KakaSaku - Contatos de Verão Seguir história

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Sakura precisava treinar para a prova jounin, sabendo disso ela pediu ajuda ao seu antigo sensei, afinal, ele era um shinobi surpreendente e poderia lhe ensinar muito durante os treinos. Mas o que nenhum dos dois esperava era que aquele dia de verão seria lembrado por outros motivos.


Fanfiction Para maiores de 21 anos apenas (adultos).

#Universo Natural #UN #Hentai #KakaSaku #Naruto
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Capítulo Único - Contatos de Verão

Fanfic / Fanfiction KakaSaku - Contatos de Verão - Capítulo 1 - Capítulo Único - Contatos de Verão

~ Capa e imagem do cap editadas pela Ana Paula Pereira (Nyah), créditos dos originais aos artistas. 

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Era mais um dia de verão. Um maldito dia de verão, segundo Kakashi.

Para o shinobi, Konoha era um magnífico lugar para se viver. Havia comida, água potável, serviços públicos de qualidade e segurança para todos. Mas a Vila também tinha suas estações muito bem definidas, e por conta disso, ele sofria com os dias intensamente ensolarados naquela época do ano.

O calor chegava a ser tão incomodo que ele evitava andar com o hitaiate preso à cabeça durante os dias mais quentes; ao invés disso o amarrava no braço do colete ninja e seguia para seu destino, que no momento, era um treino amigável com a ex-aluna.

Sakura havia pedido há algumas semanas que lhe treinasse para o exame jounin que aconteceria dali um mês, e desde então mantinham treinos semanais. Depois da Guerra e da reconstrução das Vilas devastadas tudo parecia se encaixar novamente, e por isso a Haruno queria se consagrar a mais nova jounin entre seus colegas, já que segundo ela, dessa forma poderia cuidar de uma ala inteira no hospital com a devida autorização.

Ele sabia que a jovem passaria facilmente na primeira e segunda etapa da prova, porém na terceira fase havia uma pequena complicação. Ela não seria examinada apenas pelo seu excelente controle de chakra ou desempenho intelectual, seria examinada como alguém que em extrema dificuldade estaria responsável e apta para coordenar uma equipe de gennins, e ainda conseguir completar a missão sem perdas.

Era um desafio estritamente planejado para ferrar com ela.

Ele se lembrava da prova que fizera quando foi sua vez, mas a cada ano que passava os examinadores se tornavam ainda mais criativos, desenvolvendo situações perigosas baseadas nos pontos fracos dos shinobis testados. No caso de Sakura, ele pontuaria ataque à distância, lentidão e a falta de dominância por um elemento; e era exatamente nisso que focavam durante os treinos.

Ele chegou primeiro ao campo de treinamento. A mania de chegar atrasado aos compromissos havia sido extirpada depois que Tsunade mandou um esquadrão ANBU caçá-lo quando se atrasou para uma reunião. Após aquele dia, evitava deixar a Senju nervosa – ou então a pupila, que tinha o mesmo temperamento e ainda não podia desperdiçar tanto tempo fora do hospital.

Ou isso era o que ele dizia a si mesmo, como se diminuísse a culpa e desejo de ficar perto da rosada que um dia fora sua aluna.

Em poucos minutos ela apareceu, pontual como sempre, e lhe direcionou um sorriso aberto, completamente satisfeita por ele já estar ali a sua espera.

— Kakashi-sensei! – falou em cumprimento, abraçando-o rapidamente em seguida.

O prateado ainda se sentia constrangido com a maneira carinhosa como ela se portava, mas retribuía à seu modo aquele contato singelo. Sakura mantinha o mesmo odor floral de menina, e ele sempre sorria ao sentir tal fragrância, assumindo que a jovem nunca perderia aquele ar pueril que a representava tão bem.

— Pronto para perder? – ela provocou, confiante pelo resultado do último treino.

Em resposta, o homem soltou um riso anasalado e arqueou uma sobrancelha, a desafiando.

— Sabe que só ganhou porque ameaçou queimar meu Icha Icha.

Sakura gargalhou verdadeiramente divertida, e ele sorriu com ela.

— Ora, se esse era o seu bem mais precioso, deveria defendê-lo com sua vida, não?

— E o que acha que fiz me rendendo? – levantou as mãos, indicando o mesmo gesto de trégua que usara na última vez.

