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Jessica Silva


Wanda estava buscando um recomeço depois de perder pessoas importantes em sua vida, seu irmão Pietro, seu amor Visão, seus companheiros de equipe Natasha Romanoff, Tony Stark e Steve Rogers, ela estava farta, a dor que sentia era grande demais para ela suportar, sua mente era sua pior inimiga que a culpava por todas as perdas, então Wanda tomou uma decisão ir embora da cidade que só lhe trouxe dor e mais dor, já que os Vingadores acabaram não havia mais nada que a prendia ali. Ela acaba indo parar em Central City e decide ficar na cidade, arrumar um emprego e ter uma vida normal, mas não é bem isso que acontece, os problemas e confusões são atraídos por ela, e viver sem ajudar as pessoas se torna uma coisa quase impossível pra ela. No meio disso tudo ela acaba conhecendo Barry Allen, um garoto simpático e prestativo, mas que tem uma vida escura e cheia de dor, ao mesmo tempo ela conhece o herói da cidade o Flash, sem saber que Barry e o Flash são a mesma pessoa ela se aproxima dele. Barry por sua vez se encanta pela Wanda, mas no seu coração só há espaço para Iris, mas isso não impede ele de criar uma amizade com Wanda. Até que certo dia, Wanda e Barry descobre os poderes um do outro e tudo muda.


Fanfiction Seriados/Doramas/Novelas Todo o público.

#Pain #flash #vingadores
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A Mudança

Wanda Maximoff
~•~


Como a dor pode acabar como uma pessoa, dor emocional é ainda pior, a dor não só física, é dor da alma, é angústia, o aperto no peito, o machucado no coração, é não encontrar paz em nada, é aquele aperto mental, é aquela vontade de chorar por nada, é a insônia, a culpa e o arrependimento. É assim que eu me sinto, tudo que olho me traz lembranças, culpa de não ter salvado meu irmão, o Visão e nenhum dos meus amigos.

Estou terminando de arrumar minhas malas preciso sair dessa cidade o mais rápido possível, mas sou interrompida por uma batida na porta, deixo as roupas de lado e decido ir ver quem é, assim que abro a porta vejo Clint parado o mesmo sorri pra mim.

-Tem tempo pra uma bebida? - ele pergunta e eu abro espaço pra ele entrar.

-Se veio aqui pra te ter me impedir de ir embora, já aviso que não vai funcionar - aviso pra ele que faz sinal de rendição com as mãos.

-Não é por isso que estou aqui - ele diz pegando dois copos e colocando uísque - Vim me despedir - ele fala e eu me sento ao seu lado, ele então me entrega um dos copos e da um gole na sua bebida. - Já sabe pra onde vai?

-Ainda não - digo dando um gole no uísque.

-Quando for se estabelecer em algum lugar, me avisa, quero saber onde te encontrar - ele diz.

-Pode deixar Clint - digo e dou um último gole na minha bebida. - Preciso terminar de arrumar minhas malas - digo.

-Vou esperar aqui - ele diz e eu assinto.

Volto para o quarto e termino de guardar tudo e então volto para sala.

-E aí, o que você vai fazer? Vai aposentar? - Pergunto para o Clint.

-É por aí, vou cuidar da família agora - ele diz e eu sorrio.

-Está certo, bom acho que eu já vou indo - digo e ele se levanta, dou uma última olhada na casa respiro fundo e então saio.

—Bom, vê se não desaparece — ele diz esticando os braços, e então eu o abraço, eu me sentia bem no seu abraço, ele foi como um irmão mais velho pra mim.

—Não vou desaparecer — digo.

—Me liga assim que chegar em algum lugar — ele diz fazendo uma careta e eu rio.

—Pode deixar senhor Clint Barton — digo e ele sorri.

—Se cuida — ele diz.

Coloco minhas malas no carro e então entro no mesmo, aceno para o Clint e então saio com o carro.

Eu não sabia para onde ir, só segui sem rumo. Depois de horas de viagem, cansada de dirigir, avistei a placa de uma cidade, Central City, resolvi parar ali.

Rodei a cidade procurando um hotel pra ficar, logo encontrei, estacionei o carro, peguei as malas e fui direto na recepção.

—Olá, posso te ajudar? — disse a recepcionista sorridente, e pelo crachá vi que seu nome era Teresa.

—Oi, eu gostaria de saber se vocês tem algum quarto disponível? — pergunto para ela que mexe no computator e depois volta sua atenção pra mim.

