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Silvani Jesus Santos


Uma jovem é forçada a um casamento pelo próprio pai, seu marido um bárbaro do Nórdico descendente de vinkig. Sem saída ela se ver em uma situação difícil, mais por um olhar trocado em um rápido momento inoportuno algo começa surgir entre eles, mas existe coisas que os torna de mundos diferentes, contrariando a razão eles decidem se entregar é oficializar a união, mas algo acontece que entre noites quentes na cama do seu marido, isso os manterar longe por algum tempo, será que tudo um dia se resolveria? Ou seus destinos não voltaria a se cruzar? Isso só o tempo durar e muitas coisas ainda poderás acontecer até quem sabe eles se reencontrar novamente...


Romance Erótico Para maiores de 18 apenas.

#amor # #Reis #vinkigns
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1 capítulo — Um sonho

Angellik descia a longa escada anciosa, logo após uma das sérvas lhe apressar batendo na porta do seus aposentos, pela milésima vez. Seu coraçãozinho batia tanto que parecia que iria saltar do peito, a medida que se aproximava do corredor que dava para o grande salão de festas, suas mãos suavam, respirou fundo pra se controlar dizendo mentalmente que aquilo era necessário, para agradar seu pai que insistira para que usasse aquele vestido azul enfeitado com um decote de renda sobreposta, afinal era dia do seu aniversário e iria ser apresentada a sociedade como a filha caçula de um conde, ela riu nervosa, — Falido mas ainda assim um conde — pensou já na entrada do salão lotado de convidados curiosos pra ver a mulher que avia se tornado.

Estava nervosa pois não tinha o costume de ser o centro das atenções, pois não fora criada no Castelo da família, e sim na fazenda dos tios que ficava em um lugar distante dali, só avia retornado a dois meses quando seu pai lhe mandou buscar, sabendo que seu aniversário estava perto, dizendo que precisava assumir seu lugar na família, que ela se perguntava qual seria, mas não questionou, tudo que mas queria era viver com a família, na verdade nunca entendeu porque tivera que viver tão longe, principalmente da mãe pois eram tão apegadas.

—Venha! Seu pai está resmungando a sua demora!

Lucy sua dama de compainha veio ao seu encontro para lhe abri caminho até seu pai impaciente, que fez um breve e monótono discursos para apresenta‐lá aos anfitriões tão logo elas se aproximou do grupo familiar.

— Minha filha amada, um pedaço do meu coração, Angellik de lasnfordhy!

Sentiu o forte abraço do pai logo após aquelas palavras e se aconchegou à ele desejando que o momento fosse para sempre, sentiu a lágrima quente escorrer na face, já avia esquecido de como era bom ser abraçada, emocionada ouviu os aplausos, gritos e até elogios dezendo o quanto ela avia crescido e se tornado bela, — Não era verdade, pois tinha consciência de quanto era sem graça, e diferente de todas as moças que já vira, principalmente pela cor dos cabelos e a estatura pequena, além de tudo não era vaidosa, e sim tímida diferente da irmã, que era loira, alta, de corpo esbelto parecia uma princesa perfeita, — pensou, vendo sua meia irmã se aproximar para cumprimenta‐lá entregando lhe um pequeno embrulho de presente.

— Minha querida irmãzinha agora já é uma linda mulher, e já até pode casar -se!

—Não obrigada! - Disse sem rodeio pois não pensava em casamento, até porque não tinha pretendentes, sabia que seria difícil casar com um bom partido assim como o marido da sua irmã que era de uma família de sangue nobre com muitas propriedades, além de ser um perfeito cavalheiro e muito bonito. Já ela nunca teria aquela sorte, aquilo também não à preocupava, não enquanto era muito nova, queria mesmo era aproveitar o seu pai que tanto lhe fez falta todo aqueles anos.

— Não diga bobagens o Alfred tem um primo, tenho certeza que formariam um lindo casal!

Sua irmã riu, já fasendo papel de casamenteira, seu cunhado se aproximou dando os parabéns.

— Não escute sua irma, meu primo não é um bom partido pra você, ele tem quase o dobro da sua idade, é viúvo com quatro filhos!

— Nossa irmã! Então acha que é só o que mereco? Ser babá de um viúvo?

Ela esboçou um sorriso de bom humor.

— Para ser sincera angell, acho que por ter sido criada fora das redondezas, vai ser difícil um nobre te cortejar, então devia aproveitar enguanto é jovem e aceitar quem quiser se casar com você! - a irmã alfinetou como se quisesse acabar com a tranquilidade da outra, que já acostumada não deu importância sabia bem do gênio dela fazendo sempre brincadeiras impertinentes.

Não acreditando que fosse sério o que ouvia Angellik deu outro riso,

—Não suzy, não quero acabar minha juventude a cuidar dos filhos de outras, se um dia eu casar será para cuidar dos meus! Mas e você, quando mim dará sobrinhos?

Suzany olhou para o marido que por sua vez olhou para o sogro que todos sabiam desejava com urgência um neto, de preferência um menino pois ele só tivera duas meninas, de todo modo logo o assunto mudou de rumo, Dessa vez foi a deixa da madrasta entrar em cena chamando a atenção de todos.

— Os convidados estão querendo uma dança com a nossa linda aniversariante! - Disse no tom que a jovem achou soar exageradamente falso.

A mulher que tomara o título de duquesa da sua mãe se aproximou tomando lhe a mão para levá-lá á multidão, aquele toque frio lhe arrepiou a nunca sentiu impaciência para que a soltasse, não gostava daquela mulher e ela sabia disso, mas fingia que nada acontecia, era como uma narja prota pra da o bote. No meio do salão sendo rodeada de convidados, sentira a pele do rosto queimar de vergonha, por esta naquela exposição humilhante.

— Quem vai ser o primeiro cavalheiro a ter a honra de dançar com a minha filha caçula der um passo a frente!

Angellik olhou ancanhada para o seu público sentindo-se humilhada era como se a mulher estivesse lhe vendendo na feira livre, logo alguém levantou a mão, era seu pai, - pôde ver levantando o olhar enquanto este lhe estenderá a mão, que talvez percebera seu contragimento e veio ao seu auxílio, sorriu para ele grata, mas a mulher não pareceu satisfeita,

— O conde não vale! deve aprender a dividir ,você a terá sempre meu conde, já os nobres convidados não!

— E um visitante não tão nobre assim?

Todos olharam na direcao da entrada do salão, um pequeno grupo de homens acabava de invadir a festa, ao notarem que estavam todos armados os convidados ficaram apavorados se encolhendo nos cantos para proteger seus pertences das vistas indefesa, pois ja alguns anos aquele lugar fora alvo de ladrões saqueadores todo tipo de malfeitores, por isso não era novidade está tão decadente. Um dos homens adiantou os passos sem parar de falar e encarar o conde.

—Um que está cansado, por ter viajado semanas de navio pra chegar até aqui, posso ter esse privilégio?

O estranho estendeu a mão para a jovem, que olhou para o pai não entendendo a situação, quem seria aquele estranho?

— A.. Allexsander.... Miller?

Seu pai o conhecia, mais parecia que não esperava por sua visita tão inapropriada para a ocasião, pois gaguejou seu nome por medo? ou surpresa?


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12 de Maio de 2021 às 21:45 1 Denunciar Insira Seguir história
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Silvani Jesus Silvani Jesus
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