electrakillyuan ElectraKillyuan

Verão nunca achou que conheceria Inverno, muito menos que se apaixonaria por ele... As Quatro Estações do ano vieram para a Terra a feito do Universo. Inverno, Primavera, Outono e Verão, com seus corpos humanos, nasceram separados em seus respectivos Impérios e Reinados. Vihan era o Verão e o príncipe herdeiro do Reino de Athines onde seus cidadãos eram capazes de domar o fogo. Jamie era a linda Primavera e herdeiro de Ahewen, Reino dos nascidos da Terra. Maeve, o Outono, vinha do Império discreto dos nascidos do Ar: Adellaria. E por último tinha Inverno, que nenhuma das outras estações conhecia e nem sabia como o encontrar. Se o Império de Adellaria era discreto, o Império dos artesãos de Gelo era completamente isolado dos demais.O que os três herdeiros não esperavam na verdade, era que Inverno começaria a não querer mais passar a sua posse para os outros no Ciclo das Estações, e isso traria uma desordem total no mundo. Com isso, as três estações, a pedido de um figura misteriosa e uma profecia precisa, se juntam pela primeira vez para encontrar Inverno e restaurar a ordem do Ciclo. Mas mal eles sabiam que Inverno estava sendo caçado pela rainha do Império gelado, e o que ela quer é nada mais do que sua cabeça. ⚠️ Obra de minha autoria! Plágio é crime! Caso ache esta obra em outras plataformas que não sejam Wattpad/Inkspired, favor denunciar.


LGBT+ Romance adulto jovem Impróprio para crianças menores de 13 anos. © Todos os direitos são reservados ao autor

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A Primavera Acabou

❄🌺🔥🍁

Notas no final do capítulo!


Ahewen,

Primavera

Amor.


Era aquilo que diziam que significava. Sua existência trazia a vida, com ela o que as pessoas consideravam fértil e caloroso, vivaz e feliz. Com essas coisas somadas e muitas outras que se perdiam em sua concepção, chegava em uma só palavra: sua existência era amor. E por muito tempo acreditou nisso.


Afinal, como poderia ser diferente? Seus pais a amavam, seu reino a venerava por tamanha beleza e formosura.


Mas então ela começava a se questionar mais a fundo: eles me amavam ou amavam apenas o que eu represento? E não estava se referindo a seu título em sua família real e nobre, e sim no que sua existência acarretava para todo o mundo em que habitava com sues pés rosados e de dedos um tanto diferentes em tamanhos. Realmente não gostava muito da aparência de seus dedos.


Era isso que era: Primavera.


Jamie, no corpo de um menino humano, era a Primavera. A estação das flores, a que vinha logo depois de Inverno para apaziguar os corações congelados pelo mesmo e a que em seguida deixava o mundo a mercê das mãos de Verão. Bem, a mercê mesmo Jamie nunca deixava.


Sempre fazia algumas coisas a mais nas outras estações em alguns lugares, mas nada que fosse estragar o decorrer do ciclo das estações e como elas deviam acontecer.


A única que ele nunca conseguia nem tirar e nem por era Inverno. Inverno era impiedoso demais, diferente de Outono que deixava algumas coisas mínimas perdidas fazendo com que algumas flores de Primavera crescessem e brotassem. E de Verão, que o deixava muito mais a vontade.


Falando neles, Jamie nunca havia conhecido Outono e Inverno, mas sentia em seu ser, assim como sentiu quando começou a existir, que eles estavam em algum lugar. Jamie conhecia Verão, que era como ele: um ser grandioso, mas em forma de ser humano.


Se Verão e ele eram assim, certamente que Outono e Inverno também seriam, certo?


Primavera ainda deitado em sua cama tão grandiosa quanto os títulos que carregava, tanto mundanos quanto o que o Universo o havia encarregado, estava divagando de novo.


E naquele dia, não poderia ter divagações, mas como poderia ele evitar? Assim que abria os olhos era só o que fazia: pensava, pensava, pensava... Divagava também muito mais que pensava.


