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Deixe-se levar por essa sinfonia hipnótica e dance comigo a noite toda sobre esse céu estrelado, num lugar onde não vamos ser atrapalhados. Perca-se nessa valsa até o seu último suspiro, deixe essa doce melodia ocultar seus gritos de pavor enquanto eu conduzo a sua última dança, fazendo o vermelho se tornar a cor mais atrativa que seus olhos já viram.


Fanfiction Bandas/Cantores Para maiores de 18 apenas.

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O início da temporada de caça

Escrito por: MinYoung-soo / @GatinhoMinmin


Notas iniciais: Olá pessoas! Espero que vocês gostem desta trama tanto quanto eu. Lembrando que a fanfic não será tão violenta quanto aparenta ser, então tenham paciência comigo, é a primeira vez que escrevo uma fanfic polícial.
Venham acompanhar o desfecho da história do detetive Kim e do seu misterioso e belo namorado Jeon Jungkook.
Boa leitura.

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O céu se fechava aos poucos, deixando a noite com uma aparência cada vez mais mórbida, as ruas se tornavam acinzentadas lenta e graciosamente, deixando a sua beleza um pouco pesada e obscura. Estava muito claro que logo o céu iria desabar. Correndo como nunca antes, eu enxergava as coisas passarem como borrões acinzentados, causando-me uma certa vertigem. A adrenalina corria solta pelas minhas veias, deixando-me atento a tudo o que se passava ao meu redor, enquanto meus batimentos cardíacos eram tão desregulados quanto os ponteiros do meu relógio de bolso.

Via-me preso em um labirinto sem fim que constantemente estava sendo manipulado e — como se tudo fosse apenas um jogo, onde cada vez que eu errasse ou não jogasse conforme eles tinham planejado —, uma pessoa morreria para me alertar que o que fiz, ou deixei de fazer, não estava de acordo com as regras do jogo.

Era como se estivesse preso em um tabuleiro de xadrez onde as demais peças se matavam pelo divertimento do seu rei psicopata apaixonado por jogos sangrentos. O monarca observava a matança com um sorriso orgulhoso nos lábios e um brilho sádico nos olhos.

Infelizmente, nesse jogo indeciso e incerto, eu era o cavalo que possuía as duas patas traseiras machucadas, não podendo me mover sem que algo de ruim acontecesse e muito menos atacar como queria sem que as consequências batessem em minha porta, afinal, estava sendo observado. Tinha um pensamento preso à minha mente turbulenta, enquanto eu corria pelas ruas desertas de Seul em plena madrugada. A conclusão que cheguei era que somente poderia tentar me defender enquanto o tempo se esvaía diante dos meus olhos e uma balança, a todo momento, pesava as consequências dos meus atos.

O arrependimento trilhou um caminho profundo até a minha mente um tanto exausta, deixando-me estressado com o quão tolo fui, enquanto as primeiras gotas cristalinas caíram com a velocidade de um assassino com o dedo no gatilho, molhando-me, e como lágrimas de um inocente se espalham por todo o cenário, arrepiando-me até o meu último fio de cabelo. A lua cheia já brilhava em meio à chuva um tanto forte quando os meus passos desajeitados traçaram por um caminho duvidoso, um lugar envolvido por uma aura obscura e maliciosa e, quanto mais eu adentrava, mais era abraçado pelo breu que envolvia o beco. O barulho repetitivo dos meus sapatos ecoaram pelo local no qual me arrisquei a desbravar, enquanto os pingos de chuva me atingiam como balas perdidas; a cada segundo que se passava a velocidade na qual eu era atingido aumentava e, tanto meu sobretudo, onde meu distintivo descansava, quanto o resto das minhas roupas de trabalho já estavam encharcadas quando cheguei ao final daquele beco, deparando-me com o que mais temia.

Já era tarde demais.

Minha mente explodiu em alerta assim que vasculhei rapidamente o lugar com os meus próprios olhos. Meus batimentos acelerados tentavam forçadamente se estabelecer com precisão, causando-me uma dor de cabeça incômoda e uma tontura forte e, assim que me senti mais calmo,pude sentir todo o ar que já havia se instalado nos meus pulmões se esvair rapidamente quando avistei um corpo totalmente inerte jogado naquele chão imundo com uma poça de sangue o rodeando. Eu havia chegado tarde demais e, por culpa da minha incompetência como um agente da lei, eles haviam tirado a vida de uma pessoa inocente, esta que, se eu não fosse tão hipócrita, ainda estaria viva.

Aproximei-me do corpo nu e sem vida da vítima, sentindo-me culpado e arrependido por não ter conseguido salvá-la. Ela havia me avisado que estava correndo perigo e implorou para que eu acreditasse nela e a protegesse, mas fui um completo idiota por não acreditar no seu olhar assustado e nas suas palavras trêmulas. Agora não havia mais volta — a minha ignorância a matou, e tudo que posso fazer agora para compensá-la pelo o meu erro é agir como um profissional e achar os culpados por aquele crime horrendo.

