Centuries Before Sunrise I Seguir história

yuzistein Yuzi Stein

Em uma época em que a Romênia era Valáquia, havia um poderoso rei chamado Mircea que fazia qualquer sacrifício para proteger seu povo, porém esse rei tinha uma doença mortal, percebendo que não havia saída e que uma guerra estava se aproximando o mesmo fez um pacto, a qual vendeu sua alma e que transformou a sua doença a sua própria fonte de poder e de maldição. Mircea, o homem que deu origem aos vampiros e o avô do poderoso Drácula.


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Boala, Pactul, Si Începutul

      Em uma época em que a Romênia era Valáquia havia um rei, este rei lutava para proteger seu povo e fazer do seu país um grande império, esse rei se chamava Mircea I, O Velho. Mircea era filho do príncipe Radu I da dinastia Bassarabe, Mircea era um rei muito poderoso e muito sábio, armava grandes estratégias de guerra para derrotar seus inimigos e era um homem de muito respeito.

O rei tinha uma esposa, a qual era fruto de um casamento arranjado pelos seus pais, sua esposa era Maria Tolmay, uma mulher bela porém muito gananciosa e traiçoeira, apesar de casada fugia escondida para se encontrar com os seus amantes que eram homens solteiros da corte.

Mircea apesar de ser um rei muito poderoso ele tinha uma fraqueza, uma doença aterrorizante, que o assolava, e que o preocupava não só a si, como também aos seus leais soldados. O rei possuía uma anemia a qual na antiguidade era desconhecida, a anemia falciforme, a qual tinha muitas feridas, e algumas se tornavam carne viva. Se as feridas não estavam abertas sentiam terríveis dores pelo seu corpo a qual gritava assustando seus servos que passavam pelo seu quarto.


Mircea era um rei jovem com seus 34 anos, tinha uma aparência abatida devido às doenças e as noites perdidas pensando nas estratégias de guerra, dono de madeixas castanhas e olhos escuros com olheiras profundas, e barba pelo seu rosto. Seu corpo extremamente magro e pálido, muitos dos seus soldados se perguntavam como seu rei conseguia lutar com aquele estado físico.

Já a sua esposa era uma mulher vaidosa, usava vestidos luxuosos, e sua aparência tirava suspiros de muitos, sua pele era muito branca devido a anemia que também possuía e que era hereditária e também era causada pela falta de alimentos, já que a mesma não gostava de se alimentar, seus cabelos eram negros e olhos eram castanhos e bem sedutores, dona de um corpo magro e seios fartos que chamava atenção dos homens.

Em 1389 Mircea via que o Império Otomano estava se expandindo muito e que invadiam grandes cidades e escravizava a população, temendo pelo seu povo, o rei se aliou com o Imperador Sigismundo afim de fazer uma guerra contra a expansão do Império Otomano a qual foi muito bem planejada por Mircea.

Justamente na semana que se preparavam para atacar Mircea sentiu fortes dores pelo corpo e descobriu um grande ferimento atrás de sua coxa, vendo que os curandeiros da época não conseguia uma solução, os seus soldados procuraram ajuda até encontrar um velha cigana que dizia achar uma grande solução para o rei, os soldados a levaram para o castelo.

Em seu quarto iluminado pelas velas, deitado e sentindo grandes dores o rei gemia sôfrego se perguntando até quando aquelas dores e o sofrimento iria durar, mesmo estando deitado na sua confortável cama e sendo aquecido pela lareira, a dor continuava insuportável, de repente ouve-se três batidas, e com o gemido sôfrego deu permissão para quem passasse.

-Alteza, encontrei uma mulher a qual diz ter a solução.-Diz um dos soldados. O rei faz um gesto pedindo para que ela entrasse em seu quarto.

-Qual é a minha solução?-Perguntou o rei rodeado de soldados e a mulher em sua frente.

-Conheço uma amiga, ela vive em montes e costuma fazer rituais em plena lua cheia, posso te garantir que ela irá curar sua majestade.-Fala a velha.

-Uma feiticeira?-Pergunta o rei.

-Sim, ela pode invocar um demônio a qual pode te curar e enfrentar as guerras, até mesmo poderá lhe dar grandes riquezas e muito poder.-Falou a mulher fazendo o rei ficar pensativo.

-Onde ela costuma ficar? Irei até lá!-Falou o rei.

-Como disse antes, ela costuma ficar nos montes. Ela costuma fazer rituais envolvendo sacrifícios.-Fala a mulher.

-Que tipo de sacrifícios?-Pergunta o rei.

-Ela geralmente usa animais, mas, para atender o pedido de vossa majestade, será necessário um sacrifício humano... Um sacrifício que envolva uma criança pura.-Fala a mulher fazendo o rei ficar pensativo sobre o tal sacrifício.