A kunoichi balançou a cabeça, rindo da postura do sensei. Ele não mudava, seria para sempre o mesmo velho pervertido e preguiçoso.

Depois das boas-vindas – como assumia ser aquela conversa – ele caminhou até o outro lado do campo de treinamento e se posicionou, ajeitando as luvas de combate enquanto Sakura fazia o mesmo com as suas próprias, deixando o clima amistoso de lado. Eles iriam batalhar e daquele treino sairia alguma lição valiosa para ela, assim como nas últimas semanas.

Kakashi mostrou os guizos tão conhecidos e os prendeu no cinto da calça negra, tendo os orbes verdes completamente focados em seus movimentos. Assim que os olhos castanhos encontraram os verdes cristalinos, eles deram início ao treino.

Sakura atacou primeiro, lançando kunai’s explosivas. Esperou que ele desviasse como de costume, assim que Kakashi pousou na lateral do campo, ela correu até ele com o chakra concentrado nas mãos, mas como esperado, ele conseguiu desviar de toda sua combinação de golpes.

O Sharingan* era um ótimo aliado para o Hatake, o qual conseguia prever os ataques dela e ainda revidar no timming perfeito. Assim que ele conseguiu prendê-la em uma chave de braço, logo percebeu que era uma clone e se afastou a tempo de ver a verdadeira atingir o chão com um soco poderoso. Saltou para trás com o intuito de aumentar a distância entre eles e lançou shurikens na adversária, que foram prontamente rebatidas por sua kunai.

— Não se esqueça da sua fraqueza – ele disse, a lembrando de que deveria lidar com confrontos à distância.

— Fique parado e verá o quão fraca eu sou – ela respondeu feroz.

O homem até poderia tê-la rebatido a fim de que entendesse que sua intenção não era rebaixá-la, mas optou pelo silêncio e por ver sua cólera se inflar. Era sempre mais interessante duelar com ela nesse estado. A rosada avançou novamente, e sabendo da impaciência dela, Kakashi aproveitou para deixar o solo líquido com um jutsu doton, fazendo com que seus pés afundassem e ela fosse sugada até a cintura.

— Ugh! – grunhiu, tentando sair daquela lama pegajosa.

— Se quiser desistir já sabe – ele provocou, sorrindo para a jovem.

Os olhos verdes brilharam revoltosos, em seguida Sakura fixou seu olhar no barro e então concentrou chakra nas mãos novamente para impulsionar seu corpo para cima e assim que conseguiu livrar a perna esquerda, concentrou chakra na sola do pé e terminou de sair da emboscada.

Kakashi manteve seu olhar focado nela e deu um sorriso mínimo sob a máscara antes de começar uma sequência de ataques. Utilizando-se de mais jutsus no estilo doton, ele avançou contra a ex-aluna lançando várias pedras em sua direção. A Haruno defendia-se das mais próximas e se afastava cada vez mais dele, esperando que caísse na sua armadilha de linhas de chakra que a clone formava.

Sakura o manteve distraído até o momento que as linhas se prenderam as pernas dele, que após se desequilibrar, recebeu um soco certeiro capaz de impulsioná-lo para o outro lado da campina. O Hatake se levantou devagar, sentindo o ar voltar aos poucos à seus pulmões. A jovem até poderia não ter imposto toda sua força naquele golpe, mas ainda assim doía. Olhou para frente a tempo de desviar de outro ataque dela e se afastou desengonçadamente, criando clones capazes de distraí-la por alguns segundos.

Assim que conseguiu a distância planejada, optou por usar o mesmo truque barato dela. Viu quando ela socou seu último clone e em meio a fumaça sorriu para si, aquele sorriso satisfeito que lhe dizia o quão orgulhosa estava por tê-lo atingido anteriormente.

Enquanto a médica-nin escapava do rastro das shurikens que ele lançara, não percebeu que os objetos formavam uma corrente de chakra entre si e que a prenderiam no fim. Assim que viu seu corpo atado aos troncos de árvores próximos grunhiu e olhou para o sensei com ódio, vendo que ele acabava de fazer os selos de seu jutsu dragão d’água.

Em segundos o dragão se formou atrás do shinobi, e então acertou Sakura, levando-a para a outra extremidade do campo e destruindo algumas árvores ao redor. Quando Kakashi finalizou o jutsu, a médica-nin estava encharcada, parcialmente presa à árvore de antes e respirava com dificuldade, se apoiando nos joelhos.

