A
Ana GABRIELA PEREIRA


Olá gente, espero que gostem, desculpe por alguns erros, essa é a história da minha vida, só tem algumas modificações. Se gostarem eu posto o capítulo 2.


Não-ficção Todo o público.
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Hospital

- te amo mamãe!

Dizia ela na carta do dia das mães, que escreveu juntamente com sua professora, já que tinha apenas 3 anos.

- mamãe, olha oque eu fiz.

Falava ela enquanto mostrava a quela folhinha pequena, toda rabiscada de canetinha colorida, e em um grande espaço havia escrito "te amo mamãe" com grandes letras verdes. Nesse momento sua mãe percebeu que mesmo não tendo planejado aquela criança, tinha o melhor presente de todos.

- que lindo filha, te amo muito!

Meses depois...

- filha!

Dizia sua mãe já atrasada para levá-la na creche.

- tô indo mamãe.

Chegando na creche... Uma se despediu da outra sem saber do que estava por vir.

- tchau amor.

- tchau mamãe.

Horas se passaram e Gabriela ainda estava na escola, enquanto sua mãe estava em casa, sentindo muita dor no estômago. Ela já estava acostumada com aquelas dores, tinha sentido-as frequentemente. Sua mãe sempre dizia : - filha vai ao médico, pode não ser nada e ao mesmo tempo algo grave.

Mas Fátima morria de medo de ir ao hospital.

- não deve ser nada de mais,mãe.

Mas dessa vez ela cedeu aquele medo, de tanto que a dor estava incomodando-a.

Finalmente chega o horário da saída, Gabriela foi levada para casa de vã escolar, como todos os dias.

Chegando em casa, não pensou em nada, apenas em sua mãe. - vovó, cadê minha mãe? Pergunta ela desesperada, pois estava ansiosa para tê-la em seus braços novamente.

Ela não tinha escolha, anão ser mentir. - está trabalhando, minha querida, mais tarde ela está de volta.

Mal sabia ela, que essa mesma frase iria virar rotina.

Gabriela foi para seu quarto fazer o mesmo de todos os dias. Só que como nunca, sentindo um vazio sobre ela, era muito pequena para entender oque aquilo significava.

Horas depois...

Maria, andava preocupada, de um lado para o outro, seu passos trôpegos, como se não soubesse onde estava pisando.

Telefone toca (📞), aquela hora suas pernas pareciam enormes, pois o espaço que estava até o celular era grande, mas como ansiava por notícias, fez desse espaço apenas dois pequenos passos.

- alô?! Dizia Maria com a voz ofegante, quase chorando.

- oi, aqui é do hospital onde sua filha está, poderia passar aqui para explicarmos o estado dela?

- claro! Chego aí em poucos minutos, tchau.

- Gabi, a vovó vai precisar resolver umas coisinhas, vou deixa-lá na casa da sua amiguinha, certo?

- tá bom vovó.

A caminho do hospital... Maria pegou um taxi, pois não havia ônibus aquele horário.

- precisa ir mais rápido por favor, pode estar acontecendo algo grave!

14 de Maio de 2021 às 15:37 0 Denunciar Insira Seguir história
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