Armadilha pra' gato Seguir história

belith__ BELITH

Leite é sempre uma armadilha para gatos, não é? Com Yuri não seria diferente, pois amava leite, no entanto, aquilo não era leite... e sim “Malibu”.


Fanfiction Para maiores de 21 anos apenas (adultos).

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Leite

Armadilha pra gato!

**


20h00min ― apartamento de Otabek

Estavam exaustos depois do treino, suas forças pareciam ter sido drenadas e não era para menos, afinal, a seleção para o grande evento estava próxima! Depois do ouro no ano anterior, Yuri estava se dedicando mais, queria a medalha mais uma vez, no entanto, estava preocupado... o porco também parecia patinar em outro nível, não só ele, Viktor também e alguém que reconhecia o potencial, mas não esperava lhe assustar tanto: Otabek Altin.

― Wah, eu pensei que fosse morrer! ―Exclamou o loiro exausto saindo do banheiro. Estava chovendo quando saíram do treino e como não tinha comida em seu apartamento, auto convidou-se para dormir na casa do amigo, Otabek. ―Beka, o banheiro está livre! ―Disse saindo para sala e percebendo a ausência do moreno. ―Beka?

― Desculpe. ―O outro logo apareceu, saindo do quarto com o cachecol meio bagunçado e sem a jaqueta, Yuri o encarou e acabou corando, Otabek era desgraçadamente estiloso, o achava incrível. Como estavam treinando o moreno usava uma calça preta de tecido fino, camiseta também preta e o cachecol. ― Você quer comer alguma coisa? Posso preparar. ―Sorriu.

― Você cozinha? ―Questionou se jogando no sofá.

― Bem, é comestível. ―Riu pegando o celular e tirando seu cachecol. Yuri observava com curiosidade, percebera que observar Otabek tinha se tornado um hobby, ele era diferente, meio quieto, pouco expressivo, inteligente, realmente gostava dele. O moreno jogou-se no sofá e acabou sentando sobre alguma coisa. ― Huh? ―Quando se levantou, percebeu um enfeite de cabelo. ―Acho que isso é seu. ―Riu entregando ao loiro o arco com orelhas de gato.

― Não ferra comigo, joga isso fora. ―Rosnou o pequeno desacreditado na fala do moreno.

― Não acha que deveria ser um pouco mais gentil com suas fãs? Digo, elas sempre estão torcendo por você. ―Odiava quando diziam isso a si, mas Otabek falava com a voz tão serena e encarava o enfeite de cabelo com olhar distante que por instantes chegou a desarmar-se.

― Me dá isso! ―Puxou as orelhas das mãos de Otabek ―O que é que tanto olha? ―Questionou analisando o mesmo e não encontrando nada. ―Francamente. ―Acabou colocando o enfeite. ―É só uma orelha de gato, não tem nada de interessante, idiota. ―Resmungou baixo como uma lamúria, a verdade é que aquele pequeno e idiota apetrecho estava recebendo toda a atenção de Otabek e isso o incomodava, estavam sozinhos agora, queria toda a atenção para si. O motivo? Bom, Yuri também não sabia, desconfiava de... bom. Desconfiava de algo, mas não queria assumir, por isso teimava ser apenas amizade.

― Yuri, ―assim que voltou seus olhos para o moreno, percebeu o celular em suas mãos ― hum, realmente, é um gato. ―Sorriu de canto.

― G-Gato? ―Corou.

― Aqui. ―Mostrou o aparelho e logo o loiro percebeu que Otabek havia tirado uma foto e colocado no papel de parede. Quando Yuri pensou em protestar, percebeu o sorrisinho bobo de Altin encarando o celular com sua foto. O que esse idiota pensa estar fazendo sorrindo desse jeito? Beka, idiota! Pensou consigo mesmo encolhendo os joelhos. ― E então, o que quer comer? ―Levantou-se caminhando rumo à cozinha.

― Lasanha. Sabe fazer? ―Era sua forma de se vingar, pedindo algo difícil.

― De frango ou carne? ―O moreno sorriu, sexy ao seu ver, colocando um avental.