Ele ponderou se deveria ou não aproveitar a brecha, mas decidiu que na prova ela não teria um instrutor amigo a avaliando e por isso avançou. Chutou as costelas dela, fazendo com que se libertasse definitivamente das linhas e atingisse um tronco de árvore seco. Em seguida, se portou a cima dela e socou seu rosto juvenil.

O Hatake se sentia desconfortável por bater nela com tanta violência, mas a própria havia pedido que a treinasse como se fosse Naruto ou Sasuke, que não pegasse leve consigo apenas por ser mulher, então ele mantinha a sequência de socos apenas em respeito a ela.

Após o terceiro, Sakura grunhiu irritada e juntando chakra nas mãos revidou, bastou um empurrão no tronco dele para que voasse metros à frente. A jovem levantou um pouco zonza, mas logo aplicou chakra nas têmporas a fim de que a dor de cabeça diminuísse e novamente estivesse pronta para o combate.

Nesse meio tempo, o prateado já invocava seus cães e os designava para pararem a ex-aluna. Os animais correram em direção de Sakura, que precisou se afastar um pouco mais e se deter em um confronto com os caninos. Quando ela eliminou todas as invocações, se surpreendeu ao encontrar cinco clones de Kakashi correndo em sua direção.

Esquivou da maioria dos ataques e fez seu próprios clones, equilibrando a luta e procurando atingir o original para que os outros desaparecessem. Ao sentir seu pé ser puxado por uma mão, olhou pra baixo a tempo de vê-lo emergir e chutá-la na lateral, e a rosada rodopiou no próprio eixo, firmando os pés e sacando sua última kunai ao avançar.

Fingindo que iria atacá-lo no rosto, Kakashi desviou, mas logo fora pego pela joelhada dela, que o acertou no abdômen e o fez se curvar pela dor. Sem desperdiçar as oportunidades, Sakura concentrou chakra no punho direito e acertou o rosto do sensei, o fazendo trocar de lugar ligeiramente com um tronco de árvore e então reaparecer atrás dela com uma kunai em mãos. A kunoichi revidou a tempo de bloquear a lamina afiada dele e observar os olhos vermelhos a fitando intensamente.

No fim, os dois mantinham uma luta equilibrada. Sakura sentia o suor escorrer pela lateral do rosto e via o mesmo com seu sensei, o Sol e o treino estavam castigando a ambos de modo intenso e por isso ela pensou em sugerir uma pequena pausa, mas o homem foi mais rápido.

— Eu preciso de água – revelou entre lufadas de ar.

A Haruno assentiu, grata por ele ter pensado aquilo. Caminharam até a árvore que sempre deixavam seus pertences e beberam suas respectivas águas. De repente, o jounin começou a retirar o colete ninja com pressa e a médica-nin ficou sem reação diante de seus movimentos. Ele parecia transtornado com a roupa e assim que o colete se foi, ela entendeu o porquê.

Sua blusa preta estava completamente úmida pelo suor, marcando cada músculo que ele tinha por baixo, e antes que ela pudesse perceber, a blusa também fora arrancada, revelando o abdômen perfeitamente esculpido do Hatake. Sakura engoliu a seco com a visão e tentou inutilmente disfarçar o olhar, mas o sensei tinha um corpo bonito demais para não ser visto. Por fim, ele ainda jogou o resto da própria água em si para se refrescar.

— Eu odeio o verão – proclamou.

Ela ainda estava embasbacada e por não saber o que responder, decidiu que seria melhor se hidratar. Bebeu mais dois goles de água e depois refez o rabo de cavalo alto, esperando que o homem a seguisse e voltassem ao treino. Entretanto, quando se virou e ficou cara a cara com o sensei desnudo, sentiu as bochechas queimarem.

Ele não lutaria assim... lutaria?

— Kakashi-sensei... sua blusa... – avisou, envergonhada.

Não era nenhuma puritana para estar diante daquela visão – daquele corpo – e não pensar obscenidades, mas seu querido sensei não parecia ter essa mesma perspectiva. Ele deu de ombros e elevou as mãos, pronto para recomeçar o treino.

E assim eles seguiram por mais meia hora, mas Sakura estava com medo de que ambos ficassem com hipertermia se continuassem sob o sol escaldante e treinando daquela forma intensa. Eles mal conseguiam se movimentar com rapidez e executarem os jutsus naquele ponto.

