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taimatsu_kinjou Taimatsu Kinjou

Em noites de tempestade muitas coisas podem acontecer... (escrita em 2011)


Fanfiction Anime/Mangá Para maiores de 18 apenas. © Kazuki Takahashi

#romance #yaoi #oneshot #sexo #lemon #thiefshipping #yu gi oh! #Marik Ishtar #Yami Bakura
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Oneshot

Um feixe de luz e um estrondo. A chuva estava forte naquela noite, a cada trovoada certo egípcio loiro de pele escura se contraia involuntariamente e seus olhos claros se fechavam.

Marik nunca gostou de chuva, pois com ela vinham as malditas trovoadas. Ele estava sentado em sua cama, encostado a cabeceira da mesma, agarrado as próprias pernas. Sabia muito bem que era um medo infantil e idiota, mas não conseguia evitar sua reação ao ouvir o estrondoso som ecoando em seu quarto.

“Quando essa chuva vai parar?” – pensava desesperado, não gostava de ficar sozinho em noites como essas, e para piorar suar irmã, Ishizu, não estava – “Será que ele tá acordado?” – pensa olhando olhando para a porta de seu quarto – “Não custa nada tentar...” – se levanta lentamente e vai ate a porta a abrindo, já receando não encontrar o outro acordado.

No quarto a frente um garoto albino se encontrava estirado em sua cama encarando o teto, em um ponto fixo, como se aquele lugar fosse extremamente interessante.

Bakura nem se dera conta que caia uma tempestade lá fora, estava perdido em seus pensamentos, pensava no egípcio, em Marik. Não entendia o “por que” de todo e qualquer pensamento aleatório acabava se desviando para o garoto de aparência peculiar. Estava se irritando com isso, já fazia algum tempo que isso acontecia, estava confuso e isso o deixava extremamente mal humorado.

“Mais que merda! Por que eu não tiro ele da cabeça!?” – esbravejava mentalmente – “Bakura o que tá acontecendo com você!? Ele é só seu amigo!” – porém quanto mais tentava entender mais confuso ficava.

Seus pensamentos são interrompidos por batidas na porta de seus quarto – Mais que droga! – reclama se levantando e caminha ate a porta – “Só pode ser o Ryuji! Espero que ele tenha uma ótima desculpa!” – pensa abrindo a porta – Espero que seja algo importante pra me tirar da cama a essa hora Ryu... – interrompe o que dizia ao sentir dois braços envolvendo sua cintura.

Ficou ali, parado, recebendo o abraço do outro. Não consegui processar nada naquele momento, estava surpreso de mais pra ter alguma reação. Com muito esforço, depois de alguns instantes saiu do transe momentâneo voltando a ter controle sob seu corpo e sua mente – M-marik! – afasta o menor – O que pensa que esta fazendo!? – o encara com espanto.

- Bakura... – diz com voz chorosa – Deixa eu dormir aqui...? – faz a melhor cara de coitado que tem o que não era muito difícil pra ele.

- Não! – responde ríspido – “Mais essa agora! Já não basta ficar me atormentando os pensamentos!?” – pensa de saco cheio.

- Por favor... – implora com voz manhosa.

O albino revira os olhos passa as mãos nos cabelos os jogando para trás, solta um suspiro e volta a olhar para o garoto a sua frente – Ia adiantar dizer não? Tudo bem... Pode entrar...

Marik nem deixa o albino terminar de falar e já corre ate a cama pulando em cima desta e se enfiando entre as cobertas. Já conhecia o local, se sentia a vontade no quarto do amigo.

Bakura fecha a porta, olha para o outro que se encontra na cama, balança a cabeça em desaprovação e caminha ate a janela. Nesse instante um trovão ecoa no lugar fazendo Marik agarrar-se nos travesseiros e se encolher mais ainda se afundando cada vez mais no colchão.

- Hunf! Já entendi por que você quer dormir aqui. – diz dando um sorriso de canto e se sentando em uma cadeira perto da janela para olhar a chuva.

