Sobre a Paz e o Tédio Seguir história

niccax Neeca Ashcar

Após a última guerra santa contra Hades, Atena teve enfim um pacto de mil anos de paz com os demais Deuses. A paz trouxera vários problemas aos moradores, o maior fora o tédio. E com ele: Apostas, bebedeiras, festas, luxúria, fofocas, paixões não correspondidas e desavenças invadiram o santuário.


Fanfiction Anime/Mangá Para maiores de 18 apenas. © As histórias aqui postada são de exclusividade minha, Plágio é crime conforme a LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998 e Art. 184 do Código Penal – Decreto Lei 2848/40. Sobre a Paz e o Tédio – 2016 – Nicca X Keehl

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Aposta

Ei pessoas, tudo bem?

Bom essa é a continuação de escravo astral postada aqui, viu. Não precisa ler para entender a história.

Conforme for sobrando tempo, vou corrigindo esse bebê. Os dois primeiros capítulos foram corrigidos, no inicio do ano, chamo-os de versão 2.0. 

Podem chamar a obra de contemporânea, por enquanto,  durante dois anos, houve um evolução minha como autora, e que fica clara entre os capítulos. Cof, cof U.U.

Boa leitura ou nem tanto! ;* 


***




Era uma noite de verão típica grega, vista da primeira casa zodiacal, o céu brilhava com o luar e as estrelas, iluminando por inteiro o recinto observado pelo carneiro dourado. Mu o cavaleiro que lá vivia, colocara Kiki, seu pupilo para dormir, mesmo que o garoto informara diversas vezes que não era uma criança, ainda sim aries não queria acreditar na idade de seu discípulo, não ali e talvez nunca.

E naquele momento com o templo milenar banhado pela luz prateada, acompanhava a calmaria que se estendia da janela de seu quarto, pronto para ir deitar, ele estava.

O tédio viera dizimador, talvez aquele fosse o plano de Zeus, matar todos pouco a pouco com o enfado.

Pensava em fechar a porta no momento em que o romper de uma voz conhecida atravessou sua mente:


— “Eae’ Mu, quero dar uma palavrinha com você, sei que já é tarde, de todo jeito… podemos?”



—“Tudo bem Aldebaran, já desço!”


O tibetano colocou a caminhar, até a porta do templo de Áries, a decoração rudimentar se tornara desfocada a sua visão, nada lhe faria sair de seu templo, mesmo que até a porta, a não ser se fosse a necessidade de protegê-lo, o que não era necessário naquele tempo, por causa do acordo de paz mantinha-se firme e forte com Zeus e os demais deuses do Olimpo, e lógico o chamado de um amigo e Mu possuía em Aldebaran um grande amigo.

Saiu pelo hall que dava acesso ao salão de pedras postas uma em cima da outra, ainda quando seu povo andava livremente pela terra, o portão de madeira fora escancarado de um jeito sem graça por aries, vestido com roupão de seda branco, denunciava o fato de está pronto para dormir, encarou em sua frente à silhueta de um grande homem robusto, a leve brisa balançava os fios longos do cabelo louro e lisos do brasileiro.

Aldebaran esperava paciente, com um agradável sorriso, mantinha sua postura habitual, braços cruzados a frente do peito. O tibetano não conteve o alegre sorriso ao vê-lo e saudou com ânimo:


— Olá Aldebaran, tudo bem?


—Tudo sim, ‘brodinho'! — Touro deu uma batidinha no braço do amigo e sem rodeios fora direto: — Mu, amanhã vamos ‘côla’ em Rodorio, curti o aniversário do Aiolia, é uma festa surpresa e Dite pediu pra te chama!


O ariano deu uma risada alta, — O que peixes queria lhe convidando? Ele mais que ninguém sabia que o tibetano não era muito de sair. — Mesmo assim respondeu:


— Tentarei! — Puxou uma mecha loira de seu cabelo, enrolou tentando acalmar os nervos, mantendo o comentário sobre sua inabilidade social apenas para si, não precisava dizer justo à Aldebaran o quão esquisito era.


— ‘Tentá’? — touro riu alto e com gosto. — Para com essa ai Mu, ‘geral’ vai!


— Não sou ‘geral’, Debas! — O enrolar se seus dedos pela mecha loura se tornou compulsiva.


