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Dominique Durant


Nam Da Jung, que estava promovendo seu livro em outras cidades, retorna a Seul e procura por Kwon Yul, ex-primeiro ministro com quem teve um casamento falso, e o mesmo fica muito feliz por isso. Pois isso significa que eles terão um novo recomeço, agora sem mentiras, pois das mentiras ambos descobriram uma verdade da qual não podiam fugir. Eles estavam apaixonados, e era impossível fugir desse sentimento. Agora eles, juntamente dos filhos de Yul, seriam uma família feliz. Nam Da Jung seria a esposa de Kwon Yul, assim como mãe de Woo Ri, Na Ra, e Man Se. DISCLAIMER: “Personagens e universo original de 'Prime Minister and I' pertencem a Kim Eun Hee; história ficcional e não-oficial escrita sem fins lucrativos.”


Fanfiction Seriados/Doramas/Novelas Para maiores de 18 apenas.

#k-drama #shortfic #romance #Maintext #Disclaimer #canon #shoujo #Side-Story
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Dez Minutos

O chefe Kang disse ao candidato Kwon Yul que tinha mais alguém para entrevistá-lo, o mesmo lhe pediu para que deixasse essa pessoa entrar. Depois de alguns segundos esperando mal pode acreditar quando a pessoa entrou. Era a sua “esposa”, sua Nam Da Jung, porque para ele, eles ainda estavam casados, mesmo aquele casamento tendo sido de “mentira”, o que eles sentiam, um pelo outro, era verdadeiro. Ela estava linda com um casaco branco que ia até os joelhos, usava calças jeans azuis, uma bota preta e carregava sua bolsa em um dos ombros. Ele ficou paralisado por um breve instante olhando sem ao menos piscar.

–Primeiro Ministro, não, agora eu devo chama-lo de candidato Kwon, certo? Como vai você? Eu sou a autora do livro “Uma excitante aventura do sapo padeiro”. Eu fui designada para escrever um novo livro sobre uma pessoa que foi Primeiro Ministro, eu espero que você possa me conceder essa entrevista, candidato.

–E qual é o título do seu livro? – perguntou, tentando não parecer nervoso.

– Eu planejo chamar o livro de “O Primeiro Ministro e Eu”. – ela respondeu ainda com aquele sorriso que ele tanto amava.

–“O Primeiro Ministro e Eu”, e quem seria o personagem principal do seu livro, o “Primeiro Ministro” ou o “Eu”?

–Não seriam os dois?!

–Parece uma história divertida. Então, quanto tempo levará a entrevista?

–Mas... Eu terei mais do que dez minutos, não é?! – ela disse com um tom divertido – Você vai me ajudar?

–Eu ajudarei você.

–Obrigada. Então, permita que eu me apresente novamente. Eu sou Nam Da Jung.

–Eu sou Kwon Yul.

–Agora, podemos começar?

Naquele momento ele já não se aguentava mais, de somente vê-la ali sem reagir do modo como gostaria. Sem falar que a frase que ela tinha lhe dito quando se despediram estava ecoando em sua cabeça: “Se um dia nos reencontrarmos poderemos recomeçar de outro modo”, será que eles teriam esse recomeço? Ele então a abraçou sem dizer nenhuma palavra, pode sentir as mãos dela acariciando suas costas. Era impossível para ele descrever o prazer que sentiu ao tê-la ali consigo, poderia ficar o resto da sua vida ali com ela, olhando-a.

–Nós teremos uma vida inteira, uma vida repleta de “Dez Minutos”. Seja bem-vinda, minha querida. – sussurrou em seu ouvido, enquanto a envolvia em um abraço repleto de saudades.

–Obrigada querido!

Olharam-se uma vez mais e em seguida ele segurou a mão da sua amada e saíram dali, queria ficar a sós com ela, longe de qualquer olhar curioso. Foram em direção ao estacionamento entraram no carro e foram para casa, a princípio, ela não sabia que eles iriam para casa, mas mesmo assim o seguiu silenciosamente. Depois de uns cinco minutos ela perguntou:

–Onde estamos indo?

–Para casa!