Bakura sabia muito bem que Marik tinha medo de trovões, só não sabia o motivo e nem queria saber, não lhe importava. Já ele, gostava de chuva e trovões, sempre olhava para o céu em noites assim, sentia-se estranhamente bem ao ver os relâmpagos cruzarem o céu negro imponentemente. Achava aquilo maravilhoso, se deslumbrava com a beleza obscura de tudo aquilo. Ele se deixava perder na escuridão, claro que não deixava de olhar para o menor a cada trovoada, e se segurava para não rir com as reações do garoto.

O loiro por sua vez, encarava o albino com olhar interrogativo, não entendia por que o outro gostava tanto de chuva, ele achava dias como esse deprimentes, entediantes, chatos. Mesmo que quisesse entender não conseguia compreender o que o outro via de bom na chuva – Sai de perto da janela Bakura!

- Marik, você não veio para dormir? Então fica quieto e me deixa em paz! – diz com certa irritação na voz encarando o outro que agora estava sentado sobre a cama.

- Não consigo dormir. – diz fazendo cara de inocente e com voz manhosa.

“Ai, às vezes ele me irrita com esse jeito infantil!” – pensa Bakura revirando os olhos – Às vezes tenho uma leve impressão de que você é só uma criança superdesenvolvida. – solta um suspiro – Você não tá querendo que eu conte historinha pra dormir né? – solta um riso.

- E se eu quiser? – pergunta com um sorriso malicioso no rosto.

- Nem se me implorasse. – e solta uma risada divertida.

- Então vem deitar... – diz se levantando e indo em direção ao amigo – Não vou conseguir dormir com você encarando a janela. – e puxa o outro pela mão – Não sei o que você vê de interessante lá fora.

- Eu não tô com sono... – reclama sendo conduzido ate a cama – Não sei por que você não foi atrás do Yami ou do Ryuji.

- É que eu me sinto melhor com você. – da um sorriso maroto – Já que você não tá com sono... – se joga na cama – Então só fica deitado aqui. – puxa Bakura o fazendo deitar ao seu lado, muito a contra gosto.

“Mais que saco! Quando chove ele tem que ficar mais carente que o normal né!?” – pensa Bakura se ajeitando na cama.

O albino sabia que o menor não ia lhe deixar em paz enquanto não fizesse o que ele queria. O conhecia muito bem, o suficiente para saber que ele era mimado e que nunca aceitava um “não” como resposta.

Marik também conhecia muito bem o outro e sabia que ele sempre cedia aos seus caprichos, afinal de contas, Bakura não era o ser mais paciente do planeta e para não se irritar sempre fazia o que ele pedia, depois de muita insistência, claro.

Eles se aconchegam na cama, cada um virado para um lado. A cama era pequena, ambos estavam desconfortáveis. Porém Marik se sentia melhor assim do que sozinho em seu quarto.

“Já que eu tô deitado, vou tentar dormir.” – pensa Bakura fechando os olhos e relaxando o corpo esperando o sono chegar.

- Bakura... – chama se virando para o maior.

- Hum...? – já sonolento.

- Bakura... – chama de novo com voz manhosa, o que deixa o outro extremamente irritado.

O albino se vira para o outro esbravejando – Mais que merda Marik! Você não queria que eu dormisse do seu lado!? Então me deixa dorm... – Não consegue terminar de dizer pois vê dois olhos, extremamente grandes, perto de seu rosto, era possível sentir a respiração quente do outro em sua face – Marik...?

Marik se aproxima perigosamente e deposita um singelo beijo na face branca de Bakura, logo estava descendo para o pescoço pálido dando leves mordiscadas e chupões, deixando a pele marcada, e fazendo o outro soltar gemidos baixos.

“Droga! Se mexe Bakura! Afasta o Marik ou você não vai conseguir se segurar... Pera ai! O que eu tô pensando? Me segurar do que? Ele é meu amigo!” – pensava tentando afastar o outro só que seu corpo não respondia a seus comandos.

Depois de muitas tentativas, Bakura, volta a ter controle sobre seu corpo e empurra o outro com certa brutalidade – O que pensa que esta fazendo!? – encara o egípcio com a respiração ofegante.

