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Nestas alternativas realidades da Marvel e DC, os personagens de ambos universos encaram isoladamente uma existência na qual a solidão e a reflexão domina a percepção sobre as características dos objetos e elementos de suas rotinas. A história conta com uma dúvida, perguntando como seria a filosofia destes personagens diante de colapsos ou tempos sombrios para suas mentes.


Fantasia Impróprio para crianças menores de 13 anos. © História com capítulos isolados e originais. Uma história pertencente aos universos Marvel e DC.

#Fantasia # #marvel #DC
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Superman e o Retrato de Deus

Parte 1


No longo tempo em que, eu Clark Kent, O Superman, continuei aqui no Planeta Terra, estando diante do Homem de Aço e de um jornalista discreto, nunca tive qualquer ciência sobre a existência Kryptoniana e nem de suas supostas viagens interestelares. Eu sempre estive seguindo ordens, e servindo contra o caos causados pela natureza humana, e nunca tive custos. Houveram épocas em que ser um defensor sorridente, com trajes humildes e brilhantes, tendia à ser esbelto, mas na atual forma e atividade do mundo, eu só olho pra trás — para estes momentos — e percebo que a imagem do Superman não era Esperança, e sim a sobrevivência e a oportunidade militar; eu era uma personificação que a sociedade louvava como Deus, ou em certos, como Falso Deus, ou em outros poucos casos, uma versão humana em que a onipotência nos levaria à um perfeito amanhã.


Agora, no presente, com a falta do Superman, os humanos levam uma vida de conhecimento e verdade, acompanhados com suicídio e muito momentos nos quais não podem ter vidas, nem se olhar de perto. A ciência saiu de seu ápice, as forças militares estão desesperadas e, a cidade agora se caminha à uma estrada tétrica, sem mais o símbolo S nas ruas e nos grandes prédios. Sempre que eu vejo e revejo essa sociedade vultosa, eu penso como seria o Superman voltando, e numa forma ausente de sua poesia colorida do passado; eu acho que não seria o momento certo, pois, eu veria apenas olhos que se decepcionaram à perceber minha volta depois de anos tão amargos. Sem o Superman na minha vida, tenho tempos quietos e solitários, além de estar sem nenhum plano pro futuro, nem mesmo pro agora, mas o que posso dizer é que, são hodiernos as questões sobre eu abrir meu armário e pegar atrás de todas as roupas, meu uniforme, que faz de mim o Filho de Jor-El e do patrimônio Kryptoniano, uma vez que também, o Deus entre eles. Há um dia em que você espera tanto acontecer pra saber tomar a decisão correta, que nem mesmo sabe adiar pro agora, porque eu ainda não sei, o que posso fazer á respeito desse vazio nos humanos; espero que o único e verdadeiro Deus, me dê uma luz, e que não demore, eu necessito, da escolha final.


Embora deprimente a ausência extrema do Superman na minha vida, eu pude dar à mim mesmo as oportunidades adultas, e hoje sou um pouco famoso membro de um grupo jornalístico de mistérios e referências extraterrestres em uma pequena cidade com uma praia suja e sem ninguém por todos os dias. Nós nunca tivemos confirmações ou sentidos em nossas investigações, mas sinto que o trabalho está me explorando e me recompensando com as apaixonantes incógnitas de nosso sistema; o que mais a Terra poderia receber além de um alienígena que desapareceu?


Parte 2


Então, após anos sem uma única visita, eu fui até a Fortaleza da Solidão. O lugar continuava esbelto, gigante e sem qualquer diferença na sua temporada de gelo e destaque de luzes brilhantes. Eu começei à pairar lá dentro, e via apenas as mais belas referências Kryptonianas, especialmente de minha família, meu pai por exemplo, não saia de minha mente e das minhas mais velhas lembranças, eu não pude vê-lo pessoalmente, mas ouvir sua voz e imaginar seu rosto me deixava bem agradado. Meu pai era um homem que sonhava que seu filho transformasse o S no peito de nossas ascensões como a própria representação da Esperança, e embora eu esteja pronto para tentar, a humanidade tem uma natureza além da compreensão da civilização de Krypton e nunca estive presente em uma crise social tão desanimada quanto desta atualmente. O passado tinha brilho mas a verdade é que quem não estava feliz, era eu, são realidades diferentes, mas agora uma refletem a consequência do outro.


Eu nunca venho aqui, nem mesmo para provar aos fantasmas ancestrais de que sou um Deus pros humanos, mas longe daqui, eu imagino que eu posso ser um símbolo imortal, com os trajes escuros que um dia possa ser clareado pela geração futura. Eu tive dois pais, e ambos, com vozes tão bonitas e motivadores, me disserem: "Voe, meu filho, dê Esperanças à eles, eu te amo".


Decepcionante tal desconforto meu que impede tais atos protetores, mas eu não quero voltar e deixar uns tristes e outros felizes, eu preciso salvar o futuro que estes terráqueos precisam para que o meu S, mude para um símbolo da verdade e justiça, da felicidade e paz, assim como dos erros e do medo, são grandes elementos que tanto associo aos humanos, mas cada grande aspecto será demais algum dia, e é por isso que a Esperança há de vir deles, e não de Deus, não estaríamos em lugar nenhum se não fosse o trabalho, se não fosse a união. Os humanos não precisam de um Deus, eles precisam do equilíbrio, e eu, queira alguns ou não, vou salvar suas vidas deles mesmos. É hora de eu falar para mim mesmo, voe Clark, não seja um Deus, seja um, Superman.