Foi quando ela tentou atacá-lo que percebeu o sério risco que corriam. Não soube como, mas sua visão escureceu e sequer chegou perto dele, a última coisa que viu foi o chão enquanto caía, mas antes que de fato o atingisse, sentiu os braços de Kakashi a amparando, e quando percebeu já estava sob a árvore conhecida deles.

O Hatake lhe deu água, o pouco que ainda sobrara de sua garrafa, e depois se atentou a roupa dela. A médica-nin vestia o short preto comum e a bata vermelha, mas com o calor excessivo, ele pensou que talvez fosse melhor que ela se livrasse da peça, como ele mesmo havia feito antes.

Kakashi abriu os três botões da peça devagar, intercalando o olhar entre a roupa e o rosto da ex-aluna. Mesmo que meio zonza, ela sabia o que ele estava fazendo, sabia que era para sua própria saúde, mas não conseguia parar de pensar que era no mínimo sexy ser despida por ele. Nunca fora boba, ela sempre observara como ele era um perfeito galã misterioso; e com o corpo que examinara mais cedo, concluía que ter parte do próprio corpo exposto não era tão ruim.

Quem sabe algo interessante acontecesse.

Terminou de ajudá-lo a baixar o zíper lateral e manteve os olhos vivazes o fitando enquanto ergueu os braços para que ele deslizasse o pano para fora de seu corpo.

— Melhor? – perguntou, levemente constrangido.

— Muito melhor – respondeu com graça.

Poderia ser apenas sua intuição, mas havia um brilho libertino e ardiloso nos olhos de Sakura, que era até então era desconhecido por ele. Desconhecido, claro, quando se referia a ela, porque já havia visto aquele mesmo olhar em outras mulheres.

Mulheres.

Foi quando percebeu que a jovem diante de si não era mais uma garotinha, e sim uma mulher formada. Sakura já era maior de idade, praticamente chefe do hospital e... tinha um belo par de busto. Ele notou como a respiração dela se mantinha rápida, fazendo o peito subir e descer, enaltecendo os montes medianos.

O sutiã negro delimitava os seios com elegância, revelando apenas a parte superior deles, deixando o mistério para qualquer um que quisesse se aventurar – com a permissão dela, obviamente. Voltou a fixar seu olhar nos verdes flamejantes e viu que qualquer vestígio da garotinha com perfume floral estava enterrado naquele momento. Havia ali uma mulher sensual e sedutora, esperando pela sua iniciativa clara e precisa.

Não precisaria esperar mais.

Com delicadeza, ele acariciou a barriga chapada, um simples contato que deixava transparente suas intenções. Sakura abaixou o olhar, vendo o caminho que as mãos ásperas faziam em si, seguindo com deleite o percurso da barriga até a nuca.

Olharam-se novamente com intensidade. A rosada se aproximou dele, inclinando o tronco e tocando com as mãos curiosas o tecido negro que escondia o rosto conhecido. Já o havia visto outras vezes durante internações no hospital, mas aquela seria diferente.

Eles estavam se enxergando de outra forma ali.

Kakashi não a deteve quando os dedos puxaram o tecido negro para cima, retirando o pano de si. Ele observou que ela o olhava com extrema atenção, dedicando alguns segundos a decorar seu rosto e ele suspirou quando os dedos dela tocaram sua face de um modo lento e significativo, se arrastando para a nuca e o puxando para selarem os lábios.

O beijo foi intenso desde o início. As bocas se arrastavam como numa dança sensual, seguindo o movimento das línguas libertinas, sentindo a respiração um do outro pesar cada vez mais. Ainda existia um pequeno fio de consciência no shinobi, considerando que era Sakura ali, mas esse frágil fio foi dissolvido quando a mulher mordeu seu lábio inferior e o puxou lentamente.

O prateado a fitou, vendo como a luxuria brilhava nos olhos verdes e sabendo que ele próprio a olhava com tamanho desejo. Suas mãos desceram para as coxas torneadas e a impulsionaram para seu corpo, de modo que ela sentasse em seu colo. Sakura apreciou a atitude com um sorriso travesso e logo acariciou cada gominho do abdômen do mais velho, observando como seu corpo arrepiava com o toque.

