patykastanno Paty Kastanno

[Jikook • Jungkook Top • Jimin Bottom • Romance • ABO • Drama • Longfic] Park Jimin é o herdeiro único e ômega dos Park, que apesar de ser cercado por luxos, oculta uma vida complicada. Ainda sim, tenta desenvolver sua juventude da melhor forma, porém num fatídico dia em que está voltando da escola com seu motorista e ocorre um acidente, envolvendo o carro luxuoso e a moto de um furioso Jeon Jungkook, alfa lúpus e com pinta de bad boy, as coisas parecem tomar um novo rumo. O que antes era aceitável ao adolescente, agora passa à ser absurdo, pois finalmente… alguém o faz enxergar isso. Contudo, decorrente de sua percepção, virão também as consequências pesadas, em que apenas com desenvoltura e sabedoria, poderá enfrentar.


Fanfiction Bandas/Cantores Para maiores de 18 apenas.

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Príncipe e Plebeu se Conhecem



Notas Iniciais:


Olá, seja bem vindo(a) à essa fic!
Se trata de um plot relativamente simples e que espero muito dar certo e aqui abaixo seguem algumas observações importantes:
* Tradução do título: O Príncipe e o Plebeu;
* Trilha Sonora: I Knew You Were Trouble de Taylor Swift;
* Focada no ship Jikook, portanto se não gosta, NÃO LEIA;
* Universo alternativo com temática voltada ao universo fictício ABO e suas respectivas características, além de conteúdo yaoi e sensível para menores de 18 anos;
* Narrada na terceira pessoa;
* Postagens semanais (eventuais atrasos serão justificados);
* Plágio é crime, portanto não copie o conteúdo desta fic que é de minha total autoria intelectual;
* Fic disponível em Wattpad, Nyah e Spirit;

Bom, agora que estamos cientes de tudo... simbora pra o primeiro capítulo. Espero que gostem, boa leitura!


***


Capítulo 1 - Príncipe e Plebeu Se Conhecem


Traído. Este era o sentimento que Jimin tinha, depois que o namorado do colégio, vulgo Kim Taehyung, simplesmente o traiu. Sentia-se péssimo por ter confiado no alfa, ainda que sua amiga o tivesse alertado com insistência da índole do rapaz, mas... ele se deixou iludir.

Agora aquelas lágrimas, apenas o deixavam mais miserável, sendo fitado de relance por um preocupado motorista, este que não ousou se intrometer mais, apenas se limitando em dirigir pelas ruas engarrafadas de Seul, porém...

- Ah, não! - praguejou o beta de imediato, logo após uma brusca freada e uma buzina estridente, que tirou Park de seus pensamentos aleatórios e tristonhos. O cantar de pneus seguiu e num solavanco, o Kim se voltou para si. - Tudo bem, senhor? - questionou pálido.

- Sim. O que foi isso, hyung? - perguntou aflito, mas não teve tempo de entender a situação, pois logo um rapaz alto de capacete o interrompeu, batendo no vidro de Namjoon, que o abriu num pigarreio.

- Você é louco?! Me fechou numa faixa de esquerda! Seu traste humano, pra que serve a droga do seu retrovisor?! Olha o que faço com ele! - sem aviso prévio, o indivíduo chutou bruscamente o acessório do carro, assustando Jimin.

O que estava acontecendo? Namjoon parecia acuado e o outro irritado, enquanto que o pequeno estava inquieto diante da discussão, nada amigável ocorrendo ali.

- A culpa não foi minha. Você apareceu do nada, querendo entrar numa faixa estreita. - retrucou o Kim, bravo. Detalhe: ele nunca ficava bravo e estando agora era... uau. Jimin poderia adicionar o adjetivo de desconfortável, também para si.

- Tinha espaço suficiente, a culpa não é minha se tem um idiota dirigindo o carro. Olha o que fez com minha moto. - bradou apontando o veículo menor muito elegante, que tinha um belo amasso no tronco, além da frente e retrovisor quebrados, no chão.

Jimin então fitou o estranho de novo, com mais atenção. Ele possuía lábios finos, ocultados pelo ângulo desfavorável em que não se via muito, graças ao capacete. Mas pelo menos o cheiro, podia ser farejado: era um alfa. E agora se atentando mais no instinto, que aroma forte!, pensou o baixinho.

- Me perdoe, senhor Jimin. Eu vou resolver a situação. - pediu a voz de Kim, interrompendo o ômega em seus devaneios, enquanto desafivelava o cinto e abria a porta do carro para sair.

Mas eis que... o carro era da família Park, então como exatamente o motorista Kim resolveria? Não era muito sensato.

E assim, sem entender bem, viu o empregado ir conversar com o alterado homem da moto. Mal piscou e logo viu que o moreno havia agarrado o colarinho do uniforme de Kim. E como título de curiosidade novamente: Namjoon era robusto e alto, portanto como aquele sujeito o pegou feito um saco de batatas, era um mistério.