― Frango~

Enquanto o moreno cozinhava, Yuri colocou a melodia de Audioslave, Like a Stone no celular. Tirou algumas fotos cômicas do moreno e o mesmo apenas ria de tudo despreocupado. Não demorou muito e o jantar estava pronto. Arroz, salada, lasanha e suco. No entanto, Yuri não gostava de beber enquanto comia. Depois do jantar, o loiro aprovou a culinária de Otabek. Arrumaram tudo juntos e o moreno, enfim, pôde tomar um banho quente. A cama de Yuri estava arrumada na sala, pois o quarto de visitas estava cheio de roupas espalhadas que o moreno não tinha desfeito as malas corretamente.

― Yuri, tem certeza de que não quer dormir no quarto? Eu não ligo de dormir aqui na sala... ―Otabek apareceu de toalha, fazendo o loiro cair do sofá. ―Y-Yuri! Está tudo bem? Desculpe. ―Otabek pareceu meio perdido.

― E-Está tudo bem! ―Corou. ―V-Vai colocar uma roupa e dormir. Boa noite! ―Jogou o cobertor acima da cabeça. Otabek não compreendeu bem o que havia acontecido e decidiu ouvir o conselho do amigo, apagou as luzes, deixando apenas o abajur aceso e foi para seu quarto, fechando a porta do mesmo. Yuri destampou a cabeça e fitou a greta da porta na parte inferior, até que a luz do quarto de Otabek estivesse apagada. Era estranho. Sentia-se estranho. Seu corpo parecia quente. O tempo passou e o pequeno loiro rolava de um lado para o outro quando, por fim, decidiu-se. ―Preciso de leite! ―Levantou rápido, como o abajur estava aceso não foi difícil chegar à cozinha. Abriu a geladeira e avistou o vidro branco. ―Te encontrei. ―Sorriu pegando o mesmo e percebendo estar pela metade. Bom, amava leite e a quantia ali dentro iria em um ou dois goles, não se preocupou, por tanto, em procurar um copo, tomou no gargalo. O líquido meio viscoso e adocicado agradou o paladar do loiro Russo que tomou tudo mais rápido do que o planejado. ―Isso... é leite? ―Questionou estreitando os olhos, não se recordava do sabor doce e forte do mesmo. Foi quando virou o frasco na busca por respostas, logo, percebendo seu engano, no rótulo dizia Malibu.

Deixou a garrafa na mesa da cozinha e voltou para cama no chão da sala. Sua cabeça latejou de leve. Aquilo era bebida alcoólica, sim? Desde quando Otabek bebia? Não sabia. Embora confessasse, era deliciosa.

Depois de alguns minutos, Yuri percebeu que não conseguiria dormir, não com aquele maldito cheiro amadeirado que estava impregnado na sala. Sentou-se e percebeu o cachecol de Otabek. ―Maldito ―pensou consigo, pois o perfume era viciante. Com agressividade pegou o mesmo e antes de lança-lo para longe... trouxe-o ao nariz e inspirou com certa demora... saboreando aquele perfume que tanto adorava. ―Beka...―Sussurrou meio rouco sentindo sua cabeça tontear, tamanha era a influência desse cheiro em seu corpo, foi quando o pequeno loiro rendeu-se, deitando e afundando seu rosto naquele tecido quente.

Enquanto isso, no quarto ali perto, Otabek virava de um lado para o outro inconformado. Não gostava da ideia de sua visita estar dormindo no chão da sala, era muita falta de consideração sua, enquanto Yuri dormia na sala estar aproveitando o conforto de seu quarto. Não, não poderia dormir enquanto não colocasse o loiro, mesmo que à força, dentro de seu quarto. E foi com essa certeza que o mesmo levantou-se, trajando apenas uma calça moletom preta, indo para sala. Abriu a porta sem fazer muito barulho, pois em sua cabeça, seria melhor se o loiro já estivesse dormindo, assim, o colocaria em seu quarto sem problemas. Caminhou calmo até o sofá, pois Yuri estava dormindo ao lado do mesmo, no entanto, sua calma desapareceu diante da cena.

