juanpablo Juan Diskay

Uma narrativa incrível de um homem que, no seu segundo casamento, herdou uma enteada linda e sedutora. O jogo envolveu-os intensamente. Inclusive a esposa. História de ficção. Qualquer semelhança com pessoas fatos e lugares terá sido mera coincidência. Plágio é crime.


Erótico Todo o público.

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“Não é fácil administrar minha vida quando eu tenho que me doar o máximo para manter o meu casamento, o segundo, com uma mulher linda e independente. Tenho que me segurar para não perder minha linha enquanto mantenho segredos de relacionamentos extraconjugais aqui mesmo na nossa casa.

Minha primeira esposa até que suportou muito as minhas escapadas quando há um ano me flagrou com minha atual mulher em uma boate, encerrando o nosso matrimônio. Não tínhamos filhos, mas acabou herdando tudo o que eu tinha, até em um bom senso da minha parte.

Puro engano. A depravada já tinha um relacionamento extraconjungal também, inclusive com aquele que achava ser o meu melhor amigo. Então o efeito dominó se fez quando o meu melhor amigo divorciou de sua mulher para casar com a minha ex, e soube que a esposa estava pulando a cerca também. Que mundo louco. Não se pode confiar em ninguém.

Com esta experiência de vida, optei de ser o mais presente possível, que apesar do meu sentimento pela Britney, imagino se ela fez isto com o ex marido, a probabilidade de fazer comigo poderia ser um fato. Era uma situação reciproca pois eu também era um adúltero canalha. Fiz com prazer, pois é muito mais linda que minha ex esposa, e também mais dinâmica. Possuía várias lojas de roupas exclusivamente femininas.

Continuei com o meu trabalho e adquirimos recentemente uma bela casa nos arredores de West Valley City, Salt Lake City, Utah. Completa. Com vários quartos e salas, uma pequena piscina com aquecimento (acho que a única na região), e o conforto que almejávamos.

Outro maior problema é minha enteada, Clarice, filha única herdada na transição. Não quis ficar com o pai. “Ele é muito chato”, dizia. Meu Deus. Que mulher linda. Chega a ser hipnótica. Seus dezessete anos afloravam um brilho intenso e eu ou qualquer homem não conseguia tirar os olhos devoradores do corpo dela. Quando Britney e Clarice andavam juntas pareciam irmãs. Loiras naturais, exibiam sem pudor seus corpos, justamente para mostrar o que o todo poderoso trabalhou minuciosamente nelas. Às vezes me perguntava como uma mulher desta foi apaixonar por mim? Um privilégio.

Clarice estava no último ano do ensino médio, e a mãe com a natureza protetora, pedia que eu a levasse e buscasse todo dia no colégio. Não aguentava ver aquela loira na sua integral juventude, emitindo seu feromônio sedutor, demonstrando nitidamente o seu interesse nas minhas condicionais masculinas, observando e insinuando diálogos curiosos sobre como seria os detalhes de uma vida íntima entre um homem e uma mulher.

Em um destes bate papos no trânsito, me foi revelado que ela é uma assídua expectadora das entregas íntimas entre mim e sua deliciosa mãe.

— Ficou maluca, menina? Se sua mãe ficar sabendo disto você nem sai na rua!

— O que é que tem, dad? E também vocês expressam muito nas suas entregas! Minha mãe parece que vai morrer de tesão! Não tive como evitar de querer olhar!

— Por favor não diga nada a ela!

— Só com uma condição....

— Que condição?

— Que você deixe eu continue a ver vocês!

— Senão...????

— Eu falo para mom!

— Então fala! Quem vai sair perdendo é você...!!!

— E você também...!!!

— Como assim?

— Acha que eu não vejo você me devorando discretamente com o seu olhar? Tem vezes que até posso sentir você me tocando com os olhos!

— Agora sei que você ficou maluca!

— Seu mentiroso! Se eu contar para mamãe você acha o que ela irá pensar? Ela irá acreditar em mim ou em você?

— Aonde você quer chegar?

— Continuo a deixar você me olhar, coisa que até gosto, e deixo você me ver quando estiver fodendo minha mãe, bem gostoso!

— Você tem idéia do que está falando? Você não tem um namoradinho? Vá apagar seu fogo com ele?

— Imagina! E o meu namoradinho é um nerd tímido! Só faz o básico!

— Meu Deus!

— Já pensou? Você me vendo, eu te olhando, observando este pauzão entrando gostoso na minha mãe! Fico imaginando com deve ser bom! Minha mãe sentindo “ele” rasgando a gruta dela! Já vi ela gozar umas três vezes em uma noite só!

— Você está entrando em mundo perigoso e sem retorno! Não faça isto comigo, por favor!

— Está vendo? Aposto que está pensando de como seria! E você, acreditando ou não, é um belo homem! Minhas amigas ficam eufóricas quando te vê! Já me falaram cada coisa!

— Olha, Clarice! Vamos fazer de conta que nunca falamos sobre isto! Está com nítido sinal que você está me testando! Estou até pensando que sua mãe está envolvida nesta história também! Esquece por favor!