–Você faz ideia do que a mídia pode dizer de um candidato levando uma escritora para a sua casa? – perguntou maliciosa.

–Não, não faço ideia. – respondeu com o mesmo tom de malícia, o que fez com que ela sorrisse docemente.


♦ ♦ ♦


Finalmente chegaram a sua casa, não havia ninguém, seus filhos estavam na escola e era o dia de folga dos empregados. Era tudo o que ele queria era poder ficar sozinho com Da Jung. Ela entrou e começou a olhar os porta-retratos em cima dos móveis onde estavam as fotos dos três filhos de Yul, aquelas crianças que ela amava como se fossem suas, o mais velho Kwon Woo Ri, a esperta Kwon Na Ra, e o pequeno Kwon Man Se, com um olhar repleto de saudades.


–Eles vão ficar muito felizes quando te virem – Disse abraçando-a por trás.

–Eu estou com muitas saudades deles – Ela disse pousando sua mão nas mãos de Yul e deixando escapar uma lágrima.

–Eu espero que vocês não se separem novamente, eu espero não ter que me separar de você novamente – Disse Yul voltando-a de frente para si e olhando para aqueles olhos que já estavam vermelhos de tantas lágrimas. Em seguida ela o abraçou, como uma criança que abraça um adulto em um momento de carência.

Depois de acariciar seus cabelos enxugar suas lágrimas e dela se sentir melhor ele lhe deu um suave beijo que ela correspondeu. E assim eles estavam recomeçando a sua vida á dois. Deixaram as coisas dela no quarto e quando ele ia beijá-la novamente puderam ouvir o som da campainha, deviam ser as crianças. Desceram as escadas e foram atender a porta.

–Pai!! – Nam Da Jung pode ouvir Man Se e Na Ra chamarem por Yul ao mesmo tempo enquanto desciam as escadas.

–Que bom que vocês chegaram crianças, tenho uma ótima notícia para dar a vocês – Disse Yul para as crianças.

–O que foi pai? – Perguntou Woo Ri.

–Pode vir – Disse Yul para Da Jung que estava ao pé da escada.

E então Nam Da Jung apareceu na frente das três crianças das quais ela sentia uma imensa e indescritível saudade.

Ahjumma! – Disse o pequeno Man Se correndo em direção a Da Jung.

Ela o envolveu em um caloroso abraço não podendo conter as lágrimas, em seguida Woo Ri e Na Ra vieram e abraçaram Da Jung que ainda estava com o pequeno Man Se nos braços.

Ahjumma, você veio nos visitar? – Perguntou Na Ra sorridente.

Da Jung e Yul se olharam por um segundo, e sem hesitar Yul respondeu à pergunta da filha.

–Crianças vocês sabem que o meu casamento com a Da Jung tinha sido uma farsa, que aconteceu por conta daquela foto que tiraram de nós dois, e vocês também sabem que nós começamos a gostar um do outro, não é mesmo? – Perguntou enquanto fitava os três filhos curiosos que acenavam positivamente com as cabeças – Então, crianças a partir de hoje Da Jung ficará conosco, o que vocês acham disso? – Perguntou com um olhar temeroso.

Ahjumma, você vai morar com a gente? – Perguntou o pequeno Man Se.

Ahjumma, você vai ficar com a gente para sempre? – Perguntou Na Ra com lágrimas nos olhos.

Ao vê-la Da Jung colocou Man Se no chão e se ajoelhou aos pés de Na Ra.

–Por que você está chorando Na Ra? – Perguntou chorando também.

–Nós sentimos muitas saudades suas Ahjumma – Disse o mais velho também com lágrimas nos olhos.

–Woo Ri! – Ela disse também chorando ao olhar para o mais velho. Ela se levantou e abraçou-o.

Ao vê-los tão emocionados Yul enquanto segurava Man Se, se aproximou dos três puxando uma mão de cada, disse:

–De agora em diante nós seremos muito felizes juntos, nós cinco – Todos acenaram positivamente com a cabeça.

18 de Janeiro de 2022 às 01:41 0 Denunciar Insira Seguir história
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