juanpablo Juan Diskay

De um lado um rapaz que terminara seu curso de arquitetura e que foi convidado a ir para a Itália, casa de seu pai verdadeiro e do outro uma linda mulher madura de uma presença forte, onde a aproximação gerou situações surpreendentes e inevitáveis. A descoberta de novas emoções mudou as vidas deles. Para sempre.


Erótico Para maiores de 18 apenas.

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A MADASTRA

Joyce tentava nervosamente terminar de fazer o café para o seu companheiro e sua filha, que já estavam atrasados para o trabalho. Silas era um brasileiro, onde juntou todas suas economias no Brasil, ainda jovem, e partiu para a Itália com sua nova companheira, Joyce, e em um pequeno espaço, começou a vender obras de artes latino-americanas e atualmente desfruta da prosperidade do negócio, sendo proprietário de um pequeno shopping, com várias lojas voltadas para um mercado de artes importadas.

No início foi uma atitude involuntária, pois acabara de largar sua primeira esposa, Luzia, amiga de infância, primeira namorada, primeira amante, e mãe de seu primogênito Lucas. Conheceu Joyce numa eventualidade e se apaixonaram, sendo que Luzia já havia concebido e o menino já tinha 02 anos. Os encontros quentes acabaram engravidando Joyce, posteriormente descoberto pela Luzia, que expulsou o afoito rapaz com sua nova companheira. Joyce estudava Artes Plásticas e se arriscou também na viagem para a Europa, terminando sua graduação em Milão.

Silas perdeu o contato com seu primeiro filho, e cerca de 10 meses atrás, ele foi ao Brasil buscar novos talentos em artes, com o intuito de enriquecer seu estoque, e por coincidência ou destino, reencontrou seu filho, agora rapaz, quase formando, na mesma faculdade onde ele fazia sua apresentação.

Alegria incontida, eles selaram um forte laço de amizade e companheirismo. Após o termino do curso, Silas convidou Lucas para ir para Itália, passar uma temporada, e fazer uma graduação, curso técnico avançado voltado para arquitetura. Uma previsão de três a quatro meses, no máximo.

Moravam nos arredores de Varese, em um pequeno sítio a cerca de 50 quilômetros de Milão, quase na fronteira com a Suíça. Hellen, filha de Joyce e Silas, estudava arqueologia em Milão na parte da manhã e à tarde ia para a galeria de artes de sua mãe, ajudá-la.

Joyce era uma mulher inteligente e de uma beleza singular, que mesmo aos seus 41 anos, apresentava um vigor de uma mocinha de dezoito, e mantinha suas lindas formas físicas em suas caminhadas e corridas matinais, mesmo se estivesse nevando. Com uma personalidade forte, controlava com facilidade os ambientes que frequentava e mantinha afastada todas as abordagens masculinas, mantendo sempre o foco no seu trabalho, sua casa e sua família.

O nervosismo daquela manhã também estava no convite que o pai fez ao Lucas, sem consultá-la.

— Bom dia, Joyce!

— Bom dia! Respondeu carrancuda.

— Nossa! Que humor é este?

— Você sabe muito bem!

— Como posso saber?

— Não finja de bobo! Você vai ao Brasil, encontra com seu filho, e resolver trazê-lo para cá, sem sequer me avisar!

— Mas, Joyce! O que é que tem?

— Às vezes, você parece que é um menino de dez anos! Não pensa para fazer as coisas! Eu nem o conheço! A última vez que o vi, ele tinha uns dois anos! Você o descobre no Brasil, agora quer que ele more aqui!

— Ele não vai morar! Só vai ficar alguns meses! E o qual é o problema?

— Eu penso que ainda moro aqui nesta casa! Qualquer coisa, tem que me avisar, Silas! Temos que nos preparar! Tem uma moça aqui dentro desta casa! Nossa liberdade será afetada!

— Desculpe, meu amor! Eu achei que que seria bom ele participar um pouco de nossas vidas! Eu nem sei como ele vive! Nem sei como está a mãe dele! Pensei que pudéssemos ajudá-lo um pouco! Puro instinto paternal! E você é a madrasta dele e Hellen é meia-irmã! Tudo é família!

