fabio-weiss1532572876 Fabio Weiss

Um vírus misterioso e devastador se espalha pelo planeta em 2041. Agora os sobreviventes terão que lutar dia após dia para não se tornar mais uma vítima desse vírus. Além de enfrentar desafios de toda a sorte. Cada capítulo uma história, avançando no tempo e mostrando a luta da humanidade pela sobrevivência num mundo pós-apocaliptico.


Ação Todo o público.

#terror #virus #mortosvivos #zumbi #sobreviventes #acao
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Prólogo

15/05/2041

México


Isabella chega em casa, joga a bolsa no sofá e se dirige ao banheiro para um banho quente. Esta exausta, depois de um longo dia de reuniões na sua empresa e compras em diversos shoppings. Tudo que ela queria era tomar um banho, jantar, então dormir um sono intenso e restaurador.

Depois do banho ela põe um roupão e prepara o jantar, arroz com macarrão, carne de porco acompanhado de suco de suco de laranja.

Depois do jantar ela trata da higiene bucal e, por fim se atira na cama adormecendo imediatamente.

Isabella acorda com a luz do sol entrando pela janela e inundando seu quarto. Olha para o relógio digital e surpreende-se com o horário,11:34 da manhã. Então lembra que era sábado e não tinha compromisso algum.

Ela tenta levantar-se, mas suas pernas parecem chumbo e ela cai de volta na cama sentido uma dor intensa como se seus ossos queimassem. Percebe também que suas mãos tremem involuntariamente. Havia algo de errado, embora não fizesse ideia do que poderia ser, pois se sentia tonta e confusa. Mas antes que pudesse pensar em procurar um médico, ela adormece abruptamente.

Quando despertou novamente, a luz do luar banhava seu quarto. Consultou o relógio e...outro susto...já eram 23:15.

Ao mover sua cabeça procurando levantar, ela percebeu que estava com febre; sentia como se seu cérebro estivesse fritando. Estava encharcada de suor e sua cama ensopada. As mãos tremiam ainda mais e suas pernas pesam como duas toneladas de chumbo. Tentou se levantar varias vezes, mas isso só fazia piorar as dores nas pernas e, demorou um pouco a perceber que sua visão estava meio opaca, o que a deixou ainda mais alarmada. Mas antes que pudesse ter tempo para pensar em qualquer coisa, o sono a toma novamente.

No que poderia ter sido uma eternidade ou segundos, Isabella tornou a despertar com um assovio agudo que causou pontadas na cabeça. Demorou mais alguns segundos para que ela percebesse se tratar da campainha.

Tentou se levantar, mas seu corpo inteiro protestava com dor insuportável, suas veias pareciam estar pegando fogo, a cabeça também. Estava toda molhada de suor, as mãos continuavam a tremer. Tudo que os olhos viam estava fora de foco, quase impossível de se reconhecer.

Tentava falar, mas sua voz não passava de um sussurro. A campainha continuava a soar, fazendo seus ouvidos doerem intensamente.

Por fim, depois de muito esforço, ela apanhou uma espécie de microfone do criado-mudo e ordenou que a porta se abrisse. O dispositivo reconhecedor de voz atendeu ao seu pedido e, logo a campainha cessou.

Segundos depois a porta do seu quarto abria e uma mulher ruiva, cabelos cacheados, entrava; a expressão alarmada ao ver o estado de Isabella, que novamente começa mergulhar num sono profundo.

-Ela ficará bem?-ouvia-se uma voz que parecia vir do outro lado de um túnel enorme.

-Só com um milagre...as células estão morrendo-dizia uma voz masculina que pretendia ser acolhedora-Não sabemos...

De repente as máquinas que mantinham Isabella começaram a apitar e ela sentiu um frio tomar conta de seu corpo e a escuridão começar a engoli-lá, a vida deixando seu corpo. Era como se os braços frios da morte a puxassem para fora de seu corpo e a arrastassem. E, de repente....o nada, o fim.


1 HORA DEPOIS


-Vocês já coletaram o suficiente para pesquisar a doença!-Huanita, amiga de Isabella brigava com o médico que insistia que o corpo de Isabella deveria ser deixado no hospital como objeto de pesquisa sobre a causa da morte.

-Por favor senhorita, tudo oque pedimos...-insistiu o médico, mas Huanita estava decidida.

-Não!- vociferou ela decidida-Eu já deixei isso muito claro...ou o senhor prefere que seja do pior jeito!?


8 HORA DEPOIS


-Hoje é um dos dias mais tristes de nossas vidas, pois a perda de uma ente queria, Isabella Puentes atingiu a família e amigos deixando um vazio em nossos corações-dizia o padre, que estava diante do Caixão de Isabella. A família e amigos a cercavam, numa atmosfera de tristeza e desolação.

Huanita se aproxima do caixão, os olhos marejados, uma expressão de puro sofrimento, olheiras eram visíveis. Ela pôs suas mãos nas de Isabella como um ato de despedida, então, como em um filme de terror, a falecida abriu os olhos leitosos e assustadores com olheiras pronunciadas. Era como ver a face da própria morte.

Então, enquanto Huanita estava paralisada pelo susto e incredulidade, a falecida mordeu sua mão, e em seguida levantou-se e saiu do caixão, atacando Huanita com sucessivas mordidas enquanto ela gritava de dor e agonia. Por alguns momentos de choque todos os presentes ficaram paralisados, observando a cena, digna de um filme de terror dos anos oitenta. Foi então que o tumulto se iniciou; todo mundo correndo para todos os lados. Alguns foram socorrer Huanita e acabaram levando mordidas também. Tentaram conter Isabella, mas era impossível, ela parecia muito forte e insana e grunhia como um animal. A cena toda era aterradora e inacreditável.

Alguns minutos depois um ambulância chegava para socorrer Huanita e levar Isabella. Tiveram que por em Isabella uma camisa de força afim de contê-lá e conseguir leva-la; oque exigiu algum tempo e esforço.

Por fim, depois de alguns ferimentos e mordidas distribuídas, conseguiram prende-la na camisa de força e levá-la para ser examinada.


23 de Abril de 2021 às 03:22 0 Denunciar Insira Seguir história
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