-Ainda pretende fazer, majestade?-Pergunta a mulher tirando a atenção do rei.

-Sim. Irei sacrificar uma criança.-Fala o rei olhando para as chamas da lareira.

Com a chegada na noite o rei se prontificou, e os soldados capturaram uma criança pobre de rua a qual foi tratada e junto com rei e com a ajuda dos seus soldados foram levados até um monte seguindo a cigana, ao chegar no local notaram que era um local sombrio e simples. Era em meio em uma mata, ali tinha uma pequena casa e em frente a esta havia um altar que ficava dentro de um círculo com um pentagrama, o lugar cheirava a sangue, ali perto podia-se avistar uma mulher surgindo da mata, com vestes negras, dona de cabelos ruivos e olhos verdes e carregava consigo um bode.

-Ileana? O que faz aqui?-Pergunta a mulher enquanto a cigana se aproximava de si.

-O que o rei faz aqui?-Sussurra a mulher já perto da cigana.

-Eu trouxe o rei pois ele quer firmar um pacto.-responde a cigana chamada Ileana.

-Um pacto?-Fala a mulher.

-Sim.-Responde Ileana.

-Boa noite vossa majestade, o que deseja de mim?-Pergunta a mulher indo em direção ao rei logo se curvando.

-Bem, a sua amiga me informou que podes invocar um demônio a fim de me curar. Verdade...?-Pergunta o rei.

-Sim, porém para todo sacrifício há um preço caro a pagar, e não me refiro a ouro.-Fala a mulher.

-Estou ciente disso, trago uma criança comigo.-Fala o rei fazendo um gesto para o soldado apresentar a criança.

-Posso toca-la?-Fala a mulher e o rei acente.

A mulher se aproxima da criança que olhava ao redor assustada e a mulher a acalmava. A criança aparentava ter seis anos de idade, tinha cabelos loiros e olhos grandes castanhos, a aura e energia da criança era perfeita para um ritual macabro.

-Ela irá ser ótima para sacrifício.-Responde a mulher.

-Como devo chamar a senhorita?-Pergunta o rei.

-Diora.-Responde a mulher indo até o altar.

A mulher entra em sua casa e traz uma bolsa e logo em seguida volta novamente e aparece com um balde de água a qual joga no altar tirando todo todo sangue e podridão e logo em seguida espalhando água no pentagrama que subia uma fina fumaça negra e sombria, após isso a mesma abre a bolsa e tira de lá uma faca decorada com rubi e um livro estranho.

-Está tudo pronto.-Fala a mulher.

-Levem a criança.-Ordena o rei apavorando a criança que chorava e se debatia.

A mulher pede aos soldados para que segurassem a criança para dá início ao ritual, a criança se debatia desesperadamente principalmente ao ver a adaga na mão da mulher, a mesma abre o livro e ler a página em um dialeto estranho e levemente parecido com o romeno, após ler a página a mesma enfia a faca no peito da criança que cospe sangue, o sangue começou a jorrar e cair dentro do pentagrama que em seguida começa a sair uma fumaça negra que cobre o corpo da criança, e então aparece uma silhueta sentada em cima do corpo da criança.

-Quem foi o tolo? Quem foi que cuspiu em nome de Deus e recusou as portas do céu? Quem escolheu a trevas ao invés da luz?-Pergunta a silhueta com uma voz sombria.

-Eu.-Responde o rei.

-Qual irá ser o desejo tolo que irei realizar? Riquezas, mulheres...-Fala a silhueta.

-Cura. Eu quero cura para enfrentar meus inimigos e salvar o meu povo.-Interrompe Mircea.

-Interessante, negará o céu, negará a Deus para realizar o pacto?-Pergunta o demônio.

-Negarei tudo até mesmo Deus, diante de tudo e de todos.-Responde o rei.

-Ótimo, saiba que não poderá mais congregar e nem pisar em solo sagrado. Bem, você tem mais um pedido? Posso realizar até mais um.-Fala silhueta calma.

-Sim... Anseio por poder, poder para derrotar todos que opuserem contra mim e meu reino.-Responde o rei pensativo e logo respondendo.

-Certo então, para o que exatamente você quer que o cure?-Pergunta a silhueta, o rei levanta as mangas de suas vestes mostrando novas feridas se formando em seu braço.

-Entendi, sei exatamente o que posso fazer, porém existe uma condição.-Fala a silhueta.

-E qual seria?-Pergunta o rei.

-Além de devorar sua alma, você irá carregar uma maldição, que passará de geração de geração, irei transformar a sua doença a sua fonte de poder e sua própria maldição.-Responde a silhueta fazendo o rei arregalar seus olhos e olhar o altar pensativo.

