Tortura Particular Seguir história

sakuu-chan Sakuu-chan Oficial

Eles tinham uma amizade com benefícios, mas Sakura queria mais, porém, Sasuke não era o tipo de cara que tinha nascido para namorar, bem, era isso que ele pensava até conhece sua tortura particular, que se chamava Sakura Haruno. Sakura o levava ao limite, sempre o provocando e o torturando, por mais que fosse difícil admitir, ele gostava daquilo e gostava que fosse ela que o fizesse. Ela havia se tornado sua tortura particular, e cá entre nós, eles gostavam deste joguinho de provocações.


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Capítulo Único


Capítulo Único.

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SASUKE UCHIHA.

Lá estava ela, mais uma vez, provocando-me.

Meus olhos a seguiam sem nenhum pudor, até porque, se ela queria me torturar, ela estava conseguindo isso, e muito bem. Estávamos nesse joguinho de tortura e provocações há quase sete meses, desde o dia que terminamos.

Sakura sabia bem como mexer comigo, sabia bem que quando me encarava com aqueles olhos verdes-esmeraldas de forma cínica e mordia o canto do lábio inferior me excitava e me deixava louco.

Era impossível não reparar nas pernas torneadas expostas pela saia de pregas, cada vez mais curta em minha opinião, cintura fina que minhas mãos encaixavam perfeitamente, sem falar do quadril que tanto me deixava feliz ao vê-la andar... Confesso, ela me deixava louco apenas só de olhá-la.

Meus olhos a seguiram até um grupo de meninas que a esperava no final do corredor, já estava ficando indignado com a “nossa” situação, e olha; eu não era do tipo de cara que ficava com raiva de qualquer coisa.

Tínhamos uma relação íntima, sem compromisso, Sakura não era uma garota popular, e eu não era do tipo de cara que gostava das populares, elas eram sempre “populares” em outras coisas, mas chamava atenção por onde passava, entretanto, ela era um fruto proibido que eu não podia provar, por ser prima do meu melhor amigo, Naruto.

Concordo que quebrei essa regra ao beijá-la pela primeira vez e ao tirar sua virgindade, depois disso; mantivemos uma amizade com benefícios, ficamos nessa por quase um ano, até não sei o que deu na cabeça dela, de querer me namorar. Eu já havia explicado que eu não namorava, mas neste momento, estava começando a revogar essa regra da minha vida.

Dei um sorriso de canto ao notar que ela me olhava, ela tentava disfarçar, mas eu sabia que ela me queria tanto quanto eu a queria, e acreditem; logo ela voltaria para os meus braços.

SAKURA HARUNO

Adorava torturá-lo. Isso era verdade, adorava mais ainda vê-lo se segurar para não me agarrar no meio do pátio da escola.

Eu sabia bem que meu primo Naruto o havia ameaçado sobre chegar perto de mim ou tentar algo comigo, até porque, quem não conhecia a fama de Sasuke de ser um pegador assumido e fugitivo de relacionamentos? Acredito que todos, mas ele não me enganava, ele só precisava encontrar uma garota que lhe colocasse rédeas. Talvez esta garota fosse eu, mas ele não precisava saber.

Eu querer que ele me assuma não tem nada a ver com ele ter tirado minha virgindade, eu só quero que ele assuma seus sentimentos por mim, e acreditem; ele sente algo forte por mim. Podemos tentar namorar, se não der certo, bola pra frente, acredito que ele não seja o homem da minha vida.

Desde o dia que “rompemos” não nos tocamos e nem conversamos, isso estava me deixando louca, entretanto, me deixa com um puto desejo, por isso, eu o provoco. Confesso que minhas roupas deram uma diminuída drástica, porém, eu não me importo, se for para deixar Sasuke Uchiha louco, eu farei, até porque eu sempre consigo o que eu quero, ou quase tudo.

