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emily-christine8811 Emily C Souza

~ Side-fic de Legado ~ O que dar de presente a pessoa que não quer ganhar nada? Fanfic especial de aniversário. Crackshipp Minato X Itachi Universo Ninja


Fanfiction Anime/Mangá Para maiores de 18 apenas.

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Parabéns pelo seu dia, Tachi

NOTAS INICIAIS:

ESSA FIC É UMA SIDE-FIC DE LEGADO

É UM ESPECIAL DE ANIVERSÁRIO DO NOSSO BEBÊ ITACHI

Itachi neném, mamãe te ama <3

***********************


Minato encarou em receio as pequenas lojas do comercio de Konoha.

No dia anterior havia conversado com o Senhor e a Senhora Uchiha sobre o dia especial que logo mais viria, porém ambos dissera exatamente a mesma coisa:

— Itachi detesta festa surpresa!

Desnecessário dizer que ficou muito decepcionado com a novidade – não era bem novidade, isso já era algo que deveria ter esperado, na verdade. A frustração também se fez presente, já que agora o aniversario do seu companheiro será no dia seguinte e Minato não sabia como comemorar.

Nunca foi muito criativo, para falar a verdade.

Estava ciente que havia muitas formas de comemorar o aniversario com ele, mas queria algo romântico e discreto; seus sogros deixaram muito claro o quanto Itachi fugiria se ele fizesse algo chamativo.

A personalidade do seu amante realmente era algo a se considerar, Minato jamais poderia esquecer novamente.

Virou-se assim que sentiu a presença de um ninja da folha. Seria algum problema? Olhando bem para o rapaz, descartou a ideia. Mas o que poderia ser para atrapalharem seu precioso momento “procurando alguma coisa que meu parceiro rabugento aceite”.

— Desculpe interromper, Yondaime. — o ninja apressou-se a dizer, — Mas o time sete o aguarda na sala do Hokage pra reportar a missão.

Minato controlou-se para não sorrir como o idiota apaixonado que era. Vestindo uma mascara de seriedade, acenou para o ninja e o dispensou. Passou os olhos pela loja onde estava, mas constatou infeliz que absolutamente nada lá agradaria Itachi.

Bom, não foi exatamente sua escolha amar aquele Uchiha orgulhoso, astuto e teimoso. Não há nada que pudesse fazer quando ele mostrou o quão inteligente, taciturno e impertinente poderia ser e simplesmente conquistou seu coração com aquele olhar afiado e sorriso torto.

Mordeu o lábio querendo muito sorrir com o caminho que seus pensamentos queriam tomar. Imaginar aqueles olhos ardentes perdidos no prazer e a boquinha de lábios finos totalmente vermelha gemendo, lhe deixaria duro e não era algo que poderia acontecer quando veria o filho e o cunhado – coisa estranha de se pensar sobre uma criança de doze anos.

Controlou-se antes de fazer a sua técnica de Deus voador do trovão, um jutsu de teletransporte inventado por Tobirama Senju, o Nidaime Hokage, que Minato aperfeiçoou.

No segundo seguinte, o Namikaze já estava na frente do time sete. Sasuke e Sakura pareceram surpresos com o seu súbito aparecimento, já Naruto e Itachi estavam acostumados com o jutsu de Minato.

— Relatório da missão, Uchiha-sensei.

Os três Gennins se entre olharam, achando estranho a forma com que Minato chamou Itachi, pois normalmente era Itachi-sensei ou Itachi-san, mas nunca Uchiha. Eles teriam se desentendido ou algo assim? Os meninos se perguntaram.

Itachi flexionou um pouco as pálpebras, desconfiado do humor do Hokage. Aquele ar em volta de Minato só poderia significar uma coisa: Ele estava planejando algo pro seu aniversario e estava lhe culpando por frustrar, mesmo que inconscientemente, os planos dele.

Apesar das intervenções de alguns mercenários, a missão foi um sucesso. Tazuna chegou ao País das Ondas em segurança e pode terminar a construção da ponte, ao qual ele nomeou de Naruto.

Os olhos azuis de Minato desviram do Uchiha esperto – pode ver que ele já sabia dos seus planos apenas pela troca de olhares, e focaram-se em seu filho. Naruto desvirou o olhar, corado e coçando a nuca.

— Vejo que se saiu bem na sua primeira missão rank-C, Naruto. — saiu de trás da mesa de madeira e seguiu em direção ao filho, fazendo um gesto carinhoso nos cabelos louros rebeldes. — Estou orgulhoso.

Se afastou um pouco e ficou na frente dos quatro, — Eu, como seu Hokage, declaro que estou orgulhoso do time que logo mais protegerá Konoha como os ninjas dignos que vocês são. — voltou para sua cadeira e se sentou. — Estão liberados.

Itachi colocou os papeis referentes ao relatório e se curvou. Os Gennins repetiram o gesto e seguiram seu sensei. Menos Naruto, que esperou todos saírem para falar em particular com seu pai.

— Otou-san, — falou entusiasmado. Minato sorriu fechado e assentiu, mostrando estar ouvindo. — Sasuke me falou que amanhã é o aniversario do Tachi-nii, então nós vamos levar um bolinho para ele.

Minato riu, — É uma ótima ideia filho.

Ele balançou a cabeça alegre, mas logo ficou mais sério. Olhou ao redor e depois de aproximou do pai, um ar de sigilo pairando entre eles.

— O Sasuke também disse que o Tachi-nii esteve lá na casa dos pais e disse que mal podia esperar para ver o que o senhor iria aprontar no aniversario dele. — ele se debruçou na mesa e tampou a boca com a mão direita, — Parece que ele disse algo sobre um jantar e que adora sua comida.

