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Gustavo Eduardo Borges


Équidna um híbrido entre um reptilios e um humano está tentando lidar com a raça de sua mãe que age agressivamente contra sua mãe e os outros de sua raça


Fantasia Épico Impróprio para crianças menores de 13 anos. © ©Todos os direitos reservados

#romance #terror #horror #fantasia
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Prólogo - Équidna

Algo que temo aconteceu, algo que sempre passa por minha mente mas sempre tentei ignorar, um pilar que está sendo deteriorado por uma lâmina, e agora está se desmoronando, como um pilar que é destruído pelo tempo minha mãe agora está sendo destruída por uma lâmina , ela é como um pilar suporta meu peso as vezes pesado como a mais grande rocha as vezes mais leve que uma pluma , um pilar que está se quebrando.

— avisios Équidna, eles são muitos para você conseguir lidar sozinha.— Diz ela, Ela não pisca, mesmo com um punhal, atravessando sua espinha, ela ainda fica com a voz firme, tentando parecer confiante como sempre tenta parecer estar, só que com um punhal atravessando sua espinha junto com seu tórax suas emoções são facilmente legíveis. — Équidna saia daqui e chame os outros, sua força já foi provada mas nem a mais forte criatura vence uma criatura com grandes números . — diz ela enquanto escorre sangue pela ferida da lâmina em sua espinha, mesmo nessa situação seu olhar está focado em mim, mesmo enquanto sua vida está se esvaindo, seu olhar da mais importância a mim do a si mesma, quem são "eles" e o que querem?, por que enfiar uma lâmina na espinha dela? Eu quero ajudá-la mas não sei, se com a minha habilidade de medicina eu conseguiria tratar um buraco no peito dela, no máximo eu conseguiria tratar por um tempo até alguém poder tratar com mais calma.

— Eu não irei deixá-la aqui, se seu ferimento não for tratado você irá morrer. — Digo e meu coração aumenta de velocidade ao ponto que pensei que eu penso que todos pudessem ouvir, a cada segundo que passa cada batida no meu coração é pesada, o cheiro de ferro entra em minhas narinas cada vez mais ao me aproximar dela.

— Minha querida, já estou muito fraca e minhas forças , parar meu sangramento só faria a gente perder um tempo precioso, eu não posso deixar eles te descobrirem — sua respiração está rápida e pesada, o medo está estampado em seu rosto.

— Não, precisa se preucupar eles não vão escapar das minhas garras. — digo, enquanto forço ela delicadamente, a deitar-se ao chão, sua pele está fria e o sangue em seu ferimento se esvai cada vez mais e sua pele fica cada vez mais palida.

Rasgo um pedaço de minha roupa e Faço pressão na ferida com o pedaço da roupa, ao colocar o pedaço de roupa reparo que a roupa some sobre a minha mão e parece não dar para ver nada através dela , até o ponto do pedaço ficar encharcado de sangue parecendo apenas um borrão vermelho e deixo o pedaço de roupa sobre a ferida e rasgo outro pedaço e faço pressão novamente no seu tórax.

Sinto um formigamento em meu nariz. E respiro e vejo pólen sair de minhas Narinas que fazem minha mãe ficar relaxado e diminui sua respiração. Logo que o pólen para quando eu começo a tossir pela falta de ar. E então sinto novamente esse formigamento em meu nariz e consigo respirar.

—Fique fazendo pressão com o pedaço de roupa no ferimento. — digo, ao terminar o tratamento rasgo minha calça.

Pego o pedaço rasgado, da minha calça e retiro a adaga de sua barriga e percebo que no cabo da adaga tem uma cobra sem dentes e com uma lamina sobre a cauda, enrolo em volta de seu peito, eu queria poder fazer mais mas ao menos sua morte não é iminente.

— Tente não se forçar muito, temos que sair daqui, se apoie em mim. — digo, enquanto levanto ela e levo ela em direção da porta do jardim traseiro .

Ao nos aproximarmos da porta, ouço passos pesados através dela, por reflexo retiro minha língua bifurcada e a balanço no ar e a coloco no céu de minha boca, e sinto um cheiro azedo de suor e um cheiro de ferro parecido com sangue vindo em direção da porta, não sei, o que me espera por traz dessa porta mas a agitação e o cheiro de suor não me parece muito convidativo e rapidamente, afasto ela da porta e fico em sua frente, até que a porta avança rapidamente em meu rosto e sinto os ossos de meu nariz se chocando e uma dor aguda no nariz e sou arremessada da porta.

Ao me levantar sinto um liquido sair de minhas narinas, até perceber que está sangrando e sinto dificuldade de respirar e a cada vez que respiro pelas narinas, sinto uma dor como se meu nariz estivesse queimando, ao levantar olho em direção da porta e reparo que minha mãe está caída ao chão e avanço em sua direção, ao chegar vejo que o impacto de seu corpo com o meu tirou partes da calça, e me aproximo para enrolar a calça novamente.