― Yu..ri? ―Questionou sentindo seu corpo estremecer. Yuri estava com seu cachecol em uma mão, mantendo próximo ao rosto enquanto a outra estava dentro de sua roupa íntima. Ele... estava se masturbando?

― B-Beka... ―Diferente da reação esperada pelo moreno, Yuri o encarou com olhos lacrimejantes e face completamente rubra, ah, adorável aos olhos do mais velho que engoliu seco admirando o pequeno e memorizando seu apelido que fora pronunciado tão eroticamente.

― Yuri, o que... o que... ―Gaguejou pulando por cima do sofá e ficando por cima do loiro.

― Dói, Beka... ―Choramingou tirando a mão de sua roupa, assim, permitindo que o moreno visse o volume ali embaixo. Não estava entendendo bem, por que Yuri estava excitado? Por que parecia tão... indefeso? Além disso, por que, caralho, estava com seu cachecol? Tais perguntas esquentaram o corpo do mesmo, logo, sentindo seu membro latejar. Estava ficando excitado.

― Y-Yuri, o que aconteceu? ―Estava fodido.

― Aquilo... não era leite... ―Respondeu choroso, foi quando Otabek percebeu. Virou-se e estreitou os olhos vendo, sobre a mesa, a garrafa de sua preciosa Malibu vazia. Não acreditava. Ele bebeu pensando ser leite? Não leu o rótulo? Além disso, metade da garrafa? Merda! Merda! Sabia que deixar o loiro na sala não era certo. Voltou seu olhar para Yuri e agora estava prestes a ter um colapso. Ele bebeu, ficou... tonto e agora... excitado? De fato, aquela bebida era ótimo em esquentar o sangue, mas ficar duro? ― Por que... o seu perfume é... tão... bom, Beka? ―Foi quando compreendeu. Seu cheiro o deixou excitado. O moreno corou com a revelação, não acreditava nisso. Engoliu seco.

― Você não consegue... sozinho? ―Questionou mais para si que para o loiro e percebendo a expressão vaga de Yuri compreendeu que o mesmo nunca havia se tocado antes. Céus, sentia-se um pervertido abusivo por ter pensado isso, mas teria a primeira gozada do loiro para si. Bom, nunca pensou que diria isso, mas conhecia a si mesmo e já havia percebido seus sentimentos pelo mesmo. Otabek puxou as coxas de Yuri para perto de si abrindo mais suas pernas iria puxar a bermuda do mesmo.

― Não, Otabek! ―Gritou corado. Estava envergonhado, não queria que o moreno lhe visse de maneira tão vergonhosa.

― Escuta, Yuri... ―abaixou, mantendo seu rosto próximo ao do loiro que só sabia ficar mais e mais vermelho com a situação, a expressão preocupada de Otabek lhe deixava tão belo. ― eu preciso... tocar... para te ajudar, por favor, não dificulte... ―pediu rouco, a verdade é que estava duro também e o fato de Yuri negar só lhe sacrificava mais tempo.

― Mas eu não quero que veja... ―Seus olhos encheram-se de lágrimas e o coração do moreno foi sufocado. Mesmo assim, sabia o quão dolorosa uma ereção poderia ser. Encarou Yuri e se dera conta de que o loiro ainda estava com o arquinho de gato. Sorriu, sua sanidade já não era companhia mais.

― Seja um bom gatinho, Yuri. ―Disse afastando-se e pegando seu cachecol, com esse amarrou as mãos do loiro que o encarou assustado. Otabek parecia sério. ― Você só precisa fechar os olhos e sentir meu toque. ―Disse baixo deslizando o indicador pela barriga lisa do loiro que arrepiou-se, assim, fechando os olhos. Era bom. Otabek poderia gozar só admirando a cena, Yuri era a personificação do erotismo. Com cuidado, desceu a bermuda e cueca do loiro, deliciando com a pele alva e macia do mesmo. Permitiu-se alisar o quadril do mesmo e o interior de sua coxa antes de tocar sua ereção, percebendo o sulco que escorria. Ofegou rouco tentando se conter. Mas seria impossível. Levou seu rosto para perto de Yuri e lhe beijou o pescoço antes que sua língua umedecesse a área indo até o lóbulo da orelha, onde mordiscou de leve.