Porém... não poderia continuar ali, assistindo a briga e com esse intuito, Jimin soltou-se do cinto e abriu a porta traseira, pronto para intervir, mesmo que fraquejando internamente para o medo de ser morto ou levar uma surra.

- E-ei! - chamou e ganhou atenção do moreno, que o olhou de cima à baixo, milimetricamente.

- Não se mete nisso, pingo de gente. - verbalizou num riso frouxo e se antes o rapaz ômega já estava ressabiado com o comportamento nada simpático daquele sujeito, com aquela ofensa, foi a "gota d'água".

- Como é que é?! Escuta, esse comportamento não é nada inteligente e não vai resolver. Será que pode conversar? Podemos pagar s-sua moto. - verbalizou reunindo toda a sua coragem e mediante a fala, viu o alfa soltar Kim, bruscamente.

- Senhor Jimin, deixe que eu cuido disso. Por favor, volte pro carro. - pediu o motorista, aflito.

- Certo. Vou acatar sua sugestão, garoto. Vamos resolver então. - o motoqueiro provocou, tirando o capacete e o clima inesperadamente mudou. Agora bateu um de surpresa, misturado ao medo anterior no ômega.

Este, que observou as madeixas escuras, os olhos também castanhos, a estatura, as tatuagens por toda a pele e a beleza como um todo, que tinha aquele estranho alfa. De onde surgira aquele "deus grego"?

Sem perceber ou conseguir se conter, o Park suspirou admirando as feições marcadas e também o conjunto daquela "obra" da natureza, que ali se encontrava em sua frente, provavelmente o querendo matar de ódio por seu motorista ter estragado a moto e o patrão, vulgo ele, ter interferido.

- Um ômega, pelo que noto. - o desconhecido riu com escárnio, exibindo seus dentes claros e protuberantemente charmosos. - Vai mesmo arcar com o prejuízo do bobalhão ali?! Eu não saio daqui sem o conserto, já adianto. - ricocheteou por fim.

- Ele é meu motorista e estou disposto à resolver a situação. - entonou, forçando firmeza.

Sabia que corria sérios riscos ali, perante um cara tão imperiosamente ameaçador, mas no momento, não haviam muitas opções. Era isso ou presenciar Namjoon e ele discutindo ou pior, o mais velho acabar sendo surrado e isso, ele não podia permitir.

- Muito bem, riquinho. - sorriu faceiro. - Eu não quero mesmo ficar discutindo, já que estou atrasado, graças ao seu motorista estúpido, que tirou a carta num açougue. - emplacou com sarcasmo.

- Senhor Jimin, não deve pagar nada. A imprudência foi toda dele. Conheço de leis de trânsito. - interviu certo Kim, voltando-se ao mais baixo, que piscou aturdido e...

- Ah, conhece mesmo?! Então me diga onde exatamente está escrito que um carro pode entrar sem uma seta, hum?! - rebateu o Jeon, alterado e sob uma quietude de arrependimento, o chofer se calou culpado. - Imbecil. - chiou por fim o rapaz, num menear de cabeça.

- Bom… quanto quer pelo conserto? Diga o valor e te pago imediatamente. - Jimin destacou, interrompendo a discussão dos dois mais altos, direcionando-se ao tatuado e conquanto, após uma expressão enigmática...

- Terei que levar num mecânico primeiro e ver o que esse honorável cidadão danificou na minha querida motinha, ômega. - Jungkook sentenciou, erguendo os ombros com ironia.

- Certo. Então veja e... mande nesse número. - tornou o Park, pegando um papel do bolso para anotar seu celular. O papel em questão, que era o convite da festa que o garoto não iria mais, graças ao namorado e sua deslealdade.

E foi então que o alfa pegou, desconfiado e intercalando o olhar entre ambos. Namjoon de um lado, ainda muito chateado e Jimin, com ar de expectativa e discretamente fitando os atributos físicos e vestes do desconhecido.

- Tsc! É bom que paguem ou te caço no inferno, estúpido. - o moreno rosnou curto, indo para cima do Kim, entretanto pela segunda vez, certo pequeno entrou no meio.

- Fica longe dele. J-já acertamos. - quis amenizar o dono de fios roxos, num miserável gaguejo.

- Você é bem mandão para um ômega miúdo. - debochou aproximando-se do Park com uma sobrancelha erguida, em gesto de divertimento sádico.

E o ômega em contrapartida, estremeceu intimidado. O tal possuinte da moto era tão bonito e aquele cheiro... intenso. Não se sentia tão atraído assim, desde quando conheceu Taehyung. Mas aquele homem era diferente, transmitia algo mais maduro e perigosamente... sensual.

- J-já pode seguir para seu compromisso. - resfolegou tenso, desviando do olhar incisivo direcionado para si, enquanto emergia das profundezas de seus pensamentos insanos.

