patykastanno Patricia Kastanno

[VHope • Hoseok Top • Taehyung Bottom • Elevador • ABO • Shortfic] Jung Hoseok é um empresário alfa, que após acertar uma importante reunião, pega um elevador, rumo ao seu destino. Contudo, dentro dele, acaba encontrando Kim Taehyung, um lindo ômega. Porém as coisas ficam de fato complicadas quando inesperadamente, o elevador pára de funcionar e Taehyung, prestes à entrar no cio.


Fanfiction Bandas/Cantores Para maiores de 18 apenas.

#au #abo #hoseok-top #taehyung-bottom #elevador #jhs #kth #kim-taehyung #jung-hoseok #vhope #taehyung #jhope #bts #yaoi
4
572 VISUALIZAÇÕES
Completa
tempo de leitura
AA Compartilhar

Pane no Sistema



Notas Iniciais:


Olá :)

Voltei com fic nova. Essa é minha primeira neném VHope, um shipp que eu amo e decidi escrever ♥

Abaixo seguem algumas observações:

# Tradução do Título: 17º Andar
# Trilha Sonora: Flo Rida e Timbaland - Elevator
# Baseada no universo fictício alternativo ABO e suas respectivas características;
# Focada no ship VHope, portanto se não gosta, NÃO LEIA;
# Fic não recomendada para menores de 18 anos;
# Narrada na terceira pessoa;
# Fic short, ou seja, curta, contando com 4 CAPÍTULOS;
# Plágio é crime. Não copie ou adapte o enredo dessa história que é de minha total autoria intelectual;
# Postada também nas plataformas Wattpad, Spirit e Inkspired;

Bom, espero que gostem e boa leitura!


***


Capítulo I - Pane no Sistema


Hoseok corria apressado, pois estava em sua fatídica rotina de todos os dias: reuniões com empresários e acionistas. Sendo um jovem CEO de sucesso, não era tão difícil estar correndo por sua empresa, rumo à algum destino urgente, sob seu secretário beta Park Jimin, o orientando via telefone.

E naquela tarde de quinta feira em questão, não foi diferente. Ou pelo menos, era o que ele pensava, quando apressadamente entrou no elevador da JHS Company, após uma conversa com o parceiro de finanças alfa, Kim Seokjin e seu braço direito, o beta Kim Namjoon.

Uma dupla dinâmica e muito centrada, tinha de admitir. Os diálogos mais profissionalmente amenos que tivera numa sala e com certeza, a risada do indivíduo mais velho, sendo um destaque e tanto, para o clima de seriedade.

E ali, ajeitando o terno e olhando seu celular, enquanto dialogava com o eficiente Park, sobre o próximo compromisso em agenda, descobriu que teria de estar no prédio do representante dos Jeon, de Chicago Blue em... vinte minutos.

Algo que por si só, lhe causava certa ansiedade e sendo ainda do outro lado da cidade, apenas torcia para que conseguisse enfrentar o trânsito com seu Lamborghini Huracán, de forma milagrosamente rápida.

E assim, num suspiro, despedindo-se do seu devaneio e também do aparelho em mãos, finalmente aprumou a visão no cubículo que estava, sentindo em seus sentidos um aroma doce muito bom e característico.

Olhou meramente pelo ombro, vendo então não estar sozinho no pequeno espaço. Com ele e ligeiramente acuado, se encontrava um rapaz loiro, traços afilados, roupa social muito vistosa, olhos compenetrados no piso e... respirando fundo diversas vezes.

O motivo de tanto nervosismo, Jung não soube dizer e apenas se manteve em observar como todos faziam, a seta azul do visor do transporte interno, descendo devagar sob o som do bipe ritmado.

Vinte e cinco andares. Era um tempo demasiado longo, para se estar com alguém e por isso, sem sinal do celular, o alfa pigarreava desconfortável, torcendo para chegar logo no destino térreo.

Odiava silêncio e ouvir aquela respiração tão barulhenta, o deixava atormentado sem dúvidas. E em mente, apenas um dúvida: afinal o que teria aquele ômega, para respirar tão esbaforido?

