gabriel-silva-ii1609942358 Gabriel Bastos

Desde os primórdios da criação do homem, o livre arbítrio é respeitado, mas quando a situação em particular de uma pessoa do mundo material se torna insustentável o plano espiritual é obrigado a intervir.


Paranormal Lúcido Impróprio para crianças menores de 13 anos.

#espiritual #projeção-astral #aprendendo
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CONHECENDO O OUTRO LADO

Aproximava-se das onze horas da noite e Edu despertará de seu breve cochilo com o som da televisão, ao despertar ele fica sem entender onde estava logo recordou que estava na sala de sua casa deitado no sofá e que havia pegado no sono e então imaginou:

“Realmente ando muito esgotado e cuidando pouco de minha saúde, ando dormindo pelos cantos e nem sequer tenho paciência de preparar uma refeição para comer, se minha mãe estivesse aqui seria diferente”.

Após refletir sobre como estava conduzindo sua vida Eduardo desliga a televisão e as luzes da sala, e vai andando para o seu quarto e quando esta preste a abrir a porta escuta seu celular tocar então pensa:

“São onze horas da noite que infeliz ligaria uma hora dessas deve ser trote, ou alguma gracinha, que vá para o inferno, não vou atender”.

Depois de imaginar isso Edu deitou-se em sua cama, porém o celular continuava a tocar por vinte minutos sem parar então Eduardo levanta-se de sua cama e vai até a sala e pensa:

“Se for trote vou soltar os cachorros”!

Ao pegar o telefone ele constata que aquela ligação no meio da noite não era trote ou pegadinha seria até melhor que fosse do que ouvir uma noticia daquele tipo à uma hora daquela. O seu colega de trabalho e também inimigo declarado João havia acabado de passar dessa para uma melhor ou pior afinal quem sabe..., mesmo em pranto e soluçando a esposa de João conta o que ocorreu. João havia saído de uma festa descontrolado e foi dirigir alcoolizado e morreu em um acidente. Eduardo odiava João então essa noticia não o causou nem uma comoção, ele apenas desejou educadamente sentimentos a viúva e disse —Helen amanha vou à sua casa preciso conversar melhor com você e lhe desejar melhor meus sentimentos—, Helen agradeceu e disse que o esperaria, e então ambos deligaram o telefone.

Após desligar o telefone, Eduardo foi tentar dormir naquele momento ele apenas desejava que ninguém e nada o interrompesse, o relógio marcará vinte e três e quarenta e cinco quando ele fechou os olhos deitado em sua cama, mas der repente sentiu uma sensação estranha como se fosse um formigamento em seu corpo algo que nunca havia sentido até chegou a pensar que era algo que ele havia comido havia dado alergia mas ele continuou a se manter deitado de olhos fechado, logo em seguida sentiu a sensação de seu corpo estivesse vibrando como se fosse um celular, Eduardo já estava com medo dessas sensações então por fim ele tem a percepção de que seu corpo esta expandindo como se fosse um balão então ele da um grito de susto — ah que isso não aguento mais— dando um salto de sua cama, e cai no chão, mas para sua surpresa e espanto uma senhora o ajudou a levantar, essa senhora não era nada mais que a mãe de Eduardo.

Um espanto seguido de uma forte emoção essa foi a reação de Eduardo, em seguida pensou com os olhos em lagrimas “Só posso estar sonhando, como pode eu estar vendo a minha mãe, eu não devia ter nem oito anos quando ela partiu, meu pai e meus irmãos na época disseram para min que infelizmente seria para sempre”.

Essa experiência na vida de nosso amigo estava parecendo não ser um sonho, pois segundo sua percepção era real demais, pois ele captava inúmeras sensações e conseguia ter um pensamento lucido, percebia também outras presenças em seu quarto além de sua mãe, mas sua mãe o tranquilizou que todos ali presente estavam em missão de paz. Edu começa a entra em pânico e diz: — Isso não pode ser um sonho e real demais, até para min que sou ateu — Sua mãe então alisa seus cabelos e o abraça e diz — Não e um sonho meu filho, olhe bem para cima de sua cama e veja com seus próprios olhos, apesar de você ser um ateu você realizou uma projeção astral, você foi projetado para fora de seu corpo agora meu filho você esta em uma dimensão espiritual —

Então Eduardo começa a entra em pânico novamente e diz a sua mãe — Então quer dizer que o mundo espiritual existe? e eu estou morto?— Acalmando novamente a Eduardo ela explica — Não você ainda esta vivo, veja há um cordão prateado que liga seu espirito até a sua matéria que esta sobre aquela cama isso significa que você esta vivo, porém você fará viagens a alguns lugares comigo e irei te mostrar algumas coisas, pois você esta vivendo de maneira incorreta causando dor e prejuízo a si mesmo e aos que te rodeiam—

Eduardo realmente estava precisando dar um jeito em sua vida, ele não estava vivendo bem, estava trabalhando muito, se alimentava muito mal, era alcoólatra e além de tudo possuía um caso com a esposa do seu falecido inimigo, na qual após ter sido descoberto havia recebendo ameaças e xingamentos constantes.

