lmylife Larissa Barros

Quando a garota super fora de moda, Daphne Chanteuse, uma nerd nada popular em seu colégio interno Gouth'La colle, ia imaginar a tragédia prestes a acontecer, cujo uma tragédia com seu nome incluído... Parecia irreal uma garota como Daphne, tão péssima em manter um ciclo de amizade, ter em mãos um obscuro segredo, que se revelado, traria a tona consequências terríveis para seu futuro. Mas, o mais fora de realidade ainda, era uma garota como ela, ir parar em um colégio interno especializado para delinquentes, quando de vista, a imagem dos outros sobre ela, era de uma pura menina, tão inocente e ingênua, que nem a crueldade abominável do mundo lá fora, lhe desperta para o mal ao redor. Mas não, Daphne Chanteuse certamente não se tratava de uma garota pura, inconsciente da maldade do mundo lá fora. A inteligência, era somente seu disfarce, e sua falta de conversas sociáveis se dava que as três únicas amigas que ela tinha, lhe bastava, ela compartilhava um segredo obscuro com estas, não precisava de mais uma amiga para compartilhar do segredo que se revelado, no final de contas poderia ser sua ruína. Daphne e suas amigas, no entanto, somente não tinham em mente, um serial killer infiltrado no colégio, tendo como determinação, revelar os segredos dos alunos do colégio. E de todas as pessoas, talvez Daphne e suas amigas, continham um único segredo que o assassino desejava ouvir delas, e depois derramar o sangue de todas. Sangue por sangue, garota por garota. Uma por sua vez, sem piedade alguma...


Suspense/Mistério Impróprio para crianças menores de 13 anos.
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Prólogo - Um passado para matar um condenado...

Espero que gostem desse livro, como eu vou adorar escrevê-lo pra vocês. Também escrevo no Spirit, porém são fanfics, conta LMyLife, igual aqui, caso se interessem, eu vou adorar interagir com vocês lá.

Um lindo resto de noite pra todos vocês! :)

E simbora para a leitura minha linda gente! Kkkkk

Beijinhos lindos, uma ótima leitura pra todos, tomara que gostem, votem muito por favorzinho e comentem também, pois isso dá uma motivação ao autor e quem não gosta de uma motivaçãozinha? Kkkkk

Enfim, bora lá.

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Ainda me lembrava daquele dia, aquele maldito dia que fez de mim, passar da garota genuína, assim me enxergavam as pessoas, para a pessoa mais fria, vadia e calculista que poderia existir durante tal rebelião que eu causei. Eu fiz o que fiz, fiz a pior coisa que poderia ter feito, mas o fiz e agora sabia que não tinha volta, e quem dera houvesse.

No final de tantos esforços, Daphne Chanteuse realmente se tornara a vadia mais gananciosa que o mundo poderia incluir em tal, se tornara ela.

Eu me tornara ela...

Meu querido, não tão querido, mas mesmo assim, prosseguindo: Meu querido e também muito odiado diário, hoje faz oficialmente cinco anos do incidente e rebelião que eu causei. Estou dizendo em voz altíssima, não tão altíssima assim que faz definitivamente cinco anos sem ver ela. Foram dois anos para mim superar o que aconteceu em relação ao Jake, cinco anos passados. Mas acima de tudo, cinco anos tentando ser uma pessoa normal e sem segredos sombrios, que ainda digo, vai resultar em mim dentro de um caixão. Aparentemente, a morena de olhos verdes, claros como olhos ferozes de gato, fazem de mim para muitos, inclusive a minha família, a menina perfeita. Mal sabem que a perfeitinha aqui, contém um perigoso fogo nas mãos, tão mortal que nem a água pode apagar.