Mas divagar não deixa de ser algo ainda introspectivo e que fazia parte do seu ser pensativo, não? Jamie era gentil, extremamente tenro, casto e muitas vezes ingênuo. Embora não fosse bobo ou infantil.


Ele era apenas como a Primavera, transbordava e florescia, trazendo consigo uma aura e perfume próprios que impregnava todos os lugares que tocava e passava, principalmente agora enquanto se levantava e se encaminhava para a sacada que ficava em seu espaçoso e luxuoso quarto.


O jovem príncipe do Reino de Ahewen, usava um robe felpudo de cor verde musgo que continha uma tulipa bordada no seu peitoral esquerdo.


O robe era tão grande, que arrastava pelo chão, enquanto Jamie andava com seus pés rosados no piso de mármore frio. Ele então se encostou e suspirou olhando para o seu reino, ou o que ele conseguia ver das pequenas casas nas montanhas cercadas pelas árvores verdes e flores por toda parte.


Hoje era o dia que a Primavera acabava e começava o Verão. Sem mais desculpas para fugir de suas obrigações como príncipe de Ahewen.


Esse era o mal de ser o único filho, e, portanto, o único herdeiro legítimo ao trono. O vento fresco batia nos cabelos castanhos claros de Jamie, fazendo sua franja ficar bagunçada. Mas naquele momento sutil e inerente, ele não se importava com isso.


Algumas flores de seu jardim não iriam sobreviver no verão, ele conseguia sentir, outras não chegariam sequer a desabrochar e mostrar suas pétalas e beleza ao mundo.


Jamie quando criança se entristecia com isso, e fazia as flores desabrocharem pelo menos uma vez, mas por alguma razão foi parando com isso.


Ele só sentia o fim de suas amadas flores nos seus últimos dias de controle da estação e, devido a isso, não podia ajudar todas a nascerem e conhecerem o Sol. Não conseguia fazê-las respirarem uma única vez.


Primavera era vida, por isso sempre que não conseguia evitar a morte, entrava em um luto completamente particular.


Quando Jamie ia se voltar mais uma vez para olhar além de suas queridas flores, alguém bateu em sua porta. E antes que proferisse algo, pediu licença e adentrou o recinto.


Era Magnólia, uma das trabalhadoras do castelo e que Jamie considerava uma amiga, uma confidente, uma irmã. Jamie se virou para ela e deu um de seus sorrisos mais castos e amáveis, embora Magnólia o conhecesse desde criança a mesma nunca se acostumava com a presença de Jamie.


Conforme o menino foi crescendo, ela se tornava mais poderosa e etérea, mas nunca ofuscante ou cegante.


Não, Jamie fazia com que você quisesse ficar o observando por horas pelo seu jeito doce e amigável. Jamie tinha um rosto muito juvenil e límpido, seus olhos esverdeados embora um tanto escuros eram brilhantes, suas bochechas eram cheinhas e seu nariz era pequeno e empinado.


Jamie também era um tanto magro e era só alguns míseros centímetros mais alto que Magnólia.


Suas pernas eram longas e seus braços bem delineados e seus cabelos castanhos claros que agora caiam como cascatas rentes a seus olhos, faziam a servente pensar o quanto ele parecia ter sido esculpido minuciosamente pelo Universo.


E ela não duvidava de tal feito, ela sabia que Jamie havia nascido como todos os outros seres humanos. Mas ele era a própria Primavera, então não era algo impossível pensar que o Universo havia feito Jamie nascer de modo mundano a mero capricho seu.


Afinal de contas, é do Universo que estamos falando.


— Vossa Alteza deve se preparar

— Magnólia enfim disse com um pequeno sorriso pintando-lhe a face pálida. — Verão está a caminho para receber a bênção das Estações, e você sabe como este fica quando você não é pontual.


