xduda_s2 Duda

Mi-Cha, agora se depara com o último ano no colegial. Além das preocupações com provas para ingressar em uma faculdade, é mais uma vez, vítima das constantes mudanças de sua mãe. Agora, além de ser nova na cidade, é a novata da escola mais uma vez e tem que enfrentar o maior e pior de seus problemas; tem dezessete anos e ainda não perdeu a virgindade. Já Jimin tem sua virgindade como o menor de seus problemas, quer apenas aproveitar seu último anos do colegial ao lado de seus fieis amigos e passar em uma boa universidade. Mas tudo pode mudar quando esses dois, tão opostos, se encontrarem... . Mi-cha uma garota virgem, pervertida e desesperada pelo fim de sua virgindade. Park Jimin, aluno exemplar, nerd de carteirinha e devoto a se entregar apenas após do casamento. • "Levanto os olhos pra ver quem era o dono daquela lindeza e me surpreendo. JIMIN?! Fala sério! Aquela carinha fofinha escondia qualquer resquício dele ser um puta gostosão. Aquela era a maior bunda que eu havia visto na vida! Que coisa linda... Ele seria meu alvo, era definitivo. Park Jimin e sua bunda gostosa, iam ser meus! " - Não aceito adaptações, desculpe. -


Fanfiction Bandas/Cantores Impróprio para crianças menores de 13 anos.

#crackfic #kpop #bangtanboys #bangtan #bts #comediaromantica #Romance #
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Em progresso - Novo capítulo Todas as Sextas-feiras
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1 - Conhecendo o paraíso -

O primeiro dia de aula.


Sem dúvida o pior pesadelos de muitos adolescentes, digo isso com muita propriedade, já que eu faço parte dessa boa parcela de jovens. E tudo isso parece ficar ainda pior quando você é a aluna nova.
Passar a primeira semana sendo à aluna nova não é fácil, acaba se tornando em uma semana comendo sozinha na cabine do banheiro, sendo a última escolhida na aula de educação física, e sem contar que em absolutamente em todas as escolas existem um grupinho específico de adolescentes que parecem existir com o único propósito de atazanar a minha existência.



Ó vida! Porque és tão cruel?



— Já está acordada? — Ouço minha mãe falar por de trás da porta.



Se por um acaso do destino eu fingisse que ainda estou dormindo, ela me deixaria faltar aula? Com quase toda certeza que não, porém tentar não custa nada, não é mesmo?



- Caso não se levantar, irá se atrasar! - Ela diz calma enquanto abre a porta. Eu a ignoro mais uma vez. - É sério, se não levantar agora, Não só você como eu também irei me atrasar.- Eleva um pouco o tom da voz, mas esse jogo não funciona comigo, eu sei como domar o dragão. -Yaa sua pirralha!


Eu apenas viro para o outro lado.


- Vai continuar me ignorando? - Ela espera um tempo. - Beleza então. - Assim que acaba de falar a ouço sair do quarto.


Eu havia ganhado aquela guerra mesmo?! Meu deus! Não é que existem momentos bons nessa vida também? Já que batalha estava ganha mesmo, decido me afundar nas cobertas e desfrutar do gostinho da vitória. Iria dormir e acordar só durante a tarde! Acho que esse era um dos melhores dias de minha vida.


- Venha Mi-Cha, venha comigo! Irei leva-la até o paraíso - Diz G-Dragon me estendendo a mão.


- Sim, eu vou com você! - Digo correndo até ele.


- Vamos Mi-Cha, eu vou te mostrar exatamente o que você quer ver! - Ele sorri e olha para o meio de suas pernas. Minha nossa senhora dos virgens desesperados.


Quando estava quase chegando até G-Dragon, quando estava quase encontrando o paraíso. O tempo de repente fica nublado e G-Dragon grita por mim.


- Eu estou indo meu amor! - Grito correndo mais e do nada, a chuva começa à cair.


- Até que enfim a boneca acordou! Achei que a bela adormecida ficaria aí! - Minha mãe fala impaciente.


Abro os olhos e me deparo com minha mãe com uma feição nada boa, com o spray que ela usa pra regar suas plantas em mãos.


