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moonhwa moonhwa

Chanyeol tinha uma missão e dependia dela para construir uma boa impressão dentro da gangue de seu pai. A missão era tirar a vida do assassino que liquidou um dos principais membros dos Park... mas acabou descobrindo que completar a missão seria mais difícil do que imaginava, já que o assassino era ninguém menos do que seu mentor Baekhyun.


Fanfiction Bandas/Cantores Para maiores de 18 apenas.

#baekyeol #exo #chanbaek #park-chanyeol #byun-baekhyun #máfia
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Nothing will tear us apart

- Atira.

Baekhyun passou a língua por toda a extensão do lábio inferior cortado, ostentando um sorriso maníaco que lhe era característico. O piercing bem no centro do lábio continuava ali, ousado e provocante, banhado no sangue das fendas em carne viva.

Inclinou a cabeça para o lado, que estava apoiada no chão sujo assim como todo o seu corpo, e observou o mais alto com um olhar curioso.

Dois malucos fodidos, era isso o que eram. Mas, dessa vez, Chanyeol não estava vendo graça nenhuma em nada daquela situação.

Matar não era o problema, nunca havia sido. Esteve pronto para aquele momento desde que foi iniciado na gangue do pai, mas quando entrou no depósito gelado e mal iluminado, sabendo que iria encontrar finalmente o alvo de sua missão...

Não podia ser ele.

Não, não ele.

Aquele filho da puta... a gangue inteira estava atrás de Baekhyun e durante todo aquele tempo eles estavam fodendo no capô do Impala 64 conversível por meses... estava sendo fodido por meses pelo seu próprio alvo...

Sentiu lágrimas voltarem a se acumular no canto dos olhos. Já havia chorado meia hora atrás, quando trocaram socos em uma briga confusa por Chanyeol ter descoberto que seu mentor o havia enganado desde o início. Ele sabia de tudo, sabia que Chanyeol estava atrás de quem havia matado o Tigre... porra, Baekhyun sabia... e nunca falou nada... estava se divertindo às custas do idiota inocente que queria mostrar serviço pro papai...

- E faz isso logo, bebê. Acaba comigo de vez, bem na cabeça. É a minha 38, não é? Tá usando ela? Foi meu presente pra você... que ironia do caralho – Baekhyun gargalhou alto, levando ambas as mãos até o pescoço e as passando pelos fios compridos, algumas mechas tingidas de vermelho.

A mão que segurava a arma tremia. Apontava para Baekhyun, mas não havia firmeza nenhuma. Não iria conseguir matá-lo... não ele... caralho, amava tanto aquele fodido...

- Atira, Yeollie! Porra!

- V-você sabia que... que eu teria de fazer isso... desde o início... – Chanyeol respirava com dificuldade, os dedos lânguidos sem força com as unhas sujas da mão livre foram até os cabelos tingidos de rosa e os afastaram do rosto. – C-como pode? Como pode fazer isso comigo?

- Nem tudo o que eu faço tem pretensão por trás, Park Chanyeol. Como eu ia adivinhar que iria me apaixonar pelo meu futuro assassino? – Ele fechou os olhos e sorriu largo, mordendo o lábio cheio de sangue. – Acha que eu iria fugir de você? Só porque você teria que me matar no final de tudo? Eu não tenho medo de nada, você sabe disso.

- Não podia ter deixado eu me aproximar de você, não podia... você praticamente me seduziu, seu merda insensível...

- Praticamente? – Baekhyun abriu os olhos e lhe lançou aquele olhar penetrante que fazia a espinha de Chanyeol se arrepiar inteirinha. Ele era bonito demais, mesmo naquele estado deplorável. Nunca, em nenhuma circunstância, conseguiria conviver com aquele homem sem acabar caindo de quatro por ele, feito um cachorrinho.

Byun Baekhyun era um safado infiltrado, mas um safado infiltrado gostoso pra porra.

Havia dado um jeito de se infiltrar na gangue dos Park depois de acabar com o Tigre, Baekhyun era da gangue rival mas ninguém sabia de sua existência. Fora contratado para fazer parte do arsenal, é claro... mas quem iria imaginar que havia sido ele o assassino de um dos principais membros dos Park?