Senti seus olhos sobre minhas pernas quando entrei na sala de aula e sentei sobre a mesa do professor, para esperar o mesmo chegar; olhei pra baixo para depois olhá-lo, ele seguia cada gesto meu, sorri com isso e cruzei as pernas lentamente, o vi arfar e se mexer na cadeira enquanto desviava o olhar. Por mais que Sasuke tentava, ele não conseguia disfarçar seu desejo, e nem eu.

Fui pra minha carteira, na frente da dele, assim que o professor chegou, sem disfarçar a satisfação em meu rosto e olhos, a expectativa tomava conta do meu corpo, porque eu conseguia sentir a respiração dele nas minhas costas, arrepiando meus pelos e atiçando minha imaginação com as lembranças dos nossos corpos colados, suados e sucumbindo ao desejo.

Peguei um espelho na bolsa e o olhei através dele, sorri ao ver o seu maravilhoso sorriso de canto ali pra mim, enquanto me encarava, senti sua mão escorregar até a minha cintura e dá um aperto de leve, fazendo-me arfar. Oh Deus! Como eu senti falta dos seus toques. O encarei e senti sua mão tocar a minha e deixar algo ao soltar. Suspirei e guardei o espelho, pois já sentia o olhar do professor sobre mim, ou nós; sei lá.

Já quase no final da aula, criei coragem para ler o que ele havia escrito naquele papel, sentir ar abandonar meu corpo e a ansiedade e expectativa ao ler tais palavras tomar conta:

Ginásio, ao final das aulas. Vá sozinha.”

SASUKE UCHIHA

Quando ela cruzou as pernas me olhando, sinto muito, mas todo o meu autocontrole me abandonou, tive que me segurar muito para não agarrá-la pelo braço e arrastá-la até o banheiro para matar essa saudade e desejo insano que estava sentindo.

Estava sem sexo desde que nos separamos, não conseguia ter olhos para outra garota a não ser ela, e esses nossos joguinhos de provocações só estava aumentando minha excitação, desejo e vontade. Eu a queria na minha cama de volta, e logo.

Sentia falta dos seus beijos, toques, arranhões, mordidas, gemidos, olhares, sorrisos. Eu sentia falta de tudo naquela mulher, por mais que fosse difícil de admitir. Por tal motivo, assim que as aulas encerraram, eu não pensei duas vezes antes de pegar minhas coisas e correr para o ginásio, hoje ela voltaria a ser minha, ou eu não me chamava Sasuke Uchiha.

Cheguei ao ginásio já a sua procura, eu tinha percebido a reação em seu corpo quando eu mandei aquele bilhete, eu sabia que ela não faltaria, e minhas suspeitas foram confirmadas quando a vi entrar lentamente pela porta do ginásio.

Então, Uchiha, o que você quer? – Ela perguntou ao parar um pouco distante, ela bem que tentou esconder sua ansiedade, mas estava evidente em sua voz, e eu adorava aquilo.

Você! – Respondi me aproximando.

Ela me olhou com deboche e eu deixei um sorriso de canto escapar me aproximando mais, Sakura não se afastou em nenhum momento, o que alargou ainda mais o meu sorriso, adorava aquele jeito destemido dela, sempre me surpreendia e me excitava, talvez fosse por isso que eu estava louco por ela, eu precisava conquistá-la para ter o que eu queria, ela não era fácil.

Sinto muito Sasuke, mas sua vez passou. – Sua voz saiu mais calma do que eu esperava, mas isso não me impediu de ficar a centímetros do seu corpo que clamava pelo meu.

Você tem certeza disso? – Perguntei aproximando meu rosto do seu pescoço e passando a ponta do meu nariz lentamente pela região, causando arrepios em seu corpo pequeno, só eu sabia o quanto ela gostava daquilo.

Uhum – Suas mãos agarram a minha camisa no momento que seu gemido escapou de seus lábios, esta era a minha deixa.

Meus lábios encontraram os de Sakura de forma dura, cheios de desejo e saudade, levei uma mão até sua nuca puxando os cabelos dali, como ela tanto gostava e a outra coloquei em sua bunda sem o menor pudor, puxando-a para mim, para que ela sentisse o que fazia comigo, com apenas um maldito beijo. Suas mãos pequenas percorriam meu corpo, com vontade, hora invadindo a camiseta e passando as unhas por minha pele, causando-me arrepios.

