Verdade ou Resistência Seguir história

insaneboo Boo Alouca

Desde de que eu nasci, desde o primeiro momento e talvez até antes disso, minha existência sempre esteve fadada ao inconvencional, complexo, pode-se inclusive dizer bizarro, sem medo algum de soar exagerado. Mas essa história não é exatamente sobre mim. Na verdade, foi por ter olhado demais pra mim mesmo ao longo dela, que perdi muitos sinais que poderiam ter evitado toda a tragédia descrita aqui. Como aqueles personagens de filmes de terror, que teriam sobrevivido, se não estivem no lugar errado, na hora errada. Essa história é mais sobre como eu aprendi, que não há nada tão ruim que não possa piorar. Espera... Pensando melhor... Talvez ela seja sim um pouco sobre mim...


Fanfiction Anime/Mangá Para maiores de 18 apenas.

#morte #tortura #violência #gaalee #Gaara-RockLee #mpreg #transexualidade #IntersexualidadeGP #yaoi #universoalternativo #FanficsNaruto
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Prólogo

N/A: POR FAVOR, NÃO PULE ESSA NOTA, É IMPORTANTE!

Olá bebezinhos! Como vão?
Bem vindos. Aqui quem vos fala é "sua autora", dona desse perfil, porém, excepcionalmente ao longo dessa história, esse será nosso último contato.
CALMA! Não precisa começar a me xingar de grossa, antipática e nem sair correndo. É que dessa vez, resolvi fazer uma coisa diferente...
Tanto nas notas inicias e finais, quanto nas respostas dos comentários, vou deixar vocês serem respondidos "diretamente pelo narrador personagem", como forma de exaltar esse estilo de escrita, que tem uma força toda especial nessa história. E também para tornar a experiência de vocês com essa obra, bem mais profunda, é claro. 

Vamos chamar as notas do personagem de "N/P". Mais óbvio impossível. 
Espero que a loucura e o inusitado dessa ideia tenha lhes agradado e que apreciem o projeto em si como um todo.

Ps: TODOS os comentários serão respondidos, religiosamente.
Ps 2: Na necessidade de falar diretamente comigo, por qualquer motivo que seja, fiquem mais do que a vontade para me chamarem no privado. Essas mensagens também serão TODAS respondidas religiosamente.
Ps 3: Acho que nem preciso pedir para sermos educados e respeitosos nisso tudo, não é?
Ps 4: Cuidem bem do meu bebê, hein?

Beijos de luz e boa leitura! o/ <3


****


– Gaara... Posso ser franco com você? – Se pronunciou o homem sentado a minha frente, depois de um longo suspiro vencido pelo cansaço, que desarmou quase toda sua altiva postura profissional.

“Finalmente...”, pensei erguendo os olhos do diário em meu colo, no qual escrevia com avidez, ao longo dos últimos trinta minutos. Desde que havia entrado ali, na verdade.

– Essa já é a décima consulta que você vem, fica até o final sem falar nada, escrevendo nesse caderno e depois vai embora como se eu nem existisse. Tudo bem que o meu trabalho é ser compreensivo, mas... – Ele começou com certo receio, porém não tive a paciência de deixá-lo terminar.

Iruka? Não é? – Também não tive paciência de esperar meu novo psicólogo, me confirmar se eu havia ou não, acertado o nome dele. – Desculpe se isso vai soar rude, mas meu pai não está te pagando para ficar ofendido com meus modos ou meu comportamento.

Só me dei ao trabalho de tentar amenizar a grosseria de minhas palavras, acrescentando as desculpas, porque sabia que ele era alguém muito importante e representativo para o meu melhor amigo, o Naruto. Tendo inclusive, sido indicado pelo mesmo, com a justificativa de “ser de total confiança”.

No entanto, o pequeno sorriso que ele acabou deixando transparecer, me indicou que de ofendido, ele não tinha nada. Pelo contrário, muito provavelmente e por fim se tornando óbvio, ele apenas me instigou de propósito a lhe dar atenção.

Foi a minha vez de suspirar irritado, ao perceber que acabei fazendo justamente o que ele queria, me amaldiçoando internamente, por ter dado a brecha que ele precisava para iniciar seu discurso.

