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Eu já deveria saber que acabaria desse jeito. Eu nunca fui o suficiente para você, Tae. E me desculpe por isso também. [taekook • kookv • no lemon • desabafo • a.u]


Fanfiction Bandas/Cantores Impróprio para crianças menores de 13 anos.

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Você saiu, eu te esperei.

Nós tínhamos de tudo pra dar certo. É engraçado o modo como as coisas mudam de uma hora pra outra, não concorda? Num momento eu tinha tudo o que podia querer em mãos; um bom emprego, um apartamento, uma relação estável com os meus pais e, principalmente, você. Mas tudo isso pareceu desmoronar num piscar de olhos. Eu passei muito tempo tentando entender o que havia feito de errado, sabia? Noites em claro e dias inteiros apenas pensando no que poderia ter desencadeado toda aquela onda de desgraça na minha vida. Não foi nada fácil aceitar que a culpa era minha.

Eu sempre fui um cara muito orgulhoso, você sabe disso. Mas não era nem questão de orgulho, não; eu só não conseguia carregar o peso de ter sido o único culpado por você ter ido embora. Te fiz chorar e gritar comigo, coisa que você nunca havia feito. Te dei todos os motivos do mundo para desistir de mim, mas você não o fez. Ficou ao meu lado, o tempo todo, aguentando todas as merdas que eu falava e fazia. Eu sempre te disse que esse mundo é sujo e nojento demais para abrigar uma pessoa tão boa e caridosa como você, não é? Continuo com a mesma opinião.

Enquanto eu queria arrebentar a cara daqueles babacas desocupados que viviam nos importunando com xingamentos e provocações, você falava que violência nunca era a resposta e que nós deveríamos apenas ignorar. E eu tentava. Tentava muito, muito mesmo. Mas era complicado vê-los zombando de você, meu bem. Dizendo a todo instante que você era uma aberração e que nunca seria aceito ou amado por Deus. Eu via os seus olhinhos cheios d’água. Eu sabia que você queria chorar, que aquela situação te cansava ao extremo, e era exatamente por isso que eu sentia receio.

Não queria que você desistisse de nós dois, por mais que tudo aquilo fosse desgastante. Mas eu também não queria que você se acostumasse a ser humilhado daquele modo, a ser tratado como um ser insignificante. Eu só queria ser feliz ao seu lado, sem me preocupar no que outros iriam dizer ou pensar. Queria poder te beijar na rua e fazer um piquenique no parque sem me importar com os olhares de nojo que nos mandariam. Infelizmente, isso não seria possível. Não tão cedo.

Nós enfrentamos uma longa caminhada até o fim do ensino médio, não? Conseguimos aguentar toda a pressão exercida em cima de nós para que nos formássemos logo ao mesmo tempo em que sofríamos um preconceito desenfreado. Eu tenho muito orgulho de você por ter enfrentado tudo aquilo de cabeça erguida, sem pensar em se entregar em momento algum. Nós conseguimos sair daquele inferno e eu juro que nunca vi um sorriso tão bonito quanto o que você me deu no dia em que recebemos os resultados das provas finais.

Estávamos livres.

Você começou a cursar arquitetura e eu direito, havíamos sido aceitos na mesma faculdade. Pensei que aquilo nos aproximaria um pouco mais, mas não. Começamos a dar importância às nossas obrigações e passávamos fins de semana inteiros trancados no dormitório tendo apenas os nossos livros e anotações como companhia. Meu trabalho de meio período, numa cafeteria, acabava me ocupando ainda mais. Tudo conseguiu ficar ainda mais difícil quando você arrumou um estágio em uma empresa perto da nossa faculdade, aí sim nós quase não nos víamos.