— Bom dia, mãe! Bom dia, pai!

Responderam resmungando.

— Querem que eu saia! O clima aqui está péssimo! Rezingou Hellen.

— Sente aí e tome seu café! Ordenou Joyce.

Joyce passava a manhã em casa, cuidando dos animais e ajeitando as coisas. De várias empregadas que tentou contratar, nenhuma serviu para as suas apuradas exigências. Abria a sua galeria de artes sempre as 14:00 horas e fechava às 20:00 horas. Hellen depois da aula ia para lá ajudá-la. Aquele dia, em especial, ficaria um pouco mais, onde ajeitaria o quarto de hóspedes para receber Lucas. A previsão é que ele chegaria no final da tarde.

Estava um pouco ansiosa quando retornava para casa, sabendo que Lucas já estaria lá.

— Mãe! Vai mais devagar! Está muito rápida! Reclamou Hellen, estranhando a pressa da mãe.

— Hellen! Sabia que seu pai tem um filho no Brasil?

— O quê? Claro que não! Vocês nunca me contaram!

— Pois é! Quando seu pai foi ao Brasil, reencontrou com o rapaz! E ele o convidou para passar uns dias com a gente, aqui!

— Aqui? Em casa?

— É! Agora não posso fazer nada! Teremos que recebe-lo!

— Nossa! Que legal! Tenho um meio irmão! Como isso aconteceu?

— Aconteceu o quê?

— Meu pai! Este filho! Você! A mãe dele!

— É uma longa história! Resumindo, quando conheci seu pai ele já havia nascido, tinha uns dois anos, eu acho! Quando engravidei de você, ele largou a outra e nós viemos morar aqui!

— Que louco! E...

— Então seu pai nunca mais teve notícia! Até mandava alguma ajuda para eles! Escondido de mim, mas eu sabia! Fingia não ver!

— E quando ele vem?

— Já chegou! Está lá em casa!

— Nossa! Que legal! Por isso este seu nervosismo destes últimos dias...

— Seu pai me irritou muito com isso! Devia ter me avisado! Agora é tarde! Vamos recebê-lo!

Chegaram curiosas, tentando encontrá-lo, pensando ser um rapaz raquítico, vinculando os pensamentos nas péssimas notícias que recebiam do Brasil.

— Olá! Expressou o rapaz de 1,80 metro aproximadamente, com um corpo perfeitamente moldado em uma preparação física intensa nos seus treinamentos de natação e futebol.

Joyce disfarçou o susto que levou ao ver a beleza perfeita daquele homem que lembrava de longe Silas quando era um jovem vistoso. Hellen chegou ficar boquiaberta.

— Olá! Sou Joyce! Seja bem-vindo!

— Oi, mano! Sou Hellen!

Aproximaram e se limitaram apenas em um aperto de mão. Era nítida a admiração que elas apresentaram por ele.

— Sou Lucas! Espero não estar incomodando!

— De forma alguma! Mas foi uma surpresa para nós! Teremos que nos adaptar! Nunca recebemos visitas que ficassem tanto tempo! Exclamou Joyce.

— Para mim não seria problema se eu ficasse em alguma pensão!

— De forma alguma! Basta você adaptar o nosso ritmo!

— Desculpe a franqueza da Joyce! Rezingou Silas.

— Não tem problema! Prefiro assim! Fico mais confortável com a verdade!

Conversaram por alguns minutos. Logo foram jantar! Joyce apresentou os aposentos onde ele ficaria. Ele agradeceu, não conseguindo evitar de olhar para o corpo daquela bela mulher.

— Hellen é muito bonita! Não parece muito com vocês!

— Ela puxou a família do meu pai! Gente bonita!

— Você também é!

— Sou o quê?

— Bonita!

— Obrigada! Saiu toda desconcertada com o elogio do seu enteado.

Joyce saiu cedo para a sua caminhada, preocupada com o conforto do Lucas, planejando ter tempo necessário para fazer o café, antes que ele acordasse. Para a sua surpresa, assim que chegou, ele já aguardava na cozinha, tentando providenciar um lanche.

