Deku e a Fera Seguir história

larivalk Larivalk .

Em um certo dia, o esverdeado lê um conto de fadas e acaba se surpreendendo ao perceber que a história se assemelha muito com sua vida, a ponto de deixa-lo com medo de tanta coincidência. Como Midoriya irá lidar com estas situações? Será que o esverdeado conseguirá ter um final feliz?


Fanfiction Anime/Mangá Impróprio para crianças menores de 13 anos.

#My Hero Academia #Boku no Hero Academia #Bakudeku #Bakugo Katsuki #Midoriya Izuku #Bnha #Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
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Izuku Midoriya se perguntava se era possível algo do gênero, ou estava louco ou estava achando sua vida igual ao da personagem Bela do livro A Bela e a Fera. Claro que tinha algumas diferenças, mas a grande maioria era tudo igual o que fazia o pequeno Izuku se perguntar o que estava acontecendo a sua volta.

Simplesmente tudo batia, ele morava numa cidadezinha no meio do nada aonde todos eram ignorantes e achavam estranho quando alguém tentava ser diferente. No caso Midoriya era um rapaz pequeno sem nenhum músculo que adorava ler e escrever, algo completamente estranho para aquela cidade. Aquele tipo de coisa geralmente eram mulheres que realizavam não homens, e Izuku era um rapaz que, absolutamente, não se encaixava naquele lugar.

O único problema era q o garoto só possuía 16 anos não podia simplesmente pegar suas coisas e viajar pelo mundo. Não iria abandonar seu pai naquele lugar, seu pai adorava aquela cidade e até hoje o esverdeado não entendia o motivo, ele nem vendias os produtos naquela região precisava andar a carroça e ir para outro lugar para consegui vende todos seus trabalhos feitos à mão, seu pai fazia esculturas de madeira além de relógios e outras bugigangas.

Seu pai dizia que aquele lugar era de baixo custo, mas para Midoriya tudo possuía o mesmo preço nas outras regiões, e os vizinhos muito prestativos, mas o esverdeado só via um local cheio de pessoas ignorantes quando o motivo era sair do convencional.

O que as pessoas achariam dele caso soubessem de sua sexualidade? Ele já era taxado de estranho, certamente o classificariam como besta e o queimariam vivo, conseguia imaginar tal cena digna de um livro ou até mesmo de uma pintura.

Era nesses momentos que Midoriya gostava de ler um bom livro, havia chego um novo na pequena biblioteca, na quão ele ja havia lido todos os livros, estava muito curioso com a nova obra e logo a pegou para ler e agora se encontrava em choque pelas coincidência de sua vida com aquele livro.

- Devia fazer algo mais masculino, não? - Disse uma voz próxima a si, tinha que parar de ler em praças públicas pra evitar aquela presença. - Nunca vai achar uma mulher assim.

- Não quero me casar, estou muito bem assim. - o esverdeado respondeu parando de ler e encarou a figura pequena a sua frente - Kota sua tia sabe que mais uma vez fugiu da escola?

Kota era um garoto que adorava lhe atormentar, talvez ele fosse o Gaston do livro? Pouco provável já que no fundo o garoto não era tão maldoso ele só gostava de pregar peças e brincar com os outros e claro achava que Midoriya seria um solteirão pra sempre.

Mas uma coisa que o esverdeado nunca podia de deixar de sorrir era que Kota fugia da escola para aprender consigo a ler e escrever, sua professora não conseguia dar atenção para o moreno já que precisava dar atenção a todo uma sala.

Então o garoto fugia a fim de ter aulas particulares com o esverdeado, claro tudo escondido já que se sua tia soubesse que ele estava andando com o esquisitão da cidade para aprender a ler e escrever certamente levaria bronca.

Mas vocês devem se perguntar o que o garoto fazia em uma escola se não era para aprender? Simples a escola só ensina meninas a ler e escrever, os garotos só ficam lá brincando, desenhando aprendendo como caçar. Sim garotos de 7 anos aprendiam como sobreviver a floresta sombria enquanto garotas a tricotar ler e escrever. Um tanto estranho diga-se de passagem.

Kota queria aprender não só coisas de homens mas também a ler e escrever, ele queria viajar ao mundo e tinha escutado do pai de Midoriya que muitos homens fora daquele cidade também liam. E ele queria se o melhor dos homens, então queria aprender a ler e escrever.