Deteve-se em manter a compostura, entretendo em ajeitar as vestes, os cabelos, conferir o perfume caro no pulso, o relógio de ouro e... um ruído assemelhado à um estalar de língua, foi ouvido nesse processo.

Hoseok sabia não ser de si, o que conotava diretamente no segundo ocupante do recinto. Este, que ao que parecia, estava era impaciente com algo. Seria como no MV do PSY, querendo... se aliviar num banheiro? Uau, constrangedor.

Mas com certeza, não impossível e assim, o empresário riu baixinho sem notar, constatando ter ganhado a atenção alheia por alguns segundos e... uou.

Bonito como uma pintura, pensou mudo e verdadeiramente surpreso. Fazia tempo que não reparava nas feições de alguém de classe oposta, pois estava sempre tão ocupado, que não tinha tempo para flertar.

Era um cara bonito e... ainda estavam no vigésimo primeiro andar, maldição. Jung bufou irritado, movendo-se e sentindo o estômago meio zonzo pelo movimento de descida sutil, mas ainda perceptível.

E diante daquela incômoda sensação no organismo, ousou puxar o assunto mais tolo e costumeiro possível, utilizado pela grande massa, à fim de "quebrar o gelo" do momento corriqueiro.

- Calor, não é mesmo? - abordou brando e sob a fala, esperou a resposta que veio... soprada e inesperada.

- Não imagina o quanto. Um digno inferno. - verbalizou o possuinte de fios claros e o alfa estranhou a fala meio tensa, provinda do rapaz enrusbecido num canto, como se estivesse se encolhendo mais e mais.

Que estava havendo? Subitamente o cheiro daquele ser, estava em todo milímetro de espaço e mais duvidoso naquela constatação que teve, o gestor esteve prestes à perguntar, porém....

Tudo escureceu. A máquina que se movia os conduzindo, parou num estalo, a seta sumiu de vista, os botões apagaram e restou somente a luz vermelha de emergência no teto dali, com um Jung estático e o outro... resfolegando.

- Ah não. N-não. Não... por favor, não. - choramingou atônito e num movimento, se arremessou perdido na escuridão contra o painel, em pleno desespero.

Apertou tudo disposto e em contra partida, o alfa também chiou irritado, afinal... o fodido elevador acabou de quebrar justo... ali, aleatoriamente, sem que antes pudessem sair dele.

- Merda, caralho... t-tem que abrir! - exclamou o ômega, lamurioso.

- Calma. Deve ter um botão de emergência, que abre a porta em casos assim. - quis tranquilizar o CEO.

E diante da dita, o mesmo averiguou seu palpite, todavia... não, não tinha qualquer "miraculoso botão". Apenas a campainha, à qual ele decidiu acionar, ouvindo um sinal sonoro e...

- Boa tarde, em que posso ajudar? - a voz melodiosa de Leia Sakata, recepcionista da empresa no piso de chegada, ecoou prestativa.

- Sakata, há um problema com o elevador e... - antes que de fato pudesse concluir sua explicação, certo ômega se apressou em gritar perto de si, na direção do auto-falante.

- E-estamos presos. - a voz grave bradou com genuíno pavor, ao passo que o Jung engoliu sua zanga, pelo desaforo daquele cidadão o interrompendo com nenhum vestígio de educação, mas notando o desespero deste e seu cheiro pertíssimo, optou por ignorar.

- Certo. Vou verificar, um momento. - ditou a ômega, sob o ruído de teclas agilmente sendo apertadas pelo outro lado da linha, até... - Parece que houve uma pane no sistema eletrônico, senhor. - detalhou a nipo-brasileira por fim e...

- Pode nos tirar? - dessa vez, a pergunta foi direcionada ao alfa ali disposto próximo, que respirou fundo, repetindo a interrogativa à atendente.

- Terei de acionar o serviço de manutenção para vir, senhor. Peço que se mantenham calmos e aguardem. - orientou a morena com mansidão. Sentimento este, que o par de desconhecidos ali, não possuía.

- Ah não, porra! - praguejou o alfa com insatisfação. - E não pode... sei lá, abrir a porta? Podemos pular. - deu a idéia em seguida.