O cenho franzido criou uma ruga irritada em meio a testa do musculoso cavaleiro, depois alegavam que Aldebaran era o mais teimoso de todos os oitenta e oito que cuidavam da segurança de Atena. Tudo isso porque Mu mantinha-se restrito apenas aos treinos, e poucos conhecia seu verdadeiro eu por baixo da face delicada e calma, ou de sua postura corporal leve, sempre sereno, exceto em batalha, quando ele mostrava sua verdadeira força, e até mesmo natureza, perdendo muitas vezes a calma e se mostrando um oponente excepcional e invencível.

E por todos aqueles motivos que Aldebaran fora chamado para aquela missão, diferente do vizinho, touro era calculista e nunca perdia sua paciência, mesmo que sua aparência disse o contrário, atrás dos músculos e cara fechada, Aldebaran era um homem bom e centrado, o que capturou o afeto e a amizade de aries.


— Não quis dizer isso, saudaremos a paz! Se tirar você e Aiolia, todos os dourados confirmaram presença e isso contando o Kanon, este nem precisa confirmar é arroz de festa!


— Pera ai o Shaka vai? — sua voz saiu esganiçada pela incredulidade em seu melhor amigo não ter lhe falado nada até ali.


— Sim ele confirmou duas semanas atrás! — Aquela afirmativa só aumentou a irritação pelo convite em atraso, quase as palavras seguintes de Aldebaran, entraram por um lado e saíram pelo outro. — Sabe quem também vai?


— Quem? — a pergunta viera desatenta.


— Aiolos, ‘cê’ sabe que ele é todo certinho!


— Debas o Aiolos é irmão do Aiolia, se ele não fosse seria desrespeito!


— Mu, pelo que me lembro ‘cê’ era superamigo do leão dourado!


— Isso mesmo era! — Mu tocou o braço sem jeito, contou até três, esperou que o nervosismo pelo assunto: “amigos: Aiolia e ele” se extinguisse, entretanto possuía os olhos castanhos de Aldebaran cravado em si, preferiu desconversar: — ‘Eae’ se eu for quem vai defender Atena caso algo aconteça?


E o templo de aries foi invadido pela risada alta e alegre de Aldebaran.


— Não querendo cortar seu barato para desculpas esfarrapadas, até Atena vai!


— Por Zeus! O mundo está perdido, Saori saindo do templo dela para confraternizações!


— Isso mesmo! Então eu passo aqui amanhã às vinte horas em ponto! — A postura do brasileiro era irrevogável e o ariano sabia, quando Aldebaran estava naquela posição nada o faria perder uma batalha, mesmo contra um batalhão de espectros do tinhoso Hades, tinha de aceitar.


— Ai Aldebaran! — murmurou desanimado enquanto aceitava com um gesto de cabeça.


— Até amanhã aries! — acenou com o dedo avisando que estava tarde, e não queria mais cansá-lo, virou de costas sem olhar para trás.


— Até touro!


Áries apenas observou o contorno vigoroso de touro ser confundido com o breu no caminho da segunda casa, e suspirou irritado por sequência.


— Ain Debas, como você é teimoso!



(…)



O belo cavaleiro tinha os fios louros entrelaçados pelos dedos do altivo Leão, seus corpos nus e suados juntos como um só. Pouco tempo os dois haviam encontrado no outro um ótimo companheiro, tanto em conversas, ou como amantes.

Mesmo que Afrodite negasse em ter um relacionamento mais sério com leão, ainda sim sabia como ninguém que Aiolia possuía algo único, fosse no cheiro másculo, ou nos olhos verdes presos em si no momento da intimidade, na voz rouca do leonino e no simples abraço apertado pesos em sua cintura.

Tudo que dizia respeito à Aiolia era incrível e fazia Afrodite passar tempo de mais pensando nele, o que chegava a ser tortura seus momentos longe. E mesmo ciente de todos aqueles fatos se contentava em dizer que não estava apaixonado, que manteria o ‘status’ de pego você quando eu quiser.

Já Aiolia era um homem apaixonado, não gostava desses tipos de jogos, apenas gostava de Afrodite e tentava ser o mais aberto sobre isso o possível, ele não possuía medos sabia que quando estavam justos peixes se entregava para ele por inteiro, passeavam de mãos dadas pelo santuário, saiam para encontros e sabia ser correspondido, por mais destorcido que seria aquilo.