Nos falávamos por mensagem e cabulávamos algumas aulas durante a semana para namorar escondido na sessão de matemática avançada da biblioteca. Você sempre tentava resistir no começo; dizia que seríamos pegos por alguém e nos expulsariam, que os nossos futuros seriam arruinados porque eu não conseguia controlar os meus hormônios. Eu sequer me ofendia. Minutos depois e lá estava você, agarrado á mim e me beijando como se eu fosse fugir para longe. Mas eu nunca seria capaz de fazer isso, você sabe. Nós nem conseguíamos disfarçar nossas as respirações ofegantes e as bocas vermelhas quando passávamos pela bibliotecária. Eu acho que ela sempre soube da nossa verdadeira intenção indo ali e nos escondendo no canto mais afastado do lugar. Só não nos dedurou porque era legal demais pra isso.

Eu deveria tê-la agradecido por nunca ter dito nada ao diretor.

Apesar da saudade arrebatadora e insuportável que eu sentia de você, os tempos da faculdade foram bem calmos. Os olhares julgadores que nos mandavam e os murmúrios que ouvíamos enquanto caminhávamos pelo campus de mãos dadas eram tão insignificantes que apenas os ignorávamos. Enquanto eu dizia que as pessoas estavam ocupadas demais com suas próprias vidas para darem importância à nossa, você gostava de pensar que todos ali tinham a mente aberta e livre de preconceitos, que as coisas finalmente estavam mudando. Eu sempre gostei desse seu jeito positivo e otimista de viver a vida. E nunca neguei que você era e sempre será a minha esperança de dias melhores.

Quando nos formamos, tomamos uma importante decisão: iríamos morar juntos. Já tínhamos um bom dinheiro guardado, e os nossos pais não hesitaram em nos ajudar com um pouco mais. Compramos um apartamento pequeno, apertado. Lembra-se de que você o apelidou de ‘apertamento’? Era engraçado te ver reclamado de que não havia espaço para todas as suas coisas no nosso quarto. Eu nunca te disse, mas se pudesse, não me mudaria dali nunca mais. Eu gostava de ficar tão próximo de você.

Assim que conseguimos empregos melhores, nossas vidas começaram a mudar. Fizemos amigos no ambiente de trabalho e no nosso prédio, mas éramos sempre nós dois e mais ninguém. As brigas bobas por bagunça por causa da minha bagunça e constantes disputas pelo controle da tevê foram se tornando cada vez mais normais para nós. Parecíamos até casados. Dividíamos as obrigações de casa, íamos ao cinema aos domingos, comparecíamos aos almoços e festas organizadas pelos nossos colegas e sempre visitávamos as nossas famílias. Eles, que sempre nos deram apoio e suporte, diziam que estavam orgulhosos por tudo o que havíamos conquistado. E eu sabia que aquilo tudo era apenas o começo – ou pelo menos achava que era.

Por favor, me diga, pois eu juro que ainda não entendi.

Taehyung, quando foi que tudo começou a desabar?

Talvez tenha sido no exato momento em que a minha instabilidade deu as caras. Eu te agradeço por ter aguentado todas as minhas mudanças de humor e ter ignorado todas as vezes em que o babaca aqui acabava procurando briga por coisas fúteis. Não sei como você me suportou por tanto tempo. Eu teria desistido de mim num estalar de dedos. Você, mais do que ninguém, sabia o quão inseguro eu poderia ser. E era por isso que sempre me mimava o quanto podia, dizendo que me amava quando eu mais precisava.

Mas também pode ter sido quando eu comecei com os meus pequenos surtos de ciúme. Em minha defesa, aquele seu companheiro de trabalho parecia gostar demais de você. Eram abraços pra cá, apelidos pra lá. Jimin era o nome dele, certo? Quando eu te disse que não gostava dele, na primeira vez em que o vi, você riu de mim e falou que ele tinha uma personalidade bem parecida com a sua, e que em breve se tornariam grandes amigos. Aquilo não me convenceu, e eu sabia que ele nos traria problemas.

E, mesmo sem perceber o quão ridículo eu estava sendo, comecei a almoçar com você todos os dias e sempre ia te buscar quando você largava o expediente. Não queria dar nenhuma brecha para que aquele baixinho estranho se aproximasse ainda mais. Já bastava terem contato no trabalho, não tinha necessidade se encontrarem fora dele.

