zeni-higor1622769617 Zeni Higor

UM LIVRO CONTENDO 13 CONTOS DE DIFERENTES GENEROS. #(CONTO 1)-VISITA AO INFERNO: Jorge sofre um grave acidente e vai parar no hospital onde fica em coma por cinco dias, mas já foi o suficiente para que ele conheça as profundezas do inferno e seja mandado novamente para o mumdo dos vivos e conte sua história a quem queira ouvi-la. #(CONTO 2)- AO RESGATE EM SETEALEM: Jaisa e Yuri, um casal youtubers decidem atrair novos seguidores, mas para isso precisam fazer o ritual do elevador, Yuri consegue fazer com que o ritual funcione e fica preso na dimensão de SETEALEM. Jaisa pode ajuda a um integrante das forças armadas que se dispõe a ajudar repetindo o ritual em outro prédio. Tudo acaba bem, mas depois da quela madrugada o casal nunca mais foi visto. #(CONTO 3)- LOBISOMEM A FERA DE SÃO TOMÉ: Um monstro a solta faz vítimas no interior de São Paulo. Cabe ao esquadrão paranormal dar um fim à criatura. Cinco vítimas foram feitas. Mas o lobisomem errou ao atacar uma delas sob a luz do dia e deixar sua vítima viva que foi direto a polícia. #(CONTO 4)- AS CONSEQUÊNCIAS DO AMOR NÃO CORRESPONDIDO: Kelly e Rodolfo se apaixonam, mas, sabem que Cam, pai de Kelly nunca consentida que o casal se unice. Kelly frequentemente se encontra com seu amado na pensão da tia, uma boa senhora chamada feng. E esses passeios levanta a desconfiança de Cam que manda um funcionário de confiança seguir a filha. Jefferson que também se apaixonara por Kelly, mente para o chefe na intenção de chantagear a garota para que ele não conte só seu pai. #(CONTO 5)- QUEN SÃO ELES: VISITANTES VINDOS DO CÉU: A missão de Pitty é sua companheira Regi é abortada devido sua nave fazer um pouso forçado no interior de Varginha. Infelizmente Regi perde a vida no acidente e Pitty recebe ajuda de João, dono do citio e duas semanas depois pitty retorna para sua casa na galáxia de Centauro, com a promessa de retornar a terra para coletar materiais que Joãose ofereceu para coletar. #(CONTO 6)- A TRAIÇÃO DE POSEIDON: o rei dos mares resolve se vingar de Atena por ter o derrotado em um duelo, mas, Poseidon sabe que não venseria a deusa Atena no duelo corpo a corpo. Então resolve despejar sua fúria sobre a população da cidade de Atena. A deusa Atena como era deusa da inteligência não perdeu tempo em ter a ajuda de sua tia Gaia para conter o tsunami que Poseidon jogava sobre a ilha frequentemente. Zeus e convencido por atena a dar um presente para os mortais, então Zeus consede o fogo, e depois que de Poseidon ter apagado a fogueira com um maremoto Zeus fica furioso e chama Poseidon ao monte Olimpo. AMIGO LEITOR, PESSO QUE SE VOCÊ GOSTOU DESTA E DAS DEMAIS OBRA LITERARIAS, PESSO QUE DEIXE SEU LIKE, POIS ASIM SABEREI SE VOCÊS ESTÃO GOSTANDO, E TAMBÉM ME SIGA POIS ESTAREI POSTANDO NOVOS TITULOS SEMANALMENTE, OBRIGADO.


Conto Horror teen Todo o público.
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Visita ao Inferno

AUTOR: Higor Zeni

NOME DO CONTO: Viagem ao Inferno.


ESSA E UMA OBRA DE FICÇÃO CIENTÍFICA. PORTANTO QUALQUER NOME DE PESSOAS OU SEMELHANÇA SERA MARA CONHECIDENCIA.

—Você acredita em alienígenas? Pergunta um rapaz de cabelos pretos e rosto fino ao ver que o homem sentado na mesa ao lado lia uma bíblia.

—Eu tenho minhas dúvidas. Mas no sobrenatural, você acredita?—pergunta Jorge, fechando o livro e encarando o homem ao lado.

—Eu não! Você já viu um fantasma para me perguntar uma bobagem dessa?

—Literalmente mais que um fantasma, eu já fui para o inferno.—responde Jorge

—Bateu um papo com Satanás? Como ele é? Ele tem chifres e usa um garfo e tem calda? Corpo vermelho?— pergunta o rapaz.

