kintok_ Lucas Kintoki

11 anos depois do incidente de Ark County, Emma Fox se vê na culminação de todas as situações que deram errado durante todo esse tempo. Lidando consigo mesma e com seus erros, ela tenta salvar as pessoas mais importantes ao seu redor enquanto tenta impedir o Peter de entrar num caminho de vingança. Esse é o final ruim.


Suspense/Mistério Impróprio para crianças menores de 13 anos.

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Ato 1 - 11 anos depois

18/11/2017
Washington D.C.
Festa beneficente presidencial.


Apoiada na sacada da varanda do quarto, observo o horizonte e todos os lugares que eu olho parecem o mesmo, várias luzes, várias pessoas, muita cidade. Em um momento desses eu me sentiria a rainha do mundo, a fodendo Emma Fox, mas dessa vez só sinto a melancolia me alcançando e me consumindo aos poucos — uma dor que atinge a alma. A última década foi o melhor tempo da minha vida e da vida de todos que considero de importância, mas de repente, por conta do ódio guardado e sem resolução durante onze anos, isso foi completamente destruído.


A pessoa que me salvou eu não pude salvar, a pessoa que sofria em silêncio eu não consegui fazer falar, a pessoa que ajudava a todos não pôde ser ajudada nem em seus últimos momentos. Embora trabalhássemos até estarmos caindo de exaustão, tinha um propósito, mas e agora? Ele passou um ano quase inteiro na porra de uma ilha deserta e eu só aceitei que ele tava morto, deixei tudo nas mãos da Hyperion, quando na verdade eu deveria ter ido até o fim do mundo.


Agora que ele tá na pior, eu não posso só me perdoar e desistir de novo, eu preciso tentar— mesmo se eu acabar morrendo.


— Fox? — ouço a voz no rádio me tirando da minha fúria e notando que eu havia apertado tanto a minha mão que ela estava sangrando.


— Fala. —respondo seca voltando pro quarto.


— A hora é agora, se as ameaças forem verdade, essa seria a melhor hora pra atacar. —ela me apressa.


— Entendido, ‘tô indo.


Vou até o armário e pego minha Taurus TH40 e verifico a munição antes de botar ela num coldre embaixo do meu vestido. Eu definitivamente odeio essas roupas chiques, mas até que esse vermelho combinou bem, a maquiagem é um bônus bem-vindo.


Saio do hotel depois de limpar o sangue na minha mão e vou até o veículo que vai me levar até a festa, me sentindo deslocada a cada passo que eu dou. Daria de tudo pra usar uma calça e um boné, mas tenho que “me vestir bem”.


Me sento de forma confortável e demoro alguns segundos antes de arrumar a minha postura, se eu pudesse voltar no tempo eu mataria quem criou esse tipo de comportamento elegante. Pego meu celular e dou uma rápida análise no local, o primeiro lugar mais óbvio pra se investigar seria o sistema de ventilação, isso me lembra que eu tô com muito frio, e tinha essa jaqueta perfeita pra us-


Noto minha situação e dou um tapa na minha testa como reação, arrancando um olhar confuso do motorista pelo retrovisor, em resposta eu dou um sorriso estranho e desvio os olhos. Nunca tive um foco muito bom, mas esses dias isso só piora cada vez mais, e tá começando a afetar minha vida profissional, tipo agora. Boto isso junto com as outras coisas que eu ainda vou descarregar o ódio depois e fico apenas tentando não me distrair até chegar no local.