Jamie riu, sempre achava engraçado o quanto Magnólia nunca deixava as formalidades para consigo mesmo que já fossem tão próximos. Magnólia era parte de sua família tanto quanto seus pais.


— Cara amiga, já vos disse que não precisas de tanto requinte para falar comigo. — Magnólia arqueou as sobrancelhas, as bochechas de Jamie tinham ficado rubras pois ela soltou um pequeno riso devido ao seu modo de falar. — Você sabe que o meu caso é mais difícil.


Magnólia negou com a cabeça.


— E achas que é fácil para uma plebeia como eu tratar o príncipe de forma tão informal? — Brincou.


— Tens um ponto Nólia. — Disse Jamie enfim se aproximando da mesma. Ele foi até a escrivaninha que ficava do lado de sua cama, nela havia um lindo vaso com flores. Ele pegou um pouco da terra que continha no vaso e se voltou para Magnólia.


Com as mãos fechadas em um formato de conchas, fechou os olhos em nano segundos, e quando as abriu das mesmas surgiu uma linda tulipa. Idêntica a que estava bordada em seu robe.


Magnólia o olhava surpresa.


Ela tinha consciência dos poderes de Jamie e sempre viveu em torno deles, mas a garota nunca se acostumava. Era algo muito mágico para si.


O povo de Ahewen conseguia controlar a terra como um todo, mas não fazer plantas surgirem assim como o príncipe fazia. Jamie então pegou em sua mão e lhe entregou a flor.


— Um pedido de desculpas pela minha hipocrisia.


Magnólia então soltou mais um riso, mas ainda sim contido.


— Pedidos aceitos. — Disse ela tomando a flor enfim. — Mas vá logo se arrumar, senão chamarei as camareiras. Vossa Alteza sabe o quanto elas o amam vestir, não?


— Já estou indo, sim? — Proferiu Jamie já correndo para seu suntuoso armário.


Magnólia então fez uma pequena referência apenas de implicância, o que fez Jamie rolar os olhos, mas ainda rir. A amiga então se pôs a fechar a porta e ir para seus outros afazeres no castelo.


O príncipe então começou a procurar vestimentas adequadas para se encontrar com Verão.


Precisava estar apresentável e não só com sua presença, mas também com suas vestes, mostrar como era ele o futuro herdeiro de Ahewen e como era ele a própria Primavera.


Suas vestes, no entanto, não o tornavam melhor em nada, elas apenas tinham que adornar perfeitamente toda sua aura e poder.


Pois, mesmo sendo gentil, Jamie ainda precisava mostrar a seu povo sua imponência.

🔥☀️🔥


A Caminho do Reino de Ahewen,

Primavera


Estava demorando. Demorando em demasia. Demorando tanto que estava prestes a ele mesmo se tacar da carruagem e pegar um dos cavalos. Certeza que chegaria primeiro que todos.


— Ainda falta muito? — Viha, sua irmã mais nova perguntou.


— Eu sinceramente não sei o que é pior - Sua outra irmã voltou para a mais nova. — Você perguntando de 5 em 5 minutos se já chegamos no Palácio de Ahewen ou Vihan com essa cara idiota dele que claramente está se perguntando a mesma coisa só que mentalmente!


— Pelo menos eu não estou falando nada. — Vihan enfim disse alguma coisa, com sua cara mais do que insatisfeita.


— Estava. — Implicou Viha.


Vihan lhe fez uma careta e ela correspondeu. Em algum momento os dois estavam um em cima do outro desferindo caretas e puxando os cabelos um do outro. A irmã do meio apenas suspirou cansada.


— Por que eu não fiquei de boca fechada? — Perguntou a si mesma.


— Na verdade, a pergunta certa para você se fazer Vênus, é porque você resolveu vir na nossa carruagem quando tinha a chance de vir em uma sozinha. — Vihan respondeu ao monólogo de uma pessoa só da irmã do meio, ela o encarou e deu mais um suspiro dessa vez vencida.


