xsuibian ✎αℓєм †

Irene estava em férias e decidiu passá-la na ilha de Jeju com seu namorado, NamJoon. O que ela não imaginava era que NamJoon fosse a enganar tão horrivelmente, e que suas férias de linda e divertida, passou de horrível há aterrorizante. | FanFiction também no Wattpad |


Fanfiction Bandas/Cantores Impróprio para crianças menores de 13 anos. © Blue Foster Kim

#romance #criminal #fanfic #heechul #Irene #BTS #YoonGi #NamJoon
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Capítulo Único

Queria que todas minhas fraquezas pudessem ser escondidas

Eu plantei uma flor que não pode florescer

Em um sonho que não pode se tornar real


— Fake Love


Point Of View Irene


Eu me arrependia amargamente de querer passar minhas férias na ilha de Jeju! O homem sentado em uma cadeira um pouco afastada de mim, me encarava como se eu fosse uma carne suculenta que ele queria devorar. Céus, por que não fiquei em Daegu com meus amigos? Possivelmente minhas férias seriam melhor do que a de Jeju.


Mexo-me desconfortável, aquele colchão esburacado estava acabando com a área das minhas costas e não faziam exatamente dois dias que eu estava naquele lugar imundo. A casa parecia que a qualquer momento iria desabar sobre nossas cabeças, mas aparentemente o moreno que me encarava não pensava e/ou não ligava para isso.


— Por quanto tempo irei ficar aqui? -— perguntei com a garganta doendo pela falta de hidratação. A horas não tomava um bom copo d'água, e isso já fazia efeito em meu organismo.


— Até o chefe falar que você poderá sair inferno! Já pedi para calar a boca Irene.


Meu nome saindo de sua boca era tão desagradável. Eu sentia que ele falava com tanto nojo que isso fazia-me tremer de angústia, não podia acreditar que aquele ser havia me enganado e trazido para esse lugar. Eu confiava em NamJoon, ele era um namorado tão carinhoso, mas ele, da água pro vinho mudou assim tão de repente, semelhante quando chegou em minha vida a dois meses atrás.


Suspiro e me deito naquele colchão ficando de costas para o homem que me observava, para que eu não possa tentar fugir, mas acredito que se ele não estivesse no mesmo cômodo que eu, mesmo assim não conseguiria fazer essa proeza de escapar de suas garras e desse seu chefe.


[...]


O silêncio que se instalou naquele local foi um tanto que agradável, entretanto, tudo ali fazia-me sentir angustiada e enojada, as lembranças de meus passatempos preferidos passava pela minha mente como flashes. Estava apavorada com o que o chefe de NamJoon iria fazer comigo, a ideia de nunca mais ver meus pais e meus amigos me assombrava e me paralisava.


— Chefe!


Estava tão desnorteada que não percebi que uma outra pessoa entrava por aquele cômodo, um calafrio percorreu meu corpo quando pude sentir que o chefe estava próximo a mim, sentei-me no colchão sem encarar o homem, mas assim que deixei uma bufada sair de minhas narinas e boca, encarei-o assustada.


— YoonGi? — sussurro seu nome, ainda incrédula.


— Olá, pequena!


— Vocês se conhecem? — NamJoon tinha um semblante confuso em sua face, claramente a mesma que eu estaria expressando.


— Pode sair, RM, não precisarei mais de seus serviços!


O moreno ainda nos encarou encabulado, sentia que ele queria entender o que estava acontecendo ali, mas mesmo que ele fizesse eu lhe explicar, eu não conseguiria de forma alguma. Céus, eu conheci YoonGi a alguns meses em uma saída para uma boate com meus amigos, mas nunca mais o encontrei e tão pouco pensei que ele mandaria um homem se passar por meu namorado e me sequestraria logo em seguida.


NamJoon deu de ombros e pegou suas coisas saindo do cômodo nos deixando sozinhos. YoonGi tinha um semblante neutro em sua face, como se nada estivesse acontecido, como se me sequestrar e me manter em cativeiro não fosse grande coisa.


— Eu não entendo o que está acontecendo! — disse-lhe — Você... Nós...


— Você nunca mais saiu da minha cabeça, pequena — pôs de joelhos na minha frente.


Ele não se esquecia de mim? Mas para isso teve que fazer tudo esse... Esse... Sequestro?


— Você poderia ter me procurado como uma pessoa normal, seria menos problemático!


YoonGi sorriu gengival. Um sorriso tão lindo que quase me fez querer sorrir também, mas o pensamento de que ele foi o responsável pelo meu sequestro, faz com que eu tenha nojo dele e ao menos tenha vontade de chegar perto de si.