Eu sabia que ela sentia tantas saudades minha; quanto eu sentia dela, por isso, no momento que nos afastamos para respirar, voltei a beijá-la no pescoço, enquanto sussurrava:

Vamos sair daqui, vamos lá pra casa.

SAKURA HARUNO

Quando Sasuke me beijou, ele desarmou todas as minhas defesas, mas no momento que ele me chamou para sua casa, foi como se alguém tivesse jogado um balde de água fria no meu tesão, e me vi afastando Sasuke de mim, com um empurrão.

Esta era uma das atitudes que eu mais odiava em Sasuke, achar que após me beijar, eu faria o que ele queria.

Você acha que eu sou o que? Não sou uma dessas garotas que você está acostumado, Sasuke.

Falei e dei as costas, não queria olhar para sua cara, não agora. Caminhava em direção à porta, sem olhar para trás, quando senti ser levantada e ser jogada sobre o seu ombro, como se eu fosse um saco de batatas gigante.

Sasuke, coloque-me no chão. Agora! – Exigi.

Fique quieta. – Sasuke retrucou saindo do ginásio, com uma mão segurando minhas pernas e outra na minha bunda, tampando para que ninguém visse minha calcinha. Maldita hora que resolvi vir com uma saia menor. – E da próxima vez, venha com uma saia maior.

Revirei os olhos e cruzei os braços, estávamos berrando um com o outro em um dos corredores que levava ao pátio da saída.

Você não manda em mim, e nem nas minhas roupas. – Retruquei.

Só fique quieta.

Sem falar mais nada, Sasuke saiu me carregando escola afora, pude ver todos nos olhando espantados, ou melhor, nem todos, muitos ali já haviam percebido que eu e Sasuke tínhamos alguma coisa, apenas mantinham-se discretos, não como nos naquele momento.

Sasuke me carregava em direção ao seu carro, que eu tinha ótimas recordações, no estacionamento da escola; dei uma olhadela disfarçada, ou não, já que me mexi e ele me deu um belo tapa no traseiro, e vi meu primo nos encarando enquanto Hinata, sua doce e atual, namorada lhe segurar pelo braço sorrindo. Ela sempre o acalmava, esperava que ela o fizesse agora.

Naruto está olhando. – Comentei, sentindo Sasuke pegar as chaves no bolso da calça.

Eu sei. – Ele falou, antes de me jogar no banco do passageiro.

SASUKE UCHIHA

Não estava nos meus planos passear com Sakura nas minhas costas pela escola toda e muito menos jogá-la naquele carro daquela forma, pois aquilo me trazia lembranças maravilhosas e me excitava; do mesmo jeito que não estava nos meus planos nos expor antes de conversarmos, mas Sakura sempre foi muito impulsiva, quando vi, já estávamos naquela situação, com Naruto vindo em minha direção.

O que você pensa que está fazendo com minha prima? – Naruto questionou antes mesmo de chegar próximo o suficiente, para talvez, me dar um soco.

Me resolvendo com ela. – Respondi, entrando no carro e dando partida, para não dar tempo de o meu querido amigo me puxar para fora e me espancar.

Já estava bem afastado da escola, quando deixei escapar um suspiro nervoso, eu não estava acostumado a fazer o que não estava planejando, ainda mais quando a garota que eu mais quero no mundo esta sentada ao meu lado, com a saia quase mostrando sua calcinha que eu estava louco para tirar de seu corpo perfeito.

Você sabe que isso é sequestro né? – Ela questionou.

Neste momento eu já não estava mais aguentando, entrei em um beco qualquer e parei o carro, no momento que eu tirei o cinto a puxei para cima de mim, Sakura nunca andava de cinto comigo, dizendo ela, que confiava em mim e no meu jeito de dirigir.