Ajoelhando-me no chão úmido, conseguia sentir a chuva parando aos poucos e, ao levar uma das minhas mãos até o bolso no interior do meu sobretudo, tirei de dentro deste uma pequena lanterna que usei para vasculhar toda a superfície próxima ao corpo gélido, apontando-a para todas as direções, tentando achar qualquer vestígio de algo suspeito e estava muito claro que, com a lanterna em mãos, tudo se tornaria mais fácil.

Conseguindo enxergar o que antes a penumbra encobria, percebo que aquele frágil corpo estava cheio de marcas do que me parecia serem garras e, se não estivesse tão seguro da certeza de ter sido o grupo de psicopatas — que me enrolou por bastante tempo, fazendo-me rodar praticamente o bairro todo — que a matou, até poderia considerar a hipótese de ter sido um animal selvagem que a atacou e, por fim, a levou para esse final trágico. Mas os únicos animais ferozes que tem aqui em Seul ficam em um zoológico a três horas daqui, então é praticamente impossível que um deles tenha escapado e matado essa jovem. Afinal, animais não mandam mensagens de ameaça e muito menos perseguem pessoas até que elas estejam encurraladas, sem escapatória, a não ser seguir o que eles as mandam fazer.

O delicado pescoço da jovem de madeixas castanhas estava roxo e possuía marcas de estrangulamento e perfurações que se igualavam a dois pontinhos, como se fossem uma mordida de cobra ou algum animal com a arcada dentária semelhante. Percebi logo depois que não só o pescoço, como todo o corpo, em lugares bem específicos, tinha as mesmas perfurações — até parecia ser coincidência que todas aquelas marcas estivessem onde a circulação do sangue é mais rica, mas algo dentro de mim dizia que não era. Eles sabiam o que estavam fazendo, parecia que tudo era tão natural que se assemelhava com algo do cotidiano deles, matar de uma maneira peculiar e violenta era fácil ao levar em consideração como tudo fora bem arquitetado, sem falha alguma. Eu não estava lidando com um grupo qualquer e sim com profissionais que já praticavam esse ato muito antesde se deixarem ser descobertos.

Colocando a pequena lanterna no chão molhado do beco, rapidamente visto as minhas luvas de látex, já que são sempre indispensáveis quando estou trabalhando, aproveitando também para colocar uma máscara para proteger meu nariz e a minha boca, afinal, nunca se sabe se tem alguma toxina deixada no corpo da vítima de propósito, além de que proteção nunca é demais quando se trabalha, tanto com pessoas mortas quanto com pessoas vivas.

O rosto da jovem estava intocável, mas uma expressão de horror estava congelada em sua face, provando-me que a sua morte fora tão violenta e dolorosa que foi quase impossível ela não mostrar o sentimento de medo e tristeza no seu último suspiro de vida. Seus lábios estavam firmemente pressionados um contra o outro como se ela tentasse não abrir a boca, temendo que algo pior a ocorresse. Ela preferiu sofrer em silêncio, enquanto os seus olhos gritavam por ajuda e seu coração explodia em agonia. Olhá-la daquele jeito me fez sentir ainda mais arrependido, mas eu não podia me deixar levar pelo turbilhão de sentimentos que tentavam me invadir, eu tinha um trabalho a ser feito.

Pegando a minha câmera fotográfica, que eu normalmente uso no trabalho, começo a tirar fotos do corpo da vítima para que eu pudesse analisar assim que voltasse para o departamento. Olhando pela lente da câmera, eu reparei que tinha algo de errado com a boca da garota e, ao levar uma das minhas mãos para mandíbula, apertando-a, senti que realmente tinha algo estranho. Assim que abri a boca da vítima cuidadosamente e tirei uma foto da mesma, fazendo com que o flash iluminasse momentaneamente o local, pude ver que a língua da vítima estava cortada e ainda permanecia em sua boca com uma poça de sangue a inundando. Aquilo era de fato uma coisa horrível de se ver, mas não me sentia abalado, apesar de tudo, não depois de anos trabalhando com vários casos violentos que tirariam o sono de qualquer um. Na profissão a qual eu exerço, depois de um tempo, você acaba perdendo a sensibilidade com a morte — se bem que eu me sentia culpado, eu havia sido incapaz de salvá-la daquele destino trágico.

Segurando firmemente a câmera fotográfica em minhas mãos, resolvo por tirar mais algumas fotos. Dessa vez, tirei fotos mais nítidas e mais próximas para assim facilitar o meu trabalho quando fosse analisar o crime com mais precisão. A cada flash que atingia superficialmente o corpo da jovem, mais se revelava, fazendo-me ficar chocado com o quanto a garota sofrera antes de, por fim, desmaiar de dor para mais tarde morrer lentamente, assim descansando eternamente.