— Levante. Irei levá-la até um lugar que eu gosto.


Estranhei. Por que ele iria me levar ao seu lugar favorito? Isso claramente era coisa de pessoas que estavam amando ou com aquelas que tem a outra como um ser especial para si. Será que Min YoonGi tinha a mim como algo especial? Isso poderia explicar tudo o que estava ocorrendo, desde seu comportamento até meu sequestro.


Levanto-me um pouco desnorteada e com minhas pernas bambas. Depois de afirmá-las no chão, nós dois caminhamos até a porta e saímos. YoonGi caminhava atrás de mim com sua mão grande em minhas costas, guiando o caminho que teríamos que fazer.


— Onde iremos? — perguntei baixinho, olhando ao redor e notando que o Kim não se encontrava em lugar algum. Provavelmente já teria ido embora como fora ordenado.


— Eu não mandei você falar. Fique quieta e logo saberá! — empurrou-me para fora da casa, o sol ardente do lado de fora cegou-me por alguns instantes, mas logo me acostumei — Não lembrava que você era tão falando, aish!


Não disse mais nada, abaixei minha cabeça perante ele e deixei com que ele me levasse para onde queria e fizesse o que bem queria comigo. Estava sim amedrontada, mas não poderia fazer nada. Afinal, se eu sair correndo por aí, ele facilmente iria me alcançar e nada poderei fazer para me salvar.


YoonGi parou em frente a um carro totalmente preto, nem ao menos dava para vermos o que acontecia dentro dele. Engulo em seco quando o homem destrava o seu carro e abre a porta esperando que eu entre no banco do passageiro, olho para casa velha e para os arredores como se cogita-se alguma saída para aquele pesadelo de férias, mas nada encontrei. Dou passos curtos até o carro e entro, logo colocando o cinto de segurança e ouvindo a porta se fechar em um baque um pouco alto.


O branquelo deu a volta no carro e entrou no lugar do motorista, YoonGi possuía uma carranca estampada em sua face que me obrigava a ficar quieta e olhar para qualquer canto que não fosse ele. O caminho era um pouco tranquilo, levando em consideração quem me acompanhava. A paisagem do lado de fora do carro agradava-me, mas me assustava a cada instante por saber que cada vez mais estávamos nos afastando da parte central de Jeju.


Assusto-me quando o carro dá um solavanco com um buraco na estrada de terra, o meu sequestrador corria como um louco e parecia que não se importava com isso, tanto que agora em sua face um sorriso alegre estava estampado.


— Yoon...


— Cala a boca, já estamos perto!


Céus, como uma pessoa consegue ser tão idiota como ele?


Suspiro cansada, ajeito-me no banco de couro de seu carro e olho pela janela. As árvores passavam como borrões, o modo que as deixávamos para trás, parecia que voávamos.


Fecho meus olhos e espero com que cheguemos em nosso destino seja qual for ele. A imagem de NamJoon começa a invadir minha mente e uma raiva começou a me consumir, não conseguia acreditar que havia sido enganada pelo moreno. Meus amigos me avisaram que ele era um tanto quanto estranho, mas eu fui idiota de não acreditar. Agora, além de estragar os poucos dias de férias que tenho, estou com a vida em risco por um lunático.


— Chegamos!


Abro meus olhos e olho ao redor, pude avistar mais a frente, uma cachoeira lindíssima.


— Por que me trouxe aqui? — perguntei realmente curiosa.


YoonGi revirou seus olhos e saiu do carro. Acompanhei seus passos até ele abrir a porta do lado que estava, olhando-me seriamente, como uma ordem para que eu descesse de seu carro o mais rápido o possível e assim eu o faço.


Desço do carro calmamente, o homem ao meu lado não mostrava sinal que estava nervoso ou algo do tipo, muito pelo contrário, ele estava calma, não parecia o mesmo de segundos atrás. Definitivamente Min YoonGi era um completo bipolar!


Caminhei até a cachoeira de águas cristalinas, ela parecia tão boa para podermos mergulhar, mas tinha medo dele fazer algo comigo.


— Não irá dar um mergulho?


Quando olhei para trás, ele estava retirando suas vestes despreocupadamente. Droga, eu teria que admitir que ele possuía um efeito em mim, mesmo sendo o que é.


Engulo em seco novamente quando o vejo soltar um risinho e pular dentro da água, essa que respingou um pouco em meu corpo e roupa, comprovando o quão boa ela estava para um mergulho que tanto quero dar.


