Preguiça Seguir história

juuhwalker Juuh Walker

Shikamaru gostava dos dias chuvosos, elas traziam tranquilidade e ele podia exercer suas tarefas favoritas; dormir, escrever, beber um bom café puro perto da janela, e, possuir Neji de todas as formas possíveis.


Fanfiction Anime/Mangá Para maiores de 18 apenas.

#lemon #Os-Sete-Pecados #crack #shikaneji #Neji-Hyuuga #Shikamaru-Nara #naruto #anime
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Nota do Autor:

Hey!! Olha eu aqui novamente!


Então pessoal, essa fic é parte de uma coletânea postada ano passado em parceria com outras seis autoras (@cupcake_ruivo, @junowolf, @caramelosama, @cammis e @Xixisss Uchiha) o tema era Sete Pecados e o meu foi Preguiça junto do casal mais crack de Konoha e não menos lindo: ShikaNeji :)


Você encontra a fic completa no Nyah! E separada por oneshot nos perfis de suas autoras em sites sem sistema de co-autoria, como Ink e Wattpad !


Deixarei o link nas notas finais ♥


Enjoy~


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“Como a porta gira nos seus gonzos, assim o preguiçoso na sua cama”

Provérbios: 26:14


Frio, café, chuva e ao mesmo tempo, o sol. Era um belo dia para fazer nada.


A combinação de um dia perfeito para Shikamaru sendo finalmente concretizado depois de semanas, agora ele estava ali, sentado na poltrona de frente pra janela, as pernas dobradas, degustando de seu café com um fino cobertor nos ombros e os cabelos soltos. Lambeu os lábios, sentindo falta do cigarro entre eles. O maço estava dentro da escrivania e era por lá que permanecia quando Neji estava em casa. Ele detesta que eu fume, então pediu que não fumasse quando estivesse em casa. O escritor não se importou com o pedido, Neji não era de exigir muito, sendo aquela a segunda que fizera nesses últimos anos.


A chuva caia fina do céu que clareava a grande cidade de Konoha, o sol postado atrás da grande colina. O monte dos Hokages era o ponto turístico mais visitado da cidade. Os rostos representando os primeiros fundadores tão meticulosamente esculpidos sempre foi uma vista inspiradora para o escritor.


Sua única exigência quando decidiram morar juntos, era achar um apartamento de frente pro centro da cidade. A vista era boa demais para ser desperdiçada, se transformando em sua favorita há sete anos. A caneca foi pousada no colo e o Nara virou o rosto para dentro do quarto, perdendo a bela vista que o sol deixava ao contrastar com o monte. Tinha vezes que o moreno passava horas encarando a vista da cidade pela janela do seu apartamento, mas não naquele dia. Havia uma visão melhor a ser admirada se mexendo em sua cama, resmungando coisas desconexas enquanto permanecia em um profundo sono.


Neji virou entre os lençóis, ficando de barriga para cima, o cobertor que antes o protegia do frio, estava apenas cobrindo os pés, o corpo vestindo apenas uma calça de moletom. O peito pálido subia e descia no ritmo da respiração, ressoava alto, consequência de manter os lábios abertos, os braços longos e fortes estavam abertos, esparramado pela cama. O longo cabelo castanhos se espalhava entre o travesseiro e o colchão. Alguns mexas desciam pelo rosto sereno, Neji mexia o nariz, tentando em vão afastar a coceira que os fios faziam. O gesto arrancou um sorriso do moreno.


Ali estava o motivo de ter se esforçado por um mês.


Depois de passar dias escrevendo a temporada de seu seriado, seus dedos doíam e seu estômago implorava algo além de cafeína e comida congelada. Enviou o manuscrito da nova temporada por e-mail à sua editora podendo finalmente respirar.