Era um exímio atirador, sempre trabalhou disfarçado. E agora estavam naquela situação, porque era a primeira missão de Chanyeol como filho mais novo... precisava mostrar seu valor, era a missão que iria definir quem ele seria no futuro... acabar com a raça de quem matou o Tigre... e, no final... havia sido Baekhyun o tempo inteiro...

- Você já acabou comigo há muito tempo, Channie... sabe disso, não sabe? Só vai terminar o serviço hoje... vamos, você consegue... segura meu presente direito e mete essa bala logo... faz como eu te ensinei, foi pra isso que seu pai me contratou... pra te ensinar a atirar. Me mostra o que eu te ensinei.

- N-não – Chanyeol murmurou, engolindo em seco. Imagens dos últimos meses passavam em flashes pelos seus olhos turvos agora. Todo o tempo que passou ao lado de Baekhyun, treinando e aprendendo sobre como realmente era aquele mundo das ruas, toda a sujeira e todo o esquema... – Por que fez isso comigo? – A lágrima quente escorreu pelo rosto, deixando um rastro no pó escuro por terem brigado no chão há minutos. Abaixou o braço que segurava a arma e o objeto caiu, fazendo um som ecoante e seco. Chanyeol cambaleou para trás e apoiou o corpo na mesa que havia ali, derrubando algumas caixas de papelão vazias.

As narinas de Baekhyun se inflaram enquanto ele observou a cena de desistência, parecia estar com raiva por seu garoto ter desistido assim tão fácil. Levantou do chão e agarrou a arma, se aproximando do maior sem hesitação e pegando sua mão sem cerimônia. Enfiou a arma entre os dedos de Chanyeol e mirou o cano na própria testa.

Estavam muito próximos agora, Baekhyun lhe encarava com o cenho franzido, estava ansioso e indignado. Como poderia estar daquela forma? Ele era maluco demais... completamente doido... não dava a mínima para a própria vida.

- Vamos, Channie... mostra pro seu pai quem você é e quem você vai ser... ninguém mais vai te desrespeitar nesse covil, eu te prometo... aperta o gatilho... Tem que ser você.

Chanyeol já deixava as lágrimas escorrerem sem pausa agora, soluçando de vez em quando. Ninguém o levava a sério na família, era verdade. O caçula dos Park era uma piada, e aquela missão também era sua chance de acabar de vez com aquilo...

Mas não.

Não conseguiria.

Seu coração estava apertado. Cada batida doía, lhe ensurdecendo os tímpanos.

Estava apaixonado demais, era sensível demais. Baekhyun era importante demais para ele.

Enquanto mantinha o olhar do mais baixo no seu, sentiu a mão livre do amante esticar e lhe limpar o rosto úmido, fazendo uma carícia com o polegar. Fechou os olhos, o queixo tremia pelo choro contido.

- Não chore, vamos... precisa ser forte agora. Eu acredito tanto em você, Channie. Não faz ideia. Mostra pra mim que eu tenho razão. – A mão que mantinha a arma nos dedos de Chanyeol o apertou, lhe transmitindo segurança. Mas se tinha algo que ele não estava sentindo era segurança naquele momento, apontando uma arma na testa da pessoa que mais amava na vida.

- Eu não vou atirar, hyung – Ele sussurrou, voltando a encará-lo de cima. Teve de usar sua força para empurrar a mão de Baekhyun e conseguir soltar a arma e jogar o objeto o mais longe possível. No mesmo instante, segurou o rosto do menor e abaixou o próprio, percebendo a resistência e a falta de paciência de Baekhyun.

- Puta merda, para com isso, Chanyeol.

Baekhyun fez menção de se afastar, provavelmente para pegar a arma de novo, mas Chanyeol o segurou pelo braço, o puxando contra o seu corpo e segurando seu rosto mais uma vez para conseguir grudar os lábios dos dois em um beijo metálico. Sentiu o piercing pressionar sua própria pele, adorava aquela sensação já tão familiar. Mas Baekhyun estava resistindo, era um doido de pedra, queria morrer naquela noite. O empurrou, interrompendo o beijo forçado.