- Daphne. - tão facilmente como meus traiçoeiros pensamentos me puxaram para uma maré de perguntas infinitas, eles me tragaram de volta, quando uma voz que logo reconhecera, me chamara. A voz pertencente a minha madrinha Lauren, era de longe muito mais reconfortante de se escutar, do que ouvir os gritos enfurecidos de minha mãe, da noite anterior quando ela tomara a decisão que incluía fingir que eu nunca sequer fiz parte dos Chanteuse, mas na verdade, uma pequena parte de mim tampouco se importava, talvez fosse melhor do jeito que em breve aconteceria, eu nutria grande incerteza se realmente pertencia a aquela família, porque comparado a todos os membros desta, eu era de longe uma abominação. Ninguém me apontou como tal, exceto que o olhar anestesiado por muito nojo e fúria da minha mãe entregaram que era isso o que ela achava que eu sou, uma abominação da família de imagem perfeita às mídias. Eu me sentira assim na noite anterior, e eu me sinto assim até agora, mas jamais vou deixar que a mulher que eu deveria chamar de mãe, soubesse o poder de destruição que ela tinha sob mim. Me humilhar para aquela mulherzinha - que nunca será minha mãe, apenas carrega o mesmo sangue que eu e sobrenome também - estava fora de cogitação.

Quando deixei meus pensamentos de lado e olhei para a porta do meu quarto, pude ver claramente a expressão séria e entristecida da minha madrinha. Se um olhar de tristeza fosse transmissível a outras pessoas ao redor com tal, com certeza eu já estaria infectada com a tristeza profunda que os olhos claros da minha madrinha transpassavam em meio ao olhar que sob muito autocontrole e esforço, ela lançava rigidamente em minha direção.

- Ainda não está pronta? - questionou ao pousar na porta entreaberta do meu quarto. Olhei prestativa para ela, um pouco atordoada e pensei por alguns segundos em uma desculpa para justificar o porquê de não estar aprontada para ir ao primeiro dia do meu inferno particular. Bom, não tão particular assim.

- Eu estava me levantando agora mesmo pra tomar banho, avisa a Mallory que ela não precisa esperar por muito mais tempo para ter o alívio dela em saber que o erro da família ainda está "hospitalizada" em um dos quartos. Da casa dela. - a raiva que eu guardava daquela mulher que odiava tanto, mesmo sendo minha mãe, me fez explodir em fragmentos de fúria, então disparei falando, até perceber que Lauren soltou um suspiro frustrado, antes de adentrar ao meu quarto. Não sabia decifrar apenas a olhando, se a frustração que exalava dela era de mim, afinal Mallory mesmo tomando a decisão mais desumana possível para um membro da família, ainda era irmã dela, e devia ser difícil ouvir outro membro da família importante, cujo eu, afilhada(e sobrinha) dela, tratando a falar da irmã como se esta fosse o ser mais nojento do mundo e somente ao falar o nome dela a raiva demandava. Talvez eu e minha mãe estivéssemos agindo como crianças, colocando Lauren no meio, de forma a qual se ela escolhesse um lado a qual defender, estaria contra a mim ou minha mãe. Era injusto com Lauren e eu sabia disso, mas era também o meu último dia ali antes do inferno começar, então porque me importar com o número de besteiras que faria, se nem sequer iria estar por aqui para lidar com minhas "criancices"? Que dane-se tudo e todos, em especial quando torno a dizer todos, que dane-se a Mallory.

- Você ainda está chateada com a sua mãe? - Indagou a voz que em meio a escuridão, sempre seria um conforto necessário, de Lauren. Caminhando até minha cama, onde eu ainda não fizera a menção de me levantar para fora dela, Lauren sentara na ponta do conforto da cama de casal e suas mãos pousaram no meu joelho, uma carícia confortante me fez quase desejar não ter de sair daquela casa, longe da mulher que meu coração gritava odiar e distante até da pessoa que sempre seria a única a me passar tanto conforto e amor que era quase como se sem ela eu não poderia viver sem a pureza do amor. Eu confiava em Lauren mais do que fazia com Mallory, isso era claro, e eu nunca fizera esforço para esconder durante as discussões com a minha mãe, na verdade, eu fazia muita questão mesmo de jogar naquela cara de nariz em pé, toda de madame, da minha infeliz mamãe.