No momento que Neji avisou que havia pego folga do hospital, o Nara viu a oportunidade perfeita de finalmente poder ter o namorado nos braços. “Quando acordo ele já saiu e quando estou dormindo ele chega. Há dias que chegamos a nem nos ver.” Apesar desses detalhes, havia dias em que buscava o médico para almoçar ou apenas aproveitar a companhia do amante. “Amante, faz 7 anos que estamos juntos, eu já deveria chamá-lo de namorado ou noivo?” Pensou, o cenho franzido. Ambos não haviam posto uma definição na relação. Não havia anéis de compromissos nem semelhantes. Era um mútuo acordo entre ambos. Shikamaru se pegava questionando até onde isso duraria. Neji não cobrava nada além de confiança de lealdade e isso o escritor sabia que poderia manter. “Ahh que problemático.” Coçou a nuca, bagunçando os cabelos negros soltos recém lavados. Ele só não contava que sua típica preguiça resolvesse atacar depois de trabalhar mais do que estava acostumado. O moreno suspirou, deu uma última olhada ao horizonte e se levantou da poltrona.


Neji se virou novamente, ficando de costas para o moreno. Os braços agarraram o travesseiro, totalmente alheio ao seu redor.


Pousou a caneca no criado mudo ao lado cama antes de apoiar uma das pernas e o braço direito na cama, deitou no colchão tentando fazer o mínimo de movimentos possíveis, apoiou o cotovelo no colchão, sustentando o rosto na mão. A outra tocou a cabeça, afundando os dedos nos fios, o gesto rendeu um gemido preguiçoso por parte de Neji, Shikamaru mordeu o lábio inferior. Os dígitos desceram pelos fios até a nuca, raspando de leve a pele exposta. Ouvindo um suspiro baixo do castanho. Shikamaru não negava que seu amante conseguia ser sexual sem fazer muito esforço. Ao contrário do Nara que via malícia em quase tudo que Neji fazia, o Hyuuga não parecia ter noção do resultado que seus gestos causava no moreno. Os dígitos massageava a nuca por algum tempo, logo cessou os movimentos e continuou a tocar o namorado. Sua palma deslizou pelo ombro desnudo, descendo pelas omoplatas, alternando entre a lateral das costelas e o meio das costas largas resultados de treinos diários com o melhor amigo.


Uma das peculiaridades de Neji que Shikamaru admirava era sua força de vontade, mesmo revirando noites após noite no hospital o Hyuuga sempre encontrava um tempo para treinar com Lee. E o escritor não reclamava, muito pelo contrário, ele amava a visão de Neji chegando em casa ofegante, os fios presos em um rabo de cavalo firme enquanto os fios da franja ficava colado à testa. Uma visão tentadora, ele adorava fazer Neji ofegar daquela maneira com outro tipo de exercício.


Ao tocar a cintura, sua mão coçou de imediato e seu corpo reagiu. Os dedos brincaram com a barra da calça deixando aparecer as duas covinhas no quadril a medida que acompanha visualmente todo o percurso que seus dedos fizeram.


Seus ombros tremeram em um leve susto quando Neji se mexeu, elevou o olhar para o rosto do Hyuuga, mas logo retornando ao ter sua mão coberta pelos dedos gélidos do médico puxando a mão do escritor para cima, Shikamaru franziu o cenho ao notar o mesmo dormindo. Sua mão ainda segurada tocou os cabelos castanhos, os dedos inconscientes do médico se moveram, indicando claramente que queria o cafuné de volta.


Shikamaru sorriu e moveu os dedos. Arrumou-se na cama, dobrou o braço, apoiando a cabeça em cima. Respirou fundo e forte, seu corpo precisava se acalmar e isso levaria um tempo.


X


O barulho do secador sendo ligado foi o responsável por acordá-lo.


Esfregou os olhos, tentando se acostumar com a claridade que invadia o quarto, o relógio marcava pouco mais de três da tarde. Muito cedo. Levantou os braços se espreguiçando, sua boca abriu-se automaticamente e bocejar foi inevitável. Seu rosto virou para o lado, esperando encontrar Neji ainda dormindo, foi quando seus ouvidos assimilaram o ruído vindo do banheiro. Seus músculos relaxaram. Apoiou os cotovelos na cama e se ergueu, massageou a nuca e percorreu o olhar pelo quarto, suspirou e jogou o tronco para trás, deitando na cama com barulho. O som do secador desligando fez o moreno encarar a porta de madeira.