O rosto pálido da de madeixas castanhas, apesar de tudo, continuava intacto, mas, em contrapartida, ao levar minha mão direita até as costelas da mais nova e a pressionar levemente, eu pude sentir e ver que seis ossos de suas costelas estavam quebrados. Entretanto, a costela não era a coisa mais alarmante da cena, e sim o grande buraco em seu peito, bem acima de onde deveria estar o seu órgão vital, o coração. Ao olhar tudo com mais atenção, tentando capturar algo que passou despercebido pelos meus olhos um tanto cansados, vejo que seus membros inferiores estavam totalmente quebrados, indo desde a articulação do pé, passando pela articulação do joelho e, por fim, chegando até o quadril — este que possuía marcas profundas nas laterais —, esse que talvez foi o grande empecilho que a impossibilitou de fugir quando houve a oportunidade para tal. Seus braços magros também não estavam em um bom estado, ambos membros estavam deslocados e torcidos para trás.

Aquela jovem mulher havia sido assassinada da maneira mais desumana que existia nesse mundo e só o universo sabe o que ela passou antes de partir de vez. Não havia uma pista sequer de como aquilo tinha acontecido, não aparentemente. A cena do crime estava praticamente limpa, os únicos resquícios de sangue que ainda estão no cenário eram os que ocupavam sua boca e a pequena poça que circulava o seu corpo, fora isso, nem uma outra parte do cadáver tinha uma sequer gota de sangue, como se algo tivessem lhe arrancado todo o plasma do seu organismo e deixassem apenas um pouco para trás de forma que parecesse a sua assinatura. Nunca, em cinco anos da minha carreira como detetive, presenciei uma cena de crime tão crua como essa, não tinha nada para me guiar naquele cenário e, se não conseguisse encontrar uma mísera migalha, o resultado não seria tão bom, afinal, atrasaria a resolução do caso.

O barulho estridente e agoniante das paredes lisas do beco sendo arranhadas por alguma coisa desconhecida por mim ecoa por todo o local, arrepiando-me e me deixando atento a qualquer outro barulho que possa se manifestar. Em alerta, levo a minha mão até o meu coldre e, sem pensar duas vezes, tiro de lá a minha adorável bebezinha — umaMagnum S&W.500de calibre 45, sendo ela conhecida por ser apelona demais apenas porque um tiro é capaz de desmembrar uma perna ou até mesmo por fazer um buraco de sete centímetros em qualquer superfície. Estava mais que claro que eu nunca a usei em uma pessoa viva, até porque os danos seriam irreparáveis, apenas gosto da sensação que ela me traz, com o seu peso maleável de quase um quilo e quinhentas gramas e o seu tamanho agradavelmente gritante que me causava um êxtase e uma sensação de poder imenso.

A minha belezinha aqui era toda trabalhada e detalhada na prata e, por não querer problemas, eu somente a uso na ala de treinamento, onde eu posso atirar no que quiser sem que saia sangue e carne para todo o lado, mas talvez hoje eu teria que a usar fora dele. Normalmente não a levo para coisas urgentes como essa, mas como não tive tempo de pegar a minhaTaurus Th40, que estava descansando em cima da minha mesa totalmente bagunçada, aMagnumteria que quebrar esse galho, isso se ela não quebrasse a porra da árvore inteira. Com a lanterna na mão esquerda, apoio a minha adorável princesa na mesma e miro para a origem do som, este que vinha da direita um pouco mais ao canto em consideração de onde eu estava e, com os meus braços fortes sustentando o peso da arma, eu me levanto e olho rapidamente ao meu redor, garantindo que algo não iria me atacar de surpresa.

O beco no qual eu estava possuía uma única saída, esta também sendo a entrada. As paredes dos prédios que cercavam todo o cenário eram enormes e lisas, o que impossibilitava uma saída alternativa, e, se fosse para usar aquele meio para conseguir escapar, precisaria ter algo bem afiado e forte para escalar todo o muro sólido, além do que a pessoa também teria que ter um físico forte para aguentar o seu próprio peso naquela escalada quase impossível.

Caminhando com cautela em direção a uma das paredes onde o som havia se manifestado, pude enxergar ao mirar a lanterna para cima, pequenas marcas de garras e resquícios bem fracos de sangue seco na mesma. É humanamente impossível que uma pessoa normal fizesse isso. Afinal, quem seria capaz de escalar uma parede de mais ou menos nove metros de altura tão rapidamente e com o risco de ser acertado por um projétil?! Modéstia à parte, eu sou capaz de acertar o meu alvo até mesmo de olhos fechados, fui muito bem treinado na melhor academia do país. Pergunto-me se o que estou lidando seria mesmo humano, penso ao analisar mais uma vez tanto a cena do crime como o corpo da vítima. Eles ainda estavam me vigiando, eu sentia a presença deles, a manifestação agora a pouco só me provou mais ainda que eles querem ser descobertos.