- Me faça mil favor, Lauren. Você não acha que eu vou ficar chateada com aquela mulher, ou isso realmente se passa no seu conto de fadas em que um dia eu possa nutrir algum tipo de amor por aquela mulher, que só o que eu tenho a agradecer é por ter me dado a vida e nada mais. - irritei-me com a mulher de cabelos loiros e olhos azuis claros, que eu amava acima de tudo, provavelmente amava muito mais que qualquer outro membro familiar que incluía em minha família.

A decepção no rosto privado de rugas por conta de juventude de Lauren, ela nem mesmo se incomodara em encobrir, no entanto eu não podia fazer nada além de ser sincera com ela, era muito melhor do que fazê-la criar as expectativas erradas de que nunca aconteceria. Quando se tratava de mim e minha mãe, nenhuma expectativa que incluía um ódio remanescente aumentar mais em nós duas era bom, os motivos se davam exatamente por quê não ia acontecer jamais, disso eu não tinha dúvidas, achei que fosse bom não criá-las na cabeça de Lauren também.

Levantei em um pulo, os lábios de Lauren se remexeram e eu sinceramente em meu último dia com a única de minha família que ainda me amava - como meus pais nunca mais o fariam se é que já o fizeram, e eu a amava em recíproco, o sentimento sendo mútuo - não sentia um ânimo sequer para iniciar uma discussão. Caminhei até o meu guarda-roupa, evasivo, só contendo a roupa que meu corpo irá se apossardepois de desfrutar de um delicioso banho. Tudo o que eu mais quero é descansar. Chega de pensar em um maldito de um passado perturbador, chega de pensar nas mentiras que vou ter a dizer e nos segredos que carrego comigo, isso até o fim, e principalmente, chega de deixar meus pensamentos se levar nas mentiras que a partir de hoje, eu vou ter de viver sob tais. É mesmo triste quando uma só mentira acabou por destruir a mil verdades e um sentimento que eu queria muito comigo, o sentimento, a sensação de ter minha família, de ter a Lauren e saber que ela me ama, muito, muito e muito, tal como eu a amo.


A água fria e ao mesmo tempo tão relaxante, percorreu deliciosamente pelo meu rosto e foi percorrendo para o corpo de que eu não me importava em manter sob forma. Com mãos delicadas e estendidas, em pé na banheira cheia, rodei a torneira que enchia a banheira para o lado ao contrário. Com o chuveiro desligado, não hesitei em fazerexatamente o que determinei mentalmente que faria; desfrutar de um banho delicioso e relaxante. As têmporas que quando criança eu acreditava ser os cotovelos, agora sabia que não, ardiam dolorosamente e só o que eu queria desesperadamente, era relaxar, se deixar levar pela calmaria, quando só o que não existia em mim era calma e nunca seria. Devagar, tomada pela lentidão e tardança do momento que escolhi para relaxar, fechei preguiçosamente as pálpebras, logo em seguida, sentindo uma leve dor agoniante nas têmporas. Porém isso não me impedira de continuar com os olhos verdes muito claros, de que na verdade eu odiava, fechados. Tornei a apertar mais constantemente as pálpebras, conforme a dor foi se tornando mais dolorosa e agoniante para o meu cérebro lidar.

- Daphne. - debatendo-me contra a dor nas têmporas, só parei quando minha audição processou alguém me chamar. E não podia ser. Não podia ser ela. Só podia estar delirando.

- Sage!? - eu pronunciei aquele nome que só de falar, me dava arrepios amedrontantes. Com muito esforço com a dor ainda nas têmporas, abri os olhos, o esmeralda florescente que exalava dos meus olhos pesando uma tonelada dolorosa atrás das pálpebras. Rapidamente, senti a dor nas têmporas se intensificar, fazendo-me arrepender do ato de rapidez com que abrira os olhos.

Espasmos de água escorreu ao meu rosto branquelo e bochechas avermelhadas, por meus movimentos bruscos que fiz para me sentar na banheira.