-Feito?-Pergunta a silhueta.

-Feito.-Responde o rei.

A silhueta se levanta e vai em direção ao rei que logo sente-se tenso fazendo os soldados se preparem para atacar, porém o rei faz o gesto em sinal para deixar. A silhueta estende a mão direita, era uma mão negra como se estivesse há muito tempo consumida pelas chamas e com enormes unhas negras e pontiagudas, o rei aperta a mão da silhueta e logo em seguida sente uma enorme dor em todo o seu corpo, os soldados iriam atacar a silhueta mas foram lançados para o chão por uma barreira de espinhos.

O rei sentia todos os seus ossos quebrarem, seus olhos arderem e sua pele queimar, e sentia a unha da silhueta na palma de sua mão, a dor era dilacerante como se a silhueta estivesse arrancando sua mão.

-Sua sede será intensa, sua sede será por vida, vida humana, sua sede será eterna, e sua descendência carregará a sua sede.-Disse a silhueta que logo depois solta a mão do rei que cai no chão se contorcendo de dor e a silhueta desaparece.

-Majestade!-Diz um dos soldados não atingido pelo espinhos se levantar e ir em sua direção.-A Alteza está bem?

-Eu...-Fala o rei abrindo os olhos e olhando as coisas com mais detalhes.

-Que estranho.-Fala Mircea se levantando e logo em seguida sente um cheiro doce e ferroso, sentindo uma enorme sede, o rei olha para o altar e vê a criança morta.

-Que coisa estranha... -Fala Mircea.

-Vampiro.-Fala Diora olhando o rei a sua frente.

-O que?-Pergunta o homem olhando para mulher.

-A maldição... É ser um vampiro, a sede intensa e incontrolável sobre sangue.-Responde Diora.

O rei desvia o olhar da bruxa em sua frente e levanta a manga de sua veste e não encontra nenhum ferimento, se sentia leve e não sentia nenhum vestígio de dor, o mesmo olha para um dos seus soldados, alguns estavam cobertos por pequenos e finos espinhos que o olhavam chocados.

-Como se sente majestade?-Pergunta o mesmo que o ajudou.

-Estou... Estou bem, estou estranho, mas estranhamente bem...-Fala o rei em seguida sorrindo fazendo os soldados sorrir junto consigo.

O rei agradece a mulher e lhe entrega um saco cheio de ouro e joias, e dá o mesmo para a cigana e volta para o castelo encontrando Maria no salão conversando com uma das mulheres.

-O que está fazendo em pé? Você está doente não pode andar por aí.-Fala Maria.

-Não estou mais.-Responde o rei.

-Não está mais o que?-Pergunta a mulher.

-Doente... Finalmente estou curado.-Responde o rei.

-E como conseguiu?-Perguntou a mulher.

Mircea apenas sorri e vai para escritório deixando a mulher sozinha e pensativa, a mesma segue o rei o encontrando sentado escrevendo algo.

-Como você conseguiu do nada ficar bom?-Pergunta a mulher assustada.

-Isso responde sua pergunta?-Fala o homem mostrando sua boca com caninos afiados e assustando a mulher.

-O que você fez?-Pergunta a mulher se afastando assustada, o rei se levanta e vai em direção a mulher rapidamente.

-Esse assunto vai ficar somente entre nós, nada de contar a ninguém.-Fala o rei sussurrando em seu ouvido.

-Entendi, mas o que você fez?-Pergunta a mulher.

-Um pacto.-Responde o homem afastando o rosto do ouvido dela e assustando a morena.


A mulher fica paralisada encarando um ponto fixo da sala, o rei a olha e a mulher desvia o olhar e encara os olhos do rei que se transformava em um vermelho vivo a assustando. O rei se afasta totalmente da mulher e se senta e a mulher o encara assustada.

-Chame um dos guardas, e o avise que estou com fome.-Responde o rei olhando fixamente para os olhos da esposa.

-Não seria uma serva a quem devia chamar?-Pergunta a mulher.

-A comida que irei comer não vai ser as servas irá preparar, pois elas não teria coragem de matar.-Responde o rei assustando a mulher.

-No que você se transformou?-Pergunta a mulher.

-Um ser que se alimenta de sangue.-Responde ele logo em seguida desvia o olhar.-Vá e chame os guardas.

Maria se retira do lugar lentamente e vai em direção de um dos guardas que seguia o rei, ordenando o que o rei pediu ainda em choque. A mulher vai aos aposentos e se senta na cama e se põe a pensar.

-Agora sou poderosa como ele? Se eu me unir a ele, teremos um reino forte?- Pensa a mulher sorrindo levemente.