Mesmo assim não ser aceito como único para Afrodite mexia com seu ego, pensar que ele podia se entregar de maneira tão intensa para outro, doía seu peito, machucava a alma e lhe fazia corroer de ciúmes. Estava perdido em meio daquela paixão o que mais poderia fazer?

Afrodite virou e viu o relógio de parede meia-noite, abraçou a cintura do grego, beijando o queixo quadrado e furado de Aiolia:


— Parabéns Olia quantos anos mesmo? Vinte e um?


— Se contar o tempo morto vinte e cinco! – O leão falou de bom humor, puxando para junto de si o corpo de peixes e lhe beijando a testa.


— Parabéns então.


Afrodite tocou a boca do outro lhe dando uma mordiscada, em seguida teve seus lábios preenchidos pelos do leão, que afoito por mais contato trouxe o corpo de Afrodite num puxão para cima de si, segurou firme pela cintura, e intensificou os beijos trocados, invadido os lábios de Afrodite com gosto e pressa. A falta de roupa fizera com que seu pau já ereto tocasse as nádegas, melecando-as, Aiolia queria continuar a brincadeira e quando soltou os lábios para sugar o lóbulo alvo da orelha de seu amado, ouviu um gemido, rouco e arrastado.


— Hm, — mordeu seu próprio lábio para conter a empolgação. — Olia a companhia tá muito boa, mas… — mas nunca era uma boa coisa. — vou para minha casa amanhã acordo cedo para regar minhas rosas!


O sueco se forçara a levantar, queria continuar, queria mesmo, sabia de suas obrigações. Por isso hesitante, levantou rápido (na velocidade da luz) e colocou o microsshorts jogado de qualquer jeito no piso de madeira polida.


— Dite, é meu aniversario! — O grego fez biquinho.


— Eu sei, eu sei amor, tenho um dever com Atena! — como amava ver o grego fazer manha, que só de olhar mordeu os lábios sentindo o corpo latente de desejos.


— Quem era o cavaleiro que me disse alguns meses que queria mais que Poseidon inundasse a terra? — Afrodite riu da tentativa falha do outro em lhe convencer.


— Ahh meu amor, prometo amanhã compenso! — Afrodite debruçou para roubar um beijo na testa do leonino. — Até amanhã, Olia!


— Até Afrodite! — O grego ficou fazendo beicinho até o mais velho sumir de vista.

Era sempre assim, Aiolia queria mais e sempre pegava-se sozinhos nas noites lembrando de Afrodite, menos no momento que a imagem do louro saindo por sua porta ficasse apenas na lembrança, já que o rapaz sumira de sua vista por sequência.

Uma rosa, vermelha desabrochada com suas pétalas formadas e perfeitas chamou a atenção de Aiolia, em seu talo Lisa sem a presença de espinhos, um laço cor-de-rosa amarrado e um bilhetinho:


Meu coração é seu, meu leão.

Parabéns.

Afrodite.”


Aiolia sentiu o coração bater rápido, os lábios se formou um belo sorriso largo, até a presença de outro alguém próximo ao seu templo fora captada. Era muita palhaçada, o leonino pensou irritado.

Afrodite bravo por não poder continuar sua brincadeira com o Grego, suplantava seus passos irritado, rápido saia do templo de seu amante, antes que voltasse para terminar o que começaram, alcançou as escadas para virgem, e sentiu a necessidade de aumentar seu cosmo, aliás marcou a reunião com Shura e os demais meia-noite e meia, e o ponteiro já marcava esse horário, bufou irritado quando não encontrou Máscara da Morte, era lógico o canceriano odiava esperar.

Desligado lembrava do carinho gostoso com leão, lembrara do toque da mão grande e calejada em sua pele, do gosto dos beijos trocados, seu ventre embrulhou ao fechar seus olhos por um logo instante, estava quase voltando para os braços de Aiolia.

Contudo uma forte energia sinética cortou o vento, transformando tudo a sua volta em uma cena aterrorizante digna de um filme de terror, as escadas para virgem, desapareceram, o céu estrelado dissolveu diante de seus olhos, transformando-os estrelas numa versão distorcida marrom podre, a lua antes cheia e baixa agora sumia diante de seus olhos.