Enquanto me aproximo, dela ouço um barulho como se algo saltasse e sinto um braço se enrolando em meu pescoço e fazendo pressão sobre o mesmo ao ponto de não conseguir mais respirar, o braço tem linhas que vão dos dedos até o ombro, pela surpresa dessa situação no reflexo dou uma cotovelada em seu tórax e focifero.

— me s... — tento dizer mas com a pressão em meu pescoço a falta de ar é inevitável.

Olho em direção da minha mãe e vejo uma coisa resplandecendo nas sombras, um braço com uma flor rosa com o caule avermelhado se aproximando do rosto de minha mãe, será que foram eles que feriram ela com aquela lâmina , com essa reação desses indivíduos sinto que talvez sua segurança esteja deficiente, sinto meu batimento aumentar gradativamente, e meus músculos ficarem tensos e um ódio que queima minha pele, eu sinto ódio por um futuro incerto que agora vejo ser possível, sinto meus dentes caninos mais pesados que o comum, mas eu tenho a chance de erradicar esse futuro e é o que irei fazer.

No momento de fúria abro minha boca o máximo que consigo e mordo com toda minha força o braço de quem está me segurando e sinto o um gosto horrível, parecido com carne suína e um gosto de figado no fundo, sinto meus dentes perfurem a pele do homem com muita facilidade, no momento que mordo o braço do indivíduo injeto meu veneno eu seu braço frágil e a cada segundo que passa sinto que meu veneno não vai acaba como se eu pudesse colocar o quanto quiser, retiro minha boca de seu braço e o mordo novamente mas não com o intuito de lhe injetar meu veneno e sim causar dor, ao morde-lo sinto meus dentes perfurarem a pele e colidirem com o osso do indivíduo, depois de perceber que meus dentes atingiram seu osso balanço minha cabeça rapidamente para os lados e o homem solta um grunindo de dor mas ainda não me solta, por que ele não, solta será que seu trabalho é mais importante que seu próprio braço , mordo novamente e sinto meus dentes perfurarem seus ossos e os estilhaços se espalhando pela minha boca, enquanto isso o homem aperta cada vez mais o braço sobre meu pescoço sinto como se eu fosse perder a consciência a qualquer instante até que o homem bruscamente, para de fazer qualquer movimento e ouço um som como se ele se fosse um grunindo , vendo que meu veneno fez efeito coloco seu cotovelo sem um pedaço, em minha boca e mordo e vejo minha mandíbula perfurar e destroçar os ossos e a pele do indivíduo fazendo seu braço sair do cotovelo, e enquanto eu cuspo a parte do braço do homem eu avanço em direção dela.

Enquanto eu ando em direção de minha mãe sinto o sangue que escorria de minhas narinas coagular e vejo uma mulher com uma lâmina reluzente saindo das sombras, percebendo isso tento me camuflar, e sinto como se uma segunda camada de pele estivesse sendo criada por cima de minha pele e como se um frio na espinha corresse por meu corpo inteiro, e em um instante, minha presença evapora perante a mulher com a lâmina, sua expressão parece confusa, possivelmente, essa pequena rata tem experiência com furtividade pelo fato de nem eu conseguir ouvir seus passos.

Vendo que provavelmente minha presença está totalmente oculta corro em disparada até minha mãe, se aquela coisa ser o que penso tenho que ser rápida.

Ao me aproximar o suficiente deles consigo ver através das sombras com muita nitidez eu vejo um ser bipede com a pele completamente, feita de casca de árvore parecendo seca e desnutrida com flores vermelhos sobre a cabeça que parecem quase mortas e desnutridas , ao me deparar com essa imagem percebo que essa flor se chama hibisco uma flor que só consegue viver em cofian que tem um ambiente quente com grandes precipitações de chuva, ao perceber isso me aproximo perto de sua cabeça.

— Você sente raiva, daqueles que te tiraram você de suas raízes você está fraco e desnutrido, proteja essa mulher a sua frente e elimine todas as pessoas nessa sala que te forçaram a vir até aqui e te ajudarei a se reerguer e te tornarei forte novamente. — sussurro para o ser árvore.

— Uma oportunidade tentadora, que irei aceitar, mas se o trato não, for cumprido irei me nutrir dessa mulher. — ouço uma voz que parece vir de todos os lados, mas ao mesmo tempo parece vir de lugar nenhum.

— O trato foi firmado, caso eu não cumpra com o trato pagarei com meu próprio sangue —.