Chocado e precisando analisar calmamente o que eu tinha descoberto, pego a minha câmera fotográfica e novamente começo a tirar fotos de tudo que havia deixado passar da cena do crime e principalmente das marcas nas paredes.

Tenho a noção que logo os reforços chegariam, até porque eu havia programado uma mensagem para os alertar, não sou burro o suficiente para não deixar um alerta ao sair para um resgate suicida. Saindo dali, vou direto para o departamento de investigação de Seul.

Chegando no departamento de investigação, vou direto para a minha sala, esta que eu dividia com o meu melhor amigo. Andando pelos corredores conseguia ver toda a ala de investigação um tanto movimentada, tinha agentes e detetives para todo lado, cada um resolvendo os problemas que lhes fora designado, mas fora isso não havia nada que fosse fora do normal, até porque esse era o nosso trabalho. Ao chegar à sala de paredes acinzentadas, logo de cara percebo que ela estava vazia e, soltando um suspiro desanimado, fecho a porta da mesma. O cômodo não era muito grande, mas dava para acomodar duas mesas de escritório tranquilamente, a mesa de madeira escura próxima a janela era a minha e a próxima ao armário compartilhado era a do Park, o ambiente era confortavelmente bagunçado já que nunca temos tempo suficiente para a deixar totalmente arrumada.

O trabalho fica bem mais puxado quando você e o seu parceiro são reconhecidos como os melhores detetives de toda a Coreia. A responsabilidade começa a pesar bem mais que o esperado e o medo de fazer algo errado começa a te perseguir como um abutre faminto, mas apesar de tudo, eu amo fazer o que eu faço, mesmo que um dia eu acabe morrendo por maltratar o meu corpo com cargas horárias fora do comum e exaustão psicológica.

Minha tez arrepiada tremia por conta do vento frio que o ar condicionado me proporcionava, à medida que as minhas roupas encharcadas molhavam o piso liso a cada gota que elas deixavam se derramar, permitindo que a fadiga tomasse conta do meu corpo. A exaustão que me rodeava me alertava das minhas baixas capacidades no momento, fazendo com que me apoiasse no armário solitário que ficava perto da porta para evitar que eu acabasse caindo como um defunto no chão. O meu organismo estava querendo me forçar a parar por um momento, ao que eu me recusava a deixar tudo para outro momento.

Apesar do meu dia ter começado a milhão, não poderia parar agora, já que logo a culpa cairia em meus ombros e eu teria que fazer o possível para amenizar a minha sentença. Ando calmamente até a minha mesa e, me apoiando na mesma, aproveito para tirar os meus sapatos e as minhas meias, deixando-os dentro de uma caixa de plástico vazia e querendo aliviar o peso do meu corpo. Livro-me do sobretudo de boa qualidade o colocando dentro da caixa que estava em cima da mesa junto das outras coisas, não antes de esvaziar os bolsos, deixando os objetos em uma outra caixa.

De costas para a porta, começo a olhar a escuridão que era o lado de fora, ao mesmo tempo que arranco a gravata azul do meu pescoço — a qual eu havia ganhado de presente do meu namorado —, para então só depois começar a desabotoar lentamente os botões da minha camisa social, deixando à mostra o colete a prova de balas que logo tem o mesmo destino que as demais vestes, fazendo com que o meu abdômen definido fique à mostra junto dasdiversas cicatrizes do tempo que eu havia servido ao exército. E, não me importando que alguém pudesse me ver pela janela, tirei o meu coldre o colocando na mesa ao lado da minhaTaurus Th40que descansava delicadamente sobre alguns arquivos importantes, para depois começar a desabotoar a minha calça social.

Não antes de fechar a cortina preta da janela, eu caminho até o armário compartilhado que havia na sala e tiro de lá uma toalha seca e a uso para secar a minha tez molhada, livrando-me do líquido gelado que percorria por todo o meu corpo.Amarrando a toalha na minha cintura, eu tiro rapidamente a minha cueca, ficando seminu, nem um pouco incomodado com a hipótese de que o Jimin poderia entrar na sala a qualquer momento.

Eu carrego a caixa com as roupas molhadas até o armário solitário deixando-a em cima do mesmo; eu iria lavar aquelas roupas mais tarde. Logo em seguida, não perco tempo para ir até a estante vermelha que ficava próxima a janela, tirando de lá algumas peças de roupa reservas que eu sempre colocava ali para caso um dia eu precisasse. Vestindo a cueca box com agilidade impressionante, aproveito para me livrar da toalha úmida jogando-a na caixa próxima à porta.

