project2607 Henrique Sulyvan

Essa história que vai se passa no império do Brasil que nunca sofreu um golpe militar em 1889 pelos republicanos. Essa história contará a vida de um garoto sonhador de vida simples e que vive na região norte do Brasil, Herbert e filho de um alemão com uma brasileira, seus bisavôs vieram da Alemanha Nazista para Bahia e depois vieram para Manaus onde nasceu Herbert e ele tinha outros 2 irmãos que nasceram na Alemanha que passa a viver no Brasil depois que algo inesperado acontece na vida da família na Alemanha. HISTÓRIA REGISTRADA, PLÁGIO É CRIME.


Drama Para maiores de 18 apenas. © História Original

#drama #Brasil #Herbert #Emilly
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CAPÍTULO 01: RENASCE


Plágio e crime!


"NÃO DOU PERMISSÃO PARA PEGAR MINHAS IDÉIAS, FAÇA SUA PRÓPRIA HISTÓRIA, OBRIGADO PELA COMPREENSÃO."


"Bom, esse e a parte um de minha história sobre drama adolescente, espero que vocês gostem e se curtiram, de seu voto e comente que isso me ajuda a continua. Boa leitura há todos e leia com atenção, e obrigadooo desde já."


AVISO: Esse meu livro e baseado na história de um garoto que irá começa lidar com a solidão e o bullying, e um livro que mostra como o bullying causa uma dor imensa em uma pessoa. O livro retrata a relação do garoto Herbert com as pessoas a sua volta e como cada situação irá desenrolar e gerar uma consequência. O livro não e uma superação, e sim, mostra que a dor de quem sofre esse tipo de ato passa a ter sua vida arruinada. Existe pessoas que conseguem se livrar disso e passa a ter uma vida saudável outras não consegue o mesmo, e isso que e mostrado no livro, e pode até mesmo gerar uma morte, e o que vocês irão ler nesse livro e uma forma de mostra que essas vítimas que sofreram bullying merecem atenção, cuidado e amor.


~~COISAS QUE VOCÊ PRECISA SABER~~


100 anos de glória! E não 100 anos de derrotas republicanas.


Em 1889, um ano depois dos fogos que forem uma comemoração da liberdade dos escravos, está data da libertação dos escravos seria comemorada anualmente, sempre que chegasse o dia 13 de maio seria comemorado com fogos e festas e este dia não seria esquecido. No ano seguinte em 1889 o império Brasileiro não sofreu golpe militar para derrubar o imperador D. Pedro II, os envolvidos no caso foram presos e sentenciados com as mais rigorosas penas da constituição de 1824, acabaram pegando prisão perpétua e duros trabalhos pesados na prisão até morreram, por conta desse ocorrido Marechal Deodoro da Fonseca recebeu de seu amigo D. Pedro II uma cruz de honra a pátria por avisar seu amigo que estavam conspirando contra o império e o povo brasileiro.


Em 1890, Deodoro apareceu morto em sua casa, as evidências da época viram que tinha sido assassinado, os assassinos nunca forem presos, recebeu uma homenagem onde milhares de pessoas participaram e lembraram da coragem e honra que tinha com seu dever ter combatido os golpistas republicanos e morreu como um herói. E assim marechal Deodoro da Fonseca ficou conhecido como um herói nacional por muitos brasileiros até os dias atuais, como o defensor da monarquia e não deixou o governo cair nas mãos das trevas que e a república. Tudo indicou que os assassinos estavam ligados aos republicanos que queriam derrubar o Imperador e implantar um regime republicano onde a população sempre foi contra, escreveu em uma carta D. Pedro II.


"caso sofresse um golpe militar sabe Deus o que seria do Brasil".


No mesmo ano a princesa Isabel que se torna a primeira imperadora do Brasil por seu pai esta muito debilitado para governar e passa o reinado para sua filha que seu primeiro foco tinha em mente um projeto para ajudar os escravos, e concebido e realizado, moradias, dinheiro e trabalhos na agricultura e pecuária foram dados como benefícios para os afetados por ter sido escravos, pessoas que era filhos órfãs de escravos também receberam indenizações como quantia em dinheiro e um lar para morar, alem de todo o beneficio que qualquer cidadão comum possui, assim os ex-cativos ganham o direito de ter uma liberdade que as tinham sido tirada a muitos séculos, o Brasil passa a cuidar dessas pessoas e olhar para elas.