Neji saiu do banheiro já vestido, seus longos cabelos castanhos secos preso em uma charmosa trança, vestindo uma grande camiseta preta de banda e uma calça moletom, a frase I Wanna Be Yours estampadas em branco chamou a atenção do escritor.


O Hyuuga possuía uma sensualidade tão natural, que chegava a ser irritante.


O homem sorriu de canto quando notou o moreno encarando-o. O médico dirigiu-se até a cama deslizando até Shikamaru. O escritor abriu os braços e acolheu o corpo quente do amante sobre o seu, correndo as mãos pelas costas coberta pela blusa.


O médico suspirou e emanou o cheiro do outro. Madeira molhada, desde que o conheci, o mesmo cheiro de madeira molhada. Amava aquela essência tão natural que exalava de Shikamaru.


— Não está com fome? - a voz soou abafada por estar com o rosto afundado no peito alheio.


— Estou. - seu estômago roncou alto e Neji riu anasalado. — Mas eu não quero sair daqui. - apertou o abraço.


— Não quero cozinhar hoje. - declarou. — Podemos pedir comida. - sugeriu virando o rosto, encostou a bochecha esquerda bem em cima do coração do moreno, as batidas estavam lentas, rítmicas e fortes.


A chuva caindo no lado de fora sendo refletida pelos raios do sol, fazia sombra no quarto dos amantes, dando a ilusão de estar chovendo por dentro.


— Hmm. Podemos… pedir pizza. - sugeriu entre pausas, seu amante é um homem feito de vinte oito anos, que pratica exercícios físico diariamente e que estava deitado folgadamente por cima. Neji não era nem um pouco leve.


— Pizza? Para o jantar?


— Tecnicamente seria meu café da manhã. - deu de ombros.


Neji mexeu os ombros ao rir.


— Precisamos levantar. - disse, sem sair do lugar.


— Não quero fazer nada, estou com preguiça. - resmungou.


— E quando você não está? - ergueu o cenho.


Shikamaru deu de ombros. — Está acordado a muito tempo? - desconversou, os músculos largos do médico estavam tensos.


— Um pouco. - respondeu. — Temari ligou e depois não consegui mais dormir. - ergueu a mão e coçou a ponta do nariz.


— O que ela queria? - suas sobrancelhas estavam juntas.


— Nada, só queria saber se você estava bem, segundo ela, recebeu o manuscrito tão rápido que precisou ligar para saber se você não havia sido abduzido ou coisa assim. - sorriu.


O Nara suspirou aliviado. Temari era sua editora a quinze anos e em todos esses anos ligava apenas em seu celular. Desde que começou a trabalhar com Shikamaru, deixava prazos longos, por conhecer o moreno bem demais. Sabia que quanto mais apressasse o escritor, mais preguiça ele teria em terminar.


Os dois trocaram mais algumas palavras, Shikamaru passou um belo spoiler sobre a nova temporada que escreveu naqueles dias ao som de Hozier, garantindo que estaria bem melancólico e que havia matado cinco personagens só nos primeiros episódios, já que ia ao ar apenas no ano que vem. Neji fez dois comentários sobre alguns personagens, mesmo que não goste de séries ou semelhantes, o Hyuuga sempre gostou de escutar Shikamaru narrar suas histórias, na ocasião em que o escritor recitou que haveria partes que aconteceriam em um hospital, Neji comentou sobre o ocorrido noite passada na ala de emergência e em como o hospital recebeu muitos idosos, graças a um acidente com um ônibus turismo cheio de terceira idade que derrapou na estrada. Shikamaru gargalhou ao saber que seu namorado foi alvo de cantadas por parte das senhoras, que encheram sua bolsa de pequenos mimos comprados na lanchonete do hospital, em forma de pagamento pela atenção e carinho recebido do médico. Achando mais graça ainda quando o castanho comentou que perguntas sobre sua vida sexual foi o centro do assunto das doce senhoras, elogiando os belos médicos que trabalhava no hospital no momento que Sai havia trago os raio-x. Não usamos alianças e tecnicamente ainda estamos solteiros.


