kesscorrea Kess C.

⚠️Atualização todo dia 10 e 25⚠ #LongFic #Morro #ABO Após um confronto entre morros Park Jimim agora é o Dono do Alemão após a morte de seu pai e irmão mais velho, o ômega sendo o único herdeiro vivo agora tem que lidar com ataques de dentro e de fora do morro na luta para tirar o ômega do poder e ainda lidar com Jeon Jungkook, o Alfa que está decidido a ter Jimin como parceiro. Lealdade, amizade, confiança e amor. Tudo isso será parte da provação de Jimin em seu novo posto como o Dono do Complexo do Alemão. Não preciso lembrar que plágio é crime. Crime de Violação aos Direitos Autorais no Art. 184 - Código Penal, que diz: Art. 184. Violar direitos de autor e os que lhe são conexos: Pena - detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, ou multa. História criada em 25 de Setembro de 2021 Não aceito adaptações


Fanfiction Impróprio para crianças menores de 13 anos.

#BTS #Jikook #morro #ABO
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Céu vermelho

JIMIN

Me chamo Park Jimin, tenho 19 anos e sou um Ômega.

Meu irmão mais velho, Jihyun, é um amor — do jeitinho dele —. Ele serviu no exército dois anos assim que fez 18, foi uma exigência do nosso pai pra ele amadurecer mais rápido e ser preparado pelos que um dia vão ser seus inimigos.

Você deve tá pensando: Nossa mais que pai esse seu em.

Calma.

Meu pai é o temido Park Seojon, Dono do Complexo do Alemão.

Sim, eu sou filho do dono da favela, segundo herdeiro do complexo e com muito orgulho inclusive.

Meu cio acabou a dois dias mas meu corpo continua insistindo em continuar jogado no sofá, cama ou até no chão em qualquer oportunidade, mas não vou me render assim tão fácil. Me levanto usando toda a vontade do mundo que eu não tenho e vou para a cozinha preparar a janta para meus dois alfas.

Meu pai e Jihyun logo vão voltar pra casa e depois de uma semana trancado no quarto nada melhor que uma comida gostosa com a família.

Jimin - Nabi, você me ajuda? Eu quero fazer uma carne assada pra janta.

Nabi - Claro meu amor, vou pedir pra um dos meninos trazer carne do açougue.

Jimin - Não tem na geladeira não?

Nabi - Só no freezer, tá congelado. Seu pai e irmão quase não pararam em casa essa semana.

Esses dois não fazem nada sem mim por perto.

Jimin - Eu espero então, vou fazendo as outras coisas.

Nabi sai e vou até a cozinha vendo o que já tem pronto e o que preciso fazer.

Sério, nem comer esses dois consegue? Todo mês é isso, tô me sentindo uma mãe solteira de duas crianças de 5 anos.

Depois de algumas horas finalmente termino, carne assada, arroz, feijão, salada, alguns acompanhamentos que já estavam pré prontos e cerveja.

Agora é esperar eles chegar.

A visão da mesa arrumada trás uma satisfação enorme.

Eu adoro cuidar do meu pai e do meu irmão, nossa mãe sempre foi empenhada em cuidar da gente e quando ela morreu eu senti que podia fazer isso, dar o mesmo amor e carinho que ela dava.

Alguns que vê essa situação pode pensar que eu sou só um empregado na casa mas ver eles sorrindo depois de um dia cheio verificando os pontos de vendas, recebendo material e ainda resolvendo mais uma pancada de problema que aparece o dia todo é a coisa mais satisfatória pra mim, assim como era pra minha mãe.

Esse carinho familiar que é escondido a quatro paredes é o que me mantêm vivo e imensamente feliz, me dá força e me faz dar o melhor de mim mesmo.

Eu sou um Ômega, meu pai e irmão São alfas, em qualquer outra situação um Ômega seria um ponto fraco da família, desprezado e desvalorizado mas aqui eu sou o elo forte do Alemão.

Um Ômega que não abaixa a cabeça para absolutamente ninguém a não ser seu pai, mostrando que o Complexo do Alemão não tem fraquezas e afirmando a minha importância nessa comunidade.