Pegando a calça social preta em mãos, a analiso um pouco e, quando estou prestes a vestir, ouço o barulho da porta sendo aberta e, por saber de quem se tratava, nem me viro para ver se era mesmo o Park que tinha acabado de entrar no cômodo. Contudo, logo percebo que não era o meu amigo quando o barulho um tanto alto da porta sendo trancada ecoa pelo local, fazendo-me ficar em alerta. Jimin nunca trancava a porta e ele, na maioria das vezes, até esquecia de fechar a mesma, fazendo-me sempre lhe dar uma bronca por isso.

Olhando com cautela para a minha mesa, localizo as minhas duas armas tão próximas, mas ao mesmo tempo tão distantes do meu alcance, até porque eu não sabia com quem estava lidando. A pessoa que invadiu a minha sala poderia muito bem estar armada e, considerando que ela passou pelo sistema de identificação facilmente, não era qualquer pessoa que estava trancada dentro do cômodo simples.

Pensando com cautela, crio milhares de possibilidades para escapar daquela situação. Embaixo da mesa, grudada no suporte, estava presa e engatilhada uma outra arma e, se eu conseguisse pegá-la, o jogo iria virar rapidamente. Porém, antes que eu possa pegá-la, braços se envolvem ao redor da minha cintura e o perfume que tanto conheço se espalha ao meu redor me fazendo sorrir.

— Kookie? O que você tá fazendo aqui? — pergunto sentindo suas mãos passearem pelo meu corpo, fazendo-me rir desacreditado, eu havia teorizado tanto a situação que nem ao menos lembrei que o meu moreno podia entrar aqui facilmente.

— Olá, detetive gostosão — sussurra sua voz melodiosa no meu ouvido, dando-me arrepios. — Eu vim te ver mais cedo, mas você não estava. Fiquei preocupado, por isso voltei aqui mais uma vez. Você sabe que odeio o fato de você se arriscar tanto, até porque, se dependesse de mim, nem de casa você sairia. — Virei-me de frente para o mais novo, dando de cara com o seu sorriso ameno.

— Amor, apesar de você odiar o que eu faço, você tem que entender que é o meu trabalho. Eu amo o que faço da mesma forma que amo ficar em casa com você. Na verdade, acho que amo mais te ter ao meu lado, mas isso não vem ao caso. — Tocando-o no seu rosto delicado com carinho, consigo vê-lo, no mesmo instante, fechando ambos os olhos para aproveitar a carícia, inclinando-se em minha direção. — Por favor, evite sair tarde da noite, sinto que estou sendo perseguido e vigiado. Não ligo para o que vão fazer comigo, e sim o que eles farão com as pessoas ao meu redor, principalmente para a pessoa que mais amo. Fique em casa, sim? Você sabe muito bem onde eu escondo as minhas armas, se ouvir algo suspeito, atire sem pensar.

— Mas e se eu atirar em alguém inocente? — perguntou o moreno.

— Kook, uma pessoa inocente não invade uma casa, tenha isso em mente. Se você atirar, vai ser legítima defesa. Eu nunca deixaria alguém te prender, não quando você está no seu direito — murmuro, selando os lábios vermelhinhos à minha frente.

— Por que você está pelado? E como assim você sente que está sendo vigiado? — O moreno me encarou irritado.

— Acabei de sair de uma cena de assassinato e, bom, parece que um grupo de idiotas me escolheu para ser o novo brinquedo deles, mas isso não vai durar por muito tempo. Não se preocupe, sei me cuidar. — Dou um beijinho nos seus lábios e sorrio ao me separar do corpo quente, começando a vestir as minhas roupas. — Eu só te peço que fique longe por essa semana, não posso arriscar te perder. Fique na nossa casa na praia em Busan, lá é o lugar mais seguro para você agora. — Sinto o seu olhar queimando-me assim que termino de vestir tanto a calça quanto a camisa social preta.

— Venha comigo. — falou o moreno, abraçando-me e escondendo seu rosto no meu pescoço. — Por favor, vem junto comigo.

— Não posso, é o m... — sou cortado pelo moreno que me beija apaixonadamente, calando a minha boca.

— Eu sei que é o seu trabalho, mas tenho medo. Nós poderíamos ficar juntinhos na nossa casa de praia, nos amando. Somente eu e você, seguros, sem trabalho e sem se arriscar. — Seus orbes negrumes me encaram com esperança.

— Amor, prometo que, assim que terminar esse caso, eu te encontro na nossa casa de praia. Não posso largar tudo agora, a minha carreira está em jogo. — Tento me aproximar, mas logo sou empurrado.

Jungkook estava me recusando.

— A porcaria da sua vida tá em jogo, você não enxerga isso? Você não vê que está se matando aos poucos! Quer saber? Eu cansei, Kim! — murmurou não me olhando nos olhos, meu coração acelerado se debatia em desespero.