- M-me desculpe Bakura... – ele abaixa a cabeça e sente o rosto esquentar ficando corado – Não consegui me controlar. – diz sem jeito ainda com a cabeça abaixada.

O egípcio sentia seu coração bater acelerado, descontrolado, sua respiração estava pesada, nem ele mesmo acreditava no que acabara de fazer.

“Mais que merda você acabou de fazer Marik Ishtar!? Tinha que perder o controle né!? Se o Bakura continuar sendo seu amigo vai ser um milagre!” – pensava ele tentando evitar a aproximação, mas seu corpo se mexia sozinho – “Merda! Para com isso, se controla idiota!” – praguejava mentalmente.

- M-marik...? – Bakura começava a ficar desconfortável com a situação, sentia seu rosto ficar vermelho pela aproximação do loiro – “Se ele continuar não sei se vou me segurar...” – se preocupa em pensamento.

Percebendo que não ia conseguir se controlar mais, Bakura, decide se deixar levar pelo momento. Ele toma coragem e o abraça, surpreendendo o outro, e dizendo em seu ouvido num sussurro quase imperceptível – Prometo não fazer nada que você não queira... – e dá um sorriso malicioso.

Marik trata de dar fim na distancia de seus lábios o mais rápido possível, tocando o seus lábios com suavidade e desejo.

No começo Bakura se surpreende com a ação do egípcio, não esperava que ele lhe tomasse seus lábios. Depois de ter passado toda a surpresa ele começa a corresponder ao beijo dando passagem para a língua de Marik e o puxando pela nuca para aprofundar mais o beijo, o tornando mais necessitado.

Era um beijo calmo, sem presa de explorar cada canto da boca do outro, sentiam suas línguas rosarem uma na outra timidamente, a textura, a maciez dos lábios, provavam o sabor um do outro.

Ficaram naquilo por alguns instantes. Bakura sentiu um pesar ao separar seus lábios por falta do ar finalizando com selinhos. Se encararam por algum tempo tentando processar o ocorrido e para tomarem folego.

Mas Marik não queria só aquilo, ele queria mais do que beijos e num rápido movimento fica por cima de Bakura fazendo este soltar um riso. Sem perder tempo o loiro ataca o pescoço do albino, as mãos rápidas do menor começam a desabotoar a camisa de Bakura, que se arrepiava ao sentir sua pele ser tocada pelas mãos gélidas do outro.

O albino se pós a fazer o mesmo tirando a partir de cima do pijama do outro e jogando em um canto qualquer do quarto, em seguida passa a explorar o corpo do menor com as mãos, sentindo a textura da pele morena, a maciez, o abdômen definido.

Marik toma os lábios de Bakura para si novamente dando uma leve mordida no lábio inferior dele descendo novamente para o pescoço onde passa a língua por todo aquele local. Ele desce sua boca ate o peito do outro onde deu atenção especial aos mamilos de Bakura, chupando-os, lambendo e dando leves mordidas, o que fazia o albino soltar leves suspiros.

O maior se excitava cada vez mais a cada caricia do loiro. Nunca imaginara que um dia estaria nessa situação com Marik, pois o considerava como seu melhor amigo. Não conseguia mais aguentar. Começou a gemer alto cada vez que o menor esfregava seu corpo no dele, seu membro já pulsava dentro de suas calças, que o sufocava, precisava se aliviar.

Marik sorria internamente ao ouvir os gemidos do outro e volta a trilha de beijos, descia lentamente pelo abdômen do maior deixando um rastro de saliva por onde passava, ao chegar perto da calça olha para o rosto do outro a baixo de si, que ofegava, e solta um sorriso maroto – Melhor sem isso, né Bakura? – começa a desabotoar a calça e logo estava descendo o zíper numa tortuosa lentidão.

Bakura soltava gemidos baixos seguidos de suspiros cada vez que a mão do moreno esbarrava em seu membro, já rijo, propositalmente ou não, enquanto descia o zíper de sua calça.