Esta menina realmente é mais esperta que pensava. Este jogo de sedução é mesmo muito perigoso. Talvez esteja envolvido em uma situação nova, e que Britney está usando a filha para me testar. Ou, quem sabe, a menina esteja realmente curiosa.

Naquela noite Britney dormiu rápido. Preocupado, levantei para tomar água, mas no fundo queria saber como estaria Clarice. Minha surpresa foi grande quando a vi encostada na porta do seu quarto, me observando.

— O que faz acordada?

— Advinha! Percebi que hoje não teve o que esperávamos!

— O que você esperava?

— Advinha novamente!

— Vá dormir! Está tarde!

Retornei inquieto e intrigado. Estava sendo abraçado por um jogo de sedução minuciosamente executado pela minha enteada. Decidi ver até onde isto tudo iria. Só assim descobriria a verdade desta história. Olhei para o traseiro descoberto da minha esposa, sentindo uma vontade enorme de possuí-la, apenas para que Clarice pudesse ver.

Nas idas e vindas naquela semana, a minha adorável enteada insistia em tocar no assunto, me deixando extremamente excitado. Naquele sábado, ficamos em casa aproveitando o descanso. Clarice fingia estar estudando com o namorado, mas me vigiava esperando que eu a olhasse. E nestes momentos, fazia questão de insinuar com o corpo, mandando mensagens criptografadas que queria muito ser voyeur naquela noite.

Seduzi Britney, deixando-a extremamente excitada. Por várias vezes iniciamos um contato mais intenso, sendo interrompido quando eu dizia que Clarice estava nos observando. Isto também me deixou muito excitado. Fazíamos viagens até a piscina onde podíamos ter um contato mais íntimo. Penetrava esporadicamente dentro da água morna, e quase nos entregávamos ali mesmo. A bebida foi um afrodisíaco a mais, também saboreado por Clarice e seu “tímido” namorado. Fim da tarde, o rapaz foi embora, e resolvemos ir tomar um banho. Com uma malícia incontrolável, deixei a porta semiaberta, e ali, na ducha mesmo iniciamos nosso coito, com beijos intensos, simulações de penetrações e sarros ensaboados. Beijávamos intensamente, e as mãos deslizavam em cada parte dos nossos corpos. Fiquei distraído, pensando onde estaria minha deliciosa enteada. Ganhei tempo até levar Britney para cama, ainda molhados.

Começamos e fazer amor com tanta veemência que parecia ser a primeira vez. Eu a penetrava em todas as posições, longe de gozar. Britney suplicava sexo, gemendo e gritando a cada um de seus orgasmos. Tentava cobri-la o máximo de prazer. Olhei para a porta e meu peito queimou quando vi Clarice nua, masturbando, olhando serenamente para nós. Tive uma sensação de virilidade tão intensa, que mal ouvia os gritos de Britney quando eu a penetrava com brutalidade e amor. Nunca senti meu cacete tão duro como aquele momento. Queria mesmo ficar ali uma eternidade só para o agrado da jovem loira. Percebi ela tendo um orgasmo que chegou a agachar, tampando a boca com uma das mãos. Britney dava sinais de fadiga, quando eu a penetrei por trás, enfiando meu pau todinho dentro daquele rabo alvo e maravilhoso. Ela gemia solicitando para rasgá-la toda, mais e mais. Eu estava incansável, olhando Clarice em um êxtase completo, e Britney suplicando-me terminar. Tirei do rabinho gostoso e enfiei mais uma vez na delirante e encharcada buceta, e mais alguns minutos, enchi ela com tanta porra, que expeliu para fora, misturando com outro grande orgasmo que ela sentiu.

Britney desabou na cama suja de porra, e em um último olhar vi Clarice me mandando um beijo no ar e desaparecendo da minha admiração.

— Nossa, amor! Você acabou comigo hoje!

— Você é deliciosa! Cada dia mais deliciosa!

— Humm! Saboreando o beijo amoroso do marido.

— Venha! Vamos nos limpar!

— Se eu não estivesse tão exausta, faria mais amor com você! Olha só! Está duro até agora! Você tomou o quê hoje?

— É você que me deixa assim!

Você e sua filha! Pensei sem constrangimento.

No domingo acordamos cedo e fizemos amor mais duas vezes. Eu estava deveras excitado quando pensava na minha enteada, ali completamente nua e tão perto querendo estar no lugar da mãe, que por um momento, achei que seria mesmo a seu maior desejo.

Preparávamos o café quando ela surgiu, deliciosa em um biquíni contrasteando com seu monocromático corpo branco. Beijos nas faces, carinhosamente retribuídos, passamos o dia apenas contemplando uns aos outros. Em uma distração da Clarice, fiz amor com Britney dentro da piscina.

Em um momento, fiquei sozinho totalmente relaxado, pensando como seria romper a suposta inocência daquela sedutora moça. Já via a possibilidade de um dia estarmos juntos. Assustei com a aproximação de Britney me dando um selinho.

— Tenho que te dizer uma coisa!

— O que?

— Estava agora conversando com Clarice...!

Putz! Fudeu! Pensei.

— O que aconteceu?