— Kookie, por favor… me perdoa, prometo que depois da resolução desse caso eu tiro férias. Preciso que você me apoie, você é tudo o que eu tenho e, se não tratar de tirar essa pessoa da minha cola, você, o meu bem mais precioso, pode correr perigo. Espere por mim, sim? — Acolho-o em meus braços, beijando os seus fios sedosos e a sua testa, demonstrando todo o meu carinho.

— Eu estarei te esperando então. Por favor, volte para casa — falou, e ao selar os meus lábios em um beijo de despedida, saiu da sala fechando a porta delicadamente.


[...]


Respirando fundo, bagunço as minhas madeixas. O sol já brilhava do lado de fora quando, enfim, consegui ligar todos os pontos que me atormentaram a madrugada toda. No meu notebook estavam todas as fotos que eu havia tirado algumas horas atrás, havia passado as fotos com o propósito de as analisar com mais precisão para só depois as imprimir, começando assim a montar um mapa investigativo. Pegando as fotos em mãos, começo a grudar no quadro próximo à prateleira, o quadro tinha o mapa da cidade inteira e uma grande parte em branco para colocar anotações, tendo apenas alguns dados base, eu sigo trabalhando com todos os poucos dados que já tinha, entregando-me de cabeça a investigação.

Somente depois de quatro horas montando a base do mapa de investigação, chego à conclusão que tinha em minhas mãos o necessário. Durante essas horas complexas, eu havia visitado o legista que ficou responsável pela jovem pela qual estava me esforçando para descobrir como havia sido morta; Min Yoongi foi de grande ajuda para notar certos pontos que antes não me vieram à mente. O Min é o melhor legista que já conheci em toda a minha carreira, eu e o Park confiamos só nele quando se trata de mortes nem um pouco normais, até porque sempre foi fácil trabalhar com ele.

Nesse meio tempo que passei com o acinzentado, consegui visualizar todo o crime, tanto na visão da vítima quanto na visão dos assassinos.

Estava escuro demais mesmo, não estando tão tarde da noite assim. A cada passo que eu dava, sentia que estava sendo observada, conseguia senti-los por perto mesmo quando olhava ao redor e não conseguia encontrar nada de mais. Eu sabia que não havia mais escapatória, mas ainda queria viver e por isso corri, corri pela minha vida, como não estava fazendo há muito tempo. O meu peito gritava em desespero enquanto eles apenas observavam de longe com um sorriso zombeteiro nos lábios, totalmente excitados para o desfecho daquela noite. As lágrimas eram inevitáveis; pela primeira vez na minha vida, não queria deixar esse mundo, eu queria viver.

Os passos rápidos se aproximavam de mim como se toda a distância que eu havia corrido não fosse nada. Estava encurralada, quando um barulho de algo se quebrando dentro do beco sombrio ao meu lado chamou a minha atenção. Como um servo pronto para o abate, pensei que, se me escondesse ali, eles não iriam me achar. Doce engano. Meus braços foram presos atrás do meu corpo e, enquanto um deles me segurava, um jovem de cabelos vermelhos e de terno preto apareceu na minha frente, seu sorriso assustador fora direcionado a mim, eu o conhecia e, quando a sua doce voz me chamou, eu soube que não iria sair dali viva.

— Você quer dançar comigo pela última vez, minha doce amada? — falou quem um dia julguei ser a minha salvação.

Estava claro que a vítima conhecia um dos assassinos, ela não se deixaria levar tão fácil se um deles não tivesse sido importante para a jovem em algum momento da sua vida. A decepção pode ser um sentimento muito forte quando ligado ao coração. Ela havia sido perseguida por dois quarteirões inteiros até ser atraída para o maldito beco, onde lá sofreu até o seu último suspiro. O horário que recebi a mensagem anônima foi relativamente perto de quando tudo estava prestes a começar e, de certa forma, mesmo que eu tentasse chegar antes não iria adiantar, pois ela já estava morta fazia duas horas, muito tempo antes de quando recebi a mensagem com o verdadeiro endereço de onde ela estava.

De acordo com a mensagem que recebi às oito horas da noite, era pra eu estar em um determinado lugar à meia-noite em ponto, porém eles pareciam saber que eu iria tentar chegar antes do tempo estimado e, por isso, me mandaram o endereço errado e sacanearam meu carro, mas isso não foi o suficiente, já que mesmo assim continuei tentando alcançá-la.

Eu saí do departamento oito e meia, mas não consegui chegar ao primeiro endereço, já que certos acontecimentos me impediram de o fazer. Aquelas pessoas haviam me distraído por exatamente três horas e quarenta minutos. Eles me fizeram correr por várias quadras enquanto caçoavam da minha desgraça, sem contar que os sentia em meu encalço a cada passo que eu dava. Todos estavam me vigiando de perto, por isso não importava o quanto me esforçasse, eles sempre estavam um passo à minha frente. A todo momento me fazendo de idiota, me deixando cansado e com raiva, para só depois me mandar o endereço verdadeiro, onde a jovem já se encontrava morta, se divertindo ao sentir o meu desespero ao chegar no maldito lugar.