- Sinto muito senhor, mas isso seria perigoso. O melhor que podem fazer é esperar, até que os técnicos cheguem. Não vai demorar, tenho previsão de uma hora e meia, até poder tirá-los. Fiquem tranquilos. - especificou por fim, decorosa.

- Ah, n-não... isso é uma praga, tem que ser. - ofegou o loiro em tom de desgosto.

- Tá bem, vamos esperar. - afirmou o empresário num suspiro e logo desligou, com seu companheiro de "cativeiro" à se atirar pelo recinto, afobado.

- A-ah, porra... eu quero sair! - esbofetou a área escura com gana.

- Ei, calma cara. - pediu Jung, tentando conter o apreensivo rapaz. O mesmo que agora, definitivamente parecia desequilibrado por alguma razão.

- Calma, uma pinóia! Eu sou claustrofóbico. Q-quero sair daqui, já. - decretou com indignação.

- Vamos esperar, vai ficar tudo be... - a sentença do moreno foi prontamente cortada, num silvo.

- Aish! Não v-vai ficar nada bem. - vociferou o timbre tremido do sujeito que... estava chorando? A indagação de Jung no entanto, foi afogada em esquecimento quando subitamente... - O-oh. - o gemido miado, porém não menos audível, foi escutado.

- Respira fundo, assim ficará mais fácil de se acalmar. - pontuou cauteloso, sem saber exatamente como manejar a situação.

E diante de um silêncio, Hoseok tateou as paredes frias até o ômega, abaixado com as mãos na cabeça, no intuito de meramente o tranquilizar, quando eis que... o cheiro de amora e algo picante não identificado, se fez presente.

- A-ah. - pela segunda vez, um gemido partiu dos lábios trêmulos. Um, que estranhamente não parecia ser de apenas agonia.

- Precisa ficar tranquilo. Também não gosto de lugares fechados, mas... já que aconteceu, é preciso moderar suas emoções. - deu de ombros, avistando a cabeleira clara se mexer, sob a iluminação rubra.

- Eu não... posso ficar aqui dentro com v-você. - a frase ressaltou com convicção.

- Desculpe, se não sou a companhia mais agradável. - redarguiu com ácida ironia. Será que era tão intragável, ao ponto de um ômega nem sequer o querer perto? Isso com certeza não estava previsto em descobrir, naquele fim de tarde.

Sabia não ter exatamente os atributos exigidos pelos padrões coreanos, contudo, feria-lhe o orgulho saber que nem mesmo seus zelosos cuidados com a aparência e higiene, não podiam ser apreciados. Entretanto, em sua antecipada cascata de divagos mentais ofendidos...

- N-não é isso. A-ai! - resfolegou o segundo indivíduo, em aceno negativo e sob a ausência de explicação própria, um arfar o cortou.

- O que foi? É... alguma espécie de crise de pânico? - preocupou-se o alfa em postura perdida, já que... medicina não era seu forte em nenhuma hipótese.

Contudo, a respiração alta, somada ao aroma do ômega aumentando consideravelmente, deixava uma possibilidade. Uma que... não estava preparado para testemunhar.

- N-não posso ficar p-preso com você, pois... t-tô entrando num cio. - notificou ao chocado Hoseok, que paralizou descrente.

Pois é. Ele não estava errado na desconfiança afinal. Era mesmo, um fodido heat de ômega bem ali, em sua frente e para piorar, quando ambos estavam enclausurados em pouco mais que vinte metros quadrados, tendo que dividir o oxigênio.

Não podia ser real. Tinha de ser um sonho. Ou seria um pesadelo?


***


Notas Finais:


E aí, gostaram? Express yourself ♥

Hoje, estarei postando DOIS CAPÍTULOS, portanto... seguimos adiante :3

18 de Junho de 2021 às 04:42 0 Denunciar Insira Seguir história
2
Leia o próximo capítulo Necessidade Cria Ocasião

Comente algo

Publique!
Nenhum comentário ainda. Seja o primeiro a dizer alguma coisa!
~

Você está gostando da leitura?

Ei! Ainda faltam 3 capítulos restantes nesta história.
Para continuar lendo, por favor, faça login ou cadastre-se. É grátis!