— Bom dia, Lucas!

— Bom dia, Joyce! Ou mãe se preferir!

— Nada mãe! O que estava pretendendo fazer?

— Um café, talvez!

— Deixa que eu cuido disso!

Lucas olhou para Joyce, buscando e imaginando detalhes daquele corpo, onde apareciam as manchas de suor na blusa e nas partes íntimas da leg apertada. Sentou à mesa, e continuou, discretamente, a observá-la, sempre desviando o olhar para o celular, quando ela voltada o olhar para ele.

Logo Silas apareceu e depois Hellen, cruzando fictamente o olhar para o meio irmão, sorrindo, gesto percebido pela inexorável Joyce.

Lucas acompanhou seu pai e Hellen, na programação de apresentar a faculdade onde iria estudar.

Joyce continuou com sua rotina, incomodada com Lucas, pois percebeu que ele não escondia o fato de olhá-la constantemente.

Após um banho, observava seu corpo nú, diante do espelho, verificando o que poderia estar chamando tanto a atenção do vistoso rapaz. Deslizou as mãos nas curvas perfeitas até chegar as coxas, deslizando sobre a sua vulva com ralos pêlos negros, levando até seus seios, a muito intocáveis devido a longa abstinência de Silas, que em um determinado momento de sua vida, deixou de tocá-la. Pensou no tratamento que ele fez para eliminar uma grave infecção, onde consumia várias cápsulas de um remédio “tarja preta”, baixando de forma significativa seu apetite sexual. A depressão também abateu sobre sua condição de homem, desde então não a procurou mais. Desconfia que ele tenha algum caso extraconjugal, lembrando da linda secretária que desde então passou a trabalhar com ele.

— Bobagem! Se não faz comigo, faria com quem??? Resmungou.

Não tinham muito tempo para eles. Muitas obrigações e responsabilidades levaram para uma a vida maçante de apenas trabalhar e descansar. Virou o corpo tentando olhar para sua bunda. Gostou de ser admirada, assim, de forma explícita.

— O que estou pensando??? Questionou a si mesma, não entendo porque estaria pensando nestes fatos.

Se vestiu e continuou com seus afazeres. Na galeria, sob um olhar diferente, observava a filha atendendo um cliente, sentindo uma ponta de ciúmes quando Hellen olhou para Lucas no café da manhã, absorvendo o entusiasmo de um pelo outro, com olhares de admiração e anseios. Não precisaram dizer muitas coisas. Os gestos visuais eram quase um livro de comunicação.

— O que será que está passando no coração desta menina?? Pensou, admirando o corpo magro de sua filha, imaginando se algum dia ela já foi tocada.

Lembrou das poucas paqueras que ela teve, não firmando em nenhuma delas, pois, com a personalidade da mãe, dedica muito na sua formação profissional, sem se preocupar com namoricos.

— Deve ser muito abordada! É linda!

Passaram algumas semanas e cada vez mais Lucas deixava claro para Joyce que não tinha intenção de parar de ficar olhando-a sempre. Começou a caminhar com ela nas manhãs. Ficava sempre um pouco atrás, deixando claro para ela que queria ficar olhando o seu traseiro. Isto deixava Joyce muito desconfortável, mas ela acabou acostumando e já estava até gostando.

Conversavam muito pouco sobre a suas vidas ou outras coisas. Mesmo quando ele estava com o seu pai ou com a Hellen, não deixava de escanear a sua madrasta.

Joyce, por puro instinto feminino, começou a mudar seu comportamento como mulher, fazendo questão de informar fisicamente ao seu enteado que gostava das abordagens visuais, e até mesmo, insinuando pequenas provocações visuais.

— Mãe! Lucas tem muito conhecimento em projetos, e conversando com ele, se prontificou a me ajudar nesta área, matéria que estou estudando neste período!

— E como ele vai fazer isto, se o tempo de vocês dois é quase zero?

— Conversamos sobre isto e pensando que talvez tiramos algum tempo no fim da noite, antes de dormir e nos finais de semana! Vamos tentar! Se der certo, tudo bem! Se não, paramos! E outra coisa! Vou começar a fazer aulas de natação junto com ele! Será duas vezes por semana!