—Temos um quarto disponível — ela diz.

—Eu vou querer — digo.

—Certo, por quantos dias? — ela questiona.

—Pode ser por uma semana — digo.

—Pode me dizer seu nome e seus documentos? — ela pede.

—Meu nome é Wanda Maximoff — digo e entrego pra ela meu RG e meu CPF.

Ela anota tudo no computador e então me devolve os documentos.

—Prontinho senhorita Maximoff, aqui está a chave do seu quarto, é no vigésimo andar — ela diz me entregando a chave.

—Obrigada — digo.

Agradeço a recepcionista e entro no elevador, aperto o andar desejado e fico ali esperando, espero que meu novo começo seja bom. Saio dos meus pensamentos com elevador parando, saio do mesmo e me dirijo até a porta do quarto. Assim que abri a porta meus olhos percorreram pelo quarto, eram um lugar bem amplo e claro, coloco as malas em um canto e decido tomar um banho, estava exausta por conta da longa viagem. Caminho até o banheiro e coloco a banheira para encher, enquanto ela tá enchendo, volto para o quarto e pego uma roupa confortável para dormir.

Retorno novamente ao banheiro, já com a banheira cheia coloco os sais de banho e bastante espuma, então me dispo e entro na água quente, a espuma entrando em contado com a minha pele da uma sensação boa, apoio minha cabeça na borda da banheira e fecho os olhos, aproveitando ainda mais aquela sensação e acabo adormecendo.

Acordo assutada com aquele mesmo sonho que tenho, são lembranças da morte o Pietro meu irmão, controlo minha respiração percebendo que foi só um pesadelo, saio da água que já está a ficando fria, me seco e coloco minha roupa. Vou para o quarto e me jogo na cama, preciso descansar pois amanhã meu dia será cheio.

Acordo no dia seguinte, olho no relógio e vejo que são 08h00, me sento na cama e pego o meu celular decido ligar para o Clint.

Ligação

-Alô?

-Clint, sou eu, liguei pra avisar que estou em Central City.

-Certo, qualquer coisa que precisa você me liga viu?

-Pode deixar

-Se cuida

-Você também

Ligação encerrada

Preciso ir tomar café em algum lugar, me lembro de quando estava procurando um hotel ter visto um lugar chamado Jitters. Me levanto da cama e coloco uma roupa, pego as chaves do meu carro e saio do quarto de hotel.

Passo pela entrada e entro no meu carro, rodo algumas vezes pela cidade tentando lembrar onde foi que vi o local e então finalmente acho, estaciono o carro e saio do mesmo, entro no lugar e percebo que é bem aconchegante e movimentado.

Entro na fila, olho as bebidas pra escolher qual que eu vou pedir, tinha uma chamada de Flash. Chegou minha vez.

-O que vai querer? - A atendente pergunta.

-Hmm, o que tem de especial nessa Flash? - Pergunto.

-Você é nova aqui né? - ele pergunta e eu assinto. - Imaginei, o Flash tem dez vezes mais cafeína, e é uma homenagem ao nosso herói Flash - ela diz, então aqui também tem um super herói.

-Então eu vou querer um Flash, e um Donuts - digo.

-Vai comer aqui ou vai levar? - ela pergunta.

-Vou levar - digo.

Espero um pouco e logo ela entrega o meu pedido.

-Obrigada - agradeço.

-Eu que agradeço - ela diz, então pego o meu pedido e caminho até a saída do local.

Assim que abro a porta e coloco meu pé pra fora, acabo esbarrando em alguém e derrubando o expresso de café, como sempre sendo desastrada.

-Ai meu Deus me desculpa eu dou um desastre - digo olhando para o rapaz a minha frente.

-Relaxa, não se preocupe tá tudo bem - ele diz e então coloca a mão no meu ombro, naquele momento eu tive uma sensação de morte, algo muito ruim aconteceu com ele, olho para ele assustada, o mesmo me encara da mesma forma, será que ele sentiu o mesmo que eu?

-Ei, moça está tudo bem? - um rapaz de cabelos cumprido pergunta me trazendo de volta a realidade.

-Tá sim, com licença - digo saindo apressada dali.

Entro no meu carro e no fim acabei ficando só com o donuts, comi ali mesmo e então comecei a minha procura por um apartamento.

23 de Setembro de 2021 às 23:58 0 Denunciar Insira Seguir história
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