Eu ser filho do chefe não impede de as pessoas me julgarem e ficarem falando merda sobre mim.

Eu me orgulho de ser o filho do chefe, do meu irmão ser o herdeiro disso tudo, e de eu ser quem eu sou.

As pessoas podem falar o que quiser, até porque depois que falarem elas podem até perder a língua então as pessoas podem falar o que quiser tendo consciência das consequências, mas eu sou capaz de qualquer coisa e não vou virar um desses ômegas herdeiros que acabam sendo usados como moeda de troca em acordos. Eu vou reinar ao lado do meu irmão, ser seu braço direito e mostrar pra esse complexo quem é que manda aqui.

Eu treinei, estudei mais do que tudo, e hoje em dia em casos de muita necessidade eu sou chamado para fazer interrogatórios pelo meu pai.

Meus feromonios de ômega em específico desestabiliza os alfas e afeta até outros ômegas, isso seria um problema se eu não usasse isso como método de tortura.

Eu sei todos os métodos de tortura e extração de informações, facas, linhas de aço, água fervente, também projeto algumas máquinas no tempo livre e meu pai orgulhoso manda o pessoal dele construir para mim, eu sempre tenho uma oportunidade de testar então é um ótimo passatempo.

Minha última obra de arte? Algo bem simples até. A pessoa fica pendurada pela língua no teto e o único apoio é uma barra de metal fixada no chão, a pessoa fica na ponta do pé e se põe um acaso a língua não for algo necessário o chão 6x6 cheio de pedaços de vidro, pontas de metal afiadas e ácido vai dar uma queda memorável, mas não fatal. Esse inda tá em fase de teste, precisa de ajuste mas logo vai estar em funcionamento.

Viu, eu não sou um Ômega indefeso.
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Na janela da sala na mansão a comunidade fica a vista, o céu está vermelho com o lindo pôr do sol e pra minha alegria o carro do meu pai tá chegando com tudo na entrada, meu irmão aparece atrás na garupa da moto do Namjoon e todos entram saindo do meu campo de visão.

Park - Jimin?

Jimin - Aqui. Eu fiz a janta

J - Sozinho?

Jimin - A Nabi me ajudou um pouquinho, e também falo que vocês não comeram essa semana - cruzo os braços cerrando os olhos para os dois que se entre olham.

Park - Eu comi na pensão - Meu pai dá de ombros passando e me dando um velar na testa.

J - Minhas mulheres me alimentam muito bem, não se preocupe.

Jihyun dá de ombros também e os dois saem da sala indo tomar banho para jantar.

Namjoon, meu padrinho é quem me abraça me acalmando e me distrai até os dois voltarem novamente contando um pouco do que aconteceu enquanto estava trancado sofrendo.

Quando fomos para a mesa já estava escuro, Jihyun estava com uma roupa de sair, provavelmente vai fazer uma ronda noturna antes da meia noite e meu pai está na sala falando com o Kim, dono da Rocinha.

É fácil saber com meu pai fala pela quantidade de risadas que ele dá. Eu não saio do morro pra nada que não seja necessário então não tenho contato com ninguém de fora mas posso ver que eles dois são bons amigos e o filho do Kim até me manda chocolate importado de vez em quando. Posso dizer que ele já tem alguns pontos acumulados comigo.

Me levanto quando a conversa dura mais de vinte minutos e paro no batente da porta o chamando bem baixo.

Jimin - pai... - recebo sua atenção - A janta...

Park - Eu tenho um jantar em família agora Kim, sim sim eu vou ver isso e te falo o que a gente pode fazer, eu-

A fala dele é interrompida quando sinalizadores vermelhos aparecem de todo lado nas entradas do morro ulimibando todas as janelas da casa e o rádio do meu pai começa a fazer barulho como nunca.

25 de Setembro de 2021 às 23:21 0 Denunciar Insira Seguir história
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Kess C. Apenas uma pessoa comum explorando o mundo da escrita.

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