahaha). Ninguém merece perder um grande amor... Você escolheu uma lenda não muito conhecida, mas, apesar disso, soube trabalhá-la muito bem. A ambientação não deixou a desejar e foi algo gostoso de se ler. Parabéns por ter cumprido e desafio e obrigada por compartilhar a sua história com a gente. Até a próxima <3
22 de Fevereiro de 2019 às 14:51
E C E C
Mais uma vez eu sou culpada por um dos angst e eu fico bem feliz com isso rsrs Vamos a história. Eu amei a narrativa do Jimin, muito muito muito. Deixou todos os sentimentos dele expostos e ainda contribuiu para acompanharmos a narrativa deles. Eu amo de paixão esse desenvolvimento, ficou real, pleno e deu uma tapa dizendo "Erica, inveja esse relacionamento puro e sincero aqui". Minha parte favorita é JK admirando o corpo do Jimin, ainda mais ele sabendo que era muito bem admirado - algo tipico do JM -. Por fim, chegamos ao angst e real a frase final corta e despedaça o coração. Reforma o que disse antes "você não existia mais nesse mundo" e quando repetida "mesmo que eu já não exista mais sem você", fez eu me perguntar se ele deixou seu "legado" em um livro para depois poder partir sem culpas. É lindo, poético e dolorido. Preciso arrancar mais angsts de você. <3
23 de Setembro de 2018 às 21:34
Isis Isis
VC NÃO TINHA ESSE DIREITO!!!!!!!!!! EU TO CHORAAAAANDO! Ai que ódio de vc! Que ódio dessa porra de história bonita e triste do caralho aaaaaaaa. Conseguiu deixar a lenda da mandioca ainda mais triste do que já é. Principalmente por causa do motivo da morte dele. Eu tô triste, não to feliz.
23 de Setembro de 2018 às 18:14

  • Isis Isis
    ps. não quero nem pensar no que significa isso que o Jimin fala no fim. T_T 23 de Setembro de 2018 às 18:18
  • Isis Isis
    ps. não quero nem pensar no que significa isso que o Jimin fala no fim. T_T 23 de Setembro de 2018 às 18:18
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