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R. RAFFAELLY


Quatro mortes por causa de uma profecia, profecia essa que lhe custou três vidas em um só dia, um dia que ela gostaria nunca ter vivido.


Fantasia Épico Impróprio para crianças menores de 13 anos. © CC: Creative Commons

#releitura #mitologia #Fantasia #mitologiagrega #PercyJackson
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Por Ônix: Uma manhã comum

Ônix estava no espaço. Não havia nada, apenas uma infinita e silenciosa escuridão ao seu redor. Ela se sentiu assustada, pois estava sozinha e até onde sabia, não havia ar no espaço.

Uma voz ecoou pelo vazio, Ônix olhou para os lados tentando localizar a origem, porém, não teve sucesso. A voz voltou a ecoar e dessa vez a garota conseguiu entender o que ela dizia, mas ainda não conseguia encontrar de onde vinha. A voz dizia em alto e bom som:

— Acorda pra aula!

Ônix despertou, era tudo um sonho. Em sua esquerda um céu cinzento podia ser visto pela janela. Seu pai gritou da parte de baixo da casa mais uma vez:

— Venha tomar café agora ou vou dar seu café para o cachorro!

— De novo não pai! - Gritou a irmã mais nova de Ônix. — Da última vez ele vomitou tudo no tapete!

— Eu já estou descendo. — Ônix respondeu alto, fazendo os gritos pararem.

[...]

Ônix colocou a mochila em seus ombros e viu o horário, 07:25 AM. Estava prestes a se atrasar, se quisesse ir ao passeio do colégio teria que chegar em 5 minutos. Felizmente, o colégio era bem perto da casa, cerca de duas quadras de distância.

Ela estava vestida com um moletom preto, calça jeans preta com um rasgo nos dois joelhos e tênis Nike, que era também da cor preta. Ônix não era nada gótica, apenas as roupas traziam esse julgamento.

Ela desceu as escadas correndo até a cozinha, onde só teve tempo de pegar um pacote com cookies e se despedir de seus pais e sua irmã.

Feliz aniversário! — Gritou seu pai, antes que ela saísse.

— Obrigada pai.. — Ônix respondeu beijando sua bochecha. — Tchau mãe! — Gritou, já que a mesma estava no banheiro.

— Tchau filha! — A mãe respondeu.

—Tchau Charlotte.. — Ônix se despediu enquanto abraçava forte a irmã.

—Tá tá tá tá! Já chega, eu também te amo! Hahahaha.. — Charlotte respondeu com a bochecha espremida ao rosto da irmã mais velha.

—Tchau para vocês! — Ônix falou alto já saindo pela porta da frente.

Ela colocou os cookies na mochila e acomodou seus fones nos ouvidos. Ônix acelerou o passo enquanto a música que tocava, fazendo parte de sua corrida, era Phoenix-Lisztomania.

Em menos de 5 minutos a garota de cabelos pretos já havia chegado, com muito cansaço e dor nas pernas, no colégio. A professora Tânia de história, estava no ônibus, possivelmente a esperando. Ônix chegou quase sem fôlego, a professora a observou e disse:

—Ora, ora, ora se não é Ônix Houston, minha aluna favorita, estávamos esperando você.

Ônix estendeu o bilhete assinado, a mulher o pegou. Olhando sua aluna com um sorriso ela disse:

— Pode entrar.

— Obrigada. — Ônix respondeu, sorrindo de volta.

Dentro do ônibus a garota viu seus amigos: Aline, Denise e Frank (apelido para Franklin). Aline era morena, tinha um cabelo crespo castanho, olhos âmbar, que sempre estavam sob seu óculos-escuro (ela era cega). Denise era loira, olhos azuis, muito bonita e tinha um corpo escultural. Frank tinha uma estatura de 1.70 m, um pouco pálido, forte e bem saudável por conta de um fator biológico estranho. Ele tinha cabelos castanho-claro com um pouco de loiro e olhos azuis esverdeados.


— Oi... — Cumprimentou Frank, encarando Ônix, que sentiu algo estranho em sua voz. — Tudo bem?


— Tudo… — Ela respondeu da forma mais natural possível. — Querem cookies?


— Sim! — Um coral angelical se formou com as três vozes.


Conversaram e brincaram até chegarem ao museu de história natural, mesmo com trânsito lento ainda chegaram na hora. Às oito estavam lá, estacionando. O caminho inteiro Ônix percebeu que Frank estava agindo de forma estranha.

16 de Maio de 2021 às 04:05 0 Denunciar Insira Seguir história
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