No mesmo ano, o mundo iria ver os primeiros votos das mulheres no meio da politica, no Brasil com uma nova imagem, a Imperatriz Isabel realizou um projeto para que as mulheres passassem a votar, e como o povo amava seu pai, muitos homens junto com mulheres passaram a lutar por seus direitos foi movimentos pacifistas, há votação para as mulheres ocorreu no mesmo ano, pois, isso já estava sendo debatido desde a época da abolição da escravatura por Isabel, e isso ouve um debate, porém, muitos acabaram aceitando esse projeto que teve muita repercussão na América e no mundo que foi influenciado pelo Brasil e as mulheres lutaram pelos seus direitos de voto em outros lugares do mundo.


A entrada do Império do Brasil na Primeira Guerra Mundial ocorreu em 1914, após o Império Alemão ter atacado o Reino Unido, país este que tem uma grande ligação com o Império do Brasil em questão político-econômico resolvem ajudar seu aliado, o país tinha uma ligação boa com o rival do Reino Unido, porém, os alemãs passaram a guerria com o Império do Brasil que teve uma participação modesta na Primeira Guerra Mundial (1914-1918), já que possuía grandes recursos bélicos, a marinha brasileira e a segunda maior do mundo, e ajuda que deu para seus aliados forem soldados, e não somente isso, teve também a marinha brasileira. Sua ajuda enviando recursos, homens para lutar ao lado da Tríplice Entente, nos campos ajudava os afetados na Europa, com o fim da Grande Guerra fortaleceu muito mais a influência do Brasil com os países europeus vencedores e até mesmo com outros países participantes do continente americano.


O Império do Brasil trouxe da Europa investimentos e recursos para o território brasileiro, muitos dos brasileiros tinha orgulho do pais, isso trouxe o patriotismo ao império. Esses países da tríplice aliança que perderam a guerra tiveram que pagar uma fortuna para os países afetados e uma organização chamada Liga das Nações Unidas foi criada e o Brasil participou dela.


Parte 01


Uma chuva tensa com trovoadas, gotículas de água escorria na janela da sala, na grande metrópole de Manaus, era uma das cidades mais visitadas do Império só perdia para Rio de Janeiro e São Paulo que eram cidades grandiosas e belas, parecidas com New York, EUA, por conta da Floresta Amazônica, encontro da águas, cultura, arte e a música que se parecia demais com da Europa. As praias e o carnaval que era um grande espetáculo que atrai muitos turistas de todo o mundo, em meio a sala de estar, um velhinho muito querido chamado Adrian Klein e um senhor de idade com seus 60 anos, usava seu suéter favorito com figuras geométricas, e usava sua calça social e um sapato casual em seus pés, sua cor branca e um pouco de cabelo nas laterais por conta da calvície, sentado no sofá e seu neto sobre o chão deitado de bruços por cima dos lesões de sua cama, suas mãos estava sobre o queixo apoiando e olhava para seu avô com aqueles olhos brilhantes admirando as histórias que ouvia, e amava ouvir as histórias do avó que falava dos pais que fugiram da Alemanha Nazista, e contava sobre sua infância e adolescência.


O Sr. Klein contava mais uma de suas histórias sobre sua fase adulta quando conheceu a avó de Herbert. O pai de Herbert que chamava Klaus klein, nascido em 1977, seu cabelo curto e uma barba curta, e estava vestindo uma roupa casual. Sua casa era de dois andares e por dentro se parecia muito com as casas americanas uma escada a frente da porta de saída que dava acesso ao andar de cima, uma cozinha próxima a sala de estar e o banheiro ficava ao lado direito da saída da casa, os quartos era no andar de cima e também havia um banheiro caso alguém estivesse apertado e não precisava descer as escadas, Klaus caminha na direção de Herbert que esta prestando atenção nas histórias do avô que não percebeu que já era tarde, seu avô também tinha perdido a noção do tempo.