Em um instante, vejo minha mãe ser cobrida pelo ser árvore como se o ser árvore estivesse se transformado em uma carapaça e enquanto eu vejo o corpo de minha mãe ser cobrida, por essa espécie de carapaça, vejo onde seria o braço do ser árvore avançar contra a janela e ouço um grunindo de dor e da janela, vejo sendo forçado a entrar um homem careca e robusto com linhas negras que vão dos olhos até suas orelhas, com o corpo do ser árvore enrolado em seu pescoço se aproximando do mesmo, e ao se aproximar o suficiente vejo o corpo do ser árvore que antes estava enrolado no pescoço do homem tentando entrar em sua boca, narinas e orelhas e vejo o homem inutilmente, tentando tirar a madeira que apenas entra cada vez mais e em um instante todo movimento do homem para bruscamente, e o homem é solto pelo ser árvore.

Olho procurando o indivíduo que teve seu braço arrancado e percebo que no lugar onde estava seu cadáver, percebo que tem um rastro de sangue fresco que vai até a janela.

— O que uma árvore com flores como você prefere como nutrientes? — digo, enquanto fico visível perto da árvore.

— Eu aceito crustáceos ou ossos esfarelados— diz ele num tom agradevel.

Ando até o rastro de sangue e pego o braço do indivíduo e entrego para o ser árvore.

— O osso desse braço serve para você? —

— Já serve, apenas precisarei esfarelado. — diz, ele voltando a sua forma original e pegando o braço delicadamente e pegando um pedaço do osso e enrolando sua mão nele o esmagando-o.

Pego um pouco de polvoro, de meu bolso e corro até a parede e pulo sobre ela e sinto como minha pele estivesse sendo sugada pela parede me mantendo nela mas ainda consiguindo me mover sobre ela e subo pela janela quebrada até o teto e reparo que enfincada no chão de pedregulho está uma tocha que serve como um sinal de emergência, pego a tocha, e a jogo no ar o mais forte, que consigo e jogo a polvora na tocha enquanto corro rapidamente para dentro onde acho que é seguro e ouço um som alto vindo de cima e sinto um tremor passando pelo meu corpo.

Após 10 minutos, ouço muito baixo o que parece ser passos silenciosos, vindo das paredes e do telhado, e ao perceber isso pisco e em um instante, minha visão fica diferente, as cores estão diferente, em tons de azul, verde e vermelho e ao olhar para os lados vejo um Lagarto de 5 metros com espinhos, que vão de sua cabeça até sua cauda, grudado na parede com tons em vermelho na cabeça e no tórax e no resto do corpo tons verdes e azuis e ao ver isso vou um pouco para trás por reflexo.

— Eu já te avistei —

— Você está ficando boa nisso, me dê um resumo do que aconteceu para você precisar acionar o alarme — diz, ele descendo da parede e andando com suas duas patas até mim com uma calma inabalável e percebo que pelo seu jeito de falar e pelo seu corpo robusto e espinhoso percebo que esse é meu pai, e ao perceber isso sorrio inconscientemente.

— A minha mãe sofreu um ataque, em seu tórax por seres da mesma espécie que ela, eu fiz um primeiro socorros nela mas ela precisa de alguém para tratar o ferimento dela com mais calma, tinham, um total de 4 deles pelo que eu sei, eu lidei de um deles e aquele ser árvore lidou com um, ele poderia ser um ótimo aliado pelo fato de ele produzir hibiscos, ele está fraco e desnutrido então o ofereci minha ajuda para se fortalecer pela sua ajuda, essas informações já são o suficiente? . — digo, a ele andando rapidamente, ao seu lado.

— Ele estava junto com os agressores da Carol? —diz, ele, enquanto pega minha mãe no colo, e enquanto ela estava sobre o colo dele ela coloca sua mão sobre seu rosto delicadamente.

— Ele estava junto com os agressores mas eu creio que os agressores queriam tirar ele da floresta pelo fato de suas flores serem hibiscos que são flores que só conseguem sobreviver em ambientes quente como cofian, já que os agressores estavam com um cheiro muito forte de suor talvez, não estavam acostumado com o calor de cofian. —.

— Minha pequenina, você poderia trazê-los vivos, até aqui, para termos uma pequena conversa enquanto eu levo a Carol para o curandeiro? —

— Claro, só irei me preparar para ir — digo, andando em direção do cadáver do homem careca e visto suas roupas, ao vesti-la percebo que sua roupa está quente e com um pouco de sangue no abdómen, e como o resto que sobrou de seu corpo , e saio pela janela seguindo o rastro de sangue .

25 de Junho de 2022 às 21:29 17 Denunciar Insira Seguir história
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Leia o próximo capítulo Capítulo 1 - Antonela

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Eduardo Souza Eduardo Souza
Muito bom parabéns
January 14, 2022, 02:01

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