Derrotada começo a retirar minha vestes ficando com somente minhas roupas íntimas, assim como o homem na água. Coloco minhas roupas em uma pedra próxima, e mergulho delicadamente naquela água, que por incrível que pareça, se encontrava morna.


Quando volto a superfície, jogo meus cabelos para trás e tiro o excesso de água que caia em meus olhos. YoonGi me encarava com certa devoção em seus olhos me deixando um pouco tímida. Aos poucos o branquelo foi se aproximando de mim, me encurralado naquelas águas.


— O que está fazendo?


Meu sequestrador não me respondeu. Depositou seus dedos gélidos e grandes em meu queixo apertando-o com força, forçando um bico pequeno em meus lábios e um gemido de desconforto sair dos mesmos.


— Queria tanto saber por que esse maldito rosto não sai da minha mente — sussurrou, encarando cada centímetro de minha face — o que você fez comigo garota?


Eu finalmente fui solta, passei levemente meus dedos por onde ele segurou sentindo uma pequena dormência. Umedeço meus lábios ressecados, tendo o seu olhar em cada movimento que fazia, em cada expressão me arrepiado com seu olhar intenso.


Tento nadar para longe de si, mas o homem não deixou. Segurou meus braços e me puxou para si rapidamente e com certa força . Não sabia o que iria acontecer e muito menos o que se passava na cabeça doentia de Min YoonGi, ele não expressava nenhuma reação, era inerte sua feição, até o momento que ele aproximou seus lábios dos meus, deixando um selar que logo ele evoluiu para um beijo desajeitado e rápido.


Eu não sabia o que fazer, meus olhos arregalados encarava sua face serena e seus olhos fechados. O seu aperto em minha cintura levava-me para mais perto de seu corpo dentro daquela água, fazendo com que fiquemos colados um no outro.


— Você pode corresponder?!


Voltou a me beijar ainda mais eufórico do que antes. Diferente da primeira vez, essa eu correspondi ao seu beijo inesperado. Depositei minhas mãos em sua nuca, segurando-me nele. O homem tinha uma de suas mãos em minha cintura me segurando e a outra segurava uma de minhas pernas, a mesma que era apertada forte, com mais força que o normal. Parecia que ele queria me ferir, machucar-me e nada a mais.


Enlaço minhas pernas nas suas, começando a nadar em um círculo. Era incrível como ele estava fazendo me esquecer de tudo que ocorreu nesses últimos dias, era como se ele percebesse, que eu somente queria aproveitar minhas férias, não fazê-la dela um terror por completo.


Naquele exato momento eu não conseguia mais respirar, então portanto separei-me dele com nossas bocas inchadas pelo beijo. O homem soltou-me e chamou para que saíssemos da água. Concordei, nadei até a margem e sai com certa elegância, sentei-me na grama olhando para o seu escondido depois das árvores gigantescas.


Naquele instante eu poderia falar que uma pequenina felicidade crescia em meu peito. A esperança de que YoonGi somente fez isso por gostar de mim fazia com que eu me acalmasse um pouco mais, ele não teria coragem de ferir alguém que ama. Nenhum monstro faria isso, nenhum!


Fecho meus olhos por míseros segundos, mas o suficiente para não poder notar que Min YoonGi deitava sobre meu corpo, sem deixar seu peso nele. Abro os olhos tendo a visão de um mar negro me observando, aquele seu sorriso divertido estava estampado novamente em sua face e infelizmente, acabei por sorrir também.


— Sua pele é linda — decretou em um sussurro, passando a ponta de seu indicador em minha pele, em meu braço — tão macia. Desde aquela vez que nos vimos na boate eu sonho em te ter em meus braços novamente. Poder tocar em seu rosto — deixa um beijo em minha bochecha — em sua boca - um selar — Você simplesmente me enlouquece, pequena!


Funguei, não podia acreditar que estava chorando com tudo que ele havia me dito. O sequestrador olhava-me atentamente e um sorriso doce lançava para mim. Tentei acariciar seu rosto, mas ele não deixou com um aceno negativo.


— Mas sabe... — cheirou meu pescoço e deixou um selinho naquele local antes de aproximar sua boca em minha orelha — tem uma coisa que eu nunca esqueci. Ela é a minha parte favorita de seu corpo e o que eu posso fazer com minha mãos nesse local, ah, é satisfatório — solto um gemido podendo imaginar — esse seu pescoço, ele simplesmente é magnífico!