― Nyann... ―o gemido manhoso de Yuri o fez fechar os olhos com força tentando reprimir seus desejos. Começou a tocar-lhe com certa pressa, estabeleceu um bom ritmo que arrancava gemidos eróticos de Yuri, vê-lo gemer daquela forma o excitava demais, não conseguiria esperar o mesmo gozar para depois se aliviar, teria de ser agora. Tomado pelo calor do momento, afastou-se de Yuri o encarando de cima, abriu mais suas pernas, pois teria de deixar seu quadril próximo ao do loiro, ofegou rouco quando desamarrou o laço da calça e a desceu, permitindo-se respirar mais aliviado por libertar sua ereção. Yuri o encarou completamente perdido, Otabek era grande, não era para menos, já era um homem... corou ao encarar o moreno tocando-se, era sexy, másculo... não demorou para que o mesmo voltasse para perto de si e então Yuri sentiu algo quente, era o membro de Otabek que friccionava junto ao seu e ambos eram tocados pela mão hábil do moreno. ―B-Beka... ―outro gemido afeminado escorreu por seus lábios atraindo, automaticamente, os olhos negros de Otabek.

― É bom, Yuri? ―Questionou rouco intensificando o movimento e já sentindo que não demoraria a gozar, estava muito excitado. Antes que pudesse responder, Yuri fechou os olhos e abriu suas pernas, gozando intensamente. Otabek ao sentir o líquido viscoso de Yuri em sua ereção, acelerou sua mão e por fim, ejaculou também, molhando o abdômen alheio. Deixou seu rosto ao lado de Yuri e respirava forte, sua cabeça girava um pouco, fazia tempo que não tinha um orgasmo tão intenso. ― Yuri... ―quando voltou seu olhar ao loiro, o mesmo puxou seus lábios num beijo calmo, no entanto, era demais para si. Se Yuri soubesse o quanto desejou corromper seu corpo, não teria feito isso. O moreno se afastou minimamente. ―Ponha a língua para fora. ―Ordenou, sendo prontamente atendido pelo gato indefeso abaixo de si, assim, a sua contornou a mesma e adentrou a cavidade úmida que era aquela boca... tão doce, o sabor de Yuri quando misturado ao de Malibu parecia uma droga viciante e em pouco, sua ereção se fez novamente, acabando por friccionar o membro do menor que gemeu baixinho entre o beijo. ― Yuri... me desculpe... mas.... ―Sua mão estava melada de gozo e isso foi o suficiente, acariciou a entrada virgem de Yuri que espantou-se com tal, mas os movimentos circulares de Otabek o excitavam tanto que sentiu sua ereção pulsar, até mesmo Yuri desconhecia-se, Otabek lhe havia domado, estava perdido. ―Abra bem suas pernas, Yuri. ―Disse sério e logo o loiro estava como queria, com as mãos amarradas e bem exposto, cada curva de seu corpo fazia Otabek enlouquecer, queria esporrar todo seu corpo, mas se conteve, com cuidado inseriu um primeiro dígito para dentro de Yuri que deixou algumas lágrimas escorrerem, doía e Otabek sabia, pois seu dedo era espremido ali dentro. ―Yuri, tente relaxar... ―Beijou a coxa do mesmo a colocando sobre seu ombro e com isso, abrindo o canal, o que permitiu seu dedo deslizar para mais fundo.