— Já não tem tempo e ainda arruma coisas para se ocupar!

— Tudo bem, Hellen! Se é o melhor para você, está tudo bem! Disse disfarçando o despeito amoroso por Lucas estar mais próximo de Hellen. No fundo, quisera ser ela. Havia no seu coração muito mais que a simples admiração e indiretas corporais para alimentar aquele sentimento.

— Será que os dois já...???? Sua louca! Pare com isso!

Silas ficou em um plano isolado nos pensamentos e preocupações de Joyce. Ela não conseguia controlar o seu desejo de estar mais próxima de Lucas. O via tremendamente feliz ao lado de Hellen que não deixou de escaneá-la. Joyce, às vezes, fazia questão de informar ao rapaz, que queria mesmo que ele estivesse ali para olhá-la, até além de uma simples admiração. Usava roupas decotadas, andava pela casa apenas enrolada na toalha de banho, deixava a porta do quarto entreaberta, nas caminhadas, queria mesmo estar a frente dele, para que ele a olhasse. Estava tudo mudado.

— Joyce! Parece que você está melhor e diferente, depois que Lucas veio para cá! Observou Silas.

— Tive que me adaptar! Quando ele retornar, volto ao normal!

— Agora mesmo você voltou ao normal! Com uma resposta desta....

Despertou nela um desejo diferente. Já nem lembrava de como era amar um homem com paixão. Não lembrava da última vez que tinha feito amor. Se tocava viajando em momentos e sonhos imagináveis com Lucas. Seu coração e seu corpo começaram a querê-lo.

— Joyce! Estou muito agradecido por tudo que vocês têm dedicado a mim! Exclamou Lucas, durante a caminhada matinal.

— Sinceramente eu não havia aprovado no início! Mas com o tempo me acostumei! Irá ter mais algumas semanas para o curso! Espero que aproveite este tempo!

— Estou com uma situação diferente! Engasgado com um problema! Preciso soltar um pouco!

— Que situação?

— É referente a uma pessoa!

— Que pessoa é essa?

— Promete não ficar com raiva de mim?

— Por que ficaria?

— Esta pessoa é você!

Joyce quase desmaiou. Parou de caminhar, olhou para Lucas, depenada pois esperava ele dizer que seria a Hellen, por estarem muito próximos.

— Eu? O que tem eu?

— Antes, queria dizer que você me mostrou que é melhor ser verdadeiro e transparente sobre todas as coisas! Neste pouco tempo, eu mudei, e para melhor diante de tanta força que você tem. Sua personalidade forte, sua forma de conduzir as coisas de sua vida, de como controla de forma simples a vida das pessoas que te rodeiam!

— Onde você que chegar? Rezingou, sabendo da resposta.

— Não pude deixar e nem evitar de ter uma admiração pessoal por você! Desde da primeira vez que te vi, corre na minha alma um sentimento que não consigo impedir! Quando está por perto, não evito te olhar! Eu sinto muito! Mas acho que estou apaixonado por você!

— Mas......!

— Não consigo parar de pensar em você! Venho todo dia caminhar só para estar próximo! Desculpe meu pai, mas não controlo muito minhas emoções! Me perdoe, Joyce!

Lucas afastou, retornando para casa. Joyce, em silêncio, ainda ficou ali parada, organizando seus pensamentos, tentando controlar suas emoções, agora sabendo que a atração era recíproca. Precisava dominar a situação e suas atitudes deveriam ser moderadas para que Lucas não afastasse, e tanto Hellen e Silas não soubessem.

Chegou em casa e pela primeira vez, desde que chegou, ele não estava na cozinha, aguardando-a preparar o café. Caminhou até a ala dos quartos e pode ouvir que ele estava tomando um banho. Retornou para preparar o café. Todos na mesa, imperava um silêncio misterioso, quando foi quebrado com uma resenha entre Lucas e Hellen. Silas indiferente a aquele momento, continuou seu desjejum. Joyce cruzava rapidamente o olhar com Lucas. Nem ela e nem ele conseguia evitar. Joyce sentiu o peito queimar com o flerte. De como as coisas caminhariam e avançariam, dependeria apenas dela.