As primeiras discussões que tivemos por causa de ciúme foram rápidas, quase insignificantes. Você conseguia me acalmar com um simples sorriso e um abraço forte. Sussurrava no meu ouvido que me amava e que nunca seria capaz de me abandonar. Dizia que gostava de saber que era importante para mim, mas que aquilo não era necessário. E aí as minhas inseguranças sumiam e eu sabia que você seria meu, pra sempre.

Isso até você se tornar próximo de Jimin ao ponto de convidá-lo para vir à nossa casa de vez em quando. Eu não gostava de te ver sorrindo por causa dele. Queria chutá-lo do meu sofá, da minha casa, da nossa vida. Não fiz nada disso porque sabia que você ficaria irritado comigo, e eu simplesmente detestava ver você me ignorando por dias e dias até que eu fizesse um pedido de desculpas enorme e bem elaborado. Fui obrigado a receber aquele cara com simpatia, como se gostasse dele. Fui obrigado a sorrir pra ele e ser educado. Fui obrigado também a ver como ele conseguia facilmente arrancar uma gargalhada de você. E eu só aguentei tudo isso por sua causa. Porque você parecia feliz.

Taehyung, eu acho que você ainda não entendeu. Você era o motivo dos meus sorrisos, das minhas risadas, do meu bom humor, da minha ansiedade pra chegar a hora de ir pra cama. A minha vida toda girava em torno de você. Quero dizer, ainda gira. Mas agora é de um jeito diferente. Eu sei que você não está feliz, anjo. Eu te vejo indo para o trabalho todos os dias, só que você nunca está sorrindo. Os seus olhos não têm mais aquele brilho de antes, sabe? O brilho que eu amava e que me fazia conceder todos os seus pedidos. Era só você me olhar com aquela carinha de cachorro abandonado e BUM, lá estava eu correndo atrás de um pote de sorvete à meia-noite.

Eu espero que essa fase seja passageira. Quero que você sorria de novo, mas tem que ser aquele seu sorriso quadrado e adorável. Quero ver você animado mesmo de manhã cedo, cumprimentando as pessoas que passam por você na rua, conversando com as crianças e brincando com o cachorro da senhora Jung. Taehyung, não se esqueça, nunca, de que você é a minha felicidade. E, por mais que agora você não queira mais saber de mim, eu peço que se cuide. Essas suas olheiras têm que sumir, amor. Talvez eu mande Jin hyung até a sua casa para ver como você está, sabe, só pra ter uma garantia de que as coisas estão caminhando bem pra você.

Já faz alguns meses desde que você saiu por aquela porta e não voltou mais. Eu venho tentando me manter sóbrio, mas parece que a bebida anula o sentimento ruim que se alastra cada vez mais pelo meu coração. Acho que estou prestes a ser demitido. Quase agredi um funcionário da limpeza por ele ter jogado um balde d’água nos meus pés. Não era culpa dele. Fui eu quem não vi que o corredor estava sendo limpo, acabei causando uma briga desnecessária e manchei ainda mais a minha imagem naquele lugar. Não que eu me importe muito. Mas meu chefe parece ligar pra isso. Ele me avisou, disse que mais um fora desses e me colocaria no olho da rua.

Os meus pais vêm aqui de vez em quando. Parecem preocupados comigo. Eles te amam muito, Tae, consideram você como um segundo filho. Sei que essa nossa separação também doeu neles. Minha mãe me disse que eu deveria parar de te vigiar indo para o trabalho. Não é como se eu tivesse escolha, entretanto. Os nossos caminhos sempre acabam se cruzando em algum momento. Eu gosto disso, até porque é o único contato que eu consigo ter com você.

