The Price Of My Choices Seguir história

juh-hime Juh Hime

"Eu não estava desistindo de Otabek, eu so não estava preparado para tudo que ele viria a ser em minha vida" Yuri Plisetsky é um famoso modelo Russo, mal humorado e arrogante. Otabek Altin, estudante de intercambio, recém demitido e despejado de seu apartamento. Pegos em sua situação onde nem um dos dois pretendia parar, Yuri se vendo quase obrigado a dar abrigo a um estrangeiro que nunca havia visto da vida. Otabek se vendo entre aceitar ajuda daquele homem ou voltar para casa deixando todo seus sonhos e todos seu esforço ate ali pra trás. Duas historias, dois caminhos, duas personalidades, dois sonhos, dois destinos que se cruzam...


Fanfiction Para maiores de 21 anos apenas (adultos).

#Otayuri #yuri on ice #Yuri On Ice #Yuri on ice #Otabek Altin #Yaio
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Em progresso - Novo capítulo Todas as Quartas-feiras
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Um hospede inesperado?

- Adeus Yuri. Você não está, e nunca esteve pronto para mim. Você nunca esteve pronto para nós.

Observei-o pegar as duas malas e seguir em direção à porta, fechando-a ao sair. Eu o havia perdido... o amor da minha vida havia partido.







   De longe aquele era o lugar mais legal e chique que eu já havia visto em minha vida. Quando decidi que viria para a Rússia, não pensei que acabaria indo morar em um lugar tão bacana como aquele. Bem, eu também não esperava perder meu emprego de garçom e acabar sem um lugar para morar, tendo que ser ajudado pelo meu amigo de faculdade.

                  “Ele é meio rabugento, mas concordou em te ajudar, Otabeck.”

   Essas foram as palavras de Yuuri sobre o amigo do nosso professor (que também era seu namorado), que iria me dar abrigo até que eu conseguisse um novo emprego e consequentemente um novo lugar para morar.

   Minha vida tinha mudado drasticamente da noite para o dia. Eu havia conseguido a tão sonhada vaga na faculdade de Petersburgo, tinha um emprego, conseguia me manter, mas ter sido demitido por corte de pessoal não estava em meus planos. Então, quando me dei conta, estava na rua por não conseguir pagar o aluguel e implorando abrigo para o meu melhor amigo.

   Claro que Yuuri não me negou ajuda. Ele não seria capaz de fazer isso nem com um desconhecido, veja lá com um amigo, ainda mais por que assim como eu, ele também era aluno de intercâmbio e sabia o quanto era complicado. Porém, muito obviamente ele não tinha espaço para mim onde morava, e em total desespero, percebi que me restavam apenas as opções de aceitar que ele pedisse ajuda a Victor, seu namorado, ou voltar para o Cazaquistão. Então, aqui estou eu, nessa sala ridiculamente espaçosa.

   Victor havia concordado em me ajudar em consideração a Yuuri, e com isso conseguiu que um amigo que morava no centro de Petersburgo me desse abrigo por um tempo.

   Fechei a porta às minhas costas, colocando as malas no chão e observando mais atentamente o cômodo. Yuuri havia me falado que o amigo de Victor morava sozinho, então para quê tantos sofás?

   Ao todo contei três, sendo um absurdamente grande postado à frente de uma enorme janela de vidro da qual dava para ver toda São Petersburgo. A sala de estar era em formato de meia lua, ao centro uma mesa que era rodeada pelos sofás todos em cor preta, e na parede uma enorme tv. Do lado esquerdo se via uma escada e do lado direito um corredor onde Yuuri me informara que ficava o quarto que eu ocuparia ali.

   Depois de observar mais um pouco a sala e a vista que todas aquelas janelas proporcionavam, segui pelo corredor. O mesmo possuía três portas, e ao final ficava a cozinha, tão ridiculamente espaçosa quanto a sala se comparado ao fato de que ali só habitava uma única pessoa.

   “Ele viaja bastante e fica muito pouco em casa, então só entre e se acomode. Siga pelo corredor e vai achar o quarto de hóspede onde você vai ficar.”

   As instruções que Victor passara para Yuuri eram bem específicas, sendo assim ocupei o único cômodo que se encontrava destrancado ali.

