hillacs Hilla CS

Em um dia normal no Brasil, estavam todos reunidos na praia, ate que, aparece um monstro que assusta o habitantes.


Suspense/Mistério Todo o público.

#romance # #ação--misterio
Conto
0
437 VISUALIZAÇÕES
Completa
tempo de leitura
AA Compartilhar

O monstro

Nas profundezas da terra, no núcleo central, diretamente nas placas tectônicas do Brasil, vivia um monstro adormecido a milhares de anos. Seu nome era Blizfire ou Hellzzard, era adorado como deus pelo antigo povo que vivia nas regiões sul-americana pelo a crença que ele os livrava do fogo do céu que vinha de Hölle, o deus do fogo infernal que queimava suas plantações e causava a falta de alimento em suas regiões.

Seus nomes vieram das palavras, Fogo do inferno - Hellfire - e nevasca - Blizzard - que vem diretamente das suas características físicas e poderes.

Blizfire era extremamente grande, tendo mais de 50 metros de altura e 250 quilos. Sua cauda era de 5 metros. No começo da metade era vermelha como o sangue rodeada de espinhos de gelos e no final era azul como a água rodeada de flocos de fogo. Sua cauda podia acabar com 1000 pessoas de uma vez só, sendo uns dos maiores terrores.

O resto do seu corpo era uma mistura do azul e do vermelho, tendo também os dois juntos e a mistura das cores, o roxo.

O roxo era uma parte descontrolada dele, ficava nos seus olhos e podia queimar e congelar - ao mesmo tempo - mais de milhares de pessoas se simplesmente olhassem para ele. Infelizmente, Hellzzard não sabia controlar os seus olhos e por isso, sempre ficava de olhos fechados, pois se abrisse, queimaria e congelaria qualquer pessoa ou espaço que estivesse em sua frente.

Blizfire podia liberar seus poderes de duas formas: pela a sua boca ou pela suas mãos. Normalmente, ele utilizava as mãos para gelar e a boca para queimar, mas se precisasse, ele mudaria a sequência ou usaria os dois ao mesmo tempo.

Em milhares de anos, desde que dormiu, Hellzzard nunca acordou, mas hoje o espírito da terra decidiu acordá-lo, fazendo as placas tectônicas se mexerem, causando um terremoto no Brasil, o primeiro terremoto que matou cerca de 20 pessoas, mas é pouca comparado o tanto que irá morrer.

Hellzzard acordou, e agora?

[...]

Quinta-feira, 1 de maio de 14025.

Brasil, 15:05h.

Acordando-se, Blizfire levantou, aparecendo no mar da praia da cidade do Rio de Janeiro, assustando as várias pessoas que saíram correndo para se proteger.

— MONSTRO, OLHA UM MONSTRO, CADÊ OS PROJETORES? — Gritou um homem, correndo do monstro - que estava confuso - visivelmente com medo.

"O que foi agora?" — Disse Eláre, atendendo o telefonema. "Um monstro numa quinta feira?" — Deus me dê paciência. "Tem como mandar outra pessoa não?". — Perguntou, com raiva. — "A não? Então já vou indo." — Droga, eu não queria ir.

Chegando na praia com a sua moto, Eláre retirou-se dela, vendo o alvoroço que tinha naquele local. Tão idiota, o monstro não está fazendo nada, eles que tão assustando ele. Tirando a sua espada da sua espada da sua luva, apareceu na frente do monstro, vendo que estava de olhos fechados. Tão estranho… ele não tá atacando ninguém…

Aparecendo os dois projetores mais chatos da terra na opinião de Eláre - Musaki e Nozaki - começaram a atacar o monstro que se assustou, afastando-se e abrindo a boca, mandando uma bola de fogo em direção dos três, que desviaram bem na hora.

— Seus idiotas, ele não tava atacando ninguém — Reclamou ela, com raiva.

— Claro que não, ele iria atacar de qualquer forma, hm — Defendeu-se Musaki.