Afrodite já começava a amaldiçoar Shaka pela peça pregada, entrou em posição de ataque, e apenas aguardou o ciclo das cem existências, em vez de ser teleportado novamente, ouviu uma risada alta, fantasmagórica, e um par de olhos carmesim lhe encarar de forma insana, enquanto o santuário voltava a sua normalidade.


— Okay Máscara da Morte, já deu a brincadeira! — rolou os olhos, por causa de tamanha infantilidade. Usar o cosmo para brincadeiras, era de muito desrespeito em sua opinião.


— Ma che Fiore melindrosa! — riu por seguida da face pálida e dos lábios incolores.


— Quer me matar do coração, Paollo?


— Deveria vedere tuo faccia! — estalou a língua no céu da boca. — Aliás, grita mesmo, presto o “gatinho”, mio vizinho, acordará!


— Aiolia dorme como um bebê, bebê leão, pelo menos dez horas diárias de sono. Agora fala de uma vez, o que o espanhol te disse?


— Contei de tarde creatura, esso nos esperara con Aiolos!


— Caspita! — peixes franziu o cenho.


— Ei Dite, non si sente ben perto do Aiolos, perché te fodeu con o irmão menor esso?


— Ahhh Mask me erra! Vamos logo antes que você acorde a Santa made in India!


— Será que Shaka fica bravo sempre quando passamos per tuo casa sem pedir licença? — murmurou pensativo mais para si.


— Serio que é com isso que você se preocupa, Paollo? — Afrodite que mais desfilava com seu corpão enquanto seus cabelos esvoaçavam, estalou os dedos um no outro, e deixou de forma fracassada o silêncio permanecer entre os dois.


— Como se tivéssemos molta coisa con que nos preocupar ora, Afrodite! — Máscara da morte olhou para o chão, quase perdido. — O tédio impera questo santuário de una forma tão grande, como hobbie io construo coisas con ossos, te foi no mio templo depois que construí un castelo de ossos?


O pisciano riu, o amigo estava biruta de vez, e depois pronunciou:


— Você não fez isso Mask?!


— Si fiz? Certo che io fiz, ora! — O cavaleiro sorriu fraco — Logo non serei mais Máscara da Morte de câncer e si o Maluco de pedra de câncer!


— Para Paollo, está é exagerando, a paz não é tão ruim assim! — Afrodite sorriu doce para o amigo.


— Fale per te que come o Aiolia, Afrodite!


— Ok, vamos fazer assim uma aposta! Você ama jogos de azar! Logo sentirá melhor!


O italiano sorriu largo ao ouvir a palavra aposta, talvez fosse isso que ele precisava mesmo apostar, ou fazer algo divertido, alias o cavaleiro protetor da quarta casa zodiacal estava realmente enlouquecendo e talvez fazer coisas diferentes mudasse seu humor.


— Mi diga una coisa, che tipo di aposta?


— Conquista! — O cavaleiro da décima segunda casa sorriu de canto, talvez uma paixão pudesse acalmar os ânimos do amigo. — Agora só basta pensar na pessoa certa!


— Ma che porra é questo? Agora virei gigolô, caspita?


— Calminha caranguejo! Vou pensar com carinho em alguém certo! — piscou. — não é atoa, que meu nome é uma homenagem a deusa do amor!


— Esquece Dite! — O cavaleiro falou claramente aborrecido.


— Ok, Ok senhor bravinho! — O pisciano sorriu de canto. — Serio Mask, olha a hora já está muito tarde o espanhol vai nos matar!


— Afrodite pera ai! — O Cavaleiro de câncer aumentou o cosmos e quando o pisciano olhou estava na entrada do inferno de novo.


— Aiinn caralho, Paollo, hoje você quer me matar?


— Calado, deixa me concentrar na casa do Shura!


O sueco obedeceu sem questionar, quando se deu conta estava novamente no santuário, tá aquela não era a casa de Shura, mas estavam perto o suficiente, e os dois continuaram seu caminho…


— Infierno!


— Tudo bem Shu?


— Si está! Aqueles maricas do Afrodite y Mask! — O espanhol sentou ao lado do amigo e tentou bebericar o vinho que o grego acabará de servir, contudo sua irritabilidade era tanta que mesmo assim não lhe abandonou. — Pelo menos uma vez que eu marco com aqueles dois eles poderiam no atrasar?