— Pai, me desculpe por interromper suas histórias, mais já passou da hora de Herbert ir para cama. — Ele faz um gesto com os dedos batendo em seu relógio.


— Eu esquece de novo… - Disse sorrindo. — Herbert amanhã contarei mais sobre minha viagem na Alemanha. — Ele inclina seu braço para receber um abraço de seu neto.


— Tudo bem! Vovô! Boa noite!. — Abraça seu avô com força.


Herbert se levanta, pega seus lençóis e os embrulha e coloca por debaixo da axila, e acompanha seu pai até a cama, subindo as escadas, Klaus pisa no primeiro degrau quando a porta da casa e comprometida a batidas, pois e muito tarde para alguém bater em sua porta, chove muito nessa noite, o que essas pessoas estão fazendo na porta nessa chuva tensa e ventava muito, o mesmo fala para seu filho continua subindo que ele já iria para lhe dá boa noite e orar para Deus.


Os Klein são uma família muito religiosa não daquilo tipo fanático, mais e uma família que senta na mesa para comer e ora para Deus todas as vezes agradecendo pela comida, e orar também todas as noites, eles vão a igreja duas vezes na semana, uma na Quarta-feira e a outra no Domingo, sua religião e as testemunhas de Jeová. Klaus vai atender a porta e olha pelo buraco com um vidro no meio da porta para ver quem e esta pessoa batendo há essa hora da noite. Ele ver que essa pessoa se tratava de seu irmão e sua irmã, fica surpreso, "por que eles viriam há essa hora?" Pensou, não pensa duas vezes para abrir a porta, estranho por está tão tarde da noite para fazer uma visita, e a porta e aberta.


— O que vocês estão fazendo aqui há essa hora? — Disse.


A mulher estava com os olhos profundos, e o rapaz ao seu lado não escondia as lágrimas nas bordas dos olhos, não escondeu que esta chorando, e começou a chorar e abraçou seu irmão e sua irmã faz o mesmo explicando o que está havia acontecendo.


— A vovó morreu Klaus! A vovó morreu. — Disse com uma voz embargada.


O Klaus fico em choque, seu corpo fico congelado por alguns segundos, não sabia o que fazer, e abraçou novamente os irmãos pedindo que entrem e fossem até o sofá da sala para se sentar, o Adrian que e filho de Isabel, porém, ela era conhecida mais como Bella, esta sentado no sofá da sala, onde e próximo da porta de entrada, seus filhos caminham até a sala onde se junta todos, eles sentaram no sofá que começa uma conversa.


— Papai, a vovó morreu… Disse sua filha com uma voz abatida e segurando as mãos do senhor. — Ela morreu ontem no hospital. — Disse a filha dele, enquanto limpava os olhos do pai com um pano e o abraçou em seguida.


— Ela morreu de que, já sabem? Perguntou Klaus ao seu irmão.


— AVC, você sabe que a vovó estava muito debilitada e já não conseguia nem comer direito, e tinha até perda de memória. — Disse seu irmão que se levanta do sofá.


Herbert ouve as conversas de seus tios da escada, e desce elas enquanto todos estão conversando sobre o ocorrido, todos param de falar quando vê o garoto em pé, igual um fantasma com seus lençóis ainda nos braço, e os solta chorando.


— Papai, a minha Bisavó Bella morreu mesmo? — Disse o pequeno Herbert.


— Vem cá, filho... — Ele abraça seu filho e da um beijo em sua testa, continua. — A vovó filho, esta em um lugar melhor, Deus teve que… que levá-la, pois, estava sofrendo muito aqui na Terra. — Sua voz melancólica soava nos ouvidos dos que estava na sala.