Demorei cinquenta minutos a pé para chegar na verdadeira cena do crime, mas já era tarde demais, o tempo que eles me enrolaram foi o suficiente para o verdadeiro assassino a matar. Ela havia morrido às dez e vinte da noite e, levando em conta todas as agressões em seu corpo, ela teria aguentado duas horas de tortura, ou seja, tudo começou às oito horas e vinte minutos. Possivelmente, ela não teria aguentado e desmaiado de dor na metade do tempo, então o assassino aproveitou para finalizar o que começou e assim a matou.

Ele não estava sozinho, devia ter três ou quatro pessoas o ajudando. Enquanto um cuidava da vítima, os outros me distraiam para não perceber que era tudo uma armação desde o começo. Apesar de ter notado nos primeiros minutos, não tinha nada que eu pudesse fazer, por isso apenas me deixei ser controlado. O local escolhido para o crime foi muito bem pensado, já que quase ninguém anda por aquelas bandas de noite e, sabendoda rotina noturna da jovem, tudo ficou mais fácil. Eles sabiam que ela iria à procura de drogas para se distrair do medo que lhe corroía naquela noite, então não foi difícil a encurralar e a levar para o local onde a maioria dos prédios eram abandonados, fazendo-a entrar na toca do lobo para assim dar o bote. Tudo havia sido bem arquitetado.

Ainda havia algumas coisas faltando para terminar esse quebra cabeça, a dúvida de que tipo de instrumento eles usaram para drenar o sangue ainda me perturbava. Havia se passado tanto tempo que eu até estava admirado que ninguém tivesse aparecido para me dar uma bronca. Terminando de bebericar o líquido amargo que se encontrava no meu copo de plástico, resolvo por ir para o outro setor à procura de mais provas, já que com certeza haveria coisas que deixei passar. Eu já sabia que, assim que botasse os meus pés na sala principal, o meu chefe iria me engolir vivo, mas nada podia fazer, eu precisava resolver aquilo o mais rápido possível.

Andando em direção à sala do meu chefe, percebo que todos pelo caminho me encaravam profundamente, como se eu tivesse cometido o maior crime de todos os tempos. Chegando lá, antes mesmo de entrar, já consigo ouvir o falatório alto sobre o caso, pelo jeito não iria ouvir só do meu chefe, e sim de um monte de pessoas que mal fazem o próprio trabalho direito. Resolvo por entrar sem bater, fazendo com que o silêncio reinasse por alguns segundos no local, seus olhares zombeteiros e presunçosos queimavam a minha pele um tanto amorenada quando passei a andar calmamente pela sala.

— Kim, poderia nos explicar como achou aquele corpo no beco e como tinha certeza que iríamos atrás de você? — perguntou Baekhyun, meu chefe, encarando-me com desconfiança.

— É Kim, se explique! — falou um dos homens presentes ali querendo aparecer, mas apenas fiz pouco caso da sua fala e me sentei em cima da mesa central, totalmente relaxado.

— Aquela jovem veio falar comigo hoje de manhã. Eu estava andando na rua para colocar a mente no lugar quando fui abordado por ela. A jovem aparentava ter usado algumas drogas ilícitas antes de vir falar comigo e isso me deixou com um pé atrás com a veracidade das suas palavras trêmulas e afobadas. Ela afirmou, firmemente, que havia alguém a perseguindo desde a semana passada e que essa pessoa iria matá-la essa noite. Eu disse que não podia fazer nada, já que as denúncias não são a área onde eu trabalho, e a mandei conversar com um dos policiais da secretaria. — Minha voz grossa ecoou por toda sala, prendendo a atenção de todos. — Por culpa da minha ignorância, ela está morta! Não acreditei nela quando ela mais precisou e, por isso, agora ela não está entre nós. Sobre como encontrei o corpo: recebi uma mensagem anônima com o local e um horário. — Jogo o meu celular nas mãos do meu chefe e o vejo analisando o objeto com desconfiança. — Mas me fizeram de idiota e me enrolaram até ser tarde demais. Quando recebi uma nova mensagem com o endereço certo, fui correndo para o local, mas, quando cheguei, ela já estava morta.

— Por que não pediu ajuda? Você poderia ter pedido reforço. Se tivesse pedido, ela não estaria morta! — falou Baekhyun com raiva, fazendo-me o encarar incrédulo.