— Ahhh você conhece muito bem o Afrodite ou não? Às vezes não foi culpa do câncer!


— Máscara é outro ou ele acha que me engana! – Shura lhe encarou intensamente, antes de falar: – Olos, tenho una coisa que queria conversar com você, um tempo já!


Aiolos o encarou atencioso, viu o amigo tossir um pouco, só aí começar a gesticular:


—Me gustaria…


Afrodite irrompeu seu diálogo, fato que deixou o espanhol uma tanto ranzinza, o sueco invadiu o templo de seu amigo, desfilando como uma diva que era.


— Nhai! — gritou afetado, até que seu olhar se cruzou com o de Aiolos, e o rosto ganhou um tom escarlate.


Desde que os boatos sobre leão e ele, sempre ficava nervoso perto do sagitariano, fofocas passadas, tinha que encarar o irmão mais velho do “gatinho manhoso” afinal era sobre a festa surpresa para Aiolia aquela reunião.


— Hello Shuu, hi Olos! — O pisciano deu um largo sorriso evitando contado visual com o “cunhado”.


— Dónde estaban?


— Desculpa a demora, disse que ia ficar com Aiolia até meia-noite, espanhol! — cuspiu as palavras.


— Mesmo assim Afrodite são quase uma da manhã!


— Ai Shura deixa esso sabe como é início de relacionamento!


— Quê? – O louro deixou escapar indignado com a insinuação do amigo, perto de Aiolos e apenas meteu um soco com força no braço do italiano.


— Vamos esquecer e terminar isso logo! — Aiolos deixou escapar de bom humor.


— Tutti já confirmaram? – Paollo questionou simples, dando de ombros para o surto de peixes.


— Menos o Mu! – Afrodite piscou algumas vezes. — O Debão fará isso!


— O carneirinho sempre dando dessas! — peixes rolou os olhos.


— E a comida? — Aiolos questionou encarando a lista numa folha. — No boteco não tem nada!


— Touro de bueno grado, novamente, disse que cozinharia comida de sua terra, falou de uma tal de buchada e disse que me gustaria! — O espanhol passou os olhos nas palavras escritas no papel.


— Che buono! Questa festança vai sair, non aguento mais! Santuário maledetto!


— Viu Paollo, — Afrodite disse meigo. — não pode deixar a loucura vencer! — jogou os fios dourados para trás e questionou: — Agora só falta aceitar minha aposta!


— Apuesta? — Shura perguntou interessado na armação de peixes.


— Yep Shu, — Afrodite fez beicinho. — Apostei com ele sobre conquista e esse chato recusou! — apoiou o rosto na palma da mão encarando o espanhol com tédio.


— Por qué hombre?


— Ma é óbvio, acaso virei gigolô, ora?


— Você está muito, como eu posso dizer.. hm… — Peixes falou performático, estalou os dedos e todos lhe encararam com entusiasmo, já conhecendo a brincadeira, e câncer apenas rolou os olhos.


Simples Afrodite fingia não se lembrar de alguma palavra e todos falavam verdades, até não ter mais graça.


— Enojado? – Shura perguntou animado.


— Não é essa palavra ainda!


— Estressado? — dessa vez foi Aiolos que questionou o sueco.


— Não!


— Loco? — O espanhol deixou um sorriso fino escapar.


— Ainda não é essa palavra, mas é quase… — Peixes continuou fitando o nada e depois de muito fingir que pensava falou aos risos: — Doido de pedra!


Os três começaram a rir do infortúnio do outro.


— Molto engraçadinho, fiore!


— Só resta pensar quem seria um bom par para este mau humorado!


— Non quero ninguém! — Paollo berrou, mas ninguém o ouviu.


— Tem o Shaka! — Aiolos opinou.

— Não a Santa made in Índia está muito facinha nos últimos dias!


— Que tal a Misty?


— Ahh nãooo! Meu amigo merece alguém melhor! Não a traste da lagartixa! — Apos pensar o cavaleiro de peixes bateu na testa e sorrindo de lado falou – Já sei! O que acham do Mu?


Todos se calaram e observou o italiano pálido, todos menos o Mu era quase uma piada envolver o nome do tibetano naquele assunto. E Afrodite sabia muito bem.

