patykastanno Patricia Kastanno

[Jikook • Jungkook Top • Jimin Bottom • Romance • ABO • Longfic] Park Jimin é um ômega rico, mimado e filho único que está voltando da escola com seu motorista, quando ocorre um acidente envolvendo o carro luxuoso e a moto de um furioso Jeon Jungkook, um alfa lúpus bad boy. Nisso, ambos vão discutir a situação e as coisas podem se complicar.


Fanfiction Bandas/Cantores Para maiores de 18 apenas.

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Príncipe e Plebeu se Conhecem



Notas Iniciais:


Olá, seja bem vindo(a) à essa fic!
Se trata de um plot relativamente simples e que espero muito dar certo e aqui abaixo seguem algumas observações importantes:
* Tradução do título: O Príncipe e o Plebeu;
* Trilha Sonora: I Knew You Were Trouble de Taylor Swift;
* Focada no ship Jikook, portanto se não gosta, NÃO LEIA;
* Universo alternativo com temática voltada ao universo fictício ABO e suas respectivas características, além de conteúdo yaoi e sensível para menores de 18 anos;
* Narrada na terceira pessoa;
* Postagens semanais (eventuais atrasos serão justificados);
* Comentários serão respondidos;
* Plágio é crime, portanto não copie o conteúdo desta fic que é de minha total autoria intelectual;
* Fic disponível em Wattpad e Spirit;

Bom, agora que estamos cientes de tudo... simbora pra o primeiro capítulo. Espero que gostem, boa leitura!


***


Capítulo 1 - Príncipe e Plebeu Se Conhecem


Traído. Este era o sentimento que Jimin, um ômega lúpus lindo e invejável tinha, depois que o idiota Kim não deu o devido valor e simplesmente o trocou, por uma beta estranha da escola. Sentia-se péssimo por ter tido um desfecho ridículo que teve, logo quando todos o alertavam do suposto traidor que era o rapaz, mas ele não deu ouvidos.

Agora aquelas lágrimas apenas o deixavam mais miserável, sendo fitado de relance por um preocupado motorista, este que não ousou se intrometer mais, apenas se limitou à dirigir pelas ruas engarrafadas de Seul, porém...

- Ah, não! - praguejou o beta de imediato, logo após uma brusca freada e uma buzina estridente, que tirou Park de seus pensamentos aleatórios e tristonhos. O cantar de pneus seguiu e num solavanco, o Kim se voltou para si. - Tudo bem, senhor? - questionou pálido.

- Sim, o que foi isso? - perguntou aflito, mas não teve tempo de entender a situação, pois logo um rapaz alto de cabelos pretos enfiados num capacete o interrompeu, batendo no vidro de Namjoon, que o abriu num pigarreio.

- Você é louco?! Me fechou numa faixa de esquerda! Seu traste humano, pra que serve a droga do seu retrovisor?! Olha o que faço com ele! - sem aviso prévio, o indivíduo chutou bruscamente o acessório do carro, assustando Jimin.

O que estava acontecendo? Namjoon parecia acuado e o outro irritado, enquanto que o pequeno estava inquieto diante da discussão nada amigável ocorrendo ali.

- A culpa não foi minha. Você apareceu do nada, essa faixa é exclusiva de carros. - retrucou o Kim bravo. Ele nunca ficava bravo... uau. Jimin estava agora desconfortável também.

- Tô nem aí! Olha o que fez com minha moto. - bradou apontando o veículo menor muito elegante, que tinha um belo amasso no tronco, além da frente e retrovisor quebrados, no chão.

Jimin então fitou o estranho de novo, com mais atenção. Ele possuía lábios finos, ocultados pelo ângulo desfavorável, em que não se via muito, graças ao capacete. Mas pelo menos o cheiro podia ser farejado: era um alfa. E agora se atentando mais no instinto, que cheiro forte, pensou o baixinho.

- Me perdoe, senhor Jimin. Eu vou resolver a situação. - pediu a voz de Kim, interrompendo o ômega em seus devaneios, enquanto desafivelava o cinto e abria a porta do carro para sair.

Mas eis que... o carro era da família Park, então como exatamente o motorista Kim resolveria? Não era muito sensato.

E assim, sem entender bem, viu o empregado ir conversar com o alterado homem da moto. Mal piscou e logo viu que o moreno havia agarrado o colarinho, do uniforme de Kim. E como título de curiosidade: Namjoon era robusto e alto, portanto como aquele sujeito o pegou feito um saco de batatas, era um mistério.