– Exatamente. Sejamos honestos, você parece apreciar isso, pelo que vi de suas interações com as pessoas que costumam te trazer aqui. Seu pai está me pagando uma pequena fortuna para te ajudar, porque não tenta ao menos me dar uma chance?

Fechei meu caderno, falhando ligeiramente em conter desse ato, o crescente nervosismo que sentia, apesar do esforço que fazia com isso para não olhar em seus olhos enquanto falava e acabar demonstrando o quanto aquele assunto realmente me desestabilizava.

– Primeiro, porque meu pai não está te pagando tudo isso, especificamente para “me ajudar”. Ele está te pagando para “guardar meus segredos”, pois se o que eu deveria te dizer, por acaso sair dessa sala, ele acha que vai destruir a reputação e a segurança da família. E segundo, porque não acredito que nada que possa me dizer, vá fazer com que eu me sinta melhor. Não é como se eu nunca tivesse feito terapia. Já fiz isso, muito, e admito que durante um tempo, até ajudou, mas... Agora... É diferente... – Meu tom de voz naturalmente grave e arrastado, se acentuava ainda mais pelo incômodo de falar daquilo.

Cortei minhas palavras ao perceber que me estendia demais, deixando um vácuo tenso e pesado no meio do contexto. Comecei a jogar o caderno e a caneta de volta na bolsa que levava a tiracolo, e sequer havia me dado ao trabalho de desvencilhar do corpo quando cheguei ali.

Percebi que ele abria a boca para rebater, então me apressei em ficar de pé e me encaminhar para porta, dando eu mesmo, aquela consulta por encerrada.

– Me desculpa, o senhor não pode me ajudar... – Completei, já levando a mão à maçaneta.

– A atitude do seu pai te incomoda? Você é maior de idade, então porque está aqui se não quer? – Ele disparou rápido, também se pondo de pé, novamente sendo assertivo em invocar minha atenção.

Freei meus movimentos e me virei de frente para ele, deixando meus ombros relaxarem, mostrando um pouco do quanto estava cansado de fingir aparências e manter uma postura forte, quando na verdade estava me sentindo desabar, assim como tudo ao meu redor.

– Não começou dizendo para sermos honestos? Não perca seu tempo fazendo essas perguntas de praxe. O senhor provavelmente já formou sua opinião a respeito. Seja honesto comigo se quer que talvez, eu te devolva isso. Sei que meu pai também tem se consultado contigo... – Resolvi desafiá-lo.

E pela segunda vez no dia, ele sorriu. Devia certamente estar julgando aquilo um progresso.

Naruto tinha razão em gostar dele, tinha uma face amistosa, muito acolhedora. E era também um bom profissional. Havia de se reconhecer que ele estava lutando por mim, ao flexionar suas abordagens a maneira como eu me portei.

Mas eu estava pela segunda vez em minha vida, caindo fundo demais em minha dor, para ver e receber com facilidade, qualquer mão que se estendesse a mim.

– Eu imagino que o jeito como ele te trata seja sufocante, ele coloca muito peso sobre você, ao mesmo tempo em que não te preparou para lidar com isso, porque te isolou demais, tentando te proteger no passado. Só que essa tese não responde, porque ainda assim, você está aqui, tentando não desagradá-lo.

– Muito bom... – Foi a minha vez de esboçar um sorriso, apesar de minha voz ter soado sem emoção. No fim, estava começando a parecer que estávamos trocando de lugar. Acabei por achar válido, lhe responder enfim o que tanto queria. – Minha família cometeu e comete muitos erros em relação a mim, porém isso não me incomoda mais faz anos. De verdade, nós nos entendemos. Os motivos e as intenções deles, é só o que me importa. Eles me amam e eu venho aqui toda semana, apenas para que fiquem tranquilos e para fingir que estou conseguindo ficar bem. Todos já passamos por muita coisa, não quero lhes dar tanto trabalho de novo. Eu sei que parece estúpido dizendo assim, mas é o que é. E é só isso.

Eu gostava de dizer sempre “é só isso” no fim de minhas frases, para tentar sentir que as coisas eram menores do que a realidade me fazia sentir.