Todos ficaram calados por alguns minutos, e só ouvia os soluços de Herbert que chorava muito, o pequeno garoto, amava demais sua bisavó Bella, pela trajetória de sua vida e pelo que fez pela família, eles tem uma gratidão por ela, uma pessoa que todos tinha uma admiração, uma pessoa muito humilde e de bons valores, agora, ela se foi e o que resta de sua trajetória e deixada para os herdeiros da família seu legado pelo que fez ao longo de sua vida na Terra.


— Eu vou por o Herbert para dormir. É filho, não era para você ter ouvido isso, não agora. — Disse para os que estava ali e depois olhou para seu filho com seus olhos cheios de lágrimas e o deu um conselho. — Tem pessoas que amamos que um dia irá partir e o que podemos fazer é nunca esquece-las de nossas vidas, valorizar e amar muito enquanto está pessoa está entre a gente, saiba disso, te amo filho. — Herbert somente concorda com a cabeça.


Ele se vira dizendo "tchau" aos seus tios e ao avô, aquela sala nunca ficou com um ar tão melancólico como aquele dia, parecia que o tempo não andava, Klaus, com a mão direita na costa de seu filho o guiando até as escadas, e as sobem, logo em seguida, Herbert, chega ao seu quarto e se deita na cama, seu pai o embrulha com aqueles lençóis que forem juntados pelo filho no chão quando o soltou, seu pai orou com o filho, e deu um beijo na testa do filho.


— Boa noite filho, durma com Deus e seus anjos. — Disse preocupado, e limpando os olhos com as pálpebras, segurando o choro.


— Boa noite pai. — Disse bocejando.


Naquela noite as vozes no anda debaixo continuaram por um período até tudo se acalmaram, os horários começaram a passar rapidamente na estante do garoto que dormia em sua cama, e o sol vinha do leste e chegava em sua janela que fica a sua frente, seu pai o acorda o cutucando.


— Filho! Acorde! Já está na sua hora de tomar seu banho e pegar ônibus escolar que vai passar aqui as 08:15. — Disse seu pai.


— Ah… Que horas são? — Disse se esticando na cama e bocejando.


— São 7:00h ja está na hora de se levantar e sua mãe fez um ótimo 'breakfast' há você! — Disse.


— Já estou indo pai… — Seu pai se vira e nesse momento sua atenção e voltada ao filho, ao chama-lo. — Eu tive um sonho sobre a Bisavó Bella, eu… — É interrompido por seu pai.


— Isso já faz 4 anos… Você sente falta dela, também sinto a vovó era uma pessoa integra, muito gentil e não tinha mal em seu coração, ajudava as pessoas, ela e grande exemplo para nossa família. — Disse, no final deu um sorriso com as sobrancelhas baixas.


Herbert e um garoto de cabelo escuro e sempre penteava para um único lado, direito de sua cabeça, como e curto não o atrapalhava e sempre gostava de corta antes que fique muito grande, e um estilo muito parecido das décadas de 30, ter um cabelo curto e penteado para o lado, ele tinha uma altura de 1,69 ainda crescendo, seu olhos são um pouco mais largos e bem aberto, não era um garoto que chamava atenção de sua aparência, mais sua capacidade de resolver cálculos matemáticos e outras matérias que chamava atenção de sua classe 9• ano escolar, ensino fundamental, ele estudava em uma escola chamada Colegial José Bonifácio de Andrade, o colegio foi criado em homenagem ao naturalista.