Porém... não poderia continuar ali, assistindo a briga e com esse intuito, Jimin soltou-se do cinto e abriu a porta traseira, pronto para intervir, mesmo que fraquejando internamente para o medo de ser morto ou levar uma surra.

- Ei! - chamou e ganhou atenção do moreno, que o olhou de cima à baixo, milimetricamente.

- Não se mete nisso, pingo de gente. - verbalizou num riso frouxo e se antes o rapaz ômega já estava ressabiado com o comportamento nada simpático daquele sujeito, com aquela ofensa, foi a "gota d'água".

- Como é que é?! Seu idiota, pode usar o pouco cérebro que tem pra conversar ou vai agir feito um bicho, batendo em tudo que vê?! - provocou estarrecido e viu o alfa soltar Kim, bruscamente.

- Senhor Jimin, deixe que eu cuido disso. Por favor, volte pro carro. - pediu o motorista, aflito.

- Ora ora, quer se meter nisso então valentão?! Vamos lá. - o motoqueiro então tirou o capacete e o clima mudou. Agora bateu um de surpresa, misturado à medo no ômega, este que observou as madeixas escuras, os olhos também castanhos, a estatura, as tatuagens por toda a pele e a beleza como um todo, que tinha aquele estranho alfa. De onde surgiu aquele "deus grego"?

Sem perceber ou conseguir se conter, o Park suspirou admirando as feições marcadas e também o conjunto daquela "obra" da natureza, que ali se encontrava em sua frente, provavelmente o querendo matar de ódio por seu motorista ter estragado a moto e o patrão tê-lo provocado deliberadamente.

- Um ômega. - o desconhecido riu com escárnio, exibindo seus dentes claros e protuberantemente charmosos. - Vai mesmo defender o bobalhão ali?! Eu não vou te poupar por ser ômega. - ricocheteou por fim.

- Em primeiro lugar: ele é meu motorista. Em segundo: dobre sua língua, alfa imbecil. Sua mãe não te deu educação?! E em terceiro, encoste um dedo em mim e eu aciono a polícia. - berrou apontando o dedinho para Jeon.

Sabia que corria sérios riscos ali, mas ficar ouvindo desaforo nunca foi com ele. E para seu espanto, quando pensou que o outro lhe bateria, o moreno... gargalhou.

- Uau, você é mesmo muito metido. - sorriu faceiro. - Certo, eu não vou ficar discutindo contigo. Estou atrasado por causa do seu motorista estúpido, que tirou a carta num açougue. Quero apenas o conserto da minha moto. - exigiu sério.

- Ele não vai pagar nada, a imprudência foi sua. - acusou o Kim, interferindo inconformado.

- Ah, e você acha que eu ia entrar, sabendo que você tava?! Presta atenção, cabeçudo. - Jeon reverberou bravo.

- Quanto quer? - Jimin interrompeu a discussão dos dois mais altos.

- Hein? - o Kim lhe encarou vincando as feições, incrédulo.

- Pelo conserto da moto. Diga o valor e te pago imediatamente. - o Park destacou, fazendo menção em pegar a carteira, contudo...

- Eu não sei, terei que levar num mecânico e ver o que esse idiota danificou na minha querida motinha. - Jungkook sentenciou erguendo os ombros com ironia.

- Certo. Então veja e mande nesse número. - Jimin tornou, pegando um papel e anotando seu celular. O papel em questão, que era um convite de festa que o garoto não iria mais, graças ao namorado e sua deslealdade.

E foi então que o alfa pegou, desconfiado e intercalando o olhar entre ambos. Namjoon ainda muito chateado e Jimin... inexpressivo e fitando os atributos físicos e vestes do Jeon, discretamente.

- Tsc! É bom que paguem ou te caço no inferno, estúpido. - Jeon rosnou, indo para cima do Kim, entretanto pela segunda vez, certo pequeno entrou no meio.

- Fica longe dele. Já acertamos. - quis amenizar o dono de fios roxos.

- Você não acha que é muito mandão para um ômega?! - aproximou-se do Park com sarcasmo evidente e a sobrancelha erguida, como um desafio.

E o ômega em contrapartida, estremeceu intimidado. O tal possuinte da moto era tão bonito e aquele cheiro... intenso. Não se sentia tão atraído assim desde quando conheceu Taehyung. Mas aquele homem era diferente, transmitia algo mais maduro e perigosamente sensual.

