zelosnation_ bia

Taeil sempre tinha criado aquela garotinha como sua irmã de consideração por ela ser órfã. Digamos que se não fosse ela ter obedecido a ele num momento de desespero, eles não estavam nem vivos. Com o tempo, a garota foi notando que cada vez que certificava se o "irmão" tinha arranhões, começou a vê-lo de outra maneira, sempre lembrando que eles não são nada um ao outro. - Não somos nada além de irmãos de consideração. Eu sou ainda sou japonesa e você coreano. INSPIRADA NA LIGAÇÃO DOS IRMÃOS MOON DE PYGD (fic de @MingiNation - wattpad e autorizada pela mesma) NÃO TEM INCESTO, ELES NÃO TEM NENHUMA LIGAÇÃO DE SANGUE! - capa por: @xsuibian NÃO ACEITO ADAPTAÇÕES DESTA OBRA


Fanfiction Bandas/Cantores Impróprio para crianças menores de 13 anos.

#nct #nct127 #Moon-Taeil
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um * nome riscado

Abri a porta com uma patada absoluta, estava extremamente preocupada com o que tinha ocorrido e não ter sabido de nada, muito menos chamada.

— Até quando ia me esconder? — Quando notei o corpo dele, eu quase que quis fazer ele sofrer por cada um, mas não chegaria a esse ponto. — Meu Deus o que te fizeram. — As marcas eram bem visíveis mesmo que não chegassem a coisas extremas, mas aquilo realmente era preocupante.

— Em vez de reclamar me ajuda a colocar ligaduras. — Calei minha boca quando ia falar, ele precisava de ajuda e eu não poderia brigar com ele agora. Ele nunca chegou assim de uma missão, sempre checava seus arranhões e claramente se eu soubesse dessa missão e, sobretudo, participasse, ele não chegaria desse jeito. — Com tanta força não! Isso está doendo!

— Desculpa. — Após colocar a ligadura peguei compressas e pensos para os machucados mais pequenos. — Você está mais magro.

— Para de dizer isso. — O mesmo bufou. — Acha que é fácil se manter com uma alimentação regular nestas condições que vimos a ter?

— Eu não fui chamada para essa.

— Ainda bem. Todos sabiam que iriam falhar. Quem seria o louco que iria se colocar com o Jay Park e seu filho? Só um doido mesmo.

— O filho dele tem a minha idade. Se vocês me chamassem eu distraia o filho dele.

— Nem num mundo loucos.

— Por esse exato pensamento que está assim e tem sorte de eu não estar brigando com você!

— Chega de tentar brigar comigo por causa de um sequer arranhão, eu não sou feito de cristal para estar sempre me protegendo. Quem deve te proteger sou eu.

— Fui eu que matei aquele garoto que estava te sufocando.

— Fui eu que te mandei. — Percebi que ele estava ganhando sobre isso, se não fosse ele mandando eu não estaria viva hoje.

— Enfim, trate do resto sozinho, vou ver como está Wooyoung, acho que ele tem o braço quebrado pelo que ouvi de Yeosang. — Me virei para ir até a porta, mas a voz dele me fez parar.

— Não foi nada disso. Yeosang disse que quebraria o braço do Wooyoung se ele continuasse gritando por Jongho.

— O que aconteceu?

— Jongho se colocou à frente quando iam matá-lo. Ele levou um tiro no peito. — Minha mão rapidamente foi até minha minha boca, em choque. Jongho praticamente era como um Capitão. Wooyoung claramente vai ficar desmoronado por um bom tempo.

— Me promete que nunca vai fazer isso.

— Se tiver que ser eu me coloco à sua frente. — Me virei para ele, o mesmo já tinha vestido uma blusa, logo passando por mim para sair do quarto. — Vai comer algo.

— Estou de dieta, como quando vier de casa da Ianna.

— Vocês estão bem juntas.

— Se vier alguma porcaria da sua boca eu relembro do beijo que vocês tiveram.