Ele não e filho único, havia dois irmãos que nasceram na Alemanha e vieram para o território brasileiro depois que a Bisavó morreu, Gabriel Klein que tem um cabelo já grande e seu olhos sao penetrantes, seu rosto chamava atenção das garotas, os olhos azuis, sua pele e branca, e possui uma altura de 1,75, sua preferência em roupas de couro, jaquetas, calças jeans e ele estuda no mesmo colégio que seu irmão e irmã, Samantha Klein e 1 ano mais nova que seu irmão, uma garota vaidosa que se arrumava e sempre queria ter as melhores roupas, uma garota atraente de olhos azuis e seu cabelo era castanho claro, seu rosto era quase perfeito, qualquer garoto da escola queria chamar ela para sair, sua altura e de 1,65 e possuí muitos amigos como seu irmão mais velho, ela e uma líder de torcida do Colégio e seu irmão jogava campeonato de futebol da escola, e irmãos mais velhos de Herbert, o garoto que é mais novo não é de chamar atenção das pessoas por sua aparência ou alguma prática em esporte, ele e mais solitário, não tendo nenhum amigo ou amiga, isso o deixava as vezes magoado, ele tentava fazer amizades mais elas nunca duraram chegou uma época em que ele deixou de procurar e viver mais sua vida nos estudos do que fazer amizades que não dura, isso o levou a ter boas notas na escola, uma outra coisa era praticamente excluído de seus irmãos no colegial pois, as pessoas que sabiam que os irmãos mais velhos tinha um mais novo isso poderia acarretar em uma "destruição" na imagem dos dois, mais não se importava com isso o pequeno garoto.


A primeira coisa que Herbert faz e arruma sua cama ao acordar, e enquanto arrumava sua mãe o chama pelo nome, e ele somente diz que já irá descer as escadas, nessa hora termina de arrumar sua cama e esta agora procurando uma roupa para se trocar ao tomar banho, e as acha, e uma camiseta de cor preta com umas imagens geométricas dentro de um cubo, e uma calça jeans azul, ele as pega e as joga sobre a cama arrumada, e corre descendo as escadas ainda de pijama para avisar sua mãe que iria tomar seu banho primeiro, na cozinha estava seu irmão sentado na cadeira junto há mesa, comendo a merenda que era Chocolate quente com bolachas doces. Na mesa há muitas coisas como pães, queijos, chocolate quente, bacon e ovos mexidos.


— Você usa ainda pijama? — Disse seu irmão implicando com Herbert.


— Não enche, Gabriel. — Disse o enfrentando nos olhos.


— Parem vocês dois! — Disse a mãe com autoridade. — Você Gabriel cala sua boca e vai se arrumar.


— Mais mãe... — Ela o interrompe.


— Estou indo tomar meu banho. — Disse Herbert.


Seu irmão passa por ele, e Herbert em passos largos sobe as escadas e pega sua toalha e seu roupão e vai direto para o banheiro que está mais próximo a ele, o banheiro tinha duas cores de pisos, o azul cobria uma metade inteira da parede do banheiro e o branco a outra metade, o piso do chão e antiderrapante com várias cores, havia um espelho, uma pia e ao lado um box, que é na frente de Herbert, e no outro lado esquerdo um vaso sanitário, e uma janelinha em cima do box que deixa a luz do dia clarear. No final de seu banho, vai se trocar em seu quarto e depois sai do mesmo já arrumado para comer sua merenda, que quando chega na cozinha sua mãe está vendo um programa de televisão na sala de estar.


— Mãe? Onde está o papai? — Disse.


— Ele saiu com o vizinho Roberto, disse que foi ajudá-lo com os móveis da casa, sabia que eles irão se mudar? — Disse ela virando sua parte superior do corpo, erguendo seu braço para poder olhar para atrás.


— Ah… está bem. — Herbert em passos rápidos vai até a cozinha. — Vou comer.


— Está bem. — Disse voltando a olhar para seu programa de TV.


Alguns minutos se passaram e Herbert volta a sala com um sorriso no rosto, e seu irmão está com caderno na mão, não via onde está as canetas, mais pensou que ele as coloco no bolso da calça, ele cheirava muito bem, usava bastante perfume, isso é para atraí garotas pensou Herbert.


Na casa falta sua irmã, que saiu para dormir na residência de uma de suas amigas e disse que de lá iria para a escola. Gabriel olha para seu irmão e volta a falar com sua mãe sobre um campeonato que iria ocorrer em outra escola e que estava muito ansioso pada esse dia, do lado de fora da casa se ouvi um som de buzina e este é o chamado do ônibus escolar que iria leva Herbert a escola, seu irmão possui um carro que seu pai lhe deu neste mesmo ano, a única coisa que o pequeno garoto pode falar há sua mãe nesse tempo que continua andando.