Depois de muita enrolação o albino finalmente sente o resto de suas roupas serem arrancadas. Ele se apoia nos cotovelos para observar Marik, que já esta posicionado entre suas pernas. O loiro sorri malicioso olhando para o membro ereto do maior, e com toda a calma e lentidão do mundo passa a língua por toda a extensão do membro a sua frente.

O albino se arrepia ao sentir a língua quente e úmida em seu membro. Se agarra aos lenços e morde o lábio inferior para evitar um gemido alto ao sentir seu membro ser abocanhado de uma só vez. Cada vez que Marik aumentava a velocidade que sugava seu membro ficava mais difícil de evitar os gemidos e a respiração fica mais pesada. Bakura leva uma das mãos aos cabelos dourados do menor enroscando seus longos dedos naqueles fios macios e sedosos.

A outra mão ainda apoiava seu corpo ligeiramente para frente. Quase que automaticamente joga a cabeça para trás deixando seus longos cabelos acinzentados escorrerem por suas costas, aproveitando o prazer proporcionado pela boca do outro.

Ao sentir que esta chegando ao seu limite Bakura faz o loiro parar o que fazia. Marik o olha sem entender o “por que” daquilo, o albino logo o puxa para mais um beijo, agora mais necessitado, e aproveita para inverter as posições.

- Não quer tirar minhas roupas Bakura? – pergunta num tom maroto se esfregando do maior e sorrido malicioso.

Bakura sorri com malicia e vai descendo as mãos ate a calça do loiro as retirando com agilidade em seguida começa a dar chupões no pescoço do moreno, e com uma das mãos massageia o membro já desperto do mesmo fazendo movimentos de vai e vem, o que fazia Marik gemer alto seu nome entre os beijos.

- B-bakura... – gemia – P-por favor... – implorava já não aguentando mais a tortura.

O albino decide que já é o suficiente e para a masturbação levando dois dedos a boca de Marik o fazendo chupa-los e volta ao pescoço moreno deixando varias marcas na pele do menor. Ao perceber que os dedos já estão bem úmidos retira-os da boca do menor e se posiciona entre as pernas do egípcio as afastando mais.

- Vou te preparar Marik. – diz com voz carinhosa encarando o outro que só balança a cabeça de acordo por não conseguir falar nada.

Sem mais delongas Bakura começa a forçar um de seus dedos na entrada apertada de Marik fazendo-o gemer de dor e se agarrar aos lenços. Aos poucos o maior começa a mexer o dedo dentro do loiro e ao perceber que este já se acostumara introduz o segundo fazendo Marik gemer mais e mais.

Marik sentia seu coração bater acelerado, sua respiração ficava cada vez mais pesada a cada segundo que passava. Para evitar um gemido mais alto, por causa da introdução do terceiro dedo do albino, Marik morde o lábio inferior fazendo um filete de sangue brotar de um pequeno corte no lábio.

Ao ver o filete de sangue, Bakura se debruça sobre o peito do egípcio e lambe a pequena gota vermelha que se formara e começa a movimentar os dedos, agora, abafando os gemidos de dor com um beijo caloroso.

- P-por favor... – geme entre o beijo – Por favor... Bakura... – ele não queria só aquilo, Marik queria sentir Bakura se movimentar dentro de seu corpo.

Bakura entende o pedido do menor, retira os dedos, segura uma das pernas dele a erguendo um pouco e com muito cuidado para não machuca-lo muito, começa a forçar seu pênis contra a pequena entrada.

- Bak... B-bakura... T-tá doendo... – geme dolorido agarrando os braços do outro e os apertando com muita força.

- Desculpe... – acaricia o rosto moreno – Você tem que... Relaxar Marik... – diz num sussurro com a respiração ofegante pela dificuldade em penetra-lo.

Marik começa a tentar relaxar corpo o máximo possível para tornar aquilo mais prazeroso para ambos e também assim deixar a passagem mais “fácil” para Bakura. Mas não deixava de gemer alto e arquear o corpo a cada movimento do albino.

Com um pouco mais de “facilidade” depois de algum tempo Bakura finalmente termina a penetração, ele olha para a face dolorida do menor e percebe os olhos claros marejados pela dor e uma lagrima que teimava em escorrer pelo belo rosto do egípcio – Tudo bem Marik? – pergunta com certa carga de preocupação na voz – Quer que eu pare?