O ambiente estava cheio de pessoas bem vestidas e com os sorrisos mais falsos que eu já vi na minha vida inteira, quase sinto vontade de vomitar, mas é o meu dever e eu tenho que cumprir, pelo bem maior. Saio do carro tomando cuidado pra não tropeçar e tentando parecer como se eu pertencesse ali, possivelmente falhando no processo já que vejo várias pessoas me encarando. Tento ignorar todos no máximo da minha capacidade e entro no salão, era enorme e com certeza eu já tinha visto um desses em algum filme, várias pessoas bebendo e “socializando” no centro, lustres compostos por várias joias que eu tenho certeza que não custam menos que dez mil dólares. Pego uma bebida de um dos garçons e dou um gole, me arrependendo logo depois pelo gosto péssimo, e vou até a parte dos fundos que apenas funcionários podem entrar. No fim do corredor vejo um zelador limpando o chão, ele tinha uma tatuagem muito bonita no pescoço, se eu lembrar talvez eu copie. Entro na sala de manutenção sem que ninguém me veja e procuro algo suspeito, de preferência com uma etiqueta escrita “Vírus pra contaminar o presidente” ou algo parecido.


— Posso ajudar senhora? — ouço um homem com um forte sotaque alemão falando logo atrás de mim, esperado.


— Ah, com certeza, eu vim aqui pra inspecionar o lugar, relataram vários defeitos eletrônicos nas máquinas. —respondo enquanto observo as pessoas atrás de mim, no total eram três homens com roupas de funcionários, mas seus rostos eram de seguranças de bar.


Nein ouvi nenhum de meus funcionários relatando defeitos, madame. —ele responde tentando me intimidar com o olhar.


— Tem certeza? Recebi um papel com vários detalhes que dizem o contrário, o senhor está mesmo sendo honesto? — pressiono tentando continuar com a farsa, mas vejo que ele move a mão lentamente pra pegar algo no bolso, eu bem que precisava de uma briga agora.


Espero ele tentar me atacar pra desviar pela esquerda e seguro seu braço, uso minha perna pra dar um chute no pescoço do homem da esquerda e com a outra mão pego uma chave de fenda atrás de mim e cravo ela no ombro do da direita. Sem deixar ele processar a situação, eu quebro o braço do cara que estava segurando e o empurro pra cima de um dos seus amigos, atordoando os dois. Pego um cano de metal avulso e uso ele pra acertar um golpe bem no queixo da pessoa da esquerda — que vinha correndo na minha direção — fazendo ele cair duro. Giro o cano enquanto me aproximo dos outros dois pra os intimidar e com dois acertos diretos faço eles apagarem completamente, ótimo aquecimento, mas ainda tô cheia de raiva.


Demoro alguns minutos pra arrastar todos eles até uma sala vazia e os prendo com uma corda que havia no armazém, hora da interrogação. Pego a coisa mais parecida com um balde que acho e encho de água, logo depois jogo tudo na cara deles.


—Argh! Hã? O que você fez com a gente? — um deles pergunta enquanto acorda completamente agitado e tentando se soltar, sem resultado.


— Cadê o vírus? Quem que organizou isso tudo? Com certeza não foi vocês, burros demais pra isso. —pergunto colocando o cano em mãos.


— Eu n- — ele começa a dizer, porém interrompo.


— Mais uma chance, se eu ouvir uma resposta que eu não gostar nem que seja um pouquinho, vocês apanham até dizer chega. —digo me aproximando deles.


— Foi uma honra, irmãos. —o homem da direita que até então estava em silêncio diz, antes de abrir um sorriso e morder algo. Merda, eles vão se matar usando veneno, cacete como eu deixei uma coisa simples dessa passar? O truque mais velho, a primeira coisa que eu devia verificar, porra eu tô muito desfocada.


Corro até um deles e tento fazer ele abrir a boca pra não engolir, sem sucesso, sua boca começa a espumar pouco tempo depois e a vida nos olhos dos três se esvai na minha frente. Agora eu tinha corpos, nenhuma resposta e a porra da minha incompetência pra lidar.