— Acha que esse beijo significou algo? Sempre soube que ela gostava de Mingi, apenas mantenho meu personagem durante as missões.

— Hongjoong era apaixonado por ela. — Ele virou seu pés, me encarando com um olhar sério.

— Sério que vamos brigar por isto de novo?

— Você que vem sempre com suas coisinhas. Estou bem próxima dela sim, pelo menos com ela tenho alguma paz.

— Você está com raiva porque não foi chamada?

— Com certeza tenho mais raiva com outros assuntos.

— Pelo amor de Deus, seria perigoso para você.

— Por causa desse "perigoso" — fiz aspas com as mãos — , o Wooyoung perdeu o namorado dele! Ele que era quase Capitão! Entretanto só falta chamarem o Choi San para vos ajudar.

— Você anda bem doida, não acha? O que os namoricos andam te dando à cabeça?

— Você sabe muito bem que minha boca ainda é virgem e com certeza, prefiro continuar assim.

— Você me mente tão bem. — Revirei os olhos. — Você reclama tanto de não ter sido chamada para esta missão não é? — Assenti com a cabeça, positivamente. — Eu sei bem que você foi numa missão onde tinha que ficar com o filho do dono de um hotel que agora está preso e o filho em prisão domiciliária.

— Pare de me atirar as coisas à cara. Me arrependo profundamente de ter ido para essa missão. Foi a pior noite da minha vida. E se você volta a mencionar esse dia, eu faço-te isto com mais força. — Belisquei seu mamilo de leve e sai da sala. Eu odiava que ele usasse algumas missões contra mim quando eu só queria a proteção dele. Se já se perdeu até Jongho, quem me garante que o próximo não será ele? Ninguém me garante isso.

Mas também não precisava me lembrar daquela noite onde eu posso dizer que foi a pior da minha vida e claramente só quero aquele garoto bem longe da minha vida. Tudo para uma missão que era só conseguir o código de um cofre.

Peguei meu celular e liguei para Ianna, mas a mesma não atendeu à partida. Não iria a casa dela se ela não me desse a clara certeza que estava lá.

— Ainda está aqui? Pensei que já estivesse com Ianna. — Hongjoong passou por mim e notei que seu cabelo não continha mais o mullet e continha um curativo desde o pescoço até o inicio de suas costas.

— Você também apanhou?

— Quem ficou pior foi seu irmão. Acho que ele devia fazer um raio X. Ele mal se levantava quando o achamos esfarrapado no chão.

— Como está o resto?

— Machucado, mas também devastado por causa de Jongho. Então Wooyoung...

— Compreendo.

— Você tem sorte em ainda estar intacta, Taeil que pediu para tirarem seu nome da missão.

— O Taeil?

— Sim. Pode bem checar os documentos da missão, seu nome foi riscado. — No mesmo instante meu celular toca e vi que era Ianna.

— Depois eu resolvo isso. — Me afastei dele e atendi a chamada, indo até à minha mala. Pois claramente depois não voltava aqui. — "Você está por causa?" — Quando ouvi a resposta negativa, eu comprimi os lábios. — "Tudo bem, eu espero, nem demora assim tanto." — Ri fraco e logo desliguei a chamada, me sentando num dos bancos, mas logo notei uns pés perto de mim.

— Você já soube do que houve? — Olhei para cima e vi Simon, um dos recrutas que Mingi trouxe e que realmente era bem dotado em armas e isso ajudava muito, pois cada vez mais andamos necessitando de mais pessoas. Então desde que Mingi é pai ele raramente está aqui.

— Soube. Como está indo as coisas com seu pequeno grupo? — Simon comprimiu seus lábios.

— Me sinto isolado, sabe... Eles são todos mais experientes que eu e ainda uns belos anos mais velhos.

— A idade é só um número, não se rebaixe por causa disso. Quando fui vos analisar com Hongjoong na semana passada, você foi quem mais se destacou, com certeza Mingi vai te chamar para alguma missão futuramente.