O menor balança a cabeça negativamente limpando a lagrima e com um tom cheio de dor diz – Só... D-deixa... Eu me... Acostumar...

Bakura concorda com a cabeça sorrindo e se deita sobre o loiro lhe dando um carinhoso beijo. O menor o abraça tentando se acostumar com o outro dentro de si, sentia muita dor, mas não queria parar ali, queria mais.

Depois de alguns minutos daquele jeito Marik começa a se mexer e murmura ofegante e com o coração acelerado – Bakura... – e acaricia as costas do outro.

O maior entende que o outro já esta preparado e obedece ao menor. Começa a se movimentar com cuidado para que o loiro se acostumasse com os movimentos. No começo os movimentos são lento, mas aos poucos aumenta a velocidade e a força das estocadas de acordo com sua necessidade, e com isso, fazendo o outro gemer alto seu nome.

Um feixe de luz e um estrondo. Marik se contrai novamente fazendo o membro de Bakura ficar mais apertado dentro de si e como consequência o fazendo gritar.

- M-marik... – diz Bakura arfando muito.

- D-desculpe... – diz tremulo se agarrando ao outro – Desculpe...

- E-esquece a chuva e... Presta atenção na minha... Voz... – abraça o corpo moreno e deposita um beijo em seus lábios – Não vou deixar nada... De ruim acontecer... Com você... – sussurra entre gemidos em seu ouvido e beija seu rosto.

Marik respirava ofegante abraçando o outro com força, tentava se acalmar sentindo a respiração do maior em sua orelha e o subir e descer de seu peito.

Ao sentir que o menor já tinha se acalmado Bakura começa novamente com os movimentos, com cuidado e paciência. Num ato impensado o loiro enlaça suas pernas na cintura do albino puxando-o para mais preto de si.

Aos poucos Marik se acostuma com o ritmo imposto pelo maior e passa a acompanha-lo nos movimentos jogando seu corpo de encontro ao dele. O loiro sentia o suor de Bakura cair sobre sua pele devido aos movimentos perfeitamente sincronizados de seus corpos, gemiam e uníssono, sentindo o prazer.

Marik era jogado contra a cabeceira da cama, que rangia, o menor parecia hipnotizado com a beleza do albino, os cabelos desarrumados grudavam no rosto, levemente corado, por conta do suor que escorria por sua pele moldando a bela face perfeitamente desenhada.

Bakura se joga para trás erguendo seu corpo e leva uma das mãos ao membro de Marik, massageando-o e movendo a mão na mesma intensidade que o estocava, fazendo o loiro gemer alto com o prazer proporcionado pelos movimentos.

- B-bakura! – puxa o maior para mais perto de seu corpo, sentindo seu calor, e arranha as costas pálidas deixando marcas vermelhas de suas unhas – Eu...! – gritou sem receio de ser ouvido ao sentir como se uma corrente elétrica passasse por todo o seu corpo, se contraiu em espasmos e acabou gozando, lambuzando a mão do outro e o abdômen de ambos com seu liquido quente.

O albino também gritou sem se importar com nada ao sentir seu membro ser apertado dentro de Marik, sem conseguir se conter despejou seu liquido viscoso no corpo do moreno e se deixou cair sobre ele para recuperar-se.

Os dois respiravam com dificuldade, suas forças estavam esgotadas, sentiam o coração um do outro acelerado. Se abraçaram esperando seus corpos voltarem ao normal.

Bakura foi o primeiro a estabilizar a respiração, quando percebeu que já podia se mexer com mais facilidade se retirou de dentro do menor e se jogou ao seu lado, ainda estava cansado, olhou para o lado e ficou observando o loiro que arfava exausto, ainda com a face levemente corada. Sorriu levando a mão ate a boca provando do gozo do outro saboreando aquele liquido

Marik ainda não tinha se recuperado totalmente, sorria internamente ao sentir o liquido que o outro despejara dentro de si escorrer entre suas nádegas e pernas. Há essa altura nem se lembrava mais da tempestade que caia lá fora. Estava em estado de extasse.