— Já estou indo mãe, e o papai saiu? — Disse.


— Sim, foi ajudar o vizinho com os móveis na casa aqui perto. — Disse virando sua cabeça para ele.


— Diga para ele que o amo muito. — Da uma volta no sofá para abraçar sua mãe, e enquanto isso seu irmão da um "tchau" e ela retribui olhando por de trás da cabeça de Herbert, sai pela porta. — Também lhe amo!


— Também filho, vai com Deus. — Disse


Herbert vai em direção a porta e a abre, seguindo seu caminho até o ônibus, sua mochila e de cor preta e vermelha com listras, sobe os degraus do ônibus de cor verde e amarelo na horizontal.


— Bom dia! Herbert? — Disse o motorista com entusiasmo.


— Bom dia! Fred. — Disse com um sorriso estampado no rosto, quando se virou para ele, volta ao normal.


O ônibus havia os rostos de pessoas que todos os dias o garoto via, e toda vez ele iria sentar na mesma cadeira de sempre, perto de uma moça chamada Emilly que estudava na mesma sala que ele.


Esta garota tinha olhos castanhos-claros, sua pele era macia e bem limpa, seu perfume cheirava a hortelã, seus lábios era finos, seu rosto não via nenhuma espinha, era uma menina de pele morena-clara, que Herbert sabia que tinha uns 15 anos de idade, e não era muito mais alta que ele, todas as vezes que sentava ao lado dela, sentia uma sensação de que tudo estava indo bem, trazia um sentimento de paz, e todas as vezes que sentava perto dela, se sentia bem como se nunca houvesse problemas em sua vida e derrepente algo acontece.


Emily e uma garota que possui 5 amigos pelo que o garoto sabe, são eles Riquelmy Castro, Fernando Salazar, Juliana Pereira, Luiz Carlos e João Gomez, e todos esses iria no mesmo ônibus da escola, porém, Emilly e a mais quieta da turma, o grupo se chama Lordes das Sombras, por conta de um jogo mobile que eles jogam sempre em seus celulares no final da aula. Herbert sempre pensava em falar com ela, porém, em sua mente dizia que isso não iria da tanto certo por conta que está pessoa e muito quieta, na dela, e falava baixo com as pessoas que conversava com ela, e mais uma vez ele perdeu essa vontade de abrir sua boca e dizer algumas palavras, porém, e surpreendido por ela.


— Olá? — Uma voz baixa, soava no ouvido de Herbert que olhava para sua frente, ele vira com os olhos arregalados.


— O-Olá. — Disse gaguejando.


— Você sempre senta ao meu lado, e nunca diz uma única palavra. — Disse ela olhando pela janela do ônibus.


— E-e que eu não quero lhe perturbar. — Disse, nesse momento sentia um frio na barriga, e um garoto tímido.


— Você é o Herbert não é?


— Sim! — Disse movimentando a cabeça.


— Você estuda a quanto tempo na escola?


— Comecei este ano e você? — Disse com suas mãos juntas em cima de suas coxas que o mesmo mexia por conta de ser tímido.


— Eu já estudo aqui há bastante tempo...


A conversa havia tomado um bom rumo. As pessoas que estar atrás começam brincar dentro do ônibus e uns jogava folhas de papéis uns nós outros, uma grande bagunça dentro do ônibus. O grupo de amigos da Emilly chama atenção dela. Ela se vira e olha Riquelmy conversando sobre jogos com seu amigo e então, se levanta e vai em direção ao seu grupo de amigos e se junta há eles. Herbert, se aproxima da janela onde ficou até chegar em seu destino.

8 de Fevereiro de 2021 às 02:05 2 Denunciar Insira Seguir história
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Leia o próximo capítulo CAPÍTULO 02: FALSO AMOR

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Douglas Melo Douglas Melo
Uma história tão bem elaborada que tenho dificuldade pra entender o que se passa no começo,mas muito bom.

  • Henrique Sulyvan Henrique Sulyvan
    Obrigado, muito obrigado pelo seu comentário. Fico feliz que gostou da história❤️ 3 weeks ago
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