— Eu queria te fazer uma pergunta.

— Pode fazer, qualquer pergunta desde que eu saiba responder.

— Eu ouvi isto da boca de outros, mas prefiro saber da sua. Você e o Taeil são irmãos mesmo ou só de consideração?

— Eu fui adotada pela família dele. — Passei a mão pelo meu pescoço que não continha o cachecol pois estava na zona da lavandaria. — Mas não somos nada um ao outro em questões de sangue. Originalmente eu sou Nakamoto. Uma japonesa, e ele totalmente coreano.

— Nossa eu estava naquela ideia que vocês eram mesmo irmãos, mesmo que não se pareçam. Sei lá, tem tantas formas de ser-se irmão atualmente.

— Você fez bem em tirar essa dúvida comigo, isso prova que você é um procurador da verdade. — Dei um sorriso. Meu celular vibrou e vi que era Ianna, a mesma já devia ter chegado em casa. — Vou indo.

— Obrigado por ter-me respondido! — Dei um pequeno sorriso acenando para ele e sai daquele lugar, pegando sem vergonha nenhuma na mota de meu irmão e seguindo para casa de Ianna.

.

— Onde está Mingi? — Perguntei assim que me sentei do no chão ao lado das duas criancinhas que estavam assistindo um desenho animado qualquer.

— Ele foi para lá, não o viu?

— Não, deve ter chegado depois de eu sair. Ou então eu não notei, sei lá, ando tão distraída que nem reparo mais nas coisas.

— Soube que vocês tiveram uma missão em que falharam.

— Não me lembre disso, eu não fui e descobri que meu próprio irmão riscou meu nome.

— Porque ele faria uma coisa dessas?

— É tão idiota que agora ele está ferido e perdemos o Jongho. Se eu fosse nada disto tinha acontecido. — Bufei e joguei meu corpo para trás. — Taeil anda insuportável, nem parece que é meu irmão, ele estoura-me a paciência.

— Vocês são muito unidos, não é normal estarem assim.

— Pois também o problema seja eu, não sei, sempre sou eu, não é verdade?

— Taeil só quer te proteger pequena, lembre-se que foi ele te considera uma irmã e você nem é do sangue dele, é preciso muita força para fazer isso e vocês já são bem adultos, podem bem ter conversa de adultos.

— Você e Mingi também foram criados pela mesma pessoa, queriam quase se matar e agora são um casal com filhos.

— Mas nós nunca soubemos da existência um do outro, não confunda e claramente, se vocês já são assim como irmãos de consideração, imagina se fossem um casal, pois se fossem irmãos de verdade, vocês já tinham brigado por pior, aquele típico de irmãos.

— Acho que ele levava um tiro no meio dos cornos, sério eu ando com a paciência esgotada.

— Primeiro, você nunca faria isso pois ele é seu irmão, segundo, ele é muito importante para você para você lhe estourar os miolos.

— Pior que é verdade. Ele é o meu tudo, só que também me irrita.

— Eu bem poderia ter um irmão, mas o meu querido pai de criação preferiu nos esconder e nem reclamo, sou muito feliz por essa escolha.

— Eu penso como estaria se meus pais não fossem mortos.

— Você poderia nunca conhecer o Taeil. — Eu comprimi meus lábios pois era verdade, queira eu admitir ou não, não tinha probabilidades nenhumas de eu conhecer o Taeil. Mesmo que tenhamos andado na mesma escola, Taeil era muito reservado e quando algo se passava mal falava comigo.

— Acho que nada disto se compara quando ele chegou na puberdade. — Um arrepio surgiu na minha espinha. — Foi horrível.

— Você se queixa tanto, mas olha o homem que você tem na sua vida. — Revirei os olhos pela aquela audácia dela, mas não falei nada. Não era mentira.

16 de Maio de 2021 às 16:04 0 Denunciar Insira Seguir história
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