– Entendo... – Ele assentiu simplista. – É muito nobre da sua parte, mas também é um sacrifício muito grande. O que você passou foi muito sério, não pode simplesmente esperar, que ignorar e implodir suas emoções, vão fazê-las desaparecerem sozinhas um dia. Se não melhorar de verdade, sua intenção de poupá-los e todo esse esforço que está fazendo, terá sido em vão, porque em algum momento você vai explodir e isso com certeza irá machuca-los. Você é humano Gaara e como bem disse, eles te amam, não é? Como acha que vão se sentir vendo que se machucou tanto por eles? É muito nocivo guardar tudo isso para si mesmo, por favor, dê uma chance pra mim, se dê uma chance. Me deixa tentar te ajudar...

Ele finalizou sua argumentação, mas eu não vi a expressão que ele mantinha ao fazê-lo. Meus olhos instintivamente se fecharam, quando não fui capaz de evitar que suas palavras me atingissem em minhas feridas não curadas e levantassem todas as lembranças às quais eu dedicava cada segundo dos meus dias tentando suprimir.

Era bem verdade que ele estava coberto de razão. Mas eu não conseguia ver isso. O efeito de uma dor tão grande quanto a que eu carregava, não é algo que possa ser chamado de racional. Uma dor como essa sufoca, cega, paralisa... Encontrar e tomar o que seria a “famosa decisão correta”, passa a ser mais difícil do que encontrar a saída de um labirinto.

Pois em cada beco, não está apenas uma parede fechada, como também um fantasma que talvez você nem queira tanto assim “deixar partir”.

– Agradeço à tentativa, porém realmente, não creio que exista ajuda pra mim dessa vez. – Sentenciei percebendo que não podia fazer parar de aumentar o nó que se formava em minha garganta, esmagando-a, a ponto de fazer minha voz embargar e meus olhos se encherem d’água até ficarem embaçados e eu ter que levar as mãos, que descobri assim estarem ficando trêmulas, ao rosto para desvanecer isso.

“Droga, vou ter que esperar parecer melhor para sair daqui, não posso arriscar que meu pai me veja assim, ele precisa acreditar que eu estou bem...” – Lamentei internamente ter saído “tão fácil” do controle, antes de decidir completar meu raciocínio, já que ainda precisava de alguns minutos ali até me recompor. E no fundo, bem no fundo, mesmo sem querer admitir, estava seguindo o conselho do Iruka.

“Talvez se eu falar um pouco, consiga respirar melhor e fingir um sorriso ou ao menos minha habitual indiferença, quando sair daqui”.

– Não há nada que se possa fazer dessa vez, que me convença de que eu não sou nem minimamente responsável por toda a dor que sinto e vejo os outros ao meu redor sentirem. Não há nada que possa dizer, que consiga me fazer dormir sozinho uma noite inteira de novo, sem acordar pelo menos umas vinte vezes, assustado, revivendo tudo aquilo e principalmente... – Tive que fazer uma pausa longa para puxar o fôlego. Céus, como era difícil falar sobre isso naquele momento... – Não existe nenhuma técnica, dinheiro, remédio ou terapia no mundo, que possa trazer de volta, tudo o que eu perdi naquele maldito dia. E honestamente... Sequer me parece justo, ficar completamente bem depois disso...

Conseguir expressar através das palavras, ao menos uma parte, de toda o amargo sofrimento que sentia, deixar cair pelo menos as poucas lágrimas que deixei, apesar de trazer todo meu sofrimento a tona, até que deu certo, segundo o que o ponto de vista do Iruka queria dizer.

De um jeito muito bizarro e de certa forma mórbido, considerando o contexto, dizer a verdade sobre meus sentimentos, sobre o que aconteceu, não forçar uma máscara ou omitir nada, realmente me proporcionou um suspiro mais aliviado e eu pude inclusive sentir minha respiração se acalmar, junto com meus batimentos e a tensão que eu nem havia notado que impus sobre o corpo.

Claro que isso não diminuiu a dor, nem a culpa...

Foi só um alívio.