—Sim. Ele é muito gente boa. E já que está fazendo tantas perguntas, sente-se mais perto, vou lhe contar como foi minha viagem— fala Eric apontando para uma cadeira do outro lado da mesa do bar Eric que estava em outra mesa perto dali senta-se em frente a Jorge que estende a mão para um comprimento

—Muito prazer Jorge.

—Eric.

Jorge chama uma garçonete e lhe pede uma garrafa de água e depois cruza os braços sobre a mesa e desata a falar. Os relatos, detalhe por detalhe de sua viagem e passagens de sua vida.

— Escute bem para não ter o mesmo caminho que eu tive, um caminho quase sem volta—Fala Jorge afastando a bíblia para o lado para a garçonete depositar a garrafa sobre a mesa.

—Obrigado —Agradece Jorge a garçonete— bom essa é a minha história.


"O ano era dois mil e vinte e um, eu tinha vinte e quatro anos, a flor da idade, muito que aprender sobre a vida, mas eu achava que sabia de tudo, já havia viajado para os Estados Unidos. China. Egito. Os lugares mais bonitos do mundo. Mas meu destino estava aqui no Brasil, assim que voltei de uma viagem de negócios de um ano e um mês em Portugal, ansioso para rever os amigos e familiares, comprei um carro na capital paulista assim que desembarquei no aeroporto, na concessionária mais próxima. Você deve estar feliz por mim, mas eu não estava. Na concessionária comprei o carro mais caro que estava em exposição. Ali cometi meu primeiro erro, cometi o pecado da ganância. Sai da concessionária aparentemente feliz, pilotando um carro avaliado em um milhão de reais. Enquanto trafegava pelo centro de São Paulo, em um semáforo estaciona ao meu lado um outro carro mais caro e luxuoso que o meu, imediatamente apanhei meu celular e vi que tinha uma boa quantia em minha conta bancária, pesquisei no Google onde eu poderia encontrar um carro igual aquele aqui no Brasil e foi fácil mas os valores eram salgados o veículo passava de quatro milhões e ainda o Google me deu a informação que no país havia apenas um exemplar e seu dono era proprietário de uma transportadora internacional, o que me deixou muito decepcionado por não ter o var do veículo, mas a ganância falou mais alto, imediatamente liguei para meu chefe no exterior e pedi um adiantamento do próximo trabalho, mas é claro que meu chefe não iria me depositar aquele dinheiro todo na minha conta só para comprar um carro, então acomete o meu terceiro pecado a mentira. Falei a ele que meus pais estavam muito doentes, o que casou muito bem pois ele conhecia meus pais e sabia que já eram de idade. Somei o valor do meu carro e o que eu tinha na conta e assim conseguirem mais mais dois milhões e meio com meu chefe dizendo que seria para o tratamento de meus pais, mas ele me perguntou se o tratamento iria custar tanto assim e então respondi que estaria disposta a gastar o quanto fosse preciso.

No mesmo dia fui até uma concessionária de carros importados e fiz o pedido diretamente com a dona da concessionária que ficou com um sorriso de orelha a orelha com a venda. O veículo demoraria quase um mês para chegar e precisaria de mais uma semana para a transição dos documentos. Agradeci e sai da concessionária e fui para o ponto de ônibus, pois queria agora só saber de ir para casa curtir minhas férias de cinco meses.

Enquanto estava esperando o ônibus um mendigo maltrapilho se aproximou e tentou me tocar imediatamente me esquive e me afastei do homem mas ele continuou vindo para perto de mim estendendo a mão para pedir esmola e por fim ele falou que não comia nada fazia dois dias e que só estava vivendo de água e migalhas que encontrava em lixeira perto de restaurantes mas que não eram suficientes para saciar sua fome, pediu-me uma ajuda de meu gosto, dez centavos um real, e disse também que para um homem como eu esse valor não faria falta. Foi aí que lembrei que geralmente esses mendigos pedem dinheiro não para comprar comida mas sim drogas. Eu falei até que não iria dar um centavo para ele comprar drogas, mesmo assim o homem não perdeu a esperança, virando para um restaurante me pedindo então que eu lhe comprasse uma marmita assim o veria se alimentando e saberia que ele não iria comprar drogas, além disso ele me convidou que eu fosse com ele até o estabelecimento virando-se e dando alguns passos. Meu ônibus estava de portas abertas e eu entrei e o deixei falando sozinho na calçada. Ali cometi meu quarto pecado da avareza.

Aquele dia se passou e o fim de semana chegou e eu fui até um dos restaurantes mais caros de São Paulo. Ali comi até me fartar, comi caviar. Frutos do mar e tudo que tinha vontade, na saída, o mesmo mendigo me pediu uma marmita e eu mandei ele trabalhar antes de deixar ele novamente falando sozinho, ali cometi meu quinto pecado A gula é repeti novamente o último.