Começo a vasculhar o corpo deles por alguma pista, porém não acho nada que possa me ajudar, nem mesmo um comunicador. Quando estou prestes a desistir vejo no pescoço deles um símbolo familiar, era a tatuagem do faxineiro de antes. Sinto minha esperança voltando pouco a pouco enquanto fecho a porta e tranco ela, saco a minha arma e escondo ela atrás de mim enquanto vou pro corredor de antes, obviamente ele não tava mais lá. Em contraste com o salão chique de antes, os lugares nos fundos são muito mal cuidados e tem um cheiro de mofo e ferrugem terrível, meus pêsames pra quem trabalha aqui. Procuro em algumas salas e em uma delas vejo um frigorifico, com muitos acessos ao sistema de ventilação, vou começar por aqui. Entro no local enquanto sinto repentinamente um ar frio subindo em mim, instintivamente coloco as mãos nos ombros pra tentar me aquecer enquanto vejo se tem alguém aqui. Por falar nisso, meu aquecedor tinha parado de funcionar semana passada e eu não tinha ligado ainda pro moço da manutenção por falta de tempo, será qu-


POW, eu ouço um barulho alto ao mesmo tempo que uma dor profunda atinge a parte de trás da minha cabeça e eu solto um grunhido, descuidada de novo, caceta. Me reequilibro depois de quase cair pra frente e me viro com a minha arma apontada, o faxineiro de antes tava com uma bandeja de metal, tô realmente surpresa que eu não desmaiei de vez.


— Abaixa isso e fica quieto, aí talvez eu não te machuque tanto. —ameaço tentando ignorar a dor pulsante na minha nuca enquanto minha visão se reestabelece.


— Pode tentar, sua coisa fraca. —ele responde provocante colocando uma ênfase de desgosto no “coisa”.


Eu tento não pensar muito nisso, mas eu acho que nunca fui chamada de coisa fraca na minha vida, com que tipo de vilão genérico eu tô lidando?


— Eu vou pedir só mais uma vez.


Ele ignora minhas palavras e continua andando na minha direção, então eu disparo três balas certeiras na cabeça dele, encerrando seu movimento. Ele solta a bandeja e seu corpo dá uma tremidinha e ele dá um passo pra trás, mas não cai, do nada as balas caem pelo buraco que entraram e ele abre um sorriso.


— Surpresa? — ele pergunta andando em minha direção com um rosto inflado de ego.


Geralmente, sim, o ser humano comum estaria cagando de medo ou algo parecido com essa cena, mas eu não. Durante os 10 anos eu vi o... Eu vi... O Peter. Esse nome dói até pra dizer. Sofrendo vários cortes que vão de superficial até metade do seu torso sendo completamente arrancado, e em todas essas situações ele só seguiu em frente, isso sem contar a vez que explodiram a cabeça dele. Puta que pariu, eu com certeza entrei em desespero, nossa e...Cacete eu me distraí de novo.


Mantenho uma expressão séria enquanto disparo em pontos como as rótulas no joelho e os ligamentos do braço, completamente desestabilizando ele pelo que pode ser no máximo 10 segundos, não tenho certeza de como o vírus dele funciona. Como eu imaginei, ele cai no chão enquanto o seu corpo faz de tudo pra se consertar. Procuro apressadamente por alguma coisa que restrinja os movimentos dele o suficiente pra ele ser interrogado.


— Não adianta, eu vou me levantar rapidinho e te estraçalhar com as mãos. —ele provoca enquanto ri entre grunhidos de dor.


Não vai ter outro jeito, eu deixo algumas balas especiais guardadas por causa do regulamento, mas eu não queria ter que usar isso... Merda. Tiro a bala da câmara da minha Taurus e tiro o pente dela, substituindo por outro pente contendo um calibre especial que desabilita a regeneração temporariamente. Me aproximo dele e dou um tiro nos braços e nas pernas, atingindo os mesmos locais importantes que antes. Ele percebe que tem algo de errado e sua expressão muda completamente, de confiança forçada vira um choque genuíno.


— Onde você conseguiu esse vírus? Quem te deu essa porra? Foi o Daimyo? — pergunto enquanto uso meu joelho pra prender ele no chão e aponto uma arma pra cabeça dele.