Parte 3


Cerca de mil quilômetros, uma criança estava à ser sacrificada por loucos adoradores de profecias nas quais trariam tal guardião de volta à proteger as leis da existência humana, estes, poderia ser Jesus, e até mesmo o Homem de Aço, é decepcionante pra mim a imagem que os Deuses podem trazer à mentes sem conhecimento, talvez eu deva me manter longe de qualquer louco que possa crer no meu potencial endeusado.


Enfim. Com a agonia e inocência da criança, eu me aproximava até enfim aparecer sob a luz do Sol. Os adoradores olhavam à mim e curvaram-se rapidamente, pedindo provavelmente perdão diante de tal postura minha. Eu então desci e olhei brevemente aos adoradores, até ir ao menino e solta-lo das amarras secas que feriam seus braços e pernas. Eu não podia falar a língua dele, mas ergui meu braço e peguei a mão do menino, eu a colocei no meu peito, no S e olhei para ele, logo em seguida, ergui tanto o meu quanto o braço dele para o Sol, e nós dois deixávamos o braço para a luz, para um caminho de vitórias e onipotência, um caminho de Esperança até chegar no ápice mais brilhante, eu me levantei e expulsei os adoradores do local, onde correram para longe, chorando e fugindo como covardes, sorte a deles que eu impedi que se tornassem assassinos.


Depois de deixar tranquilamente o menino en segurança, eu parti em busca de outro pedido de socorro. Eu voei aos céus e buscei por todos os tipos de desastres, e voei sobre pequenos metros de altura, alegrando crianças e formatando épocas sombrias em tempos de fazer o certo enquanto ainda se há motivo. Eu erguia minhas mãos para tirar pessoas de um prédios pegando o fogo. Eu voava e acenava às humildes fazendas, eu ia longe e me divertia com as crianças infelizes, eu jogava futebol, eu tirava lágrimas e sangues dos rostos, eu impedia a caça, eu aprendia novos aspectos nacionais, eu sorria para que eles pudessem sorrir, e eu corria devagar para que eles chegassem mais rápido na esperança, e desenhava para eles o S e os aconselhava à seguir a luz, pois vamos necessitar dela no futuro, destas inocentes almas; eles me chamam de Deus, pois acreditam em um, mas eu ajudo os humanos, porque eu acredito neles.


Parte 4


— Estamos aqui em Metrópolis, e em uma inesperada e inacreditável pausa de seu poder, o Superman está sob os céus. Ele estava ausente à aproximadamente duas décadas — Disse uma jornalista sob uma multidão.


Abaixo, os humanos praticavam suas reações à volta de seu Deus, eram rostos enjoados e eufóricos. Eu por outro lado, me diverti orgulhosamente junto ao futuro de nossas proximas gerações em cerca de um dia e meio, ajudando e inspirando, como meus pais fizeram comigo. Eu sinto que estas jovens mentes já não serão mais as vítimas de um tempo sombrio, mas serão logo, os heróis de seu próprio presente, sei que eles farão melhor do que eu pude fazer, são eles que vão tornar a humanidade a civilização boa de verdade, e espero que tenham decifrado finalmente, o significado de meu S.

Esperança.

6 de Junho de 2021 às 00:23 2 Denunciar Insira Seguir história
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EK Enzo Kozhukhov
É... Até que não é tão ruim quanto eu achei que seria – por se tratar de uma "fan fictions" – mas ainda sim, está longe de ser "boa" ou mesmo "mediana". É um pouco confuso tanto a escrita quanto o enredo, têm muitas palavras empregadas da maneira errada e muitas frases construídas sem nexo, é como se estivesse tentando agradar o público substituindo palavras comuns por palavras complicadas, isso me confundiu muito na hora da leitura, não faça isso se não souber usá-las. Por outro lado as pausas ajudaram bastante, você até que sabe usar pontos e vírgulas. Agora o enredo; bem... É relativamente atrativo, só achei bem "fraco" e nada criativo dizer que a ciência "saiu de seu ápice" ou que as forças armadas estão "desesperadas", sério... Isso não faz o menor sentido. A ciência por si só é evolutiva, exponencial e empírica, jamais sairá de seu ápice mesmo nas piores circunstâncias, a menos que os grandes cientistas sejam erradicados por consequência de uma epidemia global.

  • Oni Verse Oni Verse
    Primeiramente, agradeco pela crítica, apesar de ser mais negativa do que positiva, eu achei bem realista e fico contente de que alguma pessoa opinou sobre minha narrativa, que até então eu não tinha tido uma crítica. Com seu comentário, percebo que há muita coisa que devo melhorar e também que devo aprender com meus erros. Quanto ao momento sobre a ciência.... Não digo que a própria deixou de se tornar empírica, digo que, em uma geração absolutamente sem objetivos e deprimente, a ignorância começou à se tornar maior do que qualquer outro conhecimento ou princípios certos, já que, a ciência é a maior arma contra a ignorância, e me desculpo novamente pela falta de criatividade. A fraqueza também dominou as forças dos jovens e homens daquela geração, fazendo os desconectarem das lutas pelo país, e sinto muito novamente, embora, a desculpa não me arranjará avanço. Mais uma vez, agradeco pela crítica, e se puder, conto com seus comentários nos outros capítulos. 2 weeks ago
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