— Ontem noite ela nos ouviu!

— Minha nossa! E...!!??

— Ela me disse que eu gritava tanto que parecia que você estava me agredindo! E nos viu hoje aqui na piscina!

— E que disse a ela?

— Já é uma moça, Bill! Entendeu tudo! E descobri que eu faço muita falta a ela em não discutirmos sobre este assunto! Estou um pouco distante mesmo! Vou ficar mais próxima!

— Faça mesmo! Se não conversar ou aprender com você, alguém lá fora vai ocupar seu lugar! É uma moça muito bonita e chama muito a atenção dos outros! Tanto das amigas como dos rapazes!

— Me ajuda?

— Não tenho como, Britney! Minha visão é outra! Estou tentando ser um melhor pai para ela! Seus hormônios estão transbordando! Você é a pessoa que ela mais ama e confia! Farei o que for possível! Mas você é imprescindível neste momento da vida dela!

Conversei com Britney, mas com o cuidado de não deixar transparecer que eu estava sendo um ponto de apoio da Clarice, que a muito já conversamos sobre a sua sexualidade.

Levando Clarice para a escola, pairava um silêncio misterioso e, apesar da minha experiência, me deixava incomodado e curioso.

— Chegamos!

— Dad...

— Sim?

— Foi delicioso, não foi?

— O que...????

— Sábado a noite! Você e mamãe! Eu assistindo tudo!

— Não falei para você esquecer???

— Não tem como! Ai...! Estou excitada até agora! Gozei duas vezes! Ontem me masturbei o dia inteiro! Vi você comendo gostoso minha mãe na piscina!

— Pára! Vá para a aula!

Olhei aquela loirinha afastando, imaginando de como deve ser gostosa. Lembrei dela nua. Aqueles seios. Aquela vulva. Estava a um passo de fazer uma besteira.

Passei a manhã distraído, pensando de como contornaria esta situação. Calculava que havia uma tendência de só piorar. Meu estômago queimava só de pensar.

Nos dias seguintes evitei o máximo tocar no assunto com Clarice, porém ela alimentava cada vez mais o desejo de aproximar de mim. Fiz amor todos os dias com Britney, mas não por vontade, mas sim querer a jovem sedutora nos observando. Estava quase incontrolável a situação.

No último dia da semana, passei no colégio para buscar minha enteada. Era impossível não a olhar. A maioria a acompanhava com os olhos. Alguns com desejo. Outros de admiração e outros de inveja. Realmente era o destaque da turma.

— Ei, dad!

— Boa tarde, Clarice!

— Minhas amigas querem te conhecer!

— Você anda contando suas fantasias?

— Não! Jamais!

— Então porque anda me envolvendo nas conversas intimas com suas amigas?

— Deixa de ser tolo! Elas que ficam fantasiando com você! Te acham lindo e charmoso!

— Então nem toque no assunto! Sou o marido de sua mãe!

O trânsito estava péssimo. Percurso de trinta minutos do colégio até a casa já durava uma hora. Não dava sinais de melhora.

— Clarice!

— Oi!

— Você já... fez... aquilo... você sabe...

— Se eu já transei?

— Isso!

— Seu tolinho! Lógico que já! Eu tinha quatorze anos!

— Porque você está nessa euforia comigo?

— Nem se compara, dad! Perdi minha inocência com o cara mais babaca do mundo! Estava muito apaixonada. Depois fiz só com o meu nerdinho querido! E vendo minha mãe com você entendi que ainda não fiz o que deveria ser feito! E você realmente a deixa muito louca! E você acha que eu também não quero daquele jeito? Claro que eu quero!

Admito que por mais gostosa e bonita que seja sua companheira, que é o caso de Britney, nós, os homens, estamos à mercê de sedução de qualquer mulher. Clarice tem a artimanha da mãe e sabe que é uma moça diferenciada. Inteligente, linda, sedutora e sabe o que quer. Por sorte ou azar não sei, ela me quer. E na minha meditação filosófica sobre a fraqueza dos homens, principalmente a minha, senti a mão da loirinha tocando e acariciando minha perna.

Tirei a mão e a coloquei sobre a perna dela. Não demorou e novamente tocou na minha coxa, devolvi sua mão para onde deveria ficar. Clarice, excitada e atrevida, lançou sua mão na minha calça, apertando meu pau. Excitei na hora. Segurei o braço, mas ela apertou e iniciou uma massagem. Meu Deus. Como estava bom. Fechei os olhos e viajei em pensamentos confusos. Alguém poderia ver. Ela abriu meu zíper. Alguém poderia ver. O trânsito não andava. Tirou para fora meu pau. Alguém poderia ver. Ela estava me masturbando. Vagarosamente. Perdi a noção de tudo. Permiti. Senti a boca carnuda beijando a cabeça. Senti as lambidas no prepúcio. Abri os olhos e vi meu pau desaparecer na boca sedenta. O movimento de subir e descer iniciou devagar. Meu pau endureceu como nunca. Ela se ajeitou e me beijou como se fosse minha namorada. E era mesmo, naquele momento. Desceu novamente e saboreou meu cacete até eu pedir para parar. Em vão. Enchi a boca dela de porra. Quase desmaiei. Ela abriu um pouco a porta e cuspiu meu sêmen na rua. Voltou para mim. Fez um carinho no meu rosto, enquanto eu tentava guardar meu pau que insistia em ficar duro. Ela, com malícia, levantou a saia de uniforme, expondo a calcinha encharcada de prazer e segurou minha mão conduzindo até entre suas pernas, e apertei como um adolescente eufórico. Afastei o pequeno pano de algodão, e toquei na carne macia e quente. Umedeci minha mão com o liquido seminal. Afofei a vulva peluda, e introduzi meus dedos na gruta desejosa. Ela abriu as pernas, inclinou o banco e fechou os olhos, apertando minha mão inábil, e a masturbei também. Esfreguei seu grelinho vibrante e ela não demorou a gemer e gritar com um orgasmo. Minha mão molhou com o creme expelido. Coletei o mel e lambi até o fim. Ela ainda sacudia, sentindo os espasmos do gozo.