— Verdade! — Viha parou de puxar os cabelos do irmão mais velho fazendo com que ele também soltasse seus cabelos e se endireitasse no estofado vermelho da carruagem. — Você é a favorita dos nossos pais, certeza que se pedisse eles te dariam uma carruagem só para você.


— Dariam não, já estava separada. — Vihan acrescentou, fazendo Viha ficar de olhos arregalados.


— Sabe muito bem que aquela carruagem não era para mim herdeiro. — Vênus disse, fazendo Vihan se remexer incomodado no acento.


A verdade era que Vihan por ser o mais velho, era o herdeiro do trono e o motivo real de estarem indo para o reino do seu querido amigo não era por algo bom. Na realidade, havia dois motivos para eles estarem a caminho de Ahewen.


O primeiro, que era o que Vihan se importava mais, era a questão das Estações. Precisa que Jamie passasse a posse do controle do tempo para ele hoje. Era o dia que o Verão começaria, e Vihan não poderia se atrasar pois aquilo era algo que era muito mais importante do que seus deveres reais. E sua família, mesmo que controladora e um tanto relutante, sabia disso.


Era sua função dada pelo Universo, eles que lidassem com o fato de que Vihan não era só um príncipe.


E sim o próprio Verão.


A estação do calor, da diversão, a estação que vinha para aquecer depois do florescer da Primavera e fazer todos aproveitarem ao máximo antes do tempo ameno do Outono. Era seu tempo de descanso.


Mas descanso mesmo ele de fato nunca tinha, mas ficar longe de seus pais e suas obrigações na realeza que o sufocavam em demasia já era o bastante.


Vihan amava ser o verão. Sentir o sol bater em sua pele amorenada e o vento deste o guiar para qualquer lugar que sua mente e corpo permitissem o fortalecendo e preenchendo de forma inexplicável.


O segundo motivo... Bom, este Vihan estava repensando seriamente outra vez em se tacar da carruagem. Todavia, havia o terceiro motivo que só ele sabia, e que a pedido de um certo alguém ele precisava manter sigilo e continuar com sua ida até o reino de seu amigo.


— Irmão? — Chamou Viha. Ele estava em seus próprios pensamentos, olhando para algum ponto fixo na paisagem que ele nem sequer estava vendo de fato, ele só havia parado.


— Sim? — Respondeu ainda olhando para a janela, desta vez reparando na vegetação de árvores mudando para um caminho aberto cercada de flores das mais variadas cores.


— Tenho certeza de que ficará tudo bem, Mimie é compreensivo.


— E muito espirituoso e paciente. — Adicionou Vênus. — Ele não ficará irritado com você por isso.


— Só me sinto péssimo de nossos pais quererem tanto assim o seu reino. Somos amigos acima de tudo. — Vihan então se virou para as irmãs. — E não quero me casar com meu melhor amigo. — Acrescentou.


— Estão apenas te usando irmão, assim como tentaram comigo com a Tribo da Luz. — Vênus pegou a mão de Vihan e a fechou entre a palma de suas mãos. - E você, mais do que ninguém, é capaz de formar uma aliança poderosa com Ahewen sem sequer precisar desses métodos políticos imundos.


Vihan sorriu pela primeira vez durante o caminho. Vênus sempre conseguia tirar o melhor das situações. A irmã do meio não era tão positiva consigo mesma, mas quando se tratava de seus irmãos, ela sempre queria que eles enxergassem a luz no fim do túnel que ela mesma nunca conseguia enxergar.


— Só espero que não me sinta mais humilhado do que já me sinto.


— Ei! — Viha então saltou segurando as bochechas de seu irmão e as apertando, fazendo com que ele ficasse com um biquinho. Vênus riu da cena. — Você é Vihan Crawford Reid. Príncipe herdeiro do Reino de Athines, o próprio Verão e, acima de tudo, irmão de Viha Crawford Reid! Nunca você será alguém humilhante. Agora levanta essa cabeça e mantenha sua postura pois já vamos chegar e eu não quero passar vergonha.