- É, eu posso. Mas o seu adorável cheiro me deixa interessado em me atrasar mais alguns minutos. - disse o moreno direto e tudo pareceu estagnar na mente e corpo de Park.

Que espécie de frase foi aquela? Aleatória e cheia de provocação, acompanhada pela postura do desconhecido. Um repentino galanteio, que o mais novo não poderia negar tê-lo afetado muito, entretanto...

- Vamos embora, senhor. - o Kim, que ainda estava em cena, puxou seu patrão para o interior do luxuoso carro, enquanto Jimin se despediu da beleza estonteante de Jungkook minutos mais tarde, onde o moreno recolocou o capacete, fez algumas considerações com o motorista sobre boletim de ocorrência, placas e algo que Jimin nem assimilou e por fim, lançou uma piscadela irônica ao jovem ômega, até que o carro se movesse para longe.

E por que Jimin ficou tão alarmado com aquele alfa? Era sua dúvida. Talvez por conta da aparência chamativa e tão oposta à do garotinho rico, com suas roupas em tons pastéis, perfume caro, cabelos ajeitados de forma impecável, sapatos lustrados, nenhuma marca na pele e a inocência, que tentava esconder com seus fios roxos, apelando à certa "rebeldia".

Mas dissipando os pensamentos sobre a diferença entre si e o homem que encontrou, o rapaz respirou fundo, avistando a mansão luxuosa que era seu lar, ao passo que Namjoon estacionou na garagem espaçosa.

Dali por diante, era o momento de ter toda a sua desenvoltura, em vista de ter de enfrentar a presença de seus progenitores, o qual o menino julgava não fazer-lhe bem. Afinal, era sempre muito… exaustivo, por assim dizer.

- Jimin. - a voz da matriarca o recepcionou, alheia e entretida em sua usual ocupação: um notebook, um telefone sempre com bajuladores e investidores e as unhas compridas, que eram meticulosamente analisadas durante as ligações e as pausas.

- Oi, mãe. - redarguiu o rapaz, ajeitando a mochila sobre os ombros esguios com certa tensão, prestes à subir as escadas, entretanto...

- Espere. - as mãos da ômega se puseram no cotovelo do filho apressado, que apenas cessou os passos, temeroso. - Que cheiro de alfa é esse? Não é de Taehyung. - estranhou a mulher, franzindo o cenho duvidosa.

E sem saída, senão revelar a verdade...

- Ah, N-namjoon hyung bateu o carro quando estávamos chegando e... acabamos trombando com um a-alfa. - o filhote explicou meticuloso, resumindo uma explicação à mais velha, que reagiu expressiva, como temia.

- O-o que?! Não acredito. Eu vou demitir aquele verme! - a ômega se afobou estridente e nisso...

- N-não mãe, por favor. Ele não teve culpa, sério. Por favor, eu gosto do hyung. - rogou com gana, apelando e sob uma carranca diminuindo muito aos poucos, a mais velha riu nasal e…

- É a última chance. Se eu descobrir que esse pacóvio estabanado fez outra das suas, está na rua e nem mesmo seus pedidos, serão escutados. Espero ter sido bem clara. - ralhou a morena num bufar ácido.

- S-sim, omma. - curvou-se o ômega respeitoso, vendo a mulher dar de ombros, retornando à seus afazeres digitais.

- Suma daqui e vá tomar banho, pois vamos jantar. - noticiou crua, gesticulando ao filho, que apenas assentiu em aceno, se encaminhando para seu quarto, onde permaneceu por algum tempo, deveras pensativo.

Primeiro um término de namoro abrupto e frustrante, que resultou numa descoberta de traição. Depois, um acidente que envolveu um alfa bonito e encrenqueiro, que mexeu com seu lobo e por fim é claro, as truculências com sua mãe.

Estas, que não eram as primeiras e tampouco seriam as últimas. Céus, sem dúvidas fôra um dia memorável. Agora só esperava que as coisas melhorassem, o que sinceramente, duvidava e muito. Jantar com seus pais era um digna roleta russa, ele sabia disso deveras bem, após anos de convivência.


***


Notas Finais:


E aí, gostou? Se sim, faça um comentário, terei prazer em responder :D

Como puderam ver, Jimin é um garoto rico que passou por um fim de relacionamento e posteriormente será discorrido tudo, mas por ora... JK apareceu cheio de marra e malícia. O que vem aí?

Descobriremos em breve, um beijo e observação importante: esta fic estará em hiatus até que entre no cronograma, mas farei o possível para atualizá-la logo, ok? Não se preocupem.

E por fim e não menos importante: créditos para capista @koovoyeur e @BumblebeePJCT pela capa linda e top, muito obrigada ♥

26 de Maio de 2021 às 23:39 0 Denunciar Insira Seguir história
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