Um silêncio, embora gostoso, pairou no ambiente enclausurado do carro. Ela continuou deitada no banco inclinado. O trânsito começou a liberar, vagarosamente. Ela ajeitou o banco, cobriu as coxas com a saia. Me olhou sorrindo. Eu estava apavorado. Nada, em nenhum momento, poderia imaginar uma coisa desta. Meu telefone tocava insistente.

— Alô!

Oi, amor! Você já chegou em casa?

— Ainda não! Estou preso no trânsito a mais de uma hora!

Também estou! Clarice está com você?

— Sim! Está liberando! Daqui a pouco chegamos!

Então está bem! Beijos!

— Beijão!

Suspirei fundo, olhei para Clarice que fingia olhar a paisagem.

— Porque fez isto?

— Não gostou?

— Não é a resposta da minha pergunta!

— Não imagina como estava com vontade!

— Está complicando minha vida!

— É só manter segredo!

— Você é maluca!

— Olha só! Está duro até agora!

— Vamos ver até onde isso vai....

— Eu já sei...!!!!

Fiquei horas tentando assimilar o incidido. Fiquei excitado por horas. Fiz amor com Britney como nunca. Clarice estava me enlouquecendo.

Passamos sábado alheios ao acontecido. À noite sentei no sofá, assistindo um filme quando Clarice sentou ao meu lado e logo Britney nos fez companhia. Com o atrevimento de sempre, a loirinha deitou no meu colo e ficou quietinha. Britney fazia carinhos no meu cabelo. A beijava às vezes retribuindo. Entrelacei meu braço na Britney e acariciava discretamente os seios. Meu outro braço estava apoiado no corpo de Clarice. Britney estava excitada e fazia movimentos de sedução. A menina contorcia o quadril discretamente. Senti a mão dela acariciando minha perna. Estava em uma encruzilhada sexual. Inevitavelmente excitei. Britney tirou minha mão dos ombros e a conduziu para entre suas pernas. Apertei a vulva sobre o pijama, e a olhei. Estava de olhos cerrados, curtindo o carinho. Clarice discretamente enfiou sua mão entre as minhas e segurou minhas bolas, massageando-as. Estava quase explodindo.

— Vou tomar água! Alguém quer? Disse Britney, levantando.

Aceitamos a oferta e passou alguns minutos e ela não retornava. Clarice, com esperteza, puxou meu short e abocanhou meu pau. Segurei a cabeça dela e pedi que parasse. Ela chupou vorazmente, vigiando a mãe. Enfiei a mão na bunda, por dentro do pijama, e apertei sua macia carne. Forcei o corpo e alcancei seu cuzinho e sua buceta. Enterrei os dedos, com facilidade. Estava encharcada e quente. Ela chupava deliciosamente. Parou quando ouviu sua mãe aproximar. Fingiu estar sonolenta. Britney trocou de roupa. Tirou o pijama vestiu um baby-doll. Expunha suas lindas coxas, fechando em uma calcinha de renda transparente. Ela queria meu pau. E muito.

Clarice tomou sua água, e saiu do meu colo, deitando com o seu traseiro virado para mim. Fingia dormir. Podia ver pela transparência do pijama a marca da calcinha. Como é gostosa. Os dedos de Britney me trouxeram à realidade, puxando meu rosto.

— É linda a minha filha, não é? Cochichou.

— É! É muito linda!

— Safadinho! Está olhando minha filha com olhos de gavião! Louco para abater sua presa!

— Tenho você para me satisfazer! Você é minha presa!

— Então me abata!

— Vamos para o quarto! Vou te devorar!

— Não! Eu quero aqui! Agora!

— Clarice pode acordar!

— Acho que não! Prometo não gritar!

— Que fogo é esse?

— É este seu pau delicioso! Apaga minha chama! Venha!