A beijei com fervor e ela retribuía na mesma intensidade, era impossível negar ou disfarçar o que sentíamos um pelo outro, mas era preciso decidir como iriamos fazer aquilo dar certo, eu era teimoso, ela era mais ainda, eu era duro na queda, ela nem se fala, mas eu a queria em minha vida, e para conseguir isso, eu era capaz de tudo.

Eu sou louco por você... – Confessei quando afastei nossos lábios para olhá-la nos olhos. – E você é louca por mim.

Quem te iludiu? – Ela soltou baixo, seguido por um riso fraco.

Seus olhos. – Falei antes de volta a beijá-la.

Não precisava mais de palavras naquele momento, à única coisa que queríamos era saciar nossos desejos e vontades, mas eu não a queria ali, em um beco qualquer, a queria em minha cama, como eu já a tinha tomado inúmeras vezes.

SAKURA HARUNO

Suas palavras não me causaram surpresas, porque eu já sabia o quanto queríamos um ao outro, havia conseguido um dos meus objetivos, que era Sasuke confessar que sentia algo por mim, não era um “eu te amo” ou “eu gosto de você”, era algo mais, um “eu sou louco por você”, valia mais do que um “te amo”, vindo de Sasuke, isso já me satisfazia.

Sasuke me voltou para o banco do passageiro e depois saiu do beco, eu sabia para onde íamos e o que faríamos a seguir, mas não me importava, eu o queria, e iria tê-lo, assim que chegássemos a sua casa.

Chegamos mais rápido que eu pude imaginar, Sasuke saiu imediatamente do carro quando o desligou, deu a volta e me puxou pela mão, não aguentei e soltei um riso leve, porque era assim que eu me sentia; leve. Após todas as provocações, torturas e charmes de longe, eu iria tê-lo em meus braços novamente.

Estou em casa, indo pro meu quarto, não me perturbe! – Sasuke gritou ao entrar em casa e me puxar para o segundo andar.

Oi Sakura. – Ouvi Itachi falar bem-humorado.

Oi Itachi! – Respondi antes de gargalhar e ser jogada contra a parede.

Voltemos ao nosso assunto. – Sasuke falou beijando meu pescoço e me presando contra a parede.

A minha gargalhada sumiu e um gemido escapou dos meus lábios ao sentir sua língua percorrer meu pescoço até a minha orelha, antes de morder o lóbulo e puxá-lo entre os dentes, Sasuke sabia o quanto aquilo me excitava, alias, ele sabia o que era necessário para me excitar, até porque, tudo que eu sabia fazer na cama, era graças a ele.

Suas mãos percorriam minhas costas, bunda e pernas sem pudor algum, até porque, nem mesmo eu me importava, eu o queria, e o queria naquele momento, minhas mãos puxaram sua camisa e com sua ajuda, arranquei de seu corpo, sentindo-o colar mais em mim, podendo sentir sua excitação.

Quarto, agora! – Exigi.

Não precisei de uma nova exigência, em menos de um segundo, já enlaçava minhas pernas em sua cintura e o beijava, Sasuke sabia o caminho para seu quarto de olhos fechados, já havíamos traçado aquele caminho da mesma maneira, inúmeras vezes.

Em menos de um minuto, já sentia minhas costas se encontra com o colchão de casal de Sasuke com seu corpo sobre o meu; minha saia já se encontrava na cintura, deixando minha calcinha exposta e as mãos de Sasuke sobre minha pele, apertando, arranhando e alisando, como só ele sabia fazer.

O beijava com vontade, enquanto arranhava sua nuca e suas costas, do jeito que ele gostava, fazendo-o jogar mais o peso sobre mim, sentindo mais ainda meu corpo, que se encaixava perfeitamente ao seu.

Nossas roupas foram dispensadas de forma rápida e desesperada; em poucos minutos sentia seu corpo encaixar-se ao meu, fazendo-me arfar e gemer seu nome, com Sasuke não havia muita frescura, mas era sempre calmo e gostoso, fazendo-me atingir meu limite de forma inexplicável, sempre me beijando, acariciando de forma carinhosa, coisa que ninguém sabia que Sasuke era.