O Daimyo, como gostam de chamar ele, é uma entidade criminal que perseguimos por muito tempo. Ele geralmente age por trás das cortinas, manipulando o máximo de pessoas que conseguia, sua marca registrada? Uma réplica imperfeita do vírus VEGA, que até então era dado como extinto.


— Eu não tô brincando, você viu que essas balas podem muito bem te matar, não vou perguntar mais vezes. —pressiono.


— Claro que foi a porra do Daimyo. —ele responde com uma feição de raiva.


— Onde. Ele. Tá?


— Há. —ele ri e logo depois puxa alguma coisa com o braço direito e me acerta na lateral da minha cabeça, me deixando atordoada tempo o suficiente pra ele fugir e trancar a porta do frigorifico por fora. Eu sinto que pouco a pouco eu tô ficando pior do que eu era 10 anos atrás.


10 anos atrás, que época.


Se eu demorar muito aqui eu vou morrer congelada e ele vai soltar essa merda em todo mundo do salão, você já foi maior Emma. Me levanto com dificuldade e boto a mão na minha cabeça, sangue, eu mereci. Ando em volta do frigorifico tentando me manter aquecida enquanto procuro uma saída, e a única que eu vejo é um duto no teto.


Olho em volta procurando algumas caixas ou qualquer coisa que eu possa usar pra escalar, nada. Só algumas carnes de porco penduradas por algumas correntes num mecanismo no teto, vai ter que ser isso. Procuro o controle enquanto sinto meu peito doendo sempre que eu respiro por conta do frio. Avisto alguns botões com indicações e dou o meu melhor pra mover a carne de algum jeito que fique mais fácil de escalar.


Volto pra baixo do duto e dou um pulo, me agarrando naquele bloco de gelo carnoso e rosa, sangue pra cacete, eu preciso virar vegana. Boto a mão esquerda nas correntes pra me agarrar nelas e instantaneamente sinto a queimação terrível do frio na minha palma, fazendo eu recuar por reflexo e arrancando uma parte da minha pele.


—Argh! — solto um grunhido enquanto boto minha mão no mesmo lugar pra não cair, isso vai doer muito. Boto a mão direita e sinto a mesma dor, mas preciso seguir em frente.


Uma mão atrás da outro, um ferimento atrás do outro, eu escalo as correntes e dou um tiro em dois parafusos do duto, burrice, mas era uma situação desesperadora. Entro no duto e me esgueiro sentindo lentamente o frio indo embora a cada engatinhada que eu dava. Verificando grade atrás de grade eu finalmente volto pra sala de manutenção, vendo aquele faxineiro de antes preparando algo e colocando próximo de um duto.


Uso minhas pernas pra chutar a grade longe enquanto aterrisso com segurança, já apontando a minha arma e antes que ele pudesse reagir, eu atiro.


O som ecoa pela sala e eu sinto os meus ferimentos nas palmas doendo mais um pouco por conta do recuo. O corpo do homem se debate um pouco antes de cair, completamente morto. Solto um suspiro forçado e guardo minha pistola no coldre, aquele sentimento ruim continuava mesmo depois de quatro corpos e uma missão cumprida, péssimo dia. Pego o meu celular e ligo pro agente de antes.


— Fox? — ele pergunta com um tom calmo.


— Quatro corpos, ataque impedido com sucesso, nenhum inocente ferido. —respondo sendo direta.


— Seu status?



— Cansada.

— Bom trabalho, estamos enviando um grupo pra limpar as coisas por aí sem muito alarde, você está dispensada depois do antiviral.


— Desligo. —respondo sem muita animação mesmo que isso signifique folga, por alguns dias, ou horas, ou minutos, coloco o dedo em um pequeno aparelho que eu tinha guardado e ele faz um pequeno corte, extraindo uma gota de sangue e piscando em verde depois de alguns segundos.