Os soldados com muito custo consegue trazer um corpo de uma jovem falecida há poucas horas, e entrega ao escritório do rei, que se sentia um pouco ansioso pela fome, ao ver o corpo da jovem desfalecida em sua cadeira, começa a tremer e pede para seus soldados se retirarem, o rei se aproxima calmamente do corpo sentindo o cheiro forte do sangue, o mesmo aproxima o rosto no pescoço e lentamente morde o pescoço da jovem moça e ali começa a beber do sangue, a sede não saciava e então começa a morder o corpo da mulher até não sobrar uma gota de sangue.

-Eu não posso continuar assim, não posso beber sangue inocente...-Diz o rei se afastando da mulher e se sentando.

-Os presos, os inimigos... É dele que irei beber...-pensa o rei olhando para o chão e logo em seguida encarando o corpo da jovem moça, o rei percebe que estava sujo de sangue e rapidamente se limpar, logo em seguida resolve chamar os guardas para retirar o corpo da jovem e a enterrar em um lugar decente. Após isso o rei reúne os soldados para se preparar para guerra.

Já prontos os dois reis reuniram seus exércitos juntos formavam 25 mil homens, apenas 10 mil eram do Sigismundo e os 15 mil era de Mircea, lutando contra 27 mil homens do Império Otomano, todos estavam no sudoeste da Valáquia, em frente a Taratul de Vidin um território Otomano e com eles vinham o soldados. Os homens formaram uma fileira como pedido por Mircea, ajeitaram seus escudos, alguns soldados temiam o grande exército otomano que pareciam bem preparado para atacar.

-Não temam eles, nós somos mais fortes, somos os mais poderosos, não curvem suas cabeças, preparem suas espadas e seus escudos, hoje será dia de sangue e de glória!-Grita Mircea que logo após ouve seus soldados urrarem de encorajamento.

-Avante!-Grita Mircea e os soldados junto com Mircea vai em direção ao outro exército que também ia em direção contra eles.

Mircea corria em direção e com sua espada matava seus inimigos cortando suas cabeças e o derrubavam com seu escudo com uma grande força, enfiava as espadas dentro dos corpos de seus inimigos com uma força impressionante, no meio da multidão que se concentrava na guerra, o rei estava com fome e aproveitando o momento o rei mordia seus inimigos que tentavam o matar ingerindo um pouco de cada sangue, os derrotando com facilidade e ajudava os seus companheiros de batalha quando se viam encurralados, e a guerra venceu com a vitória do povo Valaquiano que impediu a invasão dos Otomanos na Valáquia, e os soldados voltando para casa comemorando a vitória.

Poucos soldados feridos, mas ainda vivos para comemorarem suas vitórias, e poucos mortos para tristezas de alguns, porém a tristeza não invadiu e muito menos impediu a festa no castelo do rei, que estava cheio de homens velhos, cavalheiros e moços belos, e damas com seus vestidos decotados a procura de um homem para casar, a festa rolava com muita bebida e comida. Aproveitando a festa e a volta de Mircea ao palácio Maria começou a colocar seus planos em ação, que era seduzir seu marido.

O palácio enorme e muito bem iluminado, com suas cortinas de puro linho e de cores vermelhas, lá estava Mircea que pegou uma taça a fim de beber como costume seu vinho, ao beber logo cuspiu sentindo o gosto horrível, o rei desconfiou e olhou ao redor, todos bebiam o mesmo vinho e não apresentavam descontentamento com a bebida, achando que poderia ter alguém tentando o envenenar chamou discretamente seus soldados e os ordenaram a vigiar as pessoas presentes e a cozinha, após isso o rei tentou pegar um dos petiscos presentes na mesa e novamente sentiu o péssimo gosto da comida, o rei estranha novamente e de repente aparece Maria passando as mãos em seus ombros na tentativa de seduzir o homem, ao falar foi interrompida pelo marido.

-Pegue e me diga se está gostoso.-Fala o rei lhe entregando o garfo com uma fatia de peru assado, a mulher desconfiada aceita e come.

-Está muito delicioso. Por que a pergunta?-Pergunta a mulher pegando mais pedaço do frango assado.

-Que estranho, o sabor está horrível.-Responde Mircea.

-Deve ser coisa de sua cabeça.-Responde a esposa.

-Não, não, até o vinho está horrível. Será que tem alguém tentando me envenenar?-Pergunta Mircea.

-Se fosse veneno você estaria morto, e bem como você não caiu duro no chão agora, então não é veneno.-Responde a mulher sussurrando no seu ouvido.

-O que quer?-Pergunta o rei achando a atitude estranha da esposa.

-Uma noite...-Fala a mulher mordendo os lábios.


30 de Março de 2018 às 00:04 0 Denunciar Insira 0
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