No dia seguinte, para a surpresa dela, Lucas a aguardava para a caminhada. Seguiam a rota. Um silêncio estranho dominava. Muitas emoções e pensamentos dominavam.

— Me desculpe por ontem! Quebrou Lucas.

— Me surpreendeu!

— Espero que não ache que foi desrespeitoso de minha parte!

— Esta barreira já não existe!

— Tomei coragem de te dizer exatamente pelo o que você tem me apresentado!

— Não entendi!

— Tem me passado muitas informações corporais! Tenho imaginado coisas com você!

— Informações corporais??? Coisas comigo??

— Sim! Tive a impressão que insinuava para mim! Gostava que eu te olhasse!

— Muito direto! Você é muito direto!

— Vou evitá-la!

— Não precisa fazer isto! Confesso que gosto de como me olha! Gostei de saber e sentir que ainda atraio alguma atenção!

— Como não atrai? Você é uma mulher linda! Tem um corpo perfeito! Não tem como atrair alguma atenção!

— Obrigada!

— Estou intrigado!

— Com o quê?

— Com você! Em nenhum momento contestou minha declaração!

— Quero conversar com você depois!

— Podemos conversar agora!

— É uma longa história! Vai entender porque não questionei ou rezinguei!

Joyce teria que arranjar uma forma de aproximar mais de Lucas. Sabia e imaginava se os dois aproximasse muito. Era um segredo ainda. Seu desejo aumentava e cada vez deixava ele aproximar mais. Ela passou a acompanhá-lo mais de perto, sem ele perceber.

Um sábado Joyce teve que ir à Galeria sem a Hellen. Ela ficou em casa com Lucas para estudar para as provas da semana seguinte.

Angustiada, sentia ciúmes da filha com Lucas. Na verdade, queria estar no lugar dela. Silas apareceu e ela pediu para que ficasse um tempo na galeria, pois teria que ir em casa buscar alguns documentos. Mentiu.

Chegou em casa e percebeu que Lucas e Hellen não estavam no escritório estudando. Correu os olhos aos arredores tentando entender a situação.

— Para onde eles foram?? Sussurrou.

Ficou um instante em completo silêncio até quando ouviu Hellen dar um pequeno grito, vindo do quarto. Joyce aproximou e encostou na porta, ouvindo os gemidos e sussurros de Hellen e Lucas.

— Mas o que está acontecendo??? Pensou, mesmo sabendo de que se tratava.

Abriu uma fresta na porta do quarto, e sentiu seu coração disparar ao ver Lucas sobre a Hellen penetrando-a gostosamente. A moça ofegava recebendo com prazer o amante sobre ela. Joyce queria acabar com aquilo já. Mas recuou, ficando observando o casal entregue a uma relação de pura permissão.

Lucas deitou de costas e Hellen subiu sobre continuando o ato. Ela podia ver o membro entrando e saindo na sua filha, que gemia e delirava. Levou a mão na sua vagina, apertando sua vulva, sentindo sua gruta umedecer de desejos, ofegava até ser interrompida com o olhar de Lucas fitando-a, quando saboreava o voyerismo.

Assustada, saiu dali, retornando para a galeria. Milhares de coisas invadiram seus pensamentos. Entendeu que seria inevitável a aproximação dos dois. Ela queria muito estar ali, no lugar da filha, sentindo as penetrações e os carinhos de seu amante.

— Ele me viu! Ele me viu! Repetia diversas vezes esta mesma frase, com o temor da perda imaginária de estar com seu amante.

— Se ele ficou com ela, porque ficaria comigo??? Ele nem sabe que eu o quero! Rezingava.

Quando retornou para casa, observou os dois no escritório, estudando.

Preparou um lanche e levou para eles.

— Obrigado, mãe!

— Obrigado, Joyce!

O olhar dele penetrou no dela, entrando profundamente na alma. Ele a olhou de cima abaixo, apresentando o seu desejo. Joyce, pela primeira vez, ficou encabulada, entendendo a mensagem do rapaz que ela teria a sua oportunidade.