Chanyeol conseguia ser tão insistente quanto ele. O puxou de novo, segurando os dois braços menores que os seus, e se desencostou da mesa para conseguir mudar de posição e encurralar Baekhyun onde ele mesmo estava antes.

- Me solta, eu tô pedindo, Park. Pega aquela arma e atira em mim. Chega de palhaçada. Acabou. Não tem mais jeito, sabe muito bem disso. Se você não me matar agora, outra pessoa vai. Não pode perder essa chance. Precisa ser você.

- Eu te amo, hyung. Cala a boca e me escuta. Eu não me importo com nada disso.

- Cala essa boca você. Está fora de si, pra falar uma merda dessas. É claro que se importa, é a sua vida. Toda a sua vida. Vai ser toda a sua vida.

- Me beija, hyung. Por favor. Não me empurra de novo.

Seu queixo foi segurado com intensidade, Baekhyun o forçando a olhar bem no fundo de seus olhos esverdeados.

- Cai na real, Park Chanyeol. Presta atenção em mim. Você vai atirar e vai explicar que descobriu quem eu era tarde demais, mas conseguiu contornar a situação. Diga que estava esperando o momento certo.

- Não. - Chanyeol respondeu, sem nem deixá-lo terminar direito. Segurou o rosto do amante mais uma vez, com ambas as mãos, fazendo o maxilar de Baekhyun endurecer de ódio pela desobediência. – Vai me empurrar de novo?

- Quantas vezes forem necessárias até você cair na real.

- Eu não quero cair na real. A real não é essa. A real é a gente junto. Vivos. Os dois.

- Não, deixa de ser infantil. Se continuar agindo assim vai continuar sendo piada.

- Não me importo. Para de me rejeitar, eu já disse que não vou te matar.

- Você já me matou. Só está prorrogando o ato. Eu não vou sair daqui vivo hoje. Se precisar, em último caso, eu atiro em mim e...

Baekhyun foi interrompido. Chanyeol abaixou o rosto e o calou com os próprios lábios, o apertando contra si e o beijando com toda a paixão que mantinha sufocada dentro de si. Não fora empurrado dessa vez, mas Baekhyun também não reagiu. O corpo amoleceu e os braços deram de si nas mãos de Chanyeol, que agora o mantinham firme pelos bíceps.

Lambeu o sangue dos lábios do amante, sentindo o piercing que tanto amava lhe arranhar o músculo flexível. Sugou a carne com vontade, levando então uma das mãos até a nuca de Baekhyun e embrenhando os dedos nos fios mais longos. Começou a senti-lo corresponder aos poucos, primeiro sua camisa foi segurada pela lateral com certa agressividade, depois sua cintura foi envolvida pelos braços delicados.

Nunca que iria conseguir viver sem aquele abraço. Sem aquele calor que o esquentava mesmo nas brisas mais geladas. E já havia o esquentado tanto até aquele momento...

Deu um jeito de levantar Baekhyun com o braço livre para que ele pudesse sentar na mesa, derrubando mais das caixas de papelão que estavam empilhadas ali. Sabia que o menor odiava ser guiado daquela forma por conta do seu tamanho – Chanyeol precisou resistir muito nos últimos meses toda vez que tinha vontade de pegá-lo no colo – então, quando o próprio lábio inferior foi mordido com força pela resistência de Baekhyun ao ser levantado, só conseguiu sentir mais tesão. Amava o temperamento do baixinho orgulhoso.

- Sabe que não gosto disso – Baekhyun murmurou, levantando um dos braços que envolviam a cintura de Chanyeol e segurando suas mechas rosadas da nuca de forma intensa, as puxando para trás e fazendo a cabeça do mais novo inclinar para trás. Chanyeol sorriu de canto, cada vez mais excitado.

- Me fode, Byun – Chanyeol pediu, separando os lábios que ainda sorriam enquanto sua cabeça estava inclinada para trás por conta da pressão da agarrada do mais velho. – Por favor.