O pequeno moreno roubara um livro da escola infantil para que o esverdeado pudesse lhe ensinar. Midoriya podia achar ruim o fato do garoto fugir da escola de caçadores, como ele apelidara, mas adorava saber que o pequeno queria aprender mais mesmo tendo apenas 8 anos era um garoto bem esperto.

- Vamos logo!! - O moreno saiu puxando o esverdeado enquanto olhava para os lados vendo se algum adulto os olhava. - E você pediu pro seu pai o que lhe pedi ontem?

- Sobre ele lhe ensinar como cortar madeira e fazer brinquedos? - Vendo o olhar animado do garoto.

- SIM!! ELE ME ENSINA? - Estava muito animado, queria fazer brinquedos de madeira ou até quem sabe outras coisas.

- Claro, ele disse que é só ir lá em casa que ele lhe ensinara -Disse vendo a animação do pequeno enquanto lhe puxava.

Quando chegaram em seu esconderijo, que era um pouco afastada da cidade embaixo de um grande salgueiro que ficava depois de uma ponte abandonada de pedras. Ficaram até a hora que o moreno costumava a sair da escola, Kota já conseguia ler frases mas ainda não frases muito complexas com palavras difíceis, e já estava quase conseguindo escrever frases inteiras não podia estar mais orgulhoso do pequeno.

Depois do horário se despediriam e Midoriya foi em direção a sua casa, dando a volta por fora da cidade já que seria mais rápido e evitava assim olhares tortos para si. Já que andava sempre lendo livros que muitas vezes esbarrava nas pessoas ou caia.

Quando chegou em casa achou estranho o fato de seu pai estar arrumando a carroça, já estava anoitecendo seu pai não costumava sair de noite. Se aproximou e parou próximo ao cavalo marrom chamado Bela, sim seu cavalo chamava igual a personagem do livro, mas ele tinha dado o nome a muito tempo atrás então o livro era o plagiador.

- Pai o senhor vai viajar agora? - Perguntou ao senhor loiro de aparência cansada e um tanto doente pela magreza excessiva, mas era um bom homem e cuidou sozinho de Izuku a vida toda. - Toshinori Yagi!! Estou falando com o senhor.

Seu pai tinha mantido o sobrenome da mãe para si, para que tivesse uma lembrança da falecida mulher. Os dois eram tão parecidos, seu amado filho tinha puxado tudo de sua mulher o que o confortava todos os dias vendo como o garoto tinha a personalidade bondosa e amável da falecida.

- Não me chame assim, meu filho. Eu vou viajar sim, acabei recebendo uma carta dizendo que a cidade vizinha está louca pelos meus produtos então resolvi ir hoje mesmo!! - Disse animado terminando de colocar as coisas na carroça. - Quer alguma coisa da cidade?

- Eu até pediria um livro de algum dos seus amigos novamente, mas estou lendo um que chegou recentemente. - Mostrando o livro para o pai. - O senhor precisa ler, a história bate perfeitamente com a minha, pra falar a verdade não deveria sair hoje!

- E posso saber o motivo? - Perguntou curioso.

- No livro fala que o pai da jovem sai e acaba sendo preso como refém de uma temível fera que mora em um palácio!! Então nada de entrar em palácios abandonados!! Muito menos pegar uma rota suspeita. - Disse bem sério, aquele livro seria seu novo guia.

- Meu filho tem que parar com essa sua imaginação fértil. - Deu uma risada vendo o filho encher as bochechas e fazer um bico, deu um beijo na testa do mesmo e o abraçou sendo retribuído. – Amanhã de tarde eu estou de volta, dessa vez serei rápido!!

Midoriya viu então o pai partir, fazendo com que ficasse sozinho na pequena casa. Olhou o livro e suspirou se ele estivesse certo provavelmente amanhã ou no dia seguinte Bela chegaria sozinha e assustada e restaria que ela fosse atrás do pai.

Midoriya foi para dentro da casa, seria uma boa ideia ler mais do livro e saber o que lhe aguardava caso o livro estivesse realmente prevendo os futuros possíveis de sua vida. Seu pai poderia achar que tudo era fruto de usa imaginação fértil, mas no fundo sabia que aquele livro lhe ajudaria muito no futuro.

26 de Fevereiro de 2018 às 20:08 1 Denunciar Insira 4
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Lorelay Couling Lorelay Couling
21 de Abril de 2018 às 11:07
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