No final da noite, quase no horário de dormir, ele aproximou.

— Obrigado pelo lanche!

— Por nada!

Joyce não conseguiu evitar o hipnotismo do rapaz.

— Preciso conversar com você! Sussurrou.

— Eu te procuro! Sussurrou também.

Ele deslizou a mão na dela e se retirou para o seu quarto. No caminho piscou para Hellen e despediu do pai, que estava entretido com a televisão.

Quando foi dormir, Joyce pensou entrar no quarto dele, não percebendo que estava perdendo o controle da situação. Tremia e ofegava. Foi para o seu quarto. Passou quase a noite toda acordada.

De manhã, fez a caminhada sozinha. Retornou, preparou o café. Tomou um banho. Vestiu um roupão. Observou o sono profundo de Silas. Caminhou pela ala dos quartos. Verificou Hellen, que também dormia profundamente. Aproximou da porta do quarto de Lucas. Encostou a cabeça e esvaziou sua mente. Girou a maçaneta, entreabriu a porta. Lucas estava encostado na cabeceira da cama. Parecia esperá-la. Sentou ao lado dele. Aproximou o rosto e deu-lhe um beijo suave e apaixonado. Sua alma ferveu de desejos. Sentiu a mão deslizando nas suas coxas e a outra entrando no vazio entre os botões, apertando seus seios. Ela desabou sobre ele. Os dedos ágeis do rapaz, já acariciava seu clitóris e logo entraram na sua gruta sedenta. Ela parou de beijá-lo, encostou a cabeça no seu peito, deslizando a mão no volume da ereção. De súbito, levantou, ajeitou o roupão. Andando para trás, aproximou da porta e saiu das vistas de Lucas.

Foi para o seu quarto e Silas ainda dormia. Vestiu suas roupas. Acariciou sua vagina encharcada. Queria ser penetrada.

Foi para o silo dar alimentos aos animais. Fazia as coisas sem controle.

Assustou quando sentiu o abraço do Lucas por trás. Ele alisou seus seios desnudos de soutien, apertou sua coxa levantando o vestido. Virou-a para si, beijando-a. Ela, completamente entregue à realização dos seus desejos, viu seu amante agachar e encostar os lábios na sua fenda quente e molhada. A língua tateou a entrada, e ela posicionou uma das pernas nos ombros dele, sentindo o músculo oral tentando entrar na sua vagina. Lucas apertada a bunda, puxando Joyce para a sua boca. Ela rebolou seu quadril, roçando o grelo na boca afoita. Segurou ele pela cabeça e apertou sentindo um orgasmo intenso e vibrante. Gemeu alto com o prazer. Ele levantou, encostou-a na grade das baias, e de pé, roçou o membro duro entre suas pernas, simulando querer entrar. Beijavam sem parar. Ela segurou o mastro, conduziu na entrada dos pequenos lábios, envergou o corpo ofertando seu monte venusiano, e sentiu a pica deslizando lentamente para dentro dela. Tapou a boca no gemido de prazer. O rapaz impetuoso começou a socar freneticamente na madrasta, balançando o corpo totalmente entregue à aquela paixão. Eles procuravam apressadamente tocar em cada parte dos corpos ali entregues à aquele prazer.

— Joyce! Joyce! Gritou Silas na porta da varanda.

— Oi, Silas! Estou no Paiol! Respondeu Joyce ao portão do Galpão.

— Lucas! Você viu Lucas?

— Está aqui comigo! Me ajudando!

— Oi, Pai! O que foi? Aparecendo com um ancinho na mão.

— É que eu não te vi no quarto! Fiquei preocupado!

— Já vamos! Gritou Joyce.

Voltou para Lucas, dizendo:

— Eu também!

— Também o quê??

— Estou apaixonada por você!

— Você me viu ontem com Hellen! Porque não impediu?

— Não pude! Não sei te dizer!

— Ontem foi a primeira vez!

— Ela estava adorando!

— Sim! Mas é minha meia irmã!