— Venha comigo meu filho vamos a nossa primeira parada— Disse a mãe de Eduardo segurando a sua mão e em seguida se tele transportando.

Sem nem poder pensar direito Eduardo foi levado a uma rua pouco iluminada ao lado de uma mata onde acabara de ocorrer um acidente fatal que vitimou três pessoas ainda era possível visualizar o vidro e a marca de sangue pelo chão então ela falou a ele:

— Veja meu filho nesse lugar ainda pouco morreram três pessoas em um acidente fatal um deles foi aquele seu rival do trabalho, ele sabia que você saia com a esposa dele e agora soube que você sabotou o freio do carro dele para ficar de vez com a sua esposa. Além disso, o seu ato acabou com a felicidade de um casal recém-casado que estava muito feliz juntos, mas devido o seu ato não poderão viver seu amor aqui na terra— Disse a mãe de Eduardo com um rosto triste.

— Minha culpa? O João e um pudim de cana e outra ele foi dirigir alcoolizado mesmo se o freio tivesse bom ele teria morrido de qualquer forma, pois estava fora de si— Disse Eduardo com um ar pretensioso.

— Estou vendo que a missão será árdua, venha comigo meu filho— Disse a mãe de Eduardo pegando novamente em sua mão.

Após mostrar o local do acidente a mãe de Eduardo o leva até o necrotério onde estava o corpo de João e do casal que havia morrido no acidente e então sua mãe novamente lhe mostra o ambiente de um ângulo espiritual.

— Aqui e o Necrotério Edu para onde foram removidos os corpos do João e daquele jovem casal, que morreram no acidente. Veja esses seres que aqui estão não são nada menos que espíritos que estão perdidos, não conseguem ou não querem aceitar que desencarnaram estão vagando. Observe aquele ser ali em especifico é o João, ele esta inconformado por ter desencarnado, ele ainda nutri muito ódio e rancor e isso o esta tornando obcecado é cego, se continuar assim ele se tornará um obsessor e você meu filho por ter contribuído por isso você será alvo dele .

— Mãe eu lamento muito a respeito do casal que morreu, estou muito triste, mas o que eu posso fazer? Não posso mudar o passado e a respeito do João não lamento nenhum pouco ele era um cara extremamente estupido, batia na esposa e mi infernizava no trabalho... Espero que ele sofra pela eternidade— Disse Eduardo sorrindo malevolamente.

— Filho estou realmente desapontada com sua falta de empatia e capacidade de perdoar. Irei levar você a um lugar que não queria leva-lo, mas não vejo alternativa — Disse a mãe do Eduardo chorando.

Então a mãe de Eduardo pegou em sua mão e o levou a um lugar temível para muitas pessoas principalmente para os religiosos. Alguns o chamam de purgatório outros se referem ao tal como umbral, um lugar escuro e frio onde há espíritos em sofrimento e agonia constante até que os mesmos paguem suas pendencias, então ela levou a um domínio daquele lugar e disse:

— Observe aquele lago de excrementos e sangue Eduardo aquilo ali é o vale dos suicidas, essas pessoas não respeitaram as vidas que lhe foi dada e se mataram estão lá sofrendo por longos anos e continuaram lá por um bom tempo.

— Mas eu não penso em tirar minha vida, eu me amo mais que tudo — Disse Edu com um semblante sério meio carrancudo.

—Primeiramente meu filho seus modos são terríveis, você tem que aprender a não pensar somente nos seus interesses e pensar no seu semelhante com amor e carinho, e além do mais você afirma que se ama mais seus atos mostram o contrario meu filho. Sua vida se resume em álcool, cigarros, comidas industrializadas e trabalho demasiado isso são vícios que geram doenças e atrai parasitas espirituais e que poderão lhe levar a óbito e isso o tornaria um suicida também porém inconsciente.


8 de Maio de 2021 às 18:33 0 Denunciar Insira Seguir história
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Conheça o autor

Gabriel Bastos Meu nome é Gabriel Bastos, sou da cidade de Belém do estado do Pará, tenho 27 anos, sou formando em Ciências Farmacêuticas pela Universidade Federal do Pará, em meu tempo livre gosto de praticar e mi dedicar a vários Hobbies sendo um deles a leitura e a escrita de estorias e contos. Minhas categorias favoritas são: aventura, suspense e ficção.

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