Algo momentâneo, uma espécie de extravasar, que me permitiria atravessar mais um dia, já que eu não tinha outra opção além de continuar. Eu devia isso aos que ficaram...

E aos que perdi.

No fundo, a minha vontade era de desabar, aproveitar que cheguei até ali e deixar meu corpo se encolher no chão. Gritar e chorar até perder todas as forças. Porém se o fizesse, não seria eu. Não era na frente de qualquer um, que eu me permitia ir tão longe. Até ali, já estava bom.

E eu de fato, planejava sair e encontrar meu pai do lado de fora, na sala de espera, como se nada tivesse acontecido. Demorar mais não era uma alternativa.

Iruka era mesmo um ótimo psicólogo, pois ele reconheceu isso. Eu podia sentir na cumplicidade de seu olhar, enquanto se encaminhava na minha direção. Eu sentia quase que sem sombra de dúvida que ele me via transparente.

“Ele me estudou... Fez bem o trabalho de casa”, concluí num deboche silencioso.

– Viu como isso pode funcionar? Sempre tem um jeito pra tudo Gaara, a gente só precisa encontrar qual é o melhor pra você. – Ele falou me estendendo a mão num aperto cordial, novamente de posse de sua altiva postura profissional, porém sem perder o sorrisinho simpático, que eu já tinha percebido lhe ser típico.

– Errado. Não tem jeito pra morte. – Eu o corrigi ácido.

– Acha mesmo? – Iruka me rebateu com certo tom de desafio. Não entendi de imediato.

– O senhor não? – Devolvi, sentindo minha expressão se franzir confusa.

– Olha... Te dizer isso aqui, pode não ser muito convencional, no entanto... – Ele fez uma pausa para olhar o relógio em seu pulso. – Digamos que eu tenha um compromisso e nós encerramos há alguns minutos atrás... Ok? – Assenti rápido, não querendo que ele demorasse muito a retomar sua fala. – Eu não tenho muita certeza sobre o que acontece depois da morte, muito menos se existe mesmo um “outro lado”. Mas acredito que podemos ser imortais, através do legado que deixamos aqui, das memórias que as pessoas que conhecemos cultivam de nós. E já que não estamos sendo profissionais agora, vou me arriscar a te dar um conselho, mesmo que não tenha pedido. Se eu fosse você, daria a imortalidade como forma de honrar a quem amo e tiraria esse peso, de guardar só pra si essa experiência, do meu peito.

Confesso que a maneira segura como ele parecia me oferecer a esperança mais realista que já tinha ouvido desde que isso tudo começou, despertou minha curiosidade.

– E como eu faria isso? – Perguntei, ainda que tentando fingir inutilmente, que não estava ficando realmente interessado.

– Há muitas formas de se fazer algo assim, mas eu acho que você já encontrou a sua. – Ele respondeu e eu tornei a franzir minha expressão em confusão.

Porém ele pousou seu olhar sobre a bolsa que eu carregava e então entendi o que quis dizer. Meio que por impulso, a abri e tirei meu diário dali, folheando rapidamente e constatando que de fato, Iruka podia ter lá sua razão.

– Eu não posso divulgar isso... Minha família, meu pai, ele... – Havia receio e temor em minha argumentação, só de imaginar a reação e o impacto deles, a exposição que algo assim causaria.

– Não está pensando direito, Gaara. – Iruka me interrompeu. – Não precisa enviar a uma editora. Pode encontrar um público mais... “Seleto”, uma forma mais... “Anônima”, de contar sua história. O importante é que ela seja contada, o importante é que alguém se importe e se toque por ela. Conhece Stephen King, não?

Fiz que “sim” com a cabeça, quase murmurando um “óbvio”. Quem não conhece Stephen King? Ou pelo menos não ouviu falar...

– Então... Como ele mesmo diz, “ficção é a verdade, dentro da mentira”... – Iruka completou.

Eu não disse mais nada, além de cumprimenta-lo educadamente antes de partir. Mas na forma como trocamos um último olhar cumplice, antes que eu saísse da sala e nos afastássemos, estavam ditas as palavras que calamos.