— Não foi engraçado. . - o rosto do Hyuuga estava corado, fitando o risonho escritor.


— Tem razão. - fechou a boca, tentando findar a risada, logo voltando puxar os cantos do lábio em um novo riso. — Desculpe. - secou o canto do olho com o dedo. Puxou o mais novo para perto, beijando-lhe a testa.


Ao voltar a pousar a nuca no travesseiro, Neji se inclinou para frente, capturando os lábios do escritor. Shikamaru fechou os olhos de imediato, não surpreso pelo gesto. Neji se ajeitou melhor, apoiando as mãos ao lado da face do mais velho. As línguas se encontraram calmamente, como se tocassem pela primeira vez. O gosto de café, hálito matinal se misturou ao de menta da pasta deixou o beijo amargo e com gosto estranho, mas nem isso foi motivo o suficiente para fazê-los parar. Eles passaram da fase de se importarem com pequenos detalhes.


O beijo tinha mais que amor, paixão ou necessidade por tato. Havia doçura, inocência e preguiça. Uma preguiça tão gostosa que os esquentava, envolvendo-os como um cobertor quente em um dia frio de chuva, lembrando-os que aquele momento não precisava acabar, que não tinha que ser apressado. Podia ser lento, demorado e desfrutados de todas as maneiras possíveis. Não havia urgência por contato físico, não havia o fogo da luxúria ou a ganância do toque. Neji segurava o rosto em suas mãos e dava o melhor de si. Sua face se movia de um lado para o outro calmamente, como em uma dança ao som da música mais pacífica, no qual você apenas abraçava a pessoa amada e se movia no ritmo dos acordes.


O escritor o segurava pelas costas, percorrendo os dedos pela pele coberta com o tecido negro da camisa. Ter Neji ali, com ele era como acordar em um dia de domingo, onde ele subia para a cobertura do prédio, sentava em uma das espreguiçadeira e desfrutava o sol sumir no horizonte. Era prazeroso apenas de se olhar.


As bocas se afastaram, a respiração ofegante conectava os dois. Shikamaru se moveu ainda abraçando o castanho. Deitou as costas do outro na cama, sem o soltar. As pernas se entrelaçaram, os olhos se encontraram e o calor dos sorrisos os envolveu. Shikamaru acariciava com seus dedos cálidos e preguiçosos a cútis do outro tão superficialmente quanto uma brisa de vento. Neji afagava a face do outro com o polegar, enquanto a outra se perdia nos fios médios, não demorando para forçá-lo a se abaixar, recuperando a quentura da boca sobre a sua.


Beijar Shikamaru era como uma viagem longa de trem, onde você botava seus fones, deitava a cabeça no encosto macio do banco e apenas aproveitava a paisagem da janela passar por entre seus olhos. Tudo que o envolvia era a folga, a vontade de que aquilo não acabasse, era preguiçoso e quente. Shikamaru era o pecado que ele amava cometer.


Os dígitos tocaram a orelha do escritor, apertando a cartilagem levemente, o toque continuou até o brinco redondo, brincando entre os dedos, os suspiros do outro entre o beijo só incentivava Neji a continuar.

Nara interrompeu o beijo em um estalo, segurando a mão do outro sorrindo. Era seu ponto sensível. O moreno segurou firmemente a mão do outro, levou aos lábios e depositou um singelo beijo na palma, descendo pelo pulso até o antebraço, dando uma leve mordida ao chegar na região cubital, no qual parou e ergueu o olhar, com os lábios ainda na pele pálida. Neji desfez o sorriso aos poucos, sendo substituído por afetos.