Minato acenou pensativo. A ideia do jantar foi a primeira que veio e a primeira a ser descartada. Realmente, Itachi adora os jantares em família, porém Minato queria fazer algo somente eles dois; já que a festa surpresa foi vetada com a clara explicação que Itachi sairia do local na mesma hora sem olhar para trás.

— Eu acho que não, Naruto. Prefiro algo só nós dois...

— Eu posso ficar na casa do Sasuke, se o senhor quiser.

Minato encarou o filho completamente incrédulo. Como não pensou nisso antes? Se levantou e teu um tapinha no ombro do filho.

— Muito obrigada por ajudar o seu pai, meu filho.

Naruto sorriu como um bom Uzumaki que era, — Fico feliz em ajudar, pai.

Kushina ficaria orgulhosa, Minato pensou. Amou muito sua esposa e sofreu muito sua perca, mas jamais culpou Naruto ou a ela, pela decisão de seguir com a gravidez mesmo sendo de alto risco. Com toda certeza seu coração pertence a Itachi, porém sempre teria um lugar especial no seu peito para a Pimenta Sangrenta de Konoha.




Itachi entrou desconfiado na casa totalmente escura.

O que seu lindo e teimoso companheiro estaria aprontando? Segurou a risadinha maldosa e seguiu para o quarto dele.

Como o esperado, Minato não estava lá, porém mesmo assim foi surpreendente entrar no intimo do Namikaze: Pétalas de violetas espalhadas por todo o quarto.

Ouviu o barulho do seu orgulho estraçalhado quando tampou a boca, uma felicidade sem tamanho ocupando todo o seus ser. Não queria admitir o quão bom é ter um amante atencioso e romântico. Seus olhos marejaram de emoção, mas Itachi segurou-as, preservando um pouquinho do seu orgulho Uchiha.

Saiu do quarto, a luz da lua iluminando o corredor que levava a cozinha. Encontrou então o seu louro, vestido de preto, parado ao lado da mesa posta para dois.

Ambos se encaram em silencio. Itachi mordeu o lábio. Nunca fizeram nada assim para ele antes. Aquele momento tão precioso tocou seu coração e Itachi se concentrou para nunca esquecer nenhum detalhe.

— Tadaima. — sussurrou.

Minato sorriu, — Okairi, Tachi.

Minato puxou a cadeira e gesticulou com a cabeça para que Itachi sentasse. Itachi assim o fez, e sorriu ao ser servido pelo Hokage. O quão sortudo ele não poderia ser?

A noite foi agradável. Itachi nunca imaginou que gostaria tanto de um jantar romântico, mas precisou abaixar o rosto duas vezes temendo que o seu rosto iluminado pela paixão por Minato ficasse visível de mais.

Depois que comeram – a comida deliciosa como sempre, Minato se levantou e ofereceu sua mão.

— Venha comigo, Tachi.

Não precisava nem pensar, Itachi segurou a mão que lhe foi estendida e seguiu Minato de volta ao quarto dele.

Nunca havia entrado ali. Normalmente quando vinha na casa do parceiro, Naruto sempre estava por lá e ele se limitava a cozinha e a sala, não querendo passar nenhum tipo de comportamento errado a uma criança de doze anos, mesmo que Naruto pareça aceitar bem o relacionamento deles.

— Assim que estivermos prontos, você vai vim morar aqui. — Minato murmurou.

Itachi o encarou surpreso, mas logo desvirou o olhar. Não gostava quando ele dizia coisas assim, seu coração saia de seu controle e isso não era confortável para um Uchiha travado pelos velhos costumes.

— Não sei se seria uma boa ideia...

Minato sorriu tranquilo, conhecia Itachi bem o suficiente para saber que era a insegurança dele falando. Ele costumava ter esses momentos de extrema incerteza sobre o relacionamento de ambos, então ele se escondia na negativa. Com a pessoa paciente e compreensiva que Minato sempre fora, o Namikaze fingia não ver essa “fraqueza” e continuava conversando normalmente com ele.

Itachi tinha completa ciência disso e só podia amar mais ainda aquele homem maravilhoso.

— Não precisa me responder agora, Tachi. — segurou ambos os lados do rosto pálido e tocou o nariz afilado com o seu. — Neste momento, tudo o que eu quero, é que você faça amor comigo na nossa cama para comemorar o maior presente que sua mãe me deu.

Uma expressão chorosa tomou conta do rosto de Itachi; esta que aparecia somente nos momentos mais íntimos com Minato. Ali estava a prova de que seu orgulho Uchiha foi estraçalhado no momento em que pisou naquela casa.

Itachi não poderia ficar mais satisfeito em se despir de toda a fachada preconceituosa de seu clã para aproveitar um momento intimo com seu companheiro.

Sob a luz do luar, entre os lenções da cama e em cima da cama macia de Minato, eles fizeram amor.

Foi uma confusão de braços e pernas, os corpos dançando uma cadência erótica e uma orquestra sinfônica de gemidos cálidos preencheram o silencio daquele quarto. Minato gostava de sussurrar palavras apaixonadas no ouvido de Itachi, parte por causa do rosto corado de vergonha, porém a melhor parte era o retornou que ele lhe dava.

Escutar aquelas palavrinhas magicas escapar por entre os lábios enquanto ele estava dominado pelo amor e perdido no prazer...

No fim, quem ganhou algum presente ali fora Minato.    

10 de Junho de 2018 às 01:08 0 Denunciar Insira 4
Fim

Conheça o autor

Emily C Souza Não posso dizer que sou tudo aquilo que escrevo, mas tudo aquilo que escrevo tem um pedacinho de mim

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