Sentou no meu colo, de frente para mim e me calou com intensos beijos. Minhas mãos percorriam o corpo maravilhosamente ofertado. Relava sua vagina no meu pau que já saltava da cueca. Apertava os seios com a sequência dos beijos e mordidas nos mamilos. Minha esposa queria meter e muito. Desceu do meu colo, tirou meu short e a cueca, e abocanhou meu pau como se fosse o último. Chupava com delírio, lambuzando e melando com saliva e minha pré-ejaculação. Intermináveis minutos passaram. Quase gozei. Inverti o ato. Sentei-a no sofá, tirei sua calcinha e abri as pernas. Chupei sua buceta deliciosamente. O sabor era de puro erotismo. Surrei aquela carne quente e sedenta com a minha língua. Enfiei dedos no rabo dela. Não demorou e ela apertou minha face na sua buceta. Podia senti a vibração e os espasmos da gozada. Encheu minha boca de líquido seminal. Coletei o mel e subi devolvendo na boca dela. Estava em êxtase. Apesar dos movimentos delicados e quase silenciosos, esquecemos de Clarice, que estava deitava logo ali, ao nosso lado. Ela continuava na mesma posição. O momento fazia Britney delirar de prazer. Ela queria mesmo meter. Subi sobre ela e enterrei vagarosamente na sua buceta. Ela curvou o corpo, ofertado para uma penetração completa. Meu púbis encostou no dela. Não tinha mais o que enfiar.

— Enterra tudo! Quero tudo! Gemeu.

Enfiei vagarosamente e fui acelerando até não conter nossa relação. Soquei fortemente, colidindo com nossas virilhas. O barulho do encharco informava que nossos corpos estavam molhados naquela região. A segurei pela cintura e socava cada vez mais. Meu pau latejava de tão duro.

— Vai, meu amor! Me fode assim! Forte! Suplicava Britney.

Tentava segurar o máximo para não gozar. Girei nossos corpos e sentei-a no meu colo. Ela começou a cavalgar sobre meu pau, que entrava todo. Sua bunda socava minhas bolas, e incessantemente ela pulava sobre meu quadril. Gemia e o controle dos gritos, suplicas e gemidos se perderam em outro orgasmo dela, que esfregou sua vagina no meu púbis, e senti o creme escorrendo no meu pau. Agarrei-a em um abraço, quando ele me afastou, assustada.

— O que foi, meu amor?

Ela sinalizou para o lado. Clarice estava sentada, nua da cintura para baixo, com as pernas abertas, acariciando a deliciosa vagina e apertado seus seios sobre a roupa. Britney ficou estática por alguns instantes e eu, admirado com a situação. Por instinto, deixei minha esposa tomar decisão sobre aquilo, decidindo o que devia fazer. Um silêncio incrível tomou conta do ambiente, onde podia ouvir as batidas dos corações acelerados.

Britney saiu do meu colo, abraçou a filha e as duas desapareceram das minhas vistas, indo para os quartos. Continuei sentado, com o pau duro como uma pedra, e todo umedecido do creme do amor de Britney, esperando a definição dos fatos.

— Que bucetinha mais linda! Lembrei dela com as pernas abertas mostrando-a.

Meu cacete amoleceu com a demora. Britney reapareceu, sentando ao meu lado.

— Então?

— Sem culpas! Estávamos concentrados demais! Esquecemos dela ao nosso lado!

— Alguma recomendação?

— Ela me disse que estava nos espionando quando fazíamos amor a algum tempo! O que ela viu no domingo passado e ouviu no sábado foi apenas um dos momentos que ela assimilava entre nós dois! Ela confessou que fica muito feliz com o amor que sentimos um pelo outro! Sente até inveja! Mas tem um porém...! Me falou que fica muito excitada quando nós fazemos amor! Que gosta de nos ver!

— É um problema!

— Ela já é uma moça! Muito linda por sinal! Tenho medo das pessoas que aproximam dela, não pelo o que ela pode oferecer, mas o que eles possam pensar que ela poderia oferecer!

— Me preocupo com ela também!

— Me sentiria segura se ela ficasse ao nosso lado! Junto da gente!

— Como assim, Britney?

— Não estou pensando direito! Preciso meditar sobre isto!

— Sobre o que?

— Não sei! Ficar mesmo ao nosso lado!

— E.....????

— Ela te viu várias vezes nú! Me confessou estar sonhando com você!

— Sua filha? Comigo?

— Sim! Pode ser uma hipótese!

— A considero como minha filha, Britney! Não cogito! Mentiu.

— Me sentiria segura!

— Espero não tocarmos mais neste assunto!

— Foi o que eu disse! Não estou raciocinando direito!

— Esquece! Vamos continuar?

— Desculpe, amor! Estou sem clima!

Me deu um beijo, juntou as roupas espalhadas, e foi para o quarto. Não lembrou que eu nem havia gozado ainda. Meus bagos estavam inchados e doloridos. E esta conversa? Ela está jogando a filha dela no meu colo. Clarice armou direitinho esta armadilha e eu, como também Britney, caímos direitinho. Compreendi que ela queria mesmo ficar comigo. Excitei novamente só de pensar.