Lembro-me perfeitamente da noite em que eu te mandei embora. Estávamos brigando, mais uma vez, e eu nem sabia direito o motivo. Você chamou a minha atenção por ter deixado os meus sapatos jogados no tapete da sala, coisa que eu sempre fazia e que te tirava do sério. Num piscar de olhos, tudo mudou. O assunto ‘Jimin’ veio à tona e, como sempre, você disse que meu ciúme era completamente desnecessário. Eu gritei, disse que não era cego e que conseguia ver os sorrisos bobos que ele tirava de você. Acho que nunca havia visto você tão incrédulo quanto naquele momento. O seu tom de voz abaixou e você me perguntou se eu estava de brincadeira com a sua cara. Eu ri, de escárnio, e berrei que não.

Falei que já sabia pra onde você ia depois que saía do trabalho. Que, provavelmente, deveria estar na casa do Jimin, curtindo com ele, enquanto os dois riam de mim e do quão idiota eu era. Taehyung, no momento em que os seus olhos marejaram, eu juro que senti vontade de parar. Te ver daquele modo, prestes a desabar, fez com que meu peito apertasse e o arrependimento batesse na porta, mas eu não o deixei entrar. Como já disse, eu sempre fui um cara muito orgulhoso. Não conseguia pensar nas consequências das minhas falas, não conseguia raciocinar direito e nem medir o peso das minhas ações.

Você ergueu o dedo na minha direção e gritou que nunca havia dado motivos para que eu desconfiasse da sua fidelidade. E era verdade. Eu não tinha o direito de dizer aquelas coisas, de te ofender daquele jeito. Você sempre esteve ao meu lado, desde que éramos apenas os melhores amigos que gostavam um do outro e morriam de medo de serem rejeitados. Me desculpe, novamente, Tae. É dolorido dizer isso, mas eu sempre soube que você merecia alguém melhor do que eu. Alguém que te entendesse e te apoiasse, que crescesse com você e nunca te colocasse pra baixo.

Eu via a incredulidade estampada no seu rosto. E foi aí que eu soltei mais uma pérola. Perguntei há quanto tempo você me traía com Jimin. Perguntei também se ele era melhor do que eu, se conseguia te satisfazer. Falei que você não deveria se contentar com pouco, até porque estava envolvido comigo e com ele ao mesmo tempo. Seu rosto ficou molhado de repente e suas mãos começaram a tremer de nervoso. Você chorou, Taehyung, e eram lágrimas verdadeiras, machucadas. Eu sabia que você estava prestes a estourar, mas não parei. Continuei com as ofensas e acusações, como se você merecesse escutar aquilo.

Eu mandei você parar de chorar, te chamei de falso e falei que aquele seu teatro não me convencia mais. Ainda não consigo entender o que foi que deu em mim. Talvez fosse a raiva que eu sentia, talvez fosse o medo de perder você, talvez tudo tivesse se misturado e criado um tipo de escudo. Minha defesa era atacar você. E eu sinto muito por isso, eu juro. Faria tudo diferente se pudesse voltar atrás. Concertaria as coisas e te pediria joelhos de perdão só por ter desconfiado de você. Infelizmente, meu bem, eu não posso.

Eu vi você negar com a cabeça, como se desaprovasse a minha atitude e dissesse silenciosamente que não me reconhecia mais. Saiu do meu campo de visão e foi até o nosso quarto, eu fui atrás. Você andou até o guarda-roupas, jogou todas as suas peças no chão e pegou a primeira mala que achou. Começou a enchê-la com as suas coisas, e foi nesse momento que eu acordei. Você realmente estava indo embora? Ia me deixar ali, sozinho, á mercê dos meus pensamentos desequilibrados? Eu quis contestar, quis te impedir, mas os meus pés pareciam estar pregados no chão e a minha boca não conseguia expressar com palavras o que eu realmente queria. Queria que você ficasse.

Quando você fechou a mala e saiu do quarto, me empurrando pelo ombro, eu te segui novamente. Você abriu a porta da sala e parou ali, de costas pra mim, e suspirou fundo. Custava muito ter me olhado? Se tivesse feito isso, teria me visto prestes a desmoronar. Eu não sei se isso mudaria alguma coisa, mas ao menos você estaria ciente de que eu não havia planejado nada daquilo. Que estava sofrendo tanto quanto você.