Vihan a olhou embasbacado com a última parte e Vênus não conseguiu conter suas gargalhadas.


— Mas você acabou de dizer que eu não sou alguém humilhante!


— Irmãozinho, humilhante você nunca será. Agora, vergonhoso? As vezes você passa umas vergonhas que nem eu aguento, sabe?


— Humilhante e vergonhoso são as mesmas coisas Viha!


— Não grita, não grita... - Pediu já tampando os ouvidos.


— Desculpa, Vivi.


— Vocês realmente são os melhores irmãos que eu poderia ter. — Vênus proclamou com um sorriso tenro no rosto tão amorenado e com algumas sardinhas como o do irmão.


Vihan sorriu para ela, e Viha já estava olhando a paisagem outra vez não dando a mínima para seus dois irmãos mais velhos. Isso até a carruagem parar e alguém bater na porta e a abrir logo em seguida:


— Chegamos Altezas. — Disse um dos guardas que os acompanhava, dando já passagem para os irmãos saírem da carruagem.


Tanto Vihan quanto Vênus respiraram fundo e se encararam uma última vez, como se dando apoio um ao outro. Vihan balançou delicadamente o ombro de sua irmã mais nova, esta que se virou e sem dizer mais nada já tinha pegado na mão de Vihan para sair da carruagem.


— Está pronto? — Vênus perguntou já se erguendo e endireitando sua posição ereta e perfeita. Totalmente inabalável e inalcançável. E Vihan também não ficava muito atrás disso.


Para ser sincero, Vihan não estava pronto.


Não estava pronto para ter um pedido de noivado arranjado com seu melhor amigo, e esperava que os pais dele tivessem o mínimo do bom senso que os seus não tinham para recusar. Estava apreensivo também pela passagem de estações.


Não precisava que Jamie passasse nada para ele, a posse era praticamente automática entre as estações, elas mesmas já a deixavam ir. A posse só preenchia algum vazio dentro deles, que eles não sabiam de fato explicar. Todavia, seus pais criaram essa tradição como uma maneira de mostrar mais poder e de também possuir mais adoração e respeito de seu povo.


Afinal, o que seriam deles sem as estações não é mesmo?


Precisavam delas - precisavam de Vihan - para tudo: de coisas óbvias como agricultura e pecuária, como também para a arte e o lazer. As estações eram parte do Universo, e o Universo era parte deles. E sem eles e o Universo, a humanidade estaria fadada ao total fracasso.


Com isso em mente e ainda o seu terceiro motivo, ele apenas passou na frente de Vênus, juntamente de sua irmã caçula para se deparar com a comitiva de Ahewen os aguardando.


— Sempre estou. — Mentiu Vihan, antes de começar a caminhar com seu porte perfeito e sorriso ladino. Vênus então agradeceu ao guarda e o seguiu, apertando o passo para ficar ao seu lado. Seus pais estavam já alguns metros à frente.


Pois eles eram assim, gostavam de esbanjar sua grandeza, mas os irmãos gostavam de se manterem unidos e ser as pilastras um dos outros.


Só assim, eles se mantinham como os monarcas temidos, fortes, e como alguns gostavam de dizer, ferozes do Reino de Athines.

❄🌺🔥🍁


Olá! Obrigada por clicar nessa estória para passar o seu tempo, espero que você goste!!

Bom, passando aqui para dizer que as vezes deixarei algumas notas no final dos capítulos para falar sobre alguma coisa ou até mesmo colocar algumas imagens dos lugares que se passam nos Reinos.

É minha primeira vez criando um mundo novo, e espero que vocês gostem e se divirtam muito com as nossas queridas Estações e os outros personagens que aparecerão em breve.

Enfim, não sei muito bem como funciona a plataforma em relação a comentários, views e votos, então quem conhecer e puder ajudar, agradeço desde já rsrs.

Até a próxima!

15 de Maio de 2021 às 02:41 0 Denunciar Insira Seguir história
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