Britney já estava dormindo quando fui para o quarto. Fiz alguns carinhos, mas sem respostas. No dia seguinte seria estranho pois passaríamos o dia juntos e procuraríamos respostas para tantos questionamentos sobre a nossa intimidade e a intimidade de Clarice. Estávamos no limite de revelarmos o que queríamos. Minha esposa, de algum modo foi convencida que a melhor coisa para sua filha seria ficar ao nosso lado. Não sabia o que fazer. Será que eu manteria a minha disposição de fazer amor com ela da mesma forma, sendo que das últimas vezes, confesso que fiz só para o deleite da moça sedenta. Já havíamos tido um contato. Ela me chupou e eu a masturbei. Imaginava que avançaria este contato, mas não tão depressa. Estava como Britney. Precisava pensar melhor. Tudo era mesmo uma loucura.

Beijei Britney e fiz alguns carinhos. Ela realmente estava em um sono profundo. E eu em uma insônia profunda. Levantei e fui lanchar alguma coisa. Preparei um sanduíche rápido e logo Clarice chegou. Nos olhamos de uma forma terna.

— Quer um sanduíche também?

— Sim!

Havia uma comunicação silenciosa. Eu pensava no que Britney havia me dito e revelado a confissão de Clarice. Terminamos o lanche.

— Que situação, hein?

— É! Minha mãe te falou alguma coisa?

— Sempre nos falamos!

— Falou sobre mim?

— Era o principal assunto!

— Me revelei para ela! Não contei o que houve e nem sobre as nossas conversas!

— Eu sei!

— O que faremos?

— Aí eu não sei! O que você pensa em fazer?

— Aí você já sabe!

— Tenho medo de machucar sua mãe!

— É um dilema!

— Você armou tudo isto!

— Pode até ser! Mas eu quero! Mesmo!

— Eu não sei... se consigo!

— Nunca saberá se não tentar!

— Estamos na casa de sua mãe!

— Então você quer também?

— Talvez, mas hoje não!

— Vai fazer o que? Se masturbar? Pensando em mim?

— Pára!

— Vou dormir! Pensando em você! Talvez eu até masturbe!

Monitorei a moça seguindo para o seu quarto. Como eu estava excitado. Tive medo. Parecia um adolescente se preparando para a sua primeira vez. O coração pulsava nas veias. A pressão estava toda na cabeça do meu cacete. Nunca havia ficado assim. Arrumei as louças e segui para tentar dormir. A porta do quarto da moça estava entreaberta. Tive uma sensação incrível. Fui ao meu quarto e observei Britney no sono profundo. Mais alguns minutos e não me contive. Segui silenciosamente para o efêmero quarto. Parei alguns minutos tentando recuperar o fôlego. Empurrei a porta e pude ver a penumbra dela sob o edredom, deitada de lado. O ambiente era iluminado apenas por um fraco abajur. Tranquei a porta, e observei por alguns segundo, quando ela movimentou e olhou para mim. Se descobriu, levantou e aproximou. Aproximou tanto que me beijou longamente. A segurei pelas mãos e a conduzi para a cama. A despi vagarosamente, sentindo o odor emanado pela sua pele macia. Pude vê-la nua, deitada, me aguardando. Me despi e deitei ao lado dela. Meu pau parecia querer saltar para fora do meu corpo. Ela girou, e ajoelhou, segurando meu mastro, e iniciou uma felação maravilhosa. Chupou meu cacete com maestria de uma prostituta. Engolia-o todo. Descia melando e subia chupando. Como estava bom. Deslizei a mão na bunda arrebitada, corri os dedos no rego até chegar na entradinha do seu traseiro. Saltou quando enfiei o maior de todos, no seco mesmo no buraco apertado. Desci e melei os dedos no corrimento seminal. A moça expelia sem parar um creme de tanto prazer. Enfiei dentro da gruta quente e simulei uma pequena penetração. Tirei e retornei ao cuzinho, enterrando novamente, e também simulando uma penetração. Ela até parou de chupar, saboreando as carícias. Não sei se ela sabia, mas eu não havia gozado quando estive com a sua mãe. A segurei para não gozar. Virei-a na cama, abri as pernas e lancei minha boca naquela buceta magnífica, que suplicava um ato de muito prazer. Chupei com se quisesse tirar todo o suco dela. O clitóris vibrava como badalo de sino. Não sei quanto tempo fiquei ali, chupando aquela sucosa carne. O cheiro era espetacular. Ela travou suas coxas na minha cabeça, segurou nos meus cabelos, e vibrou o quadril em um gozo longo. Gemia baixinho, mordendo o cobertor, e com um semblante de satisfação. Aproveitou até o último pulso. Emitia um creme pegajoso e leitoso, como uma oferta de seu néctar para mim. Chupei sua ejaculação interna, e desci a língua até o cuzinho, enchendo-o do creme, e enfiei dois dedos de uma vez naquele buraquinho. Ela torcia o corpo com o prazer. Subi sobre ela, mamei faminto seus delicados seios, deixando marcas de mordidas e chupões. Ela apertava minhas costas. Podia sentir suas unhas cravando na minha carne. Não cansava de me beijar. Esfreguei o corpo do prepúcio na fenda molhada, deslizando para cima e para baixo, como um tronco em um piso melado. Ela o segurou, o espremeu e o conduziu a glande para a entrada da gruta. A cabeça quase queimou de tanto quente estava. Forçou seu monte venusiano para cima e eu descarreguei meu corpo para baixo. Entrou deliciosamente escorregando na meleca interna da vagina. Atolei até nossos púbis encontrarem.