- N-não estava com pressa? - resfolegou tenso, desviando do olhar incisivo direcionado para si, enquanto emergia das profundezas de seus pensamentos insanos.

- É, mas o seu adorável cheiro me deixa interessado. - disse o moreno direto e tudo pareceu estagnar na mente e corpo de Park. Que espécie de frase foi aquela? Aleatória e cheia de provocação, acompanhada pela postura do desconhecido. Um repentino galanteio, que o mais novo não poderia negar tê-lo afetado muito, entretanto...

- Vamos embora, senhor. - o Kim, que ainda estava em cena, puxou seu patrão para o interior do luxuoso carro, enquanto Jimin se despediu da beleza estonteante de Jungkook minutos mais tarde, onde o moreno recolocou o capacete, fez algumas considerações com o motorista sobre boletim de ocorrência, placas e algo que Jimin nem assimilou e por fim, lançou uma piscadela irônica ao jovem ômega, até que o carro se movesse para longe.

Por que Jimin ficou tão alarmado com aquele cheiro? Era sua dúvida. Talvez por conta da aparência chamativa e tão oposta à do garotinho rico, com suas roupas em tons pastéis, perfume caro, cabelos ajeitados de forma impecável, sapatos lustrados, nenhuma marca na pele e a inocência, que tentava esconder com seus fios roxos, apelando à certa "rebeldia".

Mas quando na presença de seus progenitores, o menino não era tão interessante assim. E isso ficou claro na volta para a luxuosa mansão, depois de ser praticamente conduzido por Namjoon e...

- Oi, meu filho. - cumprimentou a matriarca Park, sorridente e entretida em sua usual ocupação: um notebook, um telefone sempre com bajuladores e investidores e as unhas compridas, que eram meticulosamente analisadas durante as ligações e as pausas.

- Oi, mãe. - redarguiu o rapaz, ajeitando a mochila sobre os ombros esguios.

- Ei, espera. - as mãos da ômega se puseram no cotovelo do filho apressado, que planejava subir as escadas. - Que cheiro de alfa é esse? Não é de Taehyung. - estranhou, franzindo o cenho duvidosa.

- Ah, Namjoon bateu o carro quando estávamos chegando e acabamos trombando com um alfa motoqueiro irritado. - o filhote deu de ombros, resumindo uma explicação à mais velha, que reagiu expressiva.

- O-o que?! Ah meu Deus, você está bem? Eu vou demitir aquele... - a ômega se afobou estridente e nisso...

- Não mãe, ele não teve culpa. Eu gosto do Namjoon. - pediu manhoso, pois sabia dos efeitos daquele charme nas outras pessoas e exclusivamente nos pais, para conseguir qualquer coisa. Apenas uma exceção lhe foi negada: um irmão, por conta das complicações da mãe em engravidar. Mas de resto... tudo ao herdeiro unigênito.

- Certo, querido. Saiba que já não o demiti porque você pede, mas não é a primeira vez que ele faz isso. Você corre perigo andando com um motorista desastrado assim. - dramatizou a morena num bufar insatisfeito.

- Já acertamos e o cara vai mandar o valor do conserto. - tranquilizou o ômega, vendo a mulher assentir em concordância relutante.

- Certo, vá tomar um banho, vamos jantar. - noticiou desfazendo o aperto no filho, que apenas gesticulou em aceno, se encaminhando para seu quarto, onde permaneceu por algum tempo, deveras pensativo.

Primeiro um término de namoro abrupto e frustrante, que resultou numa descoberta de traição. Depois um acidente, que envolveu um alfa bonito e encrenqueiro, que mexeu com seu lobo.

Não haviam dúvidas: fôra um dia memorável. Agora só esperava que as coisas melhorassem ou acabaria aceitando a proposta dos pais de ir para a Europa.


***


Notas Finais:


E aí, gostou? Se sim, faça um comentário, terei prazer em responder :D

Como puderam ver, Jimin é um garoto rico que passou por um fim de relacionamento e posteriormente será discorrido tudo, mas por ora... JK apareceu cheio de marra e malícia. O que vem aí?

Descobriremos em breve, um beijo e observação importante: esta fic estará em hiatus até que entre no cronograma, mas farei o possível para atualizá-la logo, ok? Não se preocupem.

E por fim e não menos importante: créditos para capista @koovoyeur e @BumblebeePJCT pela capa linda e top, muito obrigada ♥

26 de Maio de 2021 às 23:39 0 Denunciar Insira Seguir história
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