   O quarto de hóspedes era simples em comparação aos demais cômodos que eu tivera acesso até aquele momento: uma cama de casal, ao lado uma escrivaninha e do outro lado um guarda roupa espaçoso. Caberia tranquilamente toda a minha quinquilharia.

   Enquanto desfazia minhas malas e guardava minhas coisas, comecei a pensar em toda a merda que já acontecera na minha vida. Quando decidi me mudar de país, não esperava acabar morando de favor no apartamento de algum ricaço chato e rabugento. Isso me mostrava que deveríamos sempre esperar grandes coisas da vida, sejam elas boas ou ruins.

   Yuuri havia me falado um pouco sobre o tal amigo do professor Victor. Yuri Plisetsky era seu nome, e ele era modelo... bem famoso. Lembro-me de zoar meu amigo por terem o mesmo nome, e Yuuri logo me repreendeu falando que o mesmo não era chegado a piadas ou coisas do tipo. Por sorte, aparentemente ele vivia viajando e estava sempre fora de casa, e bem, eu passava mais tempo na faculdade mesmo, e com certeza essa estadia não duraria muito tempo. Esperava não encontrar tanto com ele no final das contas.

   Quando terminei de guardar minha última camisa, escutei passos pelo corredor. “Droga!” Yuuri havia me falado que o cara não estaria em casa. Será que era ele? Ou pior, será que eu havia deixado a porta destrancada e algum ladrão havia entrado? Droga, droga, droga, mil vezes droga!

   Procurei no quarto qualquer coisa que pudesse me servir de arma e acabei pegando a pequena luminária que havia sobre a escrivaninha, me enchendo da coragem que eu nunca possuí na vida.

   Muito lentamente, abri a porta do quarto olhando para os dois lados do corredor que estava vazio. O barulho de passos continuava, só que agora vinha da cozinha. O bandido estava... cozinhando??

   Nas pontas dos pés, segui pelo corredor com minha arma mortal em mãos, pronto para me defender e acabar com o bandido cara de pau que invadira o apartamento que nem meu era.

   Assim que cheguei à porta da cozinha, consegui vê-lo de relance. Algumas coisas estavam espalhadas sobre a enorme bancada de mármore, e o bandido parecia estar procurando alguma coisa nos armários.

   Fui o mais cauteloso possível ao tentar me aproximar, levantando a luminária em minhas mãos pronto para acerta-lo com toda força que eu poderia reunir, e quando cheguei a alguns passos do bandido o mesmo se virou.

   O pânico tomou conta de mim e tentei acerta-lo, mas o mesmo conseguiu desviar de meus golpes e segurar meus pulsos.

   – Mas que droga.

   O bandido resmungou enquanto eu me debatia, tentando me soltar para fugir o mais rápido possível dali e chamar a polícia. Droga, por que eu não havia chamado a polícia logo de cara? Eu era muito burro e merecia morrer ali mesmo.

   –Quem é você? Por que está aqui?

   Os olhos do bandido se arregalaram e seus lábios se retorceram em uma careta.

   – Hmmm?! Eu é que faço essa pergunta! Quem é você, e por que está no meu apartamento sem minha autorização?

   Meus olhos percorreram seu rosto... seus olhos verdes profundos olhavam fixamente para mim e suas mãos me seguravam com firmeza. Seus cabelos eram longos de um loiro impecável, amarrados em um rabo de cavalo. Vestia uma calça social e as mangas de sua camisa branca estavam levantadas até os cotovelos. Droga! Como não havia percebido? Não era um ladrão, aquele era Yuri Plisetsky!

Continua.





Notas Finais


E ai o que acharam?

Bem o Beka é meio lerdinho kkkkkkk
E o Yurio é um baita homão da porra kkkkkkk

Topicos.
-Sim o Yurio é mais velho que o Beka
-Sim, o Beka e bem lerdo para achar que era um ladrão.


Aaaaa não tem muito o que falar pq se eu for falar vouu acabar dando spoiller, bem, me agraciem com a opinião de voc^s <3
3 de Março de 2018 às 03:00 1 Denunciar Insira 2
Leia o próximo capítulo E agora? Eu preciso de ajuda.

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triste a triste a
Scrr dkdkdkdk,coitado do Otabek dkndnd
11 de Setembro de 2018 às 00:00
~

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