— Aaaaaaiiiiii! Gemeu com o prazer.

O inacreditável estava acontecendo. Eu estava comendo a filha da minha esposa. Meti delicadamente nela por vários minutos. Ela suplicava.

— Issssoooo! Mete assim! Me fode gostoso! Que pau gostoso! Mete! Quero meter!

Viramos em várias posições. Ela sobre mim de cócoras. De lado. Eu sobre ela. A envolvi o máximo em carícias e penetrações. Estava enlouquecida de tesão.

Posicionei ela “de quatro” e a penetrei gostosamente. Segurei-a pela virilha e a puxava com a intenção de enfiar tudo.

— Vai, dad! Enfia tudo! Quero sentir ele todo dentro de mim!

Continuei por algum tempo. Comecei a lubrificar a entrada do cuzinho, enfiando o dedão até ela acostumar. Parei de meter e lambi sua bunda, lubrificando a entrada do buraquinho. Passei a língua na fenda fadigada, e labuzei sua bunda. Subi sobre ela, penetrei na buceta, e tirei encostando a cabeça na entrada do cú. Ela ficou quietinha, esperando a penetração. Forcei um pouco e recuei. Fiz este movimento várias vezes até a cabeça entrar. Ela arriou o corpo na cama, abriu as pernas, e a penetrei novamente na vagina. Tirei meu pau ensebado e encostei novamente no cuzinho, apertando até romper a entrada com a cabeça. Soltei meu corpo sobre ela, apertei meu quadril e pude sentir o prazer de encaixar meu pau no reto. Ela gemeu de dor e prazer. Movimentei vagarosamente até que ela gemeu, adorando meu pau entrar.

— Ai, que gostoso! Você está comendo meu rabinho! Delícia! Como é gostoso!

Meti até não aguentar mais e anunciei.

— Vou gozar, meu bem! Vou gozar!

— Goza na minha bucetinha! Enche ela de porra!

Tirei meu pau do rabo dela, e enfiei na xoxota ardente. Não consegui fazer três movimentos e enchi sua buceta. Explodi suas entranhas de tanta porra acumulada. Ela gozou junto comigo. Rebolou sua bunda recebendo meu creme por completo. Tive a sensação que ela desmaiou. Ficou quieta por um tempo, quando virou lentamente e me olhou com ternura. Aproximou sua boca e chupou meu pau com lambidas e chupadas. Eu via a porra escorrendo de sua vagina, espalhando nas coxas e no períneo.

Ela levantou e me deu um beijo com a mistura cremosa. Me vesti, e quando virei, ela havia adormecido. Exausta. Saí vagarosamente do quarto, tomei um copo com água e retornei, satisfeito para o meu quarto. Britney ainda estava afundada no seu tranquilo sono.

Não lembro quando dormi. Mas quando acordei, olhei para o relógio e eram nove horas da manhã. Britney já havia levantado. Tomei um banho refletindo sobre a noite anterior. Aconteceu o que nós queríamos que acontecesse. Estava inexplicavelmente tranquilo.

Passei em frente ao emblemático quarto, pela arrumação percebi que Clarice também já havia acordado. Cheguei na cozinha e ouvi os murmúrios das duas conversando na piscina. Aproximei e Britney saltou nos meus braços, dando-me um beijo de bom dia. Acenei para Clarice que me observava da água.

— Venha aqui, menina! Dê um bom dia ao seu pai direito!!

Ela, apetitosamente coberta por um biquíni, aproximou abraçando-me e dando um beijo no rosto. Eu retribuí.

— Dormiu bem?

— Como nunca antes!

Comi o meu desjejum, e fui direto para a piscina. O tempo é o controle de tudo. Após o almoço, retornamos para dentro da água, encharcados de vários aperitivos quentes. Risadas eram altas. A felicidade das duas estava explícita. Britney me provocava com carícias e longos beijos. Clarice só observava, afastada.

Sem ponderar e com uma coragem inexplicável, comecei a brincar com Clarice, discretamente bolinando-a por debaixo da água. Britney fingia não perceber e aproximava também, querendo participar. O clima estava esquentando ao ponto de eu ficar excitadíssimo. Britney cada vez mais se soltava e em um determinado momento ela tirou seu biquíni, ficando completamente nua e sem constrangimento. As brincadeiras estavam superando o limite, e Britney sem delongas, motivou a filha tirar a parte de cima. Clarice inicialmente recuou, mas depois que a mãe cochichou no ouvido dela, se soltou. Eu não conseguia esconder minha excitação. Meu pau já saía a metade para fora do short.

— Amor! Busca mais um drink para nós!

— É para já!

Saí da piscina e quando retornei, mãe e filha se abraçavam na água. Trocavam carícias e se movimentavam lentamente. Aquela visão era realmente muito excitante para mim. Aproximei e entreguei as doses. Saboreamos em silêncio a mistura quente. Britney aproximou e colou seu corpo no meu, me espremendo na borda. Me beijou e deslizei as mãos nos seios e nas nádegas. Ficamos alguns minutos ali, nos esfregando.