Aish, ela atrapalha meus esquemas até nos sonhos!


- Por que me acordou? Eu estava no meu melhor momento, finalmente iria conhecer o paraíso!- Falo incrédula.


- Aonde foi que eu errei? - Se pergunta dando um tapa na própria testa. - Você tem dez minutos para se arrumar ou irei sair sem você.


- Ah, então vou ficar por aqui mesmo e faltar aula. - Digo me deitando novamente.


Em questão de milésimos de segundos minha cobertas, das winx diga-se de passagem-, são puxadas de forma bruta quase me fazendo cair da cama.


- Agora você tem nove minutos!


Me levanto totalmente contra minha vontade e me preparo,totalmente contra minha vontade também, para o meu primeiro dia de aula. Visto meu uniforme nada original, e coloco meus óculos, pego minha mochila e saio em direção a sala, onde minha mãe já me esperava impaciente.


- Até que enfim! Achei que tinha morrido colocando as meias. - Diz abrindo a porta de casa.


- Está insinuando que tenho chulé?! - Lhe pergunto incrédula.


- Não estou insinuando, estou afirmando! - Ela diz ao fechar porta de casa e desligar o alarme do carro. - Quase desmaiei da última vez que lavei suas meias.


-Yaaa, eu não tenho chulé! - Falo braba. - E se já tive não me lembro mais!


- Você tem sim, e dos fortes! Sabe disso, mas não se preocupe, mamãe te ama do mesmo jeito. - Ela sorri irônica para mim e entra no carro.


- Já que eu "tenho" chulé, você tem um alto nível de CERDBDB - Digo e rio da minha própria acusação.


- E o que é que seria isso chulezenta? - Ela pergunta desentendida me olhando come se eu fosse a maior pateta do mundo, faço uma careta ao escutar o seu nove apelido carinhoso para mim.


- Cheiro extremamente ruim de baixo dos braços. - Falo orgulhosa de mim mesma, enquanto minha mãe me olha como se se perguntasse aonde havia errado comigo.


- Eu deveria ter ficado com o Choi depois da faculdade, olha o que seu pai me fez fazer!- Me olha de cima abaixo e bate na própria testa.


- Só fala isso porque sabe que eu estou completamente certa, você sofre de um nível altíssimo de CERDBDB. - Ela revira os olhos e da partida no carro.


- Chulezenta!


Minha mãe devia me incentivar a viver, e não a nunca mais tirar os sapatos. Queria ver se meus pés fedessem como suas axilas quando estão suadas!

Durante o caminho para escola, um pânico começou a crescer dentro de mim. Seria mais uma vez a mesma história de sempre! Um almoço triste e solitário, um crush supremo em alguém que já namora, um grupo de meninas com um nome zoado para me incomodar até minha mãe decidir que temos que ir embora, e mais uma vez tudo se repetir! Caraca, que vida difícil.


- Mãe eu não quero ir! Eu posso parar de estudar e passar a vender minha arte na praia! - Justifico.


- Você não sabe nem fazer desenho de palitinho, vai vender o que na praia? - Dá risada. - Porque isso do nada?


- Por que vou assustar a todos com meus pés fedidos e minha mente brilhante!


- Mente brilhante só se for desse óleo que tem na sua testa né?


Esse foi o momento dela rir, descontroladamente, de sua super piada sem graça.


Velhos!


Penso e reviro os olhos.


- Chegamos. - Ela diz recuperando fôlego. - Sem confusões, não quero ser chamada no seu primeiro dia de aula porque brigou com alguma garota por estar olhando muito os rapazes comprometidos.


- Ah qual é, eu não sabia que o Jackson namorava aquela vez, quer dizer nem deu tempo de descobrir, chegamos e saímos de Daegu tão rápido quanto a diarreia vem depois do pum. E eu nem olhava para ele, eu olhava para as pernas dele. - Meu coração acelera ao me lembrar dos músculos. Tão lindos que o coração chega a apertar ao lembrar de que nunca mais as veria...


- Isso não muda o fato que estava olhando ele. Sua anta.- Diz já impaciente.