O escritor voltou a beijar o braço pálido, sentindo o cheiro do seu sabonete. Os lábios acariciavam a pele, deixando uma marca vermelha no braço. A língua raspou pelo ombro, subindo até o pescoço. Shikamaru se ajeitou entre as pernas do médico, impulsionando seu corpo para cima. Neji abriu automaticamente as pernas, aperceber-se a excitação do namorado tocando a sua por cima dos tecidos das calças.


Os beijos pararam por não poderem prosseguir, graças a camisa que Neji usava. Isso não desanimou o moreno, levantou os lábios e voltou a beijar a parte do pescoço exposta. Neji virou o rosto para o lado, deixando seu perfil mais amostra ao outro, sua mão livre apertou a blusa de Shikamaru que continuou subindo, deixando marcas de lambidas pelo caminho. Sua bochecha foi alvo de mordidas, ao que o canto de sua boca foi lambida, virou o rosto procurando com a sua, a de Shikamaru. Os músculos se encontraram barulhentos, faminto.


Shikamaru procurou as mãos de Neji, entrelaçando os dedos. Ergueu a mãos do médico para cima, podendo deixar os cotovelos ao lado do rosto do castanho enquanto sustentava seu corpo. Seu quadril se moveu, o atrito entre as pelvis fez o Hyuuga apertar os olhos, o beijo se aprofundou até Neji precisar cortá-lo, gemendo alto e abafando o som da chuva que vinha de fora. Shikamaru suspendeu o tronco, tocando a testa do outro com a sua. Encarando a expressão prazerosa do amante, o escritor se moveu mais afinco, os movimentos eram lentos e fortes, assim como tudo que Shikamaru fazia, sem pressa, preguiçosamente, com precisão.


Neji sentia que ia explodir, mesmo sob o tecido da calça de moletom, ele conseguia sentir o comprimento ereto do Nara tocando o seu. Subindo e descendo tão tortuosamente que ele poderia enlouquecer. Ele podia pedir pra que fosse mais depressa, mas não seria atendido. Sexo com o outro sempre era aproveitado de todas as maneiras possíveis, com o escritor ele aprendeu a apreciar as preliminares, saber a sensação de ser fudido tão lentamente que seu corpo entrava em combustão como se não houvesse fim.


Sua ereção doía e seus dedos queriam alivia-lo.


— Shika… eu que-Ah! - mordeu o lábio inferior.


— Shh… - sussurrou, beijando a orelha do namorado. — Relaxe e goze, Neji. - sibilou sorrindo lascivo. O moreno não estava diferente, seu peito subia e descia descompassado.


Neji tentou esconder a orelha com o ombro, entretanto a pressão que Shikamaru criou em si ao descer mais o quadril, esfregando fortemente sobre o seu, fez o médico erguer as costas do colchão, abrir a boca e gemer alto.


Nara apertou as mãos entrelaçadas, escondeu o rosto na curva do pescoço a frente. A respiração quente em seu ouvido fez Neji se arrepiar. Seu pau estava acolhido pelo tecido quente e agora molhado da calça, enquanto Shikamaru rebolava para frente e para trás, tão forte e lentamente.


As costas doeu ao tocar o colchão, sua respiração estava alta e rápida, suas pernas finalmente puderam relaxar na cama no momento em que explodiu em um orgasmo quente e possante.

Shikamaru contraiu as costas ao gozar, sentiu o tecido da cueca umedecida. Precisou de um esforço extra para jogar-se para o lado. Resmungando ao se separar de Neji.


— Eu pensei... - começou o médico depois de um tempo.


Shikamaru virou a face, encarando o perfil do namorado.


— Achei que estivesse com preguiça demais para fazer algo. - desviou o olhar do teto, encontrando as orbes negra do outro.


Shikamaru sorriu largo. Ergueu-se na cama, se sustentando com o cotovelo na cama, se aproximou de Neji que sorria, abaixou o rosto, tocando o nariz do médico com o seu.


— Eu posso ter preguiça para fazer tudo… - sua outra mão desceu sorrateiramente até o meio das pernas do namorado. — Menos para fuder você. - fechou a palma sobre seu sexo sensível.