— Verdade irmão, hm — Concordou o seu irmão, fazendo-a revirar os olhos. Como eu odeio esses dois.

— Se você for me atrapalhar, é melhor ir embora, hm — Disse Musaki, irritando-a. Atrapalhar? Esse idiota.

— Verdade irmão, hm — Os gêmeos bateram as mãos, fazendo ela revirar novamente os olhos.

Eláre desviou-se novamente da bola de fogo, ficando cabisbaixa porque eles também desviaram.

"Droga, agora o monstro ficou descontrolado, tudo por conta desses idiotas." — Pegou o seu escudo, defendendo-se de uma bola de fogo que foi rebatida para o mar. "O que…?" — Olhou para o seu escudo, vendo-o congelado. Jogou-lhe no chão, quebrando-o. "Céus, era meu escudo favorito." — Lamentou-se.

"Destruir, destruir, destruir..." — Repetia o monstro para si mesmo, totalmente descontrolado enquanto jogava bolas de fogos.

— Merda — Resmungou Eláre — Vamos fazer uma barreira e selá-lo, e a melhor forma de pará-lo.

— Nananinanão, hm — Disseram os gêmeos.

— Não, como não? — Perguntou, elevando a voz.

— Vamos resolver sozinho, sem você, hm. Não é irmão, hm? — Disse Nozaki, abraçando-o seu irmão, deixando-a com mais raiva ainda. Deus, dai-me paciência.

— Ok então, podem ir, eu espero — Sorriu, fazendo-os ficar confusos. Tomara que o monstro mate eles.

Os gêmeos se vão em direção ao monstro, com toda a sua velocidade e força, desviando-se das bolas de fogo. Chegando perto do monstro, eles fizeram a projeção barreira das trevas, que o envolveu totalmente, prendendo-o e impedindo de mandar bolas de fogo.

— Conseguimos irmão, hm — Disse Musaki.

— Claro irmão, somos fortes, irmão, hm — Concordou Nozaki, sorrindo.

Pela a tristeza deles - e a felicidade para Eláre - a proteção era fraca demais para segurar o monstro que se mexeu, libertando-se da proteção, ao mesmo tempo que mandava uma bola de fogo em sua direção. Eles não conseguiram desviar e fecharam os olhos esperando a morte chegar, mas ela não veio.

Eláre havia os salvado, deixando-os com um sentimento de raiva invés de felicidade.

— Já que as madames já tentaram, chegou a minha vez. Licença — Disse, sorrindo enquanto afastava-se deles.

— Essa idiota, hm — Sussuraram os gêmeos, raivosos.

Aparecendo na frente do monstro, Eláre fez o círculo da proteção da natureza, forma do ar, flores calmantes, que o envolveu, acalmando-o. Eláre sabia muito bem que força física não acabaria com o monstro, por isso, decidiu acalmá-lo para depois dar um jeito nele.

Depois de fazer a projeção da natureza, percebeu que ele estava quase dormindo, e usou a forma da água, acalmando a água. O monstro pegou no sono, descansando sobre as águas da praia, tendo belos sonhos de seus desejos profundos.

— Aff, como eu te odeio, hm — Confessou Musaki, aproximando-se dela, sendo acompanhado pelo o seu irmão.

— Verdade, hm. Você nunca mata ninguém, odeio a projeção da luz, hm. Ninguém usa mais isso, é tão cafona e sem moda, hm. Existem milhares de projeções mortais e poderosas na projeção das trevas, e na luz são tão poucas, hm. E nem são fortes essas projeções, um. Ah, ela é tão sem graça, hm. — Disse Nozaki, totalmente venenoso.

— Diferentemente de vocês, que acham que para resolver todas as coisas precisam usar as projeções mortais e poderosas. Eu sei várias projeções, muito mais que vocês e até mesmo as das trevas, mas a minha preferida sempre será essa, pois ela prova que nem tudo se resolve com a violência. — Disse Eláre, deixando-os calados.