Arregalei meus olhos e abri a boca para gritar alguma coisa mas nada saiu, eu estava com dificuldade para respirar. Min YoonGi apertava meu pescoço me sufocando. O seu sorriso antes doce, agora me parecia um sorriso psicótico. Coloco minhas mãos nos seus pulsos tentando puxar e fazer com que ele parasse de me sufocar, mas ele era mais forte, e eu não tinha forças o suficiente para poder me livrar dele.


— Você sabe o que quanto imaginei esse momento? — range seus dentes, apertando cada vez mais meu pescoço, fazendo-me sufocar, tossir por querer ar em meus pulmões — Por que você insiste em continuar viva?


Solucei, meus olhos marejados começaram a liberar água salgada e minha vista a escurecer. Meu corpo encontrava-se mole e sem força alguma, não apertava mais seus pulso para tentar escapar e não tentava puxar o ar para dentro de meus pulmões. Aquele maldito finalmente estava conseguindo o que tanto que queria. Matar-me!


Foi em poucos minutos, ou até mesmo segundos, mas logo não estava ouvindo, enxergando e sentindo. Era uma escuridão total, não entendia se estava morta ou se somente estava dormindo, mas aquilo era aterrorizante e depressivo. Há ideia de "viver" sozinha na escuridão era tão triste e vazio, que não conseguia entender como que em um tempo, todos iriam vivenciar isso.


[...]


Acordei, não sei bem como, pois pensava que tivesse morrido. Encontrava-me no mesmo local de antes, ainda com minhas roupas íntimas e as minhas outras vestes na pedra que havia colocado. YoonGi não se encontrava em lugar algum, mas seu carro ainda estava lá, indicando que a qualquer momento ele iria voltar. Coloco minhas vestes rapidamente, ainda tonta por ter acordado agora, mas felizmente consegui.


Estava aparentemente no fim da tarde. Teria pouco tempo para achar um abrigo e fugir das garras de NamJoon e YoonGi (esse que provavelmente acha que estou morta) ou até mesmo conseguir algum meio de transporte para sair dessa ilha e nunca mais voltar.


Corri para qualquer canto daquela imensa floresta, estava contando com a sorte de achar o caminho certo para a estrada ou até mesmo o mar, para quem sabe achar alguém que pudesse me levar para a capital do país.


Os galhos no chão quebravam com o pisar forte de meus pés o que fazia pequenos e até mesmo grandes estalos, onde que qualquer um poderia saber que eu estava ali, correndo que nem uma louca a procura de salvar a minha vida.


Parei ofegante no meio de várias árvores, olhava para os lados a procura de qualquer som que pudesse me ajudar a achar um caminho escapatório, mas tudo que conseguia ouvir era os cantos de pássaros e galhos estalando, como se estivesse sendo pisado. Calma, alguém estava aqui!


— Não acredito que ele conseguiu deixar você fugir! — aquela voz rouca de NamJoon não causava mais o mesmo efeito de antes, disso eu tinha certeza — Meu amor não sabe como escapar dessa floresta? — pergunta irônico.


— NamJoon, por favor. Salva-me, eu sei que você não é igual aquele monstro, eu sei!


O moreno soltou uma risada escandalosa assustando-me. Ele caminhou até mim e me olhou debochado, como se mostrasse o quanto eu desconheço de seu ser. Mas era verdade!


— Anda direto a esquerda e não olhe para trás.


Eu não sabia se podia acreditar nele. Ele me fez sofrer tanto que minha confiança havia quebrado em mil pedaços. NamJoon apontou para a direção que ele havia mencionado, mandando eu ir de uma vez. Dou um passo para trás e mais um, quando vi já me encontrava correndo naquela direção. Fazia como ele havia me dito, correr e não olhar para trás.


O suor começava a melar minhas vestes que pesava em meu corpo fazendo com que eu corresse com menos intensidade. Sentia que alguém me acompanhava e com esses pensamentos eu tentava ir cada vez mais rápido, para chegar na estrada ou no mar.


[...]


Corria a bom tempo, meus pés doíam e meu peito chiava. Estava com sede e às esperança quase a zero. Parei de correr, sentei e esperei. Se eu desistisse e deixasse que fizesse o que queriam, provavelmente sofreria menos do que ficar fugindo sem um rumo certo.


— Está perdida garota?


Dei um pulo pelo susto, ao meu lado apareceu um homem alto e um pouco sujo. Em suas mãos ele segurava um chapéu e uma pequena garrafa vazia.


— Eu... Eu estou!