- Não consegue me tirar da cabeça, né vadia. A culpa te corrói, não é. - era ela, eu estava olhando para ela, a Sage Dominguez depois de cinco anos da morte da maldita. O sorriso, exibindo dentes brancos e não tão afiados, era o mesmo. Só podia ser ela, a vadia que eu tanto odiava e que estava morta.

- Sage, é você? - meus lábios rosados e semi molhados formou um "o", com tamanha a surpresa em ver a garota que deu início cinco anos de perturbação a mim.

Sage fez questão de sorrir com cinismo, diante as minhas indagações.

- Você sabe que sim, vadia. Sempre vai ser eu a te atormentar.

Tinha algo de errado, isso eu sabia. Por quê Sage estava a me tratar daquela maneira? Afinal, o quê eu fiz para Sage tratar de me desprezar?

- Qual é o seu problema, Sage? - perguntei a ela. - O que eu fiz para você estar me tratando assim? Tão fria. - não hesitei em deixar nítido, do quão confusa estava com a situação.

- Ah você sabe muito bem, você me matou! - Sage rosnou para mim.

- Não, eu não matei você, mas você está morta, pelo menos pensei que estivesse morta! - eu disse, isso apenas para observar enquanto Sage me olhava como se eu tivesse falado a maior besteira do mundo. Por fim, Sage riu alto, fazendo emitir eco nas paredes brancas e floridas do banheiro de meu quarto que logo não me pertenceria mais.

- Oh querida - disse Sage de maneira zombeteira. -,não acredite em tudo que lhe digam. - pude ter certeza de que não era um sonho ou pesadelo; aquela era a pura e maligna, Sage Dominguez. - Afinal, as coisas se resolvem com apenas fragmentos da real história mal contada.

Com isso, comecei a balançar a cabeça, soltando a presilha azul que prendia os fios negros, em negação com tudo o que ouvia dizer a menina que eu acreditava estar morta.
- Você está enganada, Sage. - vociferei um pouco alterada. - Mentiras não adiantam de nada, elas te matam e você está morta por causa delas, foi o que você fez com aquela garota que acabou cavando o seu próprio túmulo. - o medo de estar errada, não me amedrontava, só me encorajava mais. O que me agoniava de certa era conversar com a "morta". Sage estava morta, morta, morta e morta a mais de três anos.

- Todos mentem pelo menos uma vez na vida, querida. - começou Sage, mas eu a interrompi a tempo de ouvir o que não me permitiria dormir sem o pensamento de que ela estava certa.

- Não igual a você. - Proferi dolorosamente entre as lágrimas presas pelas pálpebras, com muito esforço para não cair, chorar, mesmo que o choro fosse de pura raiva por Sage, na frente da mesma, estava inteiramente fora de cogito. - Mentir uma vez é normal, é humano. Mentir duas, três é vício, é doentio, você é doentia e você se matou sozinha, cavou sua própria cova, não foi ninguém que o fez por você.

- Você mentiu pra polícia em relação ao Jake, em relação ao o que você fez com o Jake. - Sage disse. Por quê diabos Sage me olhava tão profundamente, como se a qualquer momento fosse me atacar? Eu odiava isso, me odiava se isso queria dizer ter medo daquela maldita. - E também mentiu em questão a mim! - ergui uma sobrancelha, confusa.

- Eu não menti. - protestei contra suas palavras. - Naquela noite eu te vi sair, e você não voltou mais. Foi isso que eu disse pra polícia. - disse eu, finalmente podendo ver que Sage estava querendo me assustar, aquela carinha de santa dela a entregava.

- Você só esqueceu de um detalhe que poderia colocá-la na cadeia. Você me machucou. - com isso, pisquei duas vezes e quando meus olhos estavam totalmente abertos e um pouco arregalados, descobri que Sage havia desaparecido da minha frente. E agora no lugar da megera que eu jurava estar morta, somente não por mim, estava Abigail Lockervood.