- Eu peço pra você meter uma bala na minha cabeça e você pede pra eu te foder? Não está levando nada disso a sério, não é? Você não se importa mesmo com seu futuro? Se eu sair vivo daqui hoje, vou morrer amanhã e você vai ter jogado sua vida fora.

- Não vai morrer amanhã. A gente vai fugir. Sei que você sabe enganar as pessoas, fez isso comigo por meses. – O puxão nas mechas rosas se tornou mais forte e o canto do lábio superior de Baekhyun tremeu, era uma mistura de impaciência e preocupação. O mais velho se preocupava mesmo com o mais novo, e cada péssima ideia que ele tinha naquela noite o estava deixando maluco.

- Você não vai jogar fora sua vida pra fugir comigo, seu idiota. Essa foi a pior ideia que já teve até hoje.

Chanyeol fechou os olhos e o sorriso aumentou.

- Foi a melhor de todas. Quero ir pra estrada com você, quero que me foda todas as noites embaixo do luar. Quero que cuide de mim, por mais que não tenha paciência comigo... quero que me ensine mais do que sabe, não só sobre isso tudo mas sobre a vida. Eu te amo tanto, hyung... não quero nunca mais sair do seu lado. Se me obrigar a te matar hoje, eu me mato logo depois. Sabe que vou fazer isso.

Suspirou ao terminar de falar, as pálpebras ainda cobrindo sua visão e o impedindo de ver a reação do mais velho. O puxão nos cabelos diminuiu gradativamente até Chanyeol ser solto por completo, para logo depois ser empurrado pelo peito.

Baekhyun saiu de cima da mesa e deu alguns passos para longe do menor, tirando a franja do rosto e parecendo refletir, um tanto ofegante.

- Estou com saudades – Chanyeol murmurou, a voz grave e manhosa preenchendo o ambiente depois de quase um minuto de silêncio, enquanto Baekhyun continuava a ponderar sobre o que havia acabado de ouvir. O mais alto voltou a se encostar na mesa e cruzar os braços, observando o outro com um olhar carente.

Sempre funcionava.

Baekhyun mordeu o próprio lábio inferior com violência, ignorando o piercing e se machucando mais ainda. As narinas infladas e o olhar raivoso poderiam assustar qualquer um, menos Chanyeol.

Ele caminhou até o mais novo com passos largos e nada hesitantes, logo depois segurando os braços longos e forçando o corpo grande a se virar de costas para ele. Empurrou o tronco contra a mesa, obrigando Chanyeol a se inclinar e deitar na superfície.

Caralho, como adorava ser fodido daquele jeito. E quando Baekhyun estava enfurecido por ter sido contrariado era melhor ainda.

Sentiu a calça jeans ser abaixada sem cerimônia, levando junto sua boxer. As bandas descobertas foram acariciadas enquanto a camisa era empurrada para cima, assim um pouco mais de pele ficando a disposição das carícias do mais velho. As unhas dos dedos longos lhe arranharam a extensão da pele, e não demorou para sentir os lábios machucados e o piercing lhe fazendo cócegas gostosas na parte inferior das costas.

Fechou os olhos, agora o rosto estava prensado contra a mesa suja. Baekhyun o lambia e o beijava enquanto provavelmente se masturbava atrás de si, Chanyeol conseguia ouvi-lo ofegar baixinho contra suas costas uma vez ou outra.

O conhecia tão bem, ou talvez transaram vezes o suficiente para o mais jovem perceber pela respiração de seu mentor exatamente o momento no qual estava pronto, e foi assim, sem precisar ser avisado ou guiado, que empinou o quadril, pronto para recebê-lo.

Baekhyun grunhiu satisfeito, causando um prazer imensurável no mais alto. Adorava agradá-lo, era a melhor sensação do mundo. Sentiu-o se posicionar em sua entrada, o lubrificando por um instante com o pré gozo junto com os dedos molhados de saliva, e então foi invadido com a primeira estocada, lenta porém intensa.