Shura sorriu com sarcasmo, não deixaria a oportunidade de “trollar” o caranguejo passar então sussurrou algo para Afrodite, e teve os olhares curiosos de sagitário e do cavaleiro da quarta casa ao mesmo tempo em si.


— Bom Paollo temos uma aposta e essa não poderá deixar escapar!


— Che seria? — O canceriano se animou.


— Se você conseguir conquistar o carneirinho em até dois meses eu e o Shu vamos lhe dar todas as nossas economias!


Máscara da morte olhou de soslaio para os dois e perguntou se esquivando:


— E se non conseguir?


— Você vai ter que dar para o Shura! — E os dois cavaleiros sorriram com maldade para ele. — Topa?





26 de Abril de 2018 às 13:24 9 Denunciar Insira 6
Leia o próximo capítulo Malandro é malandro.

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Shion Randyblay Shion Randyblay
*tenho certeza que ja vi essa fic no Spirit* OU GOD VAI SER TRETA MUITA TRETAAAAAAAA
15 de Agosto de 2018 às 10:11

  • Neeca Ashcar Neeca Ashcar
    Eu realmente postava essa fic no Spirit, mas parei de usar a plataforma e agora ela vai ser toda postada aqui, 😀, inclusive todos os caps estão programados até o que eu parei lá de quatro em 4 dias e os dois últimos estão guardados aqui comigo! É muita treta.. ♥️ Fic dedo no cu e gritaria para mim é pouco ♥️ 15 de Agosto de 2018 às 10:20
  • Shion Randyblay Shion Randyblay
    Ou deus kjjhknkj Vai ser muito interessante ver a treta comer solta 16 de Agosto de 2018 às 13:29
JB Jade Branca
Aiii eu simplesmente amo essa história,eu li ela em outro lugar e vim aqui achando que tava terminada...😢.... Mas,de qualquer maneira,vim aqui dizer que eu amei a fic e que você escreve muito bem!!!!! parabéns ❤🌈💋
8 de Julho de 2018 às 02:27

  • Neeca Ashcar Neeca Ashcar
    AHHH Obrigada, e Sorry, tô reecrevendo ela por isso a demora, mas vou fazer assim, eu já tenho ela concluída mesmo, vou publicar como está do outro site e depois reescrevo, não é justo a demora, nem mais um minuto, amanhã posto o terceiro cap e duas vezes por semana eu posto ela , assim você terá o final rapidinho, pode ser? Muito obrigada de coração pelo carinho e por tamanho paciência, reescrever parece pior que escrever HAHAHA, espero que esteja gostando do Ink! ♥️♥️♥️♥️♥️ 8 de Julho de 2018 às 18:56
kamerom Versalles kamerom Versalles
Eu queria tanto ser um micro shorts. Kkkk. Adorei a espectativa do Leo. Será mesmo possível? É, puts. Tudo bem que a vida às vezes é um Tédio mas, apostar desta maneira. Meu Deus. Vai dá ruim. Será será será. Adoro Mask e Mu. Xiiiii. Adoro sua ficc. Parabéns.
28 de Abril de 2018 às 13:29

  • Neeca Ashcar Neeca Ashcar
    Estou reescrevendo ela, é como se deus me desse uma segunda chance desta vez de fazer direito, pelo menos desta vez a concluir, mas algumas coisas vamo mudar, como acrescidas, como pode ver o ponto de vista do Olia :), obrigada por me acompanhar nesta nova empreitada, fico muito feliz de te ver aqui também. :) Obrigada meu amor fico muito feliz por você está aqui, pelo Review lindo e pelo comentário, 😍😍😍😍😍. 28 de Abril de 2018 às 18:30
Lady Giovanni Lady Giovanni
Ahhh! *-* Como eu amo essa história. Minha flor, vc sabe que sou sua fã e vou acompanhar seu trabalho. Eu amo sobre a paz! Saudades dela. Sua escrita tá maravilinda! Beijão, amore mio
26 de Abril de 2018 às 08:51

  • Neeca Ashcar Neeca Ashcar
    Ain focs ouvir isso de você minha musa me deixa tão alegre, tbm vou te acompanhar por onde você for, meu amor. >.< Ain você notou? Maior carinho em reescrever esse hino da putaria Hahaha, obrigado pelo carinho o comentário lindo e o Review maravilhoso <3 Bjoes ;* 28 de Abril de 2018 às 18:15
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