Faço o máximo possível pra limpar o sangue no meu rosto e a sujeira da minha roupa, e até que consigo esconder a maior parte. Arrasto o corpo pra sala dos fundos com os outros três e marco a porta pros agentes que vierem. Saio da festa evitando o máximo possível ser vista pra não atrair suspeitas e volto pro hotel com o mesmo veículo que usei pra vir.


Sem abrir a boca uma única vez, entro no meu quarto e tiro as partes mais desconfortáveis da minha roupa, botando uma calça e uma camisa casual.


As coisas já foram melhores, hoje em dia eu me sinto... só. É como se cada missão que eu fizesse fosse gradualmente importando menos e menos, cada corpo é mais um número do que uma pessoa com objetivos e motivações, uma alma. Esse trabalho me consome mais e mais a cada dia que passa, mas agora nada é o mesmo.


Pego as chaves do meu carro pessoal e desço até a garagem, eu tinha me mudado recentemente então enquanto as coisas tão arrumando eu tenho que ficar nesse hotel, até que confortável eu diria. Ligo o motor e dirijo até um endereço bem conhecido, a cada metro mais próxima de lá eu me agito mais, eu nunca sei quando o pior pode acontecer.


Passo pelas ruas agitadas de Washington enquanto fico presa naquele mesmo sentimento, raiva? Talvez, eu ‘tô perdendo a certeza de tudo relacionado a mim. Depois de alguns minutos dirigindo, eu finalmente chego, esse apartamento. Passo pela recepção e nem preciso me introduzir, já era conhecida. Subo as escadas cada vez mais nervosa e chego no apartamento 22... cacete.


Pego as minhas chaves e destranco a porta, abrindo ela lentamente. A sala principal estava totalmente escura, coisas jogadas no chão, um cheiro péssimo e vários papeis rasgados, a mesma zona. Entro silenciosamente e chamo quem vim ver.


— Peter? — chamo com uma voz calma.


Nada.


— Pete? — novamente, só que mais ansiosa.


Ele deve ‘tar no quarto.


Corro até o quarto cada vez mais nervosa e abro a porta com tudo, nada, vazio, ninguém. Essa era a pior coisa que poderia ter acontecido hoje. Pego o meu celular e disco o número dele várias vezes, sem resposta. Ele pode ter só... ido comprar pão, de noite, né? Um café, por favor, tem que ter sido, por favor...


Corro até a cama e olho debaixo dela, a Honjo... Cadê a porra da Honjo? Ele não iria ter levado duas lâminas pra comprar a PORRA de um café. Caio de joelhos e aperto minhas mãos na minha cabeça, dando o máximo de mim pra não sucumbir à loucura ou ao nervoso, o que quer que me mate primeiro. Ele tava indo bem, ele já conseguia... Agir normalmente de novo, eu não consigo acreditar que eu o deixei ir atrás dessa vingança.


— PORRAPORRAPORRA.—grito enquanto me soco repetidamente.


Era a MINHA responsabilidade, a MINHA, de mais ninguém. Então por que eu falhei? Por que eu tô falhando em tudo? Eu não posso deixar ele seguir esse caminho, eu vou impedir isso.


Pego o meu celular e procuro dois contatos específicos.


Elizabeth Harper e o Mason.

25 de Março de 2021 às 16:13 0 Denunciar Insira Seguir história
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Hyperium
Hyperium

Diante o crescimento repentino de novas tecnologias, a indústria da morte também se beneficia. Pessoas utilizando-se de armas nunca antes vistas ou até mesmo criando seu próprio exercito pessoal de criaturas robóticas são o novo perigo do mundo, portanto, um adversário considerável deve se colocar em frente a essa ameaça crescente. Esse adversário é a Hyperion, uma fundação que contém casos aos quais a humanidade nunca deverá saber. É nesse contexto que histórias como Outbreak, O Batedor e Kessinger se passam, cada uma contando um novo lado que é severamente afetado pela existência da fundação. Leia mais sobre Hyperium.

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