Ele desfez o laço de seu cabelo, libertando as madeixas rosadas para admirá-la. O rosa contrastava com o verde, a dando uma beleza angelical incomum, e quando a ex-aluna sorriu para ele, soube que estavam perdidos naquele momento.

Kakashi buscou os lábios rosados novamente. Se iriam fazer aquilo, fariam de modo apropriado, por isso rodou os corpos a deixando por baixo e deitada sobre o chão da campina, tendo o corpo másculo a pressionando. A mulher apreciou sua atitude, suspirando entre o beijo que lhe fora dado e subiu as mãos para os ombros dele, sentindo a pele do sensei cada vez mais quente e dessa vez duvidava que tivesse a ver com o dia de verão.

O mais velho voltou a beijá-la com fervor e entre um suspiro e outro se ajeitou melhor entre as pernas abertas de modo que os sexos se roçaram e fizeram pequenos arrepios surgirem na base do pescoço de ambos. Quando ele perdeu o fôlego e precisou recuperar o ar, a médica-nin mordiscou o lóbulo de sua orelha e direcionou a boca ao seu pescoço, lambendo e explorando a região ao passo que remexia o quadril, proporcionando aos dois mais excitação.

O mais velho fez o mesmo com ela, beijou seu pescoço e a cada gemido baixo proferido, sentia o próprio corpo estremecer. Parecia prestes a entrar em chamas com aquela situação, com os movimentos lentos que aumentavam a tensão entre os dois, enlouquecendo-os ao ponto de não ligarem caso alguém os visse ali.

A mão direita dele passeava pela perna dela e por fim invadiu o short negro, Sakura aprovou a atitude, abrindo ainda mais as pernas para que a tocasse. Ela já estava molhada e ele procurou seu ponto mais sensível, fazendo movimentos circulares vagarosos com o dedo médio. A mais nova arqueou as costas e tombou a cabeça para trás, deixando um gemido mais alto ser ouvido. Ele aproveitou o momento para descer os beijos até os seios dela e ali dedicar um pouco de atenção, deixou um rastro molhado até atingir o sutiã preto e com delicadeza retirou a alça esquerda, libertando o monte rosado.

A língua circundou o mamilo intumescido e no mesmo instante as mãos dela foram para sua cabeça, os dedos se infiltraram em seu cabelo e o puxaram como forma de descontar sua impotência e prazer. O dedo dele continuava com o movimento vagaroso em sua intimidade e por causa disso a jovem remexia o quadril a fim de obter maior contato, já que só aquilo não bastava.

O homem voltou a beijá-la quando começou a introduzir o dedo em seu interior, Sakura arranhou seus ombros em resposta e o beijou de forma afoita, sussurrando e pedindo por mais. O segundo dedo entrou ao mesmo tempo que ele decidiu abocanhar o outro seio dela, dividindo a atenção entre os pontos que mais lhe proporcionavam prazer.

Ela o arranhou com mais força quando sentiu o calor conhecido se acumular no baixo ventre, exigindo que ele não parasse nem por um minuto com aquela tortura deliciosa. Em poucos segundos seu interior parecia prestes a explodir e finalmente os espasmos musculares começaram, a deixando relaxada e completamente preparada para o que viria a seguir.

Sakura ainda estava languida pelo orgasmo recente quando enfiou a mão na calça dele e encontrou o pênis rijo, pronto para entrar em si. Mas antes disso, ela queria que ele também sentisse prazer, então o envolveu com um agarre firme e começou o movimento de vai e vem com destreza, ao menos, ele parecia apreciar tal ato já que rosnava em seu ouvido.

— Kakashi-sensei – falou pausadamente, um jeito para provocá-lo, insinuando o quão inadequada era aquela situação, mas que ambos não se importavam no momento; na verdade, gostavam do clima proibido da situação.

O homem respirava com dificuldade conforme o movimento da mão dela parecia cada vez mais rápido e intenso. Não ajudava em nada tê-la seminua sob si, de forma que pudesse sentir seu peito imprensado e a língua devassa deixando um rastro molhado na base de seu pescoço. Grunhiu quando a outra mão da kunoichi acariciou seu saco, fazendo com que todo seu corpo tremesse e ele precisasse de toda a concentração do mundo para não gozar ali mesmo.

— Sakura – rosnou, quando ela percebeu sua reação e continuou trabalhando ardilosamente com as mãos.