SASUKE UCHIHA

Tentava a todo custo, manter-me no controle, queria de alguma forma, mostrar a Sakura que eu me importava com ela, assim como eu fiz na nossa primeira noite, ia lento e calmo, fazendo-a sentir todo o prazer do mundo, por mais que eu não demonstrasse, eu me importava com ela, tanto, que estava fazendo tudo aquilo para tê-la ao meu lado.

Meus lábios percorriam cada parte exposta do seu corpo perfeito, aproveitando e marcando cada pedacinho, para lembrar-lhe que eu estive ali, que aquilo era meu, mesmo se ela não quisesse. Suas mãos percorriam meu corpo, fazendo com que meu desejo aumentasse a cada toque.

Confesso que me senti completo ao estar dentro dela, Sakura me acolhia perfeitamente, em um encaixe único, fazendo-me gemer e suspirar, além de sentir suas unhas cravarem em minhas costas, uma sensação única, que apenas a Sakura era capaz de causar em mim.

Movia-me lentamente dentro de Sakura, beijando-a, tocando-a, acariciando-a da maneira que eu conseguia, fazendo-a se sentir única, mal conseguia manter meus lábios afastados dos seus, seu beijo era viciante, assim como sua presença e seu corpo.

O suor já corria por nossos corpos em movimento, mas eu não me importava, sabia que ela já estava próxima do seu limite no momento que acelerei ritmo das estocadas, fazendo-a gemer e delirar em meus braços, fazendo meu controle abandonar meu corpo, deixando que o momento me levasse.

Sasuke! – Sakura gemeu com os lábios colados aos meus, ao atingir o seu limite.

Não demorei muito para acompanhá-la, chamando seu nome, sem vergonha alguma.

Fiquei um tempo beijando-a, enquanto recuperava o folego, senti seu riso sob meus lábios, e deixei-me acompanhá-la, olhei em seus olhos e lhe dei um último beijo antes de sair de dentro dela, deitando ao seu lado.

Puxei Sakura para deitar sobre meu peito e fiquei encarando o teto, pensando de uma maneira sutil de dizer o que eu queria; coisa que nem eu mesmo sabia o que era; complicado não?

Vá com uma saia maior, amanha. – Falei, alisando suas costas nuas.

Quem você pensa que é pra querer mandar nas minhas roupas? – Sakura questionou sentando-se na cama e puxando o lençol para cobrir sua nudez tão conhecida por mim.

Sentei a sua frente e segurei seu rosto, puxando-o para mim, precisava olhar bem naqueles olhos enquanto dizia tais palavras.

Achei que você queria que eu te assumisse. – Falei.

Como assim? – Sakura perguntou, afastando-se um pouco para me encarar.

Você quer namorar comigo? – Perguntei.

Não entendi bem sua reação, primeiro ela ficou me olhando como se eu fosse um retardado, depois gargalhou e por último, me beijo e abusou do meu corpo, essa última parte eu não estou reclamando, só pra avisar.

Dez anos depois

SAKURA HARUNO

O dia que o Sasuke me pediu em namoro, confesso, foi o mais engraçado da minha vida, até porque, quando se tem dezessete anos, provocar aquele com quem a gente quer ficar é a coisa mais interessante do mundo, confesso que depois que começamos a namorar, as provocações e torturas particulares apenas aumentaram, salvando nosso relacionamento algumas vezes.

Inúmeras vezes eu cheguei a falar que acreditava que Sasuke não era o homem da minha vida, mas para morder a língua, hoje estou aqui, vestida de noiva caminhando pelo tapete vermelho coberto de pétalas de rosas brancas para me encontrar e casar com o cara que sempre jurei não ser o homem da minha vida, Sasuke Uchiha.

Bem, a vida não é aquilo que planejamos, ela sempre nos surpreende, e ela me surpreendeu colocando o Sasuke na minha.

18 de Julho de 2018 às 22:07 0 Denunciar Insira 2
Fim

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Sakuu-chan Oficial Aspirante a escritora

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