Antes de meu carro chegar, cometi mais dois pecados: o da luxúria e o da gula. Recebi o carro na terça feira da primeira semana do mês, e resolvi dar uma volta na marginal Tietê e foi ali que cometi o oitavo e último pecado, pois um carro bateu na traseira do meu. E esmurrei o motorista do outro carro depois de ele dizer que não teria dinheiro para pagar o concerto. Sai em alta velocidade para a rodovia e acabei capotando o meu carro, o acidente me deixou em coma por quase três anos. Foi demitido nesse período depois que meu chefe descobriu da mentira e só não morri por que o dinheiro que sobrou em minha conta meus pais gastaram com médicos para que eles não desligassem os aparelhos, pois fiquei em coma por quase um ano, pois eles acreditavam que eu sairia do coma.

Enquanto isso eu estava fazendo uma visita em um lugar que eu não gostaria de estar, ali no andar debaixo minha experiências foram horripilantes ali eu ouvia gritos e choros, eu estava em pé sobre uma passarela que dava para o outro lado de um rio de lava e fogo lá embaixo os gritos e choros vinham de pessoas que se encontram mergulhadas no fogo, reparei que este fogo não as consumia, apenas os fazia sofrer, um vento bateu na passarela fazendo com que o balanço me botou de joelhos, por um momento achei que eu cairia ou a frágil passarela de madeira que balançava sem parar iria se romper, o vento parou e eu me levantei tentando me equilibrar abrindo os braços, após juntar os braços ao corpo me dei conta de que não estava sozinho sobre a passarela, um homem muito magro de cabelos pretos e nariz mais comprido que o normal e pele um pouco esbranquiçada estava ao meu lado direito, dei um pulo de susto quase caindo no precipício quando ele me puxou fez com que eu andasse para o outro lado. Perguntei quem ele era e é porque impediu que eu caísse,esse homem vestia um paletó acompanhado de uma gravata vermelha. Ele estende a mão para um comprimento e eu a apertei sentindo que a minha também ficou gelada, a mão daquele homem parecia ser um cubo de gelo, levantei meu olhar para encará-lo e vi seus olhos refletirem na cor amarelo sobre a luz vermelha que emanava do precipício.

"LÚCIFER" disse ele virando se de costas para olhar o precipício.

"Isso é música para meus ouvidos". Ouvi dizer enquanto olhava para o rio de fogo lá embaixo. "Que pena que não posso ouvir os seus- disse ele virando se para mim.

Por incrível que pareça, aquelas palavras me deixaram amedrontado, talvez pelo fato de eu acabar de saber que Lúcifer queria minha alma. Aquilo me deixou nervoso.

Você me perguntou como o diabo se parece, inclusive, ele não gosta que o chamam de diabo mas sim de Lúcifer. E ele não se mostra em sua forma natural a quem não esteja condenado a viver eternamente nos rios de fogo ardente da dimensão do inferno.

Eu particularmente o vi em sua forma humana. Um homem alto de aparência angelical. Usando terno e gravata e até em algumas ocasiões em que visitei várias partes do seu erem o vi usando óculos de fundo de garrafa e até o vi entrar no fogo para açoitar um coitado condenado e não se ferir e muito menos queimar seu terreno preto. Apesar do desgraçado querer minha alma, me explicou como todos os que ainda vivem fazem de sua vida um tremendo mal entendido por conta das desgraças que acontecem com os vivos. Me explicou algumas coisas dos tempos do arco da velha, como por exemplo a sua expulsão do céu, o que descobri que o que os homens falam é uma grande enganação, Lúcifer era um anjo. Explicou ele enquanto andávamos por um jardim onde havia muitas árvores e flores, e em alguns pontos o chão era coberto por uma grama extremamente verde que se perdia em meu campo de visão. Assim que entramos no jardim o portão em nossas costas se fechou instantaneamente.

Como ia te contando. Lúcifer era um anjo e depois de alguns acontecimentos que aconteceram na planície terrena alguém precisava separar as almas boas das más e isso deveria ser feito fora dos portões da dimensão do céu. Então Lúcifer que era o mais inteligente entre os anjos foi escolhido por Deus para comandar a dimensão do inferno. Lúcifer aceitou, pois sabia que aquela era a vontade de Deus.