– Se eu sair agora, juro que não volto nunca mais. – você disse, o tom de voz fraco e rouco. Sequer se deu o trabalho de virar para trás, continuou na mesma posição, intacto. Eu, por outro lado, sentia o desespero tomando conta de cada parte do meu corpo. Abri a boca pra te responder, mas não saiu nada. Eu queria ter dito algo, pelo menos uma despedida, mas fui fraco demais pra isso. E, aparentemente cansado do meu silêncio, você falou: – Até nunca mais, Jeongguk.

E foi isso.

Você saiu, e eu te esperei.

Esperei você voltar e dizer que me amava e me perdoava. Esperei de pé, ali, no meio da sala. Mas você não retornou. E aí o meu transe acabou. Minhas pernas pareceram não aguentar mais o peso do meu corpo e eu caí de joelhos no chão, chorando em silêncio tudo o que havia guardado desde que vi o seu rosto banhado por lágrimas. Doía demais. Ainda dói, Taehyung. Eu nunca havia me sentido tão mal daquele jeito. Não se comparava ao sofrimento de sofrer com as provocações que me faziam no colégio, nem mesmo com amargura de quando eu tive de me mudar de cidade e fui para bem longe de todos os meus amigos. Não.

Era bem pior, como se tivessem arrancado uma parte de mim. A parte mais importante. Eu parecia um bebê, chorando como se o mundo fosse acabar. Meu coração batia desenfreado e a minha cabeça doía. O arrependimento finalmente entrou. E veio com tudo, demolindo as poucas estruturas que ainda estavam de pé. Eu só queria que aquele sentimento ruim fosse embora, que me deixasse em paz. Eu queria você ali, comigo, me ajudando a me erguer daquele chão gelado. Mas você não iria voltar, Tae, e eu sabia disso. Sabia também que eu merecia aquilo, então não fui atrás de você. Te deixei se esvair pelos meus dedos como areia. Você foi embora e levou tudo consigo, inclusive o meu amor. Não sei se ele vale alguma coisa pra você agora, mas espero que ao menos sirva de recordação dos momentos bons que já passamos juntos.

E essa foi a nossa história de amor. Longa pra uns, curta pra outros. Eu acho que ela poderia ter durado mais, só que você já estava cansado demais pra me aguentar por muito mais tempo. E eu não te culpo, acredite. A única coisa que te peço é que fique bem. Já se passaram meses, Taehyung, e você ainda não sorri. Nós estamos separados, é verdade, mas você é e sempre vai ser a minha esperança de dias melhores. Quero que você seja feliz, mesmo que não ao meu lado. Sei que vai encontrar outra pessoa, um alguém que te dê tudo o que você precisa. Talvez o Jimin seja um bom candidato.

Eu deveria parar de brincar com a minha desgraça.

Juro que vou parar de te vigiar, que vou deixar você viver a sua vida em paz. Talvez, quem sabe, em alguns anos, eu não tente de novo? Talvez você não aceite mais ninguém na sua vida, talvez ninguém consiga me substituir. E eu rezo pra que isso aconteça. Até lá, eu também estarei te esperando. Vou lutar pra concertar os meus defeitos e dar uma melhoria nas minhas qualidades. Talvez eu consiga atingir as suas expectativas, não é? Talvez ainda haja tempo para as coisas se acertarem. E sim, eu sei que existe uma porção de ‘talvez’ entre nós dois. Mas é assim que a vida funciona. Nos dá expectativas para depois arrancá-las brutalmente das nossas mãos.

Eu já deveria saber que acabaria desse jeito. Eu nunca fui o suficiente para você, Tae. E me desculpe por isso também.

1 de Julho de 2018 às 15:09 0 Denunciar Insira 3
Fim

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min + 18, aries | vottom, only bts & ski, top!jeongguk, slytherin, dead leaves. gosto de achar que sou uma boa ficwriter/capista. | [pt br/eng] |

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