— Falou tudo isso para nada, hm — Rebateu Musaki.

— Verdade irmão, idiota, hm — Riu, sendo acompanhado pelo o seu irmão.

— Parece que vocês resolveram o problema com o monstro — Disse o comandante, aparecendo perto deles.

— Resolvemos pela metade, ainda falta matar, hm — Resmungou um dos gêmeos.

— Iremos levá-lo para a prisão de monstro para a interrogação — Disse o comandante, estalando os dedos, fazendo projetores aparecerem para levar o monstro.

— Qual será a língua que ele fala, hm? — Perguntou Musaki.

— Iremos descobrir — Respondeu o comandante, sorrindo. — Eláre, tem alguém querendo te ver lá na sua casa.

— Entendo, muito obrigada comandante — Concordou, já sabendo quem é.

[...]

Quartel General.

— Chefe…? — Perguntou, entrando na sua sala.

— Eláre, sobre o que eu disse que você não precisa mais me chamar de chefe. Você e a chefe agora, já passaram sete anos, e você ainda não decorou — Riu Lariet, levantando-se da cadeira, apoiando na sua bengala.

— Che… — Viu a cara do seu mestre — Lariet, é bem difícil não te chamar de Chefe.

— Eu sei — Se aproximou sorrindo — Como foi a missão? Você parecia que não queria ir…

— Eu realmente queria não. — Confessou sem medo, fazendo-o rir — Mas eu fui né, mas aqueles gêmeos me atrapalharam. Porque mandaram eles? Tinha tantas pessoas no mundo, e manda logo os mais fracos e burros.

— Eles não te conhecem tanto sabe… — Revirou os olhos — Eles acharam que você iria precisar de ajuda. — Bufou sendo acompanhado de Eláre.

— Mestre, você encontrou…? — Ele negou, fazendo-a ficar triste. — A…Eu entendo… obrigada novamente chefe — Disse, reverenciando-o, fazendo-o sentir triste.

— Na verdade, eu acho que estou mais perto de encontrar sua irmã do que pensamos. — Viu-a se animar e sentiu-se feliz. — Eu tenho quase certeza que posso tê-la encontrado. — Pegou o mapa, colocando na mesa, mostrando para ela. Apontou para o x, vendo-a acompanhar. — Eu ouvi que nessa cidade está tendo uma movimentação estranha perto da Floresta. Chegou um novo casal parecido com os monstros dos seus pais. Acho que podem ser eles.

— Provavelmente… — Sentiu raiva. — Temos que averiguar, eu irei lá. Mestre, pode cuidar do quartel enquanto isso? — Concordou, segurando a sua mão.

— Claro que posso cuidar, minha querida. Encontre sua irmã, e a traga para cá. Tome cuidado e vai com Deus — Abençoou-a, vendo-a agradecer. — Tome cuidado. — Avisou novamente, vendo-a pular da janela enquanto se despedia. Minha neta, tenha cuidado.

[...]

Sábado, 3 de maio, 14025.

Floresta.

Olhou o mapa, vendo que estava perto. Estou chegando irmã, aguente firme. Adentrou as árvores, sentindo os galhos atrapalharem sua caminhada. Andando, sentiu um pingo de neve cair em seu nariz e parou de andar. Espera, estamos em maio, onde neva em maio? Ficou confusa, percebendo que se navasse, seria difícil continuar a caminhada e reclamou, ficando triste.

"Será que mora muitas pessoas nessa montanha?" — Olhou para montanha, vendo que era bastante alta, felizmente tinha uma escada para subir. Subindo a escada, viu um menino passando com pressa, esbarrando em si. Não reclamou, continuou a andar. Que ódio, mal educado esse menino.

— Desculpa senhora — Pediu o menino enquanto se afastava. Sentiu-se mal, e pediu perdão mentalmente por julgar o menino.