Depois de andarmos um pouco em silêncio pelo jardim, Lúcifer olha ao redor e vê alguém, esse homem trabalhava em algumas plantas. Lúcifer o chama pelo nome e então aquele homem vestindo uma roupa extremamente branca larga suas ferramentas e vem até nós em um caminho de paralelepípedo que cortava o jardim. Este Homem, magro, careca de pele morena. Sua aparência era muito tranquila e seu olhar era repleto de alegria. Lúcifer o chama pelo nome outra vez com um sorriso de bondade,

"Jorge. Esse é Fred. Meu jardineiro." Nos apresentou Lúcifer. Fred e eu apertamos as mãos e Fred volta ao trabalho mais feliz que antes, aparentemente. Continuamos nosso caminho e Lúcifer me explicou sobre o jardim. E que antigamente antes da criação do jardim as pessoas boas eram forçadas a passar pelo mesmo castigo que os pecadores. Mas graças a bondade de Deus e Jesus Cristo, um lugar que dá liberdade para as almas boas irem e virem sem serem castigadas foi desenvolvido e este é aquele jardim que se chamará simplesmente de jardim das almas, mas Lúcifer me contou que prefere o nome que os homens falam que se dá o nome de Campos Elísios. Nesse momento interrompi o meu surpreendente guia, esperando uma repreensão mas, Lúcifer apenas olha para mim e franze os lábios. Como os vivos têm conhecimento do jardim? Pergunto cordialmente. Lúcifer apenas solta uma risada de desdém e continua andando e eu o sigo de perto.

"Você acha que em todos esses anos você foi o único que entrou nesse lugar. Muitos espíritos que seus corpos estão paralisados sobre uma cama de hospital permanecem aqui até que não haja mais esperanças e seus aparelhos sejam desligados e seus corpos sejam entregues aos vermes. Alguns entram como uma visão do que lhes aguarda se continuarem cometendo os mesmos erros. Deus está disposto a orientar para depois castigar as pobres almas rebeldes"— explicou Lúcifer enquanto caminhávamos pelo caminho de paralelepípedo escuros até as ruínas do que parecia ser um templo o que me fez lembrar as ruínas dos tempos da antiga Grécia. Ali várias pessoas iam e vinham despreocupadamente. Até que Lúcifer para diante do templo e coloca as mãos em meus ombros e me sacode.

"Por isso eu te digo meu amigo. Não quero sua alma Deus me encarregou de lhe mostrar um pouco do que é o meu lar para que você não venha a cometer os mesmos erros que você cometeu agora Fred irá levá-lo novamente ao seu corpo e você tentará ser outra pessoa até a hora de sua morte. Fred é todo seu!" —completa dando as costas e voltando pelo mesmo caminho em que viemos até desaparecer por detrás de uma elevação.

Fred me olhava com um sorriso e isso me marcou, pois Fred ao andar ao meu lado escada acima do templo, tagarelava sem parar, dizendo que ficou muito feliz por mim que nosso criador foi bondoso e me permitiu voltar a dimensão dos vivos. O salão palaciano era imenso de um chão de mármore polido, passamos pelo salão e adentramos em um porão de escadas íngremes. Enquanto avançávamos, Fred pediu que eu retirasse de meu bolso um cartão que continha um número, esse número era a minha idade. Os números dois e quatro gravados em tinta vermelha em um cartão todo pronto. "Vinte e quatro" falei. E então entramos em um corredor repleto de portas dos dois lados e em cada uma delas havia um número.

"Porta vinte e quatro também vim por essa porta" fala Fred "aqui estamos, porta l vinte e quatro. Entre e veja a mágica acontecer" fala Fred estendendo a mão para um comprimento. Aperto a mão direita de Fred e abro a porta e me vejo deitado sobre a cama de hospital e meus pais ao meu lado ajoelhados e rezando para que eu volta-se a vida, aproxime de meus pais e toquei minha mãe em seu ombro e em um piscar de olhos me vi abrindo os olhos e me botando sentado na cama bruscamente. Lembro-me como se fosse hoje, embora tenha se passado cinco anos. A alegria de meus pais e os médicos e enfermeiras que me rodearam e depois que meus batimentos foram checados e os equipamentos foram retirados todos ali dizendo que foi um milagre. E eu sendo forçado a dizer em quanto meus pais abraçaram meu corpo dolorido que o que aconteceu não foi um milagre e sim uma segunda chance. Cinco anos se passaram e agora para onde eu vou carrego sempre comigo esta bíblia e conto minha história para aqueles que querem ouví-la. Por isso eu lhes falo meu amigo Eric. Deus é bondoso com todos, e prefere instruir antes de destruir. Cuidado com o que você faz e fala meu amigo.


19 de Setembro de 2021 às 00:23 0 Denunciar Insira Seguir história
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