e
especta_maniaca


De dia investigadora e de noite, dançarina. --Ela, senhorita Thompson e uma investigadora criminal que prefere trabalha sozinha, mas infelizmente não é ela que escolher isso. Como ninguém gostava dela, no seu distrito ela é designada a outro, e a um parceiro. --Ele um policial dedicado que não que muito além dos seus casos concluídos com sucesso, amigo de todo o distrito, solteiro, mas imaturo prefere passa suas noites com moças bonitas e em baladas quando puder do que passa a noite, sozinho em casa. --será que vai dar certo está parceria?vamos descubri!! -- romace não é o que estes dois estão procurando ela tem um desejo enorme por vigança ele um imenço enternece em acha uma pessoa. obs: olha eu aqui kkk falando que eu não sei fazer sinopse foi mal, mas é mais o menos assim que vai ser passa.


Crime Todo o público.
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epígrafe e prólogo


"O homem só poderá se considerar inteligênte e racional, quando parar de corromper e destruir sua própria espécie."

"nunca entre no carro de estranho, pode ser sua primeira e última vez na vida "


dem isso era pra ser o epígrafe mas é muito pequeno então vou posta o prólogo aqui também sinto muito ser tá longo....


prólogo


Eu tinha vinte e quatro anos quando fui assassinada em 2006

A noite estava escura e chuva banhava as ruas da big Apple. Usei a pasta pra proteger minha cabeça, já que o mal tempo não apareceu nas previsões. Estava com pressa para chegar ao centro e por isso quase tropecei.

Haveria uma exposição de arte na galeria Nara Roesle. E era lá que eu deveria estar meia hora antes. Estou no trabalho há três anos, mas não podia vacilar. Por isso, assim que recebi uma ligação, tive que sair correndo. Tive até que subornar o Thomas, meu colega de trabalho, pra ficar no meu lugar e resolver os problemas.

A chuva ficou mais forte, e eu tive que apertar o passo, tendo a ilusória esperança de não chegar mais encharcada do que estava.

Olho para o relógio e vejo que falta poucos minutos para o início da exposição, então resolvo pegar um atalho.

A rua está deserta, o que me dá calafrios. Abraço o corpo para espantar o frio e começo a rezar, mesmo não sendo chegada em religião.

Tento acalmar a mente recitando o mantra: se eu não chegar, minha chefe me mata.

O barulho de carro me deixa sobressaltada. Olho para trás e cubro a testa para tentar enxergar o motorista. Mas não vejo nada por conta do vidro fosco. Que estranho. Há essa hora não costuma passar carro nesta rua. Devo estar pirada de vez agora, mas não custa conferir. Não entendo muito de carro, então não consigo saber a marca ou modelo.

Ele acelera e depois diminui até parar do meu lado. O homem que estava no volante abaixa o vidro e pergunta se eu queria uma carona. Ele não me pareceu suspeito, então aceitei. Entrei e sentei no banco de trás.

– Que chuva forte, não é mesmo? - perguntou olhando pelo retrovisor.

–Verdade, se não fosse pelo senhor eu ia chegar igual um pinto molhado. — Dou uma risada baixa.

– Não precisa ser tão formal. Sou Bruce. E você?

–Liliane, prazer Bruce.

–Então Lilian, para onde você vai?

– Galeria Nara Roesle, Rua West 28th

Normalmente eu não sou de aceitar carona de estranhos, mas a circunstância em que eu me encontrava precisava desse risco. O pior que pode acontecer de fato é ele ser um serial killer é me matar. Rio com a hipótese. Eu deveria ser muito azarada pra isso acontecer, mas todo cuidado é pouco.

Reparei que ele usava um terno preto e uma boina. Talvez tivesse vindo de uma festa a fantasia ou algo assim. Aparentemente ele parece ter uns... sei lá... 28? A coisa mais peculiar nele era está com luvas pretas.

– É daqui a algumas quadras, basta seguir em frente e depois virar à direta.

–Tudo bem. – Arrancou com o veiculo –Uma amante de arte, presumo?

–Ah... Sim, eu amo arte.— Sorrio — Não é à toa que trabalho com isso.

Me assusto ao olhar pela janela e ver que ele tomou o caminho errado.

– Bruce, você virou à esquerda. Era para direta. Você errou o caminho.

–Não, não errei – Responde calmamente – Fique calma ai atrás.

O veículo prossegue por ruas desconhecidas enquanto disfarço meu desespero. Tento abrir a porta do carro, mas tava travada. Quando ele teve a chance de fazer isso? Ok, não irei me desesperar. É só dar o que ele quer que eu saio viva desta e daqui uns anos conto essa história em frente a uma lareira aos meus netos.

O carro adentrou no Central Park e seguiu até um local remoto
Então ele parou e olhou para mim friamente.

–Por que o senhor parou aqui? - Disfarço - Eu tenho dinheiro! Eu faço tudo que o você quiser, eu juro. Só não me mate.

Sinto as lágrimas começarem a se formar e pisco os olhos para que elas não rolem pelo meu rosto. Mas é impossível.

Ele leva uma das mãos em meu rosto limpando a lágrima que escorre. Observo sua mão descer até meu queixou.

Antes que eu possa lutar ou ter qualquer tipo de reação ele vem com a outra mão. Sinto um arame em meu pescoço. Eu tento segura sua Mão junto com o cordão, mas ele foi mais rápido e era mais forte que eu.

Ele me sufoca lentamente. Tentei gritar mas a voz ficou presa na garganta. O ar já estava começado a ficar rarefeito nos meus pulmões.
Enquanto eu morria lentamente naquele banco traseiro, me arrepender de tudo que eu fiz e não fiz era a única coisa que podia fazer.

Me arrependi de ter entrando naquele carro, enquanto dava meu último suspiro é perdia a minha consciência...

******

continua


28 de Junho de 2021 às 01:47 0 Denunciar Insira Seguir história
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