O Hatake teve que detê-la antes que realmente chegasse ao ápice. Ela piscou os olhos, primeiro confusa, depois com um brilho de malícia, sabendo o motivo de tal ação. Puxou-o para um beijo fervoroso e o ajudou a retirar a calça, mas ao passar a mão pelo cinto dele, sentiu os guizos e não evitou roubá-los. Separou-se do homem com um sorriso vitorioso e mostrou o objeto.

— Parece que eu venci de novo – brincou, mordendo o lábio inferior para manter a provocação.

O jounin deu um tapa na mão dela, fazendo com que os guizos voassem para longe deles e em seguida a beijou de forma ardente enquanto descia as mãos para o short preto e a libertava da peça. Sakura ao auxiliou na mesma tarefa e em poucos segundos ambos estavam nus e se contemplando.

Ela o olhava com a mesma estima e desejo que via nos orbes castanhos. O prateado acariciou seu rosto, tão suave que ela poderia assumir o ato como um cuidado, uma forma de continuar a mantê-la pura em sua mente. Mas Sakura definitivamente não queria isso, então enlaçou a cintura dele com as pernas e chocou suas intimidades, ganhando seu rugir rouco como resposta.

— Eu quero... – sussurrou manhosa antes de lhe mordiscar a orelha.

A pouca sanidade que tinha foi esquecida quando o membro pulsante encostou na intimidade dela, agora sem nenhuma proteção. Ali era pele na pele, e ele sentia como se tudo estivesse quente demais, como se aquele contato indevido era capaz de tirá-lo de órbita. Com calma direcionou o pênis à entrada dela e se introduziu devagar, gemendo e a ouvindo gemer tembém.

— Shiii – resmungou, estava alto demais e ele não queria atrair olhares curiosos de ninjas que fizessem a ronda da Vila e consequentemente os atrapalhassem.

Arrematou uma, duas, três e muitas outras vezes enquanto a beijava com o mesmo entusiasmo que dedicava à suas partes baixas. Sakura arranhava suas costas com força e ele sabia que ela o fazia com o intento de marcá-lo, de lembrá-lo mais tarde sobre o que fizeram no campo de treinamento, o profanando com seus desejos.

Ele suava e sentia as gotículas se misturando ao suor dela também, misturando o cheiro deles com o do campo verde, tornando aquele lugar apenas deles e de mais ninguém – nem mesmo do time 7 como um todo.

Rodaram os corpos novamente porque Sakura queria ficar por cima e ele não negaria tal pedido. Cara a cara, se viram sedentos por mais e os movimentos voltaram a acontecer, ela subia e descia num ritmo que o enlouquecia com aquele rebolado maravilhoso e Kakashi se considerava em transe enquanto a olhava, vendo os seios balançarem conforme pegava impulso.

Tocou o esquerdo e massageou o mamilo, vendo o sorriso satisfeito dela emoldurar os lábios inchados. No entanto, não se conteve só com aquilo, ergueu o tronco e abocanhou o seio direito enquanto o outro continuava a ter os dedos trabalhando para enlouquecê-la. Ela, por sua vez, o mordia no ombro e arranha suas coxas, onde conseguia o equilibro para continuar tão impetuosamente a buscar o ápice de ambos.

Ele sabia que não aguentaria muito mais tempo e esperou que o tapa na bunda dela a avisasse de tal coisa. A mais nova o olhou assustada, mas para a surpresa dele, sorriu e o beijou afoita, ainda que mantivesse o quadril se movimentando.

— Só mais um pouco... – pediu, fechando os orbes verdes para se concentrar no formigamento que sentia ao tê-lo tão profundo dentro de si.

— Fica de quatro – ele disse, esperando que ao mudar de posição conseguisse um pouco mais de tempo para ambos.

Sakura até poderia ter negado a ideia da nova posição pela vergonha que sentia, mas a vontade de gozar junto dele era maior, então fez o que lhe foi instruído. Saiu de seu colo e se apoiou nos joelhos e mãos, viu pelo canto dos olhos quando o jounin se posicionou atrás de si e sentiu os dedos dele emaranharam em seu cabelo, assim como o membro duro entrar em uma só estocada.

Ele estava curvado sobre ela e tentava abafar os gemidos com beijos, mas ambos estavam desanuviados demais para conseguirem manter as bocas quietas por tanto tempo, então simplesmente desistiram e continuaram a se movimentar. Dali em diante nenhum dos dois contiveram os gemidos, deixando-os cada vez mais altos.