A partir desse dia, gastei um bom tempo pensando sobre essa hipótese. Até que enfim a dividi com algumas pessoas de confiança, fiz alguns contatos e bem... É evidente o que eu por fim concluí, já que aqui estamos.

E foi assim surgiu à ideia da obra que lerão a seguir. Se tiverem dispostos a continuar, é claro. Inicialmente, esse prólogo não existiria, mas por fim acabei achando que seria válido contar para vocês, como e porquê decidi expor tudo isso.

E também achei que o Iruka merecia seu crédito, por ter sido tão paciente e me ajudado tanto a partir desse momento.

Sendo assim, se de alguma forma, seja por real interesse ou curiosidade, querem saber o que levou a cena descrita acima, me permitam agradecer sua atenção e confiança. Acomodem-se onde quer que estejam e se preparem para mergulhar comigo, nas minhas memórias de algum tempo atrás, adaptadas com base em alguns dos meus diários pessoais. Espero sinceramente que venhamos a nos dar bem e ter uma boa experiência juntos ao longo disso.

Porém antes de tudo, é necessário fazer uma ressalva. Haverão outras ao longo da história, mas essa é importante, porque é o meu primeiro aviso: Isso não é para os fracos. Isso não é para aqueles que vieram apenas pela esperança do romance ou de “cenas quentes” (não que isso não vá existir)...

Isso definitivamente não é, para quem se julga sem estrutura com fortes emoções e ocasiões extremas.

Se esse é o seu caso, vá agora fazer outra coisa, esqueça tudo o que leu até aqui, procure novelas de TV aberta, deve ser melhor pra você.

Mas se não for...

Bem vindo, pois vou te contar como em pouquíssimo tempo, eu quase que literalmente, conheci o que se pode chamar de, Céu e Inferno...


****


Meu Deus do céu... Onde eu estava com a cabeça quando topei entrar nisso... 
Tudo bem, agora não tem volta...
É um prazer conhecê-los e apesar do nervoso e da vergonha que estou sentindo, prometo que serei bem mais gentil e atencioso com vocês, do que acabei sendo com Iruka nesse dia.
Espero realmente vê-los nos comentários...

1 de Abril de 2018 às 00:34 6 Denunciar Insira 4
Leia o próximo capítulo Gritaria

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Azarashi Onna Azarashi Onna
Boo, eu te disse que leria e estou adorando! Eu gosto muito de como você consegue representar bem a complexidade de relações familiares, de ninguém ser 100% bom ou ruim... Eu tava sem tempo, mas agora voltarei a acompanhar <3 beijosss
19 de Setembro de 2018 às 20:28

  • Boo Alouca Boo Alouca
    Eu não sei nem o que falar, só sei tremer e sentir emoção. Muito obrigada por ter dado uma chance pra minha pessoa, pra história. Ler que você gostou faz tudo valer a pena. Thank's baby! <3 22 de Setembro de 2018 às 10:55
Danielle Botelho Danielle Botelho
Não sei como comentar, mas vamos lá: já estou curiosa com a história. Tem um ar de drama e suspense Ah e me instiga e aqui estarei a cada capítulo, viu? Bjosssss e até o próximo Dani
3 de Abril de 2018 às 14:35

  • Boo Alouca Boo Alouca
    Está certíssima, drama e suspense são o que mais vai encontrar aqui. Fico muito feliz de saber que poderei contar com você ao longo disso. Realmente grato. Até mais tarde então. 4 de Abril de 2018 às 17:16
Tatu Albuquerque Tatu Albuquerque
Meu Deus, Gaara, PORQUE EU DEMOREI TANTO A TE CONHECER? Bem, calma, vamo respirar. Vai dar tudo certo!
31 de Março de 2018 às 21:29

  • Boo Alouca Boo Alouca
    Eu não sei porque você demorou, mas que bom que chegou. Prazer, eu sou uma das pessoas mais azaradas que você vai conhecer rsrs E segundo a Whatapanda, uma das mais dramáticas também... Desculpa dizer isso assim quando eu mal te conheço, mas fui olhar sua foto de perfil e caramba você é muito linda! Enfim... Obrigado pelos votos, mas não sei se alguma coisa vai dar certo aqui não... 3 de Abril de 2018 às 14:19
~

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