— Está tudo bem, não foi nada… — Gritou para ele, vendo-o acenar. Continua a andar, contornando a montanha em direção ao profundo da floresta que era bastante densa e deixou-a com leve dificuldade de respirar. Está anoitecendo, e melhor eu para descansar ou continuar? Ficou em dúvida e decidiu continuar. O quanto antes encontrasse sua irmã, a livraria das mãos sanguinárias de seus pais; Odiava seus pais com toda a sua força, desde aquele dia, a oito anos atrás…

O dia que seu pai e sua mãe tentaram a matar.

Mas, felizmente - ou infelizmente - eles não conseguiram por conta de seu namorado que se colocou em sua frente, recebendo o golpe e morrendo em seu lugar. Isso a matou por dentro, e tentou de várias formas matar os seus pais; mas eles eram mais fortes do que si, e sabia a sua fraqueza, a sua irmã mais nova. Desde a última vez, a três anos atrás, ela não a viu, seus pais a esconderam muito bem e Eláre odiava isso. Contudo, hoje ela sentia que finalmente iria encontrar sua irmã, iria trazê-la para si. Viva e feliz.

Aproximando-se de uma cabana que transmitia uma energia sinistra, Eláre parou, escondendo-se para observar melhor. Será que eles estão aqui? Pegando um binóculo, observou a casa pela parede, como um raio-x, pois não tinha janela. Viu que não tinha ninguém na casa e começou a se chatear.

‘’Que chato será que não irei encontrar….’’ — Desviou-se para o lado esquerdo, dando uma cambalhota ao sentir uma presença atrás de si, que fez os pelos do seu pescoço arrepiarem. Olhou para frente, vendo-os e sentiu raiva e levantou-se.

— Ora, ora, o bom filho à casa retorna — Disse a sua mãe, rindo, fazendo-a enraivecer. — Veio buscar a sua irmã, minha filha?

— Claro que eu vim, onde está ela? — Perguntou, retirando a sua espada, segurando-a na mão esquerda. Sua mãe riu, apontando para trás. — Essa não pode ser ela… a presença e de um sugador — Sussurrou, vendo um sugador parecido com a sua irmã.

— Nós a matamos e trouxemos de volta como um sugador, agora, nós a controlamos. — Disse seu pai, rindo maliciosamente, fazendo-a ficar com raiva. — Ikari, ataque-a! — Sua irmã aproximou-se rapidamente, tentando-a atacar, mas desviou, defendendo-se com o seu escudo.

— Irmã, me escute, sou eu! — Suplicou, tentando fazer sua irmã despertar, mas falhou miseravelmente. Ikari atacava-a de todas as formas, agressivamente com suas grandes garras. Eláre chutou a sua irmã, jogando-a a três passos de distância e fazendo-a cair no chão. Desculpe-me irmã, não queria machucá-la. Subiu em cima de sua irmã, prendendo-a, impedindo-a de atacar. Sua irmã gritava, tentando se libertar e sugar o seu sangue. — Irmã… olha pra mim, sou eu… por favor — Começou a chorar, sem perceber. Ikari parou de se mexer e seus olhos voltaram ao normal. Irmã…? Sentiu um impacto, batendo na parede. Ai… doeu…

— Tão fraca, parece que você não mudou nada filhinha — Riu Lana, juntamente com o seu esposo.

— Realmente não mudou nada, né querida. — Concordou Adam, beijando a sua esposa, uma cena realmente nojenta.

"Irmã… sinto muito…" — Viu a sua irmã aproximando-se, juntamente com os seus pais.

Ikari virou-se rugindo, levantando seus braços, defendendo a sua irmã, deixando seus pais surpresos. Irmã, obrigada…

— Esse animal está se virando contra nós? — Perguntou Lana, empurrando-a, fazendo-a bater na árvore. Eláre se levantou, socando a barriga de sua mãe, jogando-a para longe. Por sorte, desviou do soco do seu pai, dirigindo-se para perto de sua irmã.