Abigail Lockervood costumava, isto é na época do ensino fundamental, ser uma de minhas poucas melhores amigas. Eu dizia odiar qualquer um que se dissesse "filhinho de papai e mamãe", porém Abigail com belos cabelos encaracolados nas pontas afiadas, ruivos escuros, era a única exceção que eu abria para este título de "riquinha". Ela era a única em meio a um milhão de garotas que eu odiava, ela era a única, com aqueles cabelos que eu dizia cobiçar de brincadeira, ela se tornou uma das poucas pessoas que eu sentia poder confiar. E até hoje, eu o fazia.

- Onde está a Sage? - eu perguntei ao passarem-se alguns instantes.

- A terra é para os vivos, e a Sage não está mais viva. - disse Abigail, um sorriso maldoso e sacana plantando nos lábios dela, o que a fazia parecer como as outras garotas super ricas do ensino fundamental que eu odiava.

- O que quer dizer? - perguntei. - Eu acabei de falar com a Sage, Big. Por favor, me diz que eu não estou ficando maluca, por favor me diz Big, me diz, sua ruiva desgramada, me diz. - eu me desesperei, implorando e usando do apelido idiota, sempre dissera ela, que eu a dera, e ofendendo-a como tinha frequência em fazer por brincadeira.

- Você não pode falar com a Sage, ela está morta. - Big insistiu em me contrariar. - E você a matou.

- Não, eu não a matei. - eu me alterei, levantando-me da banheira, o frio do ar condicionado gelando meu corpo despido das peças do pijama.

Observei cada passo, quando Big se aproximou devagar, assustadoramente.

- Você matou Sage Dominguez. - Big estava sussurrando em meu ouvido. Aquilo fez meu corpo arrepiar, e de repente me vi perguntando "eu matei Sage?". As lágrimas que me esforcei tanto em guardar, finalmente se expiraram. E vieram para encharcar meu rosto de maneira tão dolorosa, que fizeram minhas pálpebras arderam e doeram mais que as têmporas, instantes atrás. Eu tentei me sentar, mas Abigail não deixou, agarrando meu braço direito. - Você matou a Sage, e vai pagar tragicamente por isso, pode acreditar. - senti minhas costas latejar de dor, quando um dos ossos bateu com força no fundo da banheira com o empurrão forte e pegado-me de surpresa, de Abigail.

Quando me sentei novamente na banheira, me recuperando do choque das costas batendo dolorosamente, descobri que tanto Sage, quanto a Abigail haviam desaparecido.

- Assassinas merecem mais do que costas dolorosas, não acha. - me assustei com a voz despertando-me da ardência e dor nos ossos das costas.

- Britney, Britney é você. - murmurei para a minha amiga de infância que eu aprendi a gostar, iniciando uma amizade primeiramente nascendo do fruto de uma inimizade. Britney, apelidada de Brit, uma loira de olhos negros claros, tão bonita que nem a noite pode fazer diferente. O jeito sagaz que ela me encarava, era de longe muito assustador. - Britney, por favor, tem que acreditar em mim. - pedi com medo, bem diferente de como eu sou. - Eu não matei a Sage.

Britney tombou a cabeça para o lado e sorriu cínica para mim, isso a fazia parecer uma maníaca.

- Pobre Daphne. - Britney disse em tom de lamentação falsa. - Ninguém acredita nela.

-Britney... - comecei, mas fui interrompida.

- Cale a boca! - mandou Britney, nervosa. - Você matou Sage Dominguez e como a Abigail mesmo disse - Britney estava ajoelhada do lado de fora da banheira. Uma mão passou pelo meu rosto, mas eu me encontrava muito vulnerável para retirar. E eu não queria tirar a mão, com o toque suave que minha amiga começou a fazer. -,você vai pagar por isso. - agarrando os fios negros de meu cabelo, Britney assustadora, arrastou minha cabeleira para dentro da banheira, sem me dar tempo de protestar.

No final de contas, eu parecia dar-me conta de que...

"Talvez ser condenado a morte estivesse no destino de todos aqueles que conhecerem Sage Dominguez;aqueles que machucaram ela;aqueles que tocaram nela..."
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15 de Janeiro de 2022 às 02:10 0 Denunciar Insira Seguir história
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