Se algum ninja os visse agora... não ligariam.

Kakashi desferia tapas na nádega direita dela e vez ou outra tocava-lhe os seios, apalpando e massageando para fazê-la tremer. A Haruno, por sua vez, empurrava o quadril de encontro a ele, esperando que assim atingisse seu ponto mais profundo com força e precisão, e naquela posição sentia-se prestes a gozar novamente.

— Eu... – tentou falar, mas a respiração errática não permitia tanto.

Assim que percebeu sua voz trêmula, o Hatake começou a masturbá-la e a continuar arrematando em seu interior. Poucos segundos depois o grito dela fora ouvido e finalmente ele se permitiu gozar também, retirando o pênis dela e ejaculando em suas costas.

Os braços da kunoichi tremeram e logo se deitou confortavelmente na grama, esperando que dessa forma conseguisse assimilar melhor o que haviam feito ali, enquanto a respiração voltava ao normal. Kakashi seguiu seu exemplo e se deitou ao seu lado, a perscrutando com o olhar. Ela virou a cabeça e o fitou com a mesma intensidade, agora meio envergonhada por estar totalmente exposta à ele.

Uma brisa muito bem-vinda trouxe o característico cheiro floral da médica-nin até as narinas do homem, que não evitou se repreender pelo pensamento de outrora. Com certeza, Sakura não era a mesma menininha pura que um dia conhecera.

— Está arrependido, Kakashi-sensei? – ela perguntou, tentando entender o estranho sorriso que se formava nos lábios dele.

Os orbes castanhos fitaram o céu azul e ele ponderou por instantes. “Sensei” não deveria mais ser proferido com tanto carinho por ela, não depois daquilo, mas seria mentira se ele dissesse que não se excitava com o tratamento.

— A última coisa que estou é arrependido, Sakura.

— Que ótimo! – ela se apoiou no cotovelo esquerdo e entrou no campo de visão dele — Porque ainda temos mais um mês de treinos... e começo a achar que apenas uma vez por semana não seja suficiente.

O jounin arqueou uma sobrancelha ao mesmo tempo que um sorriso canalha se formou, causando um tremor interno na jovem. Com um movimento rápido, ele a empurrou para baixo e a beijou.

Certamente não seria o último contato de verão entre eles, e muito menos, o último treino.

Notas Finais

28 de Fevereiro de 2018 às 22:36 2 Denunciar Insira 6
Fim

Conheça o autor

Vany-chan 734 Fada do Fluffy e maluca dos angst. Luto pelo fim dos leitores fantasmas, por SasuSaku e por ShiIta, meus OTPs! "KakaSaku - Uma Chance para Nós" não será repostada aqui até ter sido devidamente betada, assim como "O Caminho que Trilhamos".

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Quézia Cristina Quézia Cristina
a RÁ! Eu disse que seu Kakashi tem um pequeno cânion pela Sakura! hahahahhaha Mas gemt essa testuda é safada mermo kkkk primeiro aquele threesome lá com o "Sensei" que tava até querendo enfiar até a Ino, revela que teve um caso com ela daqui a pouco ta passando o rodo na vila toda kkkkkk Essa Sakura... solteira sim sozinha, nem é nunca, é jamais hahahahahah Sasuke que se cuide!
28 de Fevereiro de 2018 às 17:36

  • Vany-chan 734 Vany-chan 734
    USHUASAHUASH huum, vc é uma leitora muito observadora hahaha Mas vc conseguiu perceber aqui essa relação carinhosa que eu me referi deles? É bem amorzinho no começo, mas depois começa a ficar safadinha HSAHSAUHSA OLHA, SEGUNDO O QUE EU OBSERVO NO FANDOM, ATÉ PRO KANKURO A SAKURA JÁ DEU KKKKKKKKK REALMENTE, SE ELE PODE DAR, POR QUE NÃO? Queria eu ser tão ativa quanto essa Testuda com cara de santa UASHAHSAHU Ah, sobre o Sasukinho--> essa one foi sem querer, mas eu percebi que ela dá um prólogo perfeito pra um novo projeto, a ideia era que a Sakura nao estivesse mais apaixonada pelo Sasuke aqui; sim, um novo futuro alternativo hahahah Eu tenho alergia ao cânon USHAUSHAHSHA Enfim, beijocas <3 28 de Fevereiro de 2018 às 18:00
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