― Kyah! ―O grito de prazer que Yuri soltou o assustou, então havia mesmo um ponto de prazer. Sorriu e logo alisou o mesmo lugar macio e volumoso ali dentro, levando o gatinho ao segundo orgasmo. ―Ah.. Ah... ―o pequeno gemia perdido no prazer que Altin lhe proporcionava. Mal havia gozado e estava duro novamente. ―B-Beka... ―chamou rouco. Foi o fim. Não poderia mais se segurar. Deslizou seu membro pelo abdômen melado de Yuri, deixando seu membro bem pegajoso e logo, puxou o quadril de Yuri para seu colo, pincelando sua ereção quente por ali. Yuri só conseguia gemer, era tão quente, o corpo de Otabek parecia estar em chamas e isso o excitava demais! Quando o mesmo forçou entrada, Yuri grunhiu, mas o moreno não desistiria, tinha de conseguir, com um pouco de força e até sorte, colocou-se todo dentro, fazendo Yuri gozar novamente.

― Y-Yuri, você está bem? ―Curvou-se ficando cara a cara com o gatinho.

― É quente, Beka... ―Sussurrou embriagado em puro êxtase, fazendo a reserva de autocontrole de Otabek esvair. Não poderia mais se segurar. Retirou-se e voltou com tudo, acertando o ponto chave de Yuri, ambos gemeram alto. A voz rouca de Otabek era música para seus ouvidos, como uma recompensa por sua dor inicial, estava dando prazer ao outro e isso era o que queria... seria injusto demais ser o único a se afogar em tanto.

― Oh... Yuri... Yuri.... ―Ofegava entrando e saindo de dentro do loiro, era quente, apertado, macio, sentia que iria derreter a qualquer momento.

Aquele movimento se repetiu por longos minutos até que o moreno gozasse sobre as coxas de Yuri. Foi insano. Assim que terminaram, Otabek soltou as mãos do pequeno que com curiosidade, levou uma delas ao membro do moreno e molhou um dedo com seu líquido, logo em seguida, levando-o aos lábios e saboreando com amor.

― Seu leite... é doce... ―Comentou baixinho corando.

― Céus! Não faça isso, Yuri. ― Otabek o puxou e levou para seu quarto. Lá, Yuri conheceu o delírio dos lábios de Otabek em sua ereção e também o contrário, pois quis aprender e acabou tendo seu rosto banhado em leite.

**

**

No outro dia ― 09h34min

A luz do Sol era intrusa. Maldita! Yuri abriu os olhos com certa irritação. Com dificuldade percebera estar na cama do amigo e o mesmo dormindo com uma expressão leve ao seu lado. Sorriu corado, Otabek era lindo. Quando virou-se, sentiu seu quadril doer e foi quando se recordou do que fizeram na noite interior. Mesmo assim, não se arrependera. Mordeu os lábios ao lembrar do sabor que pode apreciar. Então, tomado por essa memória prazerosa, Yuri beijou o rosto de Altin com carinho, logo descendo ao pescoço, beijo após beijo o moreno resmungava como um gato, quando, por fim, abriu os olhos.

― Yuri... bom dia... ―Disse rouco e nossa... sua voz era muito mais grossa, Yuri sentiu seu baixo ventre formigar.

― Levanta, Beka... ―Disse manhoso alisando o peitoral definido de Otabek, o moreno arrepiou-se com o toque meio vulgar.

― Está com fome? ―Questionou sentando na cama, permitindo ao loiro admirar seu corpo perfeito.

― Sim... ―Corou engatinhando até o moreno que observava tudo um pouco surpreso.

― E o que quer de café-da-manhã? ―Perguntou, afinal, também acordava faminto.

― Eu quero... leite. ―Sorriu sentando no colo de Otabek que o encarou assustado. ―O seu leite, Beka. Me dê mais dele. ―Sussurrou rebolando sobre o membro que logo estava ereto.

― Com prazer, gatinho. ―Sorriu segurando a bunda do loiro com ambas as mãos e apertando, fazendo o menor sentir sua ereção quente embaixo dela.

Era um dia de folga, não teriam treino e o tempo chuvoso só parecia colaborar para que Yuri se deliciasse com leite quente até enjoar.

~fim.

28 de Fevereiro de 2018 às 22:43 0 Denunciar Insira 8
Fim

Conheça o autor

BELITH Ariana|1996|Heterossexual|Fujoshi|Autora| Tradutora| Jojofag | "Escrever é arte"

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