Um grunhido alto ecoou pelo depósito, e porra... Chanyeol fechou os olhos com força, sentindo o próprio membro latejar de prazer. Eram muitos estímulos simultâneos para administrar... a pressão gostosa por trás, o tom de voz bruto e melodioso do mentor ofegando e grunhindo, as mãos segurando sua cintura descoberta...

Deu um jeito de se posicionar de forma que pudesse se masturbar ao mesmo tempo, mas logo após o primeiro momento de delírio de Baekhyun ele mesmo empurrou a mão de Chanyeol e o tomou na sua, o penetrando por trás e o estimulando pela frente.

Costumava se dar conta de seus sentimentos o tempo inteiro, mas naqueles momentos em especial o peito apertava de tanto que o amava. Baekhyun era meio bruto e sem paciência, mas acabava sempre tentando proporcionar uma boa experiência ao menor. Vez ou outra lhe depositava beijos calmos na região descoberta das costas, contrastando com a intensidade de seus movimentos tanto na penetração quanto no estímulo com a mão.

Caramba, o amava de verdade.

Morreria mesmo, se fosse o necessário.

Na verdade, se Baekhyun morresse, ele daria um jeito de ir atrás dele e morrer junto.

Não conseguiria viver sem aquilo.

De forma alguma.

A voz presa na garganta se libertou quando começou a sentir o orgasmo tomar força, do ventre para todo o seu corpo dominado e entregue. Sabia que Baekhyun morria de tesão quando ele gemia alto, sua voz grossa era uma característica e tanto, então não se surpreendeu quando o mais velho gozou logo depois dele mesmo.

O corpo menor apoiou-se em cima do seu após senti-lo sair de dentro de si, e notou que Baekhyun estava completamente apoiado em suas costas, a testa contra sua camisa, na parte superior.

- Já fiz o que queria, agora me mate. De uma vez por todas, Chanyeol. Essa foi a última vez que a gente fodeu, você precisa fazer isso.

Chanyeol suspirou, levantando o tronco da mesa e consequentemente o empurrando para levantar também. Vestiu as calças, não ligando para a sujeira que eventualmente a manchava depois daqueles momentos, e fechou o zíper enquanto observava Baekhyun se recompor e se ajeitar também.

- Seu carro está aí fora, eu vi quando cheguei. Foi quando eu descobri que era você.

- E daí?

- Vamos fugir agora. Foda-se a grana, você é inteligente, vai conseguir a quantia suficiente pra gente sobreviver se quiser.

- Não vamos fugir, pare de insistir.

- Pela primeira vez, Byun Baekhyun, eu estou mandando em você e você vai me obedecer. Pare de resistir. Entendeu? – Chanyeol nem deixou o mais velho responder. Atravessou o ambiente mal iluminado e juntou a arma do chão, colocando ela no cós da calça e pegando no pulso de Baekhyun logo em seguida.

O arrastou para fora do depósito e confessou que estranhou a facilidade do ato. Achou que Baekhyun iria empurrá-lo, puxar o braço e ele teria de usar mais força para conseguir arrastá-lo para o carro no estacionamento ao ar livre, mas foi mais fácil do que imaginou.

Parou na frente do conversível, soltando o pulso de Baekhyun, e pulou por cima da porta para sentar no passageiro. O observou bufar e dar a volta no carro, abrindo a porta depois de tirar as chaves do bolso e entrar ao seu lado. Abriu um sorriso largo ao olhar para o lado e assistir o mais velho dar a partida com uma carranca bonitinha no rosto.

- Eu te amo pra porra, seu fodido. – Chanyeol murmurou, encostando a cabeça no banco e apoiando o cotovelo na porta. Segurava uma gargalhada no peito, nunca esteve tão feliz na vida. Havia conseguido convencer Byun Baekhyun. Uma puta de uma conquista.

- Cala essa boca, não fala comigo até pegarmos a rodovia.

Ah, baixinho orgulhoso.

Chanyeol não aguentou e riu alto, recebendo um soco no bíceps logo em seguida.

Costumava ter péssimas ideias, sim. Mas aquela havia sido a melhor de todas.

27 de Junho de 2018 às 03:02 0 Denunciar Insira 8
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