— Você não parece ser daqui! É da capital? — acenei positivamente — Estarei indo para capital daqui alguns minutos quer uma carona? Desculpe, você parece que não tem nada, nem mesmo seus documentos.


Sorri e me levantei rapidamente. Reverenciei várias e várias vezes, agradecendo pela sua gentileza com uma completa desconhecida. Aquilo era algo que não estava esperando acontecer, com tudo que aconteceu, eu havia perdido as esperanças, mas graças a Deus, um bom homem apareceu para me salvar disso tudo.


— Eu quero sim, senhor...


— HeeChul! — sorri agradecida.


— Senhor HeeChul.


O homem concordou e olhou aos lados ainda com um sorriso amigável, chamou-me para acompanhá-lo e assim o fiz. E para minha surpresa, a praia não se encontrava tão longe de onde estávamos. Alegrei-me por saber que logo estaria voltando para minha vida.


— Meu barco é aquele ali logo a frente — apontou e eu concordei com um aceno — aliás, você não me disse o seu nome.


— Desculpe, chamo-me Irene.


— Então senhorita Irene, gostaria de te informar que nesse mesmo instante nós estaremos indo para a capital!


Sorrio com o modo que ele falava, parecia que ele sabia o que estava acontecendo a horas atrás comigo e de quem eu estava fugindo. Entramos no barco, HeeChul caminhou para dentro da cabine e pediu para que eu me sentasse em um dos bancos no lado de fora, assim o fiz.


Queria tanto que isso não tivesse acontecido!


— Aqui Irene, coloque esse cobertor em você e come um pouco — entregou um cobertor e um sacos com pães — tem água ali, pode ficar a vontade.


Agradeço enquanto colocava o cobertor sobre minhas pernas. O barqueiro caminhou até o local onde estava a segundos atrás deixando-me sozinha, mas agradecia, agora eu sabia que estava segura e que provavelmente nunca mais iria encontrar aqueles monstros. Nunca mais!


.

.

.


Stop. Isso ainda não se trata do final, afinal, toda história tem que haver um decente epílogo.


.

.

.


Havia se passado um ano desde que tudo aconteceu, nem NamJoon e muito menos YoonGi havia aparecido na porta de minha nova casa ou de meu novo emprego. Eles haviam sumido completamente de minha vida e agradecia por isso.


Estávamos no final do ano e minha empresa havia liberado alguns de seus funcionários para as férias de fim de ano, por ventura, eu seria uma das funcionárias a ter férias. Mas diferente do ano anterior, eu iria passar em casa, ainda me encontrava traumatizada com aquele ocorrido.


Sentei-me no sofá de minha casa com um balde de pipoca em meu colo, pego o controle da televisão e procuro um filme para poder assistir, optei por um filme de comédia que passava em um canal qualquer.


— Quem será? — pergunto para mim mesma quando meu celular apita.


Número desconhecido: Preparada para suas férias? Pois eu estou para as minhas, afinal elas serão divertidas.


Do seu amado, Min YoonGi.

15 de Outubro de 2021 às 15:56 0 Denunciar Insira Seguir história
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Fim

Conheça o autor

✎αℓєм † ㅤㅤㅤㅤㅤㅤ✎𝙗𝙡𝙪𝙚 𝙛𝙤𝙨𝙩𝙚𝙧 𝙠𝙞𝙢 † ㅤㅤㅤㅤㅤㅤ𝒕𝒘𝒆𝒏𝒕𝒚. brazilian girl. ㅤㅤㅤㅤㅤㅤdesigner. 𝒕𝒓𝒂𝒊𝒍𝒆𝒓 𝒎𝒂𝒌𝒆𝒓. ㅤㅤㅤㅤㅤㅤ𝒂𝒏𝒙𝒊𝒆𝒕𝒚. depression. ㅤㅤㅤㅤㅤㅤ𝒔𝒍𝒚𝒕𝒉𝒆𝒓𝒊𝒏 𝒉𝒐𝒖𝒔𝒆. ㅤㅤㅤㅤㅤㅤ𝑖𝑛𝑠𝑡𝑎𝑔𝑟𝑎𝑚: xxsuibian ㅤㅤㅤㅤㅤㅤ𝑡𝑤𝑖𝑡𝑡𝑒𝑟: xxallem ㅤㅤㅤㅤㅤㅤ𝑝𝑖𝑛𝑡𝑒𝑟𝑒𝑠𝑡: xsuibian ㅤㅤㅤㅤㅤㅤ𝑦𝑜𝑢𝑡𝑢𝑏𝑒: alem

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