O maior o puxou com cuidado aconchegando-o em seu peito, o menor o envolveu em um abraço possessivo se afundando mais nos braços do albino, ele adorava sentir as batidas do coração do outro, a respiração, o cheiro, o corpo quente, a textura da pele pálida.

- Tudo bem Marik? – pergunta com um sorriso de canto dos lábios e afagando os fios dourados do loiro.

- Sim. – da um sorriso singelo e deposita um carinhoso beijo no peito desnudo de Bakura.

Marik estava feliz com aquilo, Bakura sempre fora sua paixão secreta, nunca imaginou que aquilo poderia acontecer de verdade. Agora estava ali, na cama do albino que amava, abraçando-o após momentos de prazer e luxuria. Era perfeito, nem em seus melhores sonhos tinha vivenciado um momento tão especial como aquele, pra ele, o tempo poderia para naquele exato instante, queria que aquele momento durasse para sempre. E para que isso acontecesse preferia se calar a dizer o que sentia ao outro.

- “Te amo Bakura.” – pensava acariciando o peito definido de Bakura.

Bakura também estava feliz, agora entendia o “por que” de não conseguir tirar o egípcio de seus pensamentos, acabara de descobrir que era apaixonado por ele. Sorria internamente cada vez que se lembrava do menor gemendo e gritando seu nome. Nunca tinha percebido isso ante, era bom de mais ter Marik ali, em sua cama, em seus braços. Não queria que aquilo acabasse, preferiu deixar as coisas do jeito que estavam.

- “Te amo Marik.” – e deposita um singelo beijo no alto da cabeça do moreno.

Mais uma vez o som de um trovão ecoa pelo quarto quebrando o silencio e desviando o pensamento de ambos. Marik fecha os olhos com força e aperta mais os braços em volta do albino. Bakura deixa um sorriso escapar e abraça o menor com força passando a ele segurança e conforto.

- Melhor assim? – pergunta num sussurro com a voz rouca, ele recebe um movimento de afirmação com a cabeça como resposta e sente o outro se apertar mais em seus braços – Ótimo. – sorri e beija novamente o alto da cabeça do menor – Agora posso dormir? – recebe outra afirmação com a cabeça, Bakura ri acariciando a face do outro que apenas sorri com o afago.

Daquela noite em diante ambos ansiavam por tempestades para obterem noites prazerosas iguais ou ate melhores que aquela. Mas isso não quer dizer que Marik passou a gostar de chuva ou que perdeu o seu medo de trovões, porem, Bakura passou a deseja-las mais ainda.

Ambos se amavam, mas não notavam que era um sentimento reciproco, nem se atreviam a dizer o que sentiam por receio de estragar aqueles momentos tão especiais que passavam juntos. Eles simplesmente se deixavam levar pelo desejo e pela sedução para aproveitarem o máximo possível das noites de luxuria e prazer que um proporcionava ao outro.

- Bakura... – chama manhosamente ainda deitado sobre o peito do outro.

- Hum...? – sonolento já com o corpo relaxando tentando dormir.

- Bakura... – chama de novo se inclinando sobre o outro.

- Ah! De novo não! – reclama ao sentir seu rosto ser tocado pelos lábios macios de Marik.

OWARI

28 de Fevereiro de 2018 às 01:49 2 Denunciar Insira 0
Fim

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Taimatsu Kinjou Fanfics também no Nyah!; Spirit; fanfiction.net; ao3 e Wattpad

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Alice Alamo Alice Alamo
Olá! Notei que sua história é uma fanfic e, portanto, está na categoria errada do site. Fanfics devem ser postadas na categoria Fanfiction e os gêneros como romance, poesia, lgbt, etc, devem ser postados nas tags ;) Para alterar, basta ir em Editar configurações da história, ok?
3 de Março de 2018 às 18:36

  • Taimatsu Kinjou Taimatsu Kinjou
    Obrigada pelo aviso, nem tinha percebido, na hora de publicar acabei esquecendo de mudar pra Fanfiction. 3 de Março de 2018 às 18:49
~