— Espere, amor! Clarice está nos olhando!

— Deixe! Ela quer ver!

— Ver o que?

— Nos dois fazendo amor!

Britney mergulhou e tirou meu short. Chupou um pouco meu pau e subiu retomando o fôlego. Apoiou um braço no meu ombro e com a mão livre segurou meu pau e conduziu para sua buceta. Entrou rasgando e remexeu facilitando a penetração. Comecei a socar, e ela começou a gemer, suplicando sexo. Eu olhava Clarice que deleitava a cena. Havia um segredo ali ainda não revelado para mim. Metia com força na minha esposa. Ela grunhia palavras inexplicáveis. A sentei na beirada, e lancei minha boca, chupando a buceta gostosa. Assustei quando senti as mãos de Clarice deslizando nas minhas costas. Olhei para Britney e ela balançou a cabeça positivamente.

Lancei minha mão para trás e percebi que a filha também já estava totalmente nua. Parei de chupar e beijei Clarice. Britney olhava, com prazer. Saí da piscina, conduzindo as duas para a sala. Subi na minha esposa, e comecei a meter com violência nela. Girei o corpo e Britney sentou de costas para mim, rebolando e cavalgando no meu pau. Clarice aproximou e encostou sua buceta na minha boca. Comecei a chupar aquela carne gostosa, ainda com cheiro característico da noite anterior. Não contei o tempo que ficamos ali. Subi sobre Britney e a penetrava sem parar.

— Isto, meu amor! Mete gostoso assim! Me fode toda! Eu sei que você transou com Clarice ontem! Comeu ela gostoso também! Ela me falou! Disse que você comeu até o cuzinho dela! Come o meu também!

Tirei da buceta, cuspi na cabeça do meu pau, e encostei na entrada do cú, e empurrei tudo. Com força. Britney gritou e gemeu de prazer. Clarice acariciava seus seios e me beijava. Parava para ver meu pau entrando no rabo de sua mãe. Estava tudo uma loucura. Delirando e gritando, Britney gozou como nunca. Saltitava seu quadril, sentindo meu pau rasgando seu cú. Virou de lado e começou a me chupar.

— Vem, filha! Eu sei que você está querendo! Vem cá!

Clarice deitou no tapete e eu subi sem cerimônia sobre ela. Enfiei o pau naquela bucetinha sedenta. As duas gemiam como gatas no cio.

— Ai, meu amor! Você comendo minha filha está me deixando louca! Olha como ela gosta!

— Estou gostando mesmo, mãe! Quero este pau me estraçalhando toda! Deixa-me dar muito! Ele está todo dentro de mim! Eu quero gozar com ele dentro! Assim! Mete!

— Isto, filha! Sente este pau gostoso entrando em você! Mete, Bill! Mete nela!

— Quero gozar com o pau no meu cú! Come meu rabinho! Enfia no meu rabinho igual a ontem! Enfia ele todo! Ahhhhhh!

Britney tirou o pau de dentro da buceta, labuzou de saliva, cuspiu no buraquinho da filha e conduziu a glande na porta. Apertou meu corpo e entrou vagarosamente no reto. Clarice segurou o fôlego e soltou junto com um grito, o ar preso.

— Aaaaaaiiiiii! Que coisa gostosa! Enterra tudo! Enfia tudo!

Soquei umas cinco vezes e Clarice entrou em transe, sentindo um gozo intenso.

— Vou gozar! Urrei.

Britney me tirou de cima da filha, chupou meu pau, deitou sob mim, e conduziu meu pau novamente no seu cú. Enterrei e ainda segurei por alguns minutos, olhando minhas duas mulheres se esfregando em beijos e carícias. Puxei a bunda da Britney para cima, enterrei mais uma vez e não consegui segurar. Enchi o rabo dela com tanta porra que que espirrou nas laterais. Desabei ainda com fôlego. Lembro de termos parado por volta da 9:00 da noite. Gozei três vezes e elas incontáveis vezes. Tomamos banho juntos e ainda penetrei nas duas em pé, só por prazer. Desmaiamos juntos e nus até o amanhecer.

Acordei e as duas ainda dormiam. Tomei uma ducha, me arrumei para trabalhar. Fazia o café, quando Clarice apareceu, já uniformizada. Não demorou e Britney aproximou e me deu um longo beijo.

— Bom dia, meu amor!

— Bom dia, Linda!

— Venha menina! Dê um bom dia ao seu pai!

Ela aproximou, e me deu um beijo suave e apaixonante.

— Agora, Bill! Estou mais tranquila! Minha filha está em segurança!

A semana, primeira de outras mais, foi intensa e de entregas. Não casei apenas com Britney. Casei com Britney e sua filha.”

29 de Julho de 2021 às 20:28 0 Denunciar Insira Seguir história
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Fim

Conheça o autor

Juan Diskay Imagino os segredos e desejos mais íntimos de um ser e alimento-os com histórias picantes.

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