— Eles com certeza estavam me vigiando! E outra, o reforço só a colocaria em perigo se ela realmente estivesse no primeiro endereço. Sem contar que vocês demorariam muito para chegar lá, aquelas pessoas não os deixariam se aproximar tão facilmente — expliquei calmamente. — Chamar reforço iria a pôr em risco. Você já deveria saber disso, Baekhyun, já que tem mais experiência nisso do que eu. — O silêncio voltou a reinar por toda a sala assim que parei de falar. O meu chefe parecia um tanto abalado, todos aparentavam estar arrependidos de me culpar por algo que não tive controle. — Vim pegar mais algumas provas do caso para analisar — falei me aproximando da caixa cheia de provas e relatórios, lendo alguns dados sobre o corpo da vítima a procura de algo novo, mas não havia nada que eu já não soubesse.

Todos me encaram como se eu fosse um louco.

— Tentando resolver o caso, Kim? — perguntou meu chefe com ironia.

— Bom, descobri como a jovem morreu e que horas ela veio a óbito, mas quem a matou para mim ainda é um mistério, afinal, não dá para descobrir isso dentro de três horas, né? Isso conta como tentar resolver? — falo, lendo um dos relatórios detalhados da cena do crime, deixando todos boquiabertos.

— Então, me diz como a vítima morreu! — ordenou-me meu superior duvidando da minha capacidade, então logo comecei a falar.

— Ao que me parece, a garota foi atraída para o beco, já que não há nenhum vestígio que ela foi atacada fora deste e arrastada à força para dentro do mesmo. A garrafa quebrada perto do latão de lixo pode facilmente comprovar a minha teoria que ela foi atraída através do barulho de algo se quebrando — falo, mostrando a fotografia da garrafa de vidro quebrada.

O barulho da garrafa de vidro colidindo com algo sólido e se quebrando em milhares de pedaços se espalha, ecoando até chegar aos ouvidos da jovem garota apavorada, esta que toma uma decisão arriscada ao entrar naquele lugar escuro para se esconder daquele que a perseguia.

— Entrando no beco, ela foi segurada por trás, tendo ambos seus braços presos por um dos companheiros do assassino.

Lágrimas corriam soltas pelo rosto delicado da jovem de cabelos castanhos, seus braços doíam cada vez que eram puxados ainda mais para trás.

— O agressor desferiu o primeiro golpe, este que era um chute em cada perna bem na articulação dos joelhos, quebrando as pernas da vítima, impossibilitando-a de fugir, para depois o ajudante puxar ambos braços dela para trás até que eles se deslocassem do lugar. — Mostro a foto onde tanto os membros inferiores quanto os superiores apareciam, comprovando a minha especulação.

O chute foi certeiro, causando o estalar dos ossos e o grito da garota que se fez presente pela primeira vez naquela noite violenta. Não muito depois, o barulho dos ossos deslocando-se do seu lugar amaciou os ouvidos do avermelhado que sorria contente enquanto presenciava aquela cena.

— Depois disso, seu corpo foi arremessado no chão onde o agressor pisou com força em suas costelas, assim as quebrando. — Mostro as fotografias das costelas quebradas.

O corpo jogado no chão era pisoteado com gosto, o avermelhado dançava levemente em cima da vítima com os gritos doloridos da mesma sendo a mais bela melodia.

— Ele a despiu e retalhou todo o corpo dela com o que me parecem ser garras. Pode ser que elas sejam alguma nova arma no mercado negro, então preciso pesquisar melhor sobre isso. — Todos prestavam atenção em cada palavra que eu dizia.

As unhas de ambos os predadores cresceram com naturalidade e não demorou muito até que a jovem sofresse com aquilo, chorando em desespero.

— Ela já devia ter desmaiado de dor, até porque ninguém aqui aguentaria a dor de ter o quadril e ambos pés sendo quebrados ao mesmo tempo, sem contar a tremenda dor que ela já estaria sentindo desde que tudo começou — explico calmamente. — Por último, eles perfuraram o corpo dela várias vezes em pontos específicos, arrancando todo o sangue do organismo da jovem para, no final, arrancar o coração dela. Suponho que ela aguentou duas horas de tortura já que, para fazer tudo isso, o assassino levou muito tempo. Ela poderia ter morrido muito antes da tortura acabar, enquanto eles ainda continuavam a manipular o corpo da garota, até se sentirem satisfeitos com o seu trabalho sujo e assinar o cenário com um pouco de sangue.

— E quanto ao assassino e aos cúmplices? Você tem alguma ideia de quem possa ser ou que tipo de pessoas eles são? — perguntou Jimin curioso e um pouco intrigado com o que eu tinha acabado de falar.

— Isso ainda está fora do meu alcance, mas considere o caso arquivado por enquanto. Algo me diz que ela não será a última.


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Notas finais: Até a próxima.

5 de Novembro de 2021 às 20:09 0 Denunciar Insira Seguir história
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