Eu realmente adoro a forma como minha mãe me ama, chega a me encher os olhos de lágrimas.

- Diziam que as festas dele eram as melhores, uma pena que eu não tive tempo nem de ser convidada. - Jogo a indireta.


- Me desculpe por isso, essa é última vez. Eu prometo. - Ela diz mas eu sei que está mentindo. Ela disse isso nas últimas doze vezes.


- A história de largar a escola está mesmo fora de cogitação?- Ela apenas me olha. Ok, parece que nada de largar a escola por enquanto. - Tá tá, é bom saber o quanto me ama.- Digo respirando fundo já prevendo o pesadelo que seria dali pra frente. - Quando eu morrer vai se castigar pensando o porquê não me deixou sair da escola quando lhe pedi. - Ela só sorri e diz:


- Boa sorte filha! - Apenas concordo com a cabeça e saio do carro.


Minhas minhas mãos suam frio, meu coração está acelerado. Acho que vou ter um ataque cardíaco! E se do nada eu morrer aqui? No meio da escola? Não é assim que eu pretendo morrer não!


Sigo para a secretaria aonde pego as informações necessárias para conseguir achar minha sala de aula. Ou pelo menos tentar achá-la. Eu definitivamente odiava toda essa situação! Desde que meus pais se separaram é sempre assim. Minha mãe nunca sabe em que cidade iremos viver, então ficamos migrando de uma cidade para outra, em um ciclo infinito! Eu nunca ficava tempo o suficiente para criar laços com alguém...

Por isso ainda era virgem! Em plenos dezessete anos! Eu não sei quanto á vocês mas eu acho um absurdo!

Ando por meio de alguns corredores, subo algumas escadas até parar em frente da onde eu acho/espero que seja minha sala. Aliso minha saia, confiro o cabelo no reflexo da tela do celular, vejo que estou relativamente aceitável então dou três batidinhas na porta.


A porta é aberta pelo professor que parecia ser mais velho que a terra. Ele sorri amarelo para mim e anuncia, sem dar importância, para a turma que tem uma aluna nova. Ele faz um sinal para entrar na sala. Eu me desespero, aquelas dezenas de olhos me olhando me deixavam sem graça e completamente envergonhada.


E assim que dou o primeiro passo, vejo o mundo cair em câmera lenta. Literalmente.


Meus cadarços estavam desatados, ou seja, tombo na certa pra mim. Pisei no cadarço e desabo no chão como uma fruta podre. Eu fiquei um tempo com a cara enterrada no chão. Minha real vontade era cavar um buraco no chão e sumir daquele lugar o mais rápido possível!


- Eu não acredito que isso está acontecendo comigo. - Falo baixo para mim mesma.


As risadas fluem pela sala, fazendo a minha vontade de viver se tornar quase nula.


- Você está bem? - O professor pergunta preocupado, não sabendo se me ajudava ou não.


Eu apenas levanto um de meus braços fazendo um certinho pra ele, o que provoca mais risadas em meus novos, e já odiados, colegas. O professor me ajuda a levantar e quando finalmente consigo me endireitar. Olho para meus colegas que ainda riem. Sinto minhas bochechas quentes de vergonha.


Por que comigo, Deus?! O que foi que eu fiz pra merecer isso?!


- Bom, hmmm... então se apresente! - O professor me incentiva, mas eu não quero fazer isso.


Dou um passo a frente e respiro fundo.


- S-sou Kim Mi-cha e espero que possamos nos dar bem. - Faço reverência e o professor me manda sentar ao lado de um garoto de cabelos loiros que fica me encarando.


Me acomodo, e enterro minha cara na mesa. Eu sabia que algo assim iria acontecer. Não tinha como ser pior!


Que belo jeito de começar o ano.

••♡••


Oiie! Como estão?

Estou trazendo essa minha história para cá!

espero que gostem e se divirtam com esses personagens!


Um beijo na bunda e até o próximo capítulo!


Eu amo você! 💕



Com amor, Duda 💕


15 de Outubro de 2021 às 14:40 0 Denunciar Insira Seguir história
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Leia o próximo capítulo 2 - Park Jimin e sua bunda gostosa -

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