Neji desfez o sorriso na hora e se sobressaiu, gemendo baixo. Suas mãos puxaram o rosto do escritor para baixo, capturando os lábios vermelhos em um novo beijo.


A chuva cessou e cantar dos pássaros começou, as nuvens se abriram sendo invadidas rapidamente pelos raios solares que ficaram mais fortes refletindo nas poças deixadas nas ruas asfaltadas da cidade molhada, um belo arco-íris se formou no céu. Definitivamente uma bela imagem de encher os olhos.


Todavia, aquela beleza natural não era importante no momento, havia algo mais formoso a ser admirado, aquela pessoa em seus braços, gemendo seu nome enquanto se contorcia sob seus toques, era, definitivamente, uma beleza sem igual.


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Notas Finais:


Olá novamente hehehe! Agradeço por chegar até aqui ♥ Espero que tenham gostado e até breve ♥


Os Sete Pecados no Nyah!

30 de Maio de 2018 às 17:52 4 Denunciar Insira 10
Fim

Conheça o autor

Juuh Walker Olá! Seja bem-vindo ao meu mundo! Pegue sua pipoca, seu óculos de leitura, fones de ouvido e um cobertor quentinho ou um ventilador se estiver no verão e, por vias das duvidas, um cinto de segurança! ~Enjoy Você também pode me encontrar em outras plataformas assim como minhas fics o/ Ink: https://getinkspired.com/pt/u/juuhwalker Nyah: https://fanfiction.com.br/u/138682 SpiritSocial: https://www.spiritfanfiction.com/perfil/noririn Sweek: https://sweek.com/profile/660116/74088

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♡Mah♡ ♡Mah♡
Nunca tinha me passado pela cabeça esse shipp, mas essa One me fez começar a shippar muito!!! AAAAAAAAH!! SURTANDO AQUI!!! Os dois juntos é muito lindo!! Meus parabéns por essa One, desculpe meu palavreado mas, ficou do caralho!!! ¬w¬
11 de Julho de 2019 às 13:37
Rita Gomez Rita Gomez
Amei essa fanfic!!! Ahhhhh! Como eu nunca havia pensado nesse ship antes?! Já estou muito apaixonada por ShikaNeji <3
14 de Dezembro de 2018 às 10:37
Camila Gomes Camila Gomes
Menina! Como tu me faz shippar Shika e Neji??? Estou pasma, sério! Que história maravilhosa, gostei de como foi mostrado sem ser algo forçado. Me fez pensar: "Hey, esses dois juntos tem tudo haver!" Como eu nunca tinha visto esses dois como casal antes ç.ç Eles se encaixam tão bem ❤ Gostei muito mesmo! Parabéns!
6 de Agosto de 2018 às 16:54
Mandy Mandy
XULIANAAAAA COMO É QUE VOCÊ FAZ ISSO COMIGO? DE ONDE VOCÊ TIROU ESSE SHIPP? MAIS IMPORTANTE, POR QUE EU NÃO LI ANTES? DESONRA PRA MIM! Primeiro que eu tive quase uma aula de anatomia com esse hot gostosinho no azeite olha essas palavras bonitas que coisa mais xerosa eu vou ter um surto COMO VOCÊ FAZ UMA COISA DESSAS COMIGO OLHA ESSES DOIS OLHA ESSE CENÁRIO OLHAAAAAAAAA EU TO MUITO JOGADA COM OS OLHOS CHEIOS D'ÁGUA (literalmente) PORQUE ISSO TÁ MUITO LINDO OLHA ESSAS DESCRIÇÕES OLHA ESSA CUMPLICIDADE ESCONDIDA ENTRE AS PALAVRAS OLHA ESSE FIM DE TARDE GOSTOSO COM ESSES LINDOS SE ESFREGANDO OLHA ESSA CONEXÃO OLHA ESSA ONEEEEEEEEEE EU NUNCA MAIS VOU PARAR DE BERRAR
6 de Junho de 2018 às 17:10
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