— Irmã, você tá bem? — Viu a concordar com a cabeça e suspirou, aliviada. — Fique atrás de mim, eu cuido deles. — Se virou, defendendo a sua irmã.

— Parece que finalmente as irmãs se juntaram — Disse sua mãe, limpando o sangue da sua boca. — Mas será que vai ser por muito tempo? — Estalou o dedo, desfazendo a magia, fazendo-a sua irmã desmaiar. — Ikari, você está bem? — Segurou-a antes de cair, sacudindo-a, vendo que ela estava sem o sinal vital. — I-irmã, não morre, eu estou aqui. — Abraçou-a, chorando.

— Oh, que momento mais triste, não é amor? — Disse seu esposo, fazendo-a rir.

"Irmã, vai em paz, você é a prova que sugadores tem coração. Em uma outra vida, eu irei cuidar mais de você. Bom descanso, eu te amo". — Soltou-a, levantando-se. Sentiu a energia das trevas a dominar, e não impediu, somente se entregou, perdendo o controle.

— Parece que nossa filhinha está sozinha nova… — Sua fala foi interrompida. Projeção das trevas, forma do pavor, fogo escuro. Cortou a cabeça de sua mãe, jogando-a para fora do corpo. As chamas de sua espada envolveram todo o corpo de Lana, queimando totalmente, deixando somente as cinzas. Adam se assustou, e tentou fugir, mas sua espada o pegou, atravessando o seu coração, tirando-o. Seu pai caiu no chão, queimando até a morte. Caiu no chão, sentindo-se voltar à realidade.

"O que houve…?" — Olhou em volta, vendo as cinzas do seus pais e pela primeira vez, não sentiu remorso de matar alguém. Se levantou, pegando a sua irmã no colo, enterrando-a.

— Irmã… Espero que você goste do céu. O mestre Kenji disse que é ótimo lugar, você vai gostar de lá. — Reverenciou-a, voltando para casa.

Irmã…

Espere por mim...

[...]

Passando pela floresta, percebeu que já estava amanhecendo. Deveria ser por volta de cinco a seis da manhã, não sabia ao certo e nem queria saber. Parou de repente, sentindo um cheiro familiar de sangue vindo de uma casa nas montanhas. Decidiu averiguar, aproximando-se de lá. Entrando na casa, assustou-se ao ver o tanto de pessoas mortas que tinha naquela casa. Contou cerca de doze pessoas, e pelo o estrago, deve ter sido um sugador, mas não um qualquer. O cheiro do maligno era forte, incomodava seu nariz, mesmo que ele não estivesse mais ali. Se perguntou se deveria fazer um enterro digno a eles, contudo, lá no meio da floresta, sentiu um cheiro de outro sugador, provavelmente mais fraco, mas estava descontrolado.

‘’Sinto muito, depois eu volto para enterrar vocês'' — Saiu da casa, dirigindo-se para a floresta. Chegando perto do local, observou, vendo o local acalmado, e se escondeu. O que será que está acontecendo? Observando, percebeu que um dos mestres - não se lembrava qual no momento - estava controlando a situação. Ele lutava contra a Sugadora que, para sua surpresa, estava defendendo um menino, da mesma forma que sua irmã a defendeu. Viu o mestre desmaiar a sugadora e o menino, deixando-os lado a lado, e se foi, sumindo para algum lugar.

‘’Essa sugadora e como minha irmã… Mesmo se tornado o puro monstro, elas ainda eram humanas… ‘’’ — Decidiu ir embora. Era falta de respeito se intrometer na vida das pessoas. Sentia no fundo de seu coração que eles ficariam bem, não precisava se preocupar, além do mais, tinha quase certeza que aqueles jovens tinham uma conexão única, como ela e sua irmã tiveram.

29 de Abril de 2021 às 01:28 0 Denunciar Insira Seguir história
0
Fim

Conheça o autor

Comente algo

Publique!
Nenhum comentário ainda. Seja o primeiro a dizer alguma coisa!
~