— Não se preocupe! Quando eu fiquei com seu pai, ainda saia com meu antigo namorado! Quando falei para o seu pai que estava grávida, não disse o que havia acontecido! É meu segredo! Em seguida deu tudo certo entre nós e eu fiquei em silêncio! Tentei outra gravidez com seu pai, mas nunca consegui!

— Então meu ato não foi incestante!

­— É! Acho que não!

— Você é misteriosa!

— Tenho sentido algo por você desde que te vi! Mudei meu jeito e acabei me apaixonando!

— Irei embora daqui algumas semanas!

— Eu sei! Vou aproveitar o máximo que puder!

— E Hellen! Parece estar gostando de mim, também!

— Vamos manter como está! Assim ninguém desconfia!

— Preciso ir ao banheiro terminar o que começamos!

— É uma pena! Silas sabe que estamos aqui! Você ainda está excitado, assim como eu!

— O que é que vocês tanto conversam? Interrompeu Hellen, aproximando.

— Sobre você! Sobre o seu estudo! Joyce me perguntou como estava indo!

— Estou indo bem, mamãe! Bem até demais!

— Eu que sei! Pensou Joyce, ao ver a filha feliz com o momento.

Lucas retornou depois de uns quinze minutos, para um banho merecido. Passaram o domingo juntos, sem sair de casa, enquanto Lucas continuou ajudando Hellen nos estudos. De vez em quando, ele acariciava Hellen, sempre reprimido com as presenças de Joyce e seu pai.

Logo estavam se preparando para dormir. Lucas ficou no quarto acordado até tarde, esperando alguma delas entrar. Hellen pensou ir lá, mas seus pais ainda estavam acordados. Diferentes de outras vezes, Silas ficou até tarde conversando com Joyce.

O cotidiano da caminhada aconteceu mais cedo. Apesar de estarem em um espaço público, mas de poucas frequências, se reservaram a fazer apenas o exercício. Poderia aparecer alguém a qualquer momento.

Joyce fervia de desejo. Queria fazer amor com Lucas. Para surpresa de todos, Lucas informou que não iria à aula aquela manhã de início de semana. Preferiu ficar em casa para estudar, pois as matérias daquele dia não seriam importantes para as provas que aproximavam. Joyce quase teve um mal-estar. Silas e Hellen saíram no horário. Joyce arrumava a mesa do café nervosamente. Lucas foi para o seu quarto tomar um banho.

A madrasta foi também para o seu quarto, tomar um banho, o após a caminhada. Sentou na cama, pensando no que haveria de fazer. Ir lá ou aguardar. Sabia que estava para acontecer. Enrolou na toalha, e caminhou até a porta do quarto de Lucas. Estava aberta e ele não estava lá. Buscou com o olhar, e em silêncio, tentava ver onde encontrá-lo. Caminhou até o quarto de Hellen e nada. Foi até a sala e lá estava ele sentado, folheando um livro. Aproximou, ficando de frente a ele. Largou o livro, enquanto ela soltava a toalha, exibindo seu maravilhoso corpo, com os seios perfeitamente assimétricos e firmes, afinando sua cintura a abrindo as curvas perfeitas para moldar as coxas roliças, apresentando sua vulva com alguns pêlos, e a pequena partição do fim da fenda, destacando discretamente o nervinho erótico.

Joyce agachou e se posicionou sobre ele, beijando-o docemente, entrelaçando as línguas em um ato de desejo e paixão. As mãos deslizavam nos corpos, quando ela beijou o pescoço dele, descendo pelo peito, a barriga, desabotoando a bermuda puxando-a e apresentando o mastro duro e grande. Aproximou a boca, beijando a glande e a coroa da glande. Colocou a cabeça na boca, lambendo e babando no corpo rígido, apertando o prepúcio, como uma masturbação. Conforme fazia os movimentos, colocava e tirava da sua boca sedenta. Lucas observava a agilidade de Joyce em chupar. Segurava nos seus sedosos cabelos, controlando a felação para não gozar. Foi um delírio. Lucas segurou o rosto de Joyce, e a beijou novamente. Sentou-a no sofá, abriu as pernas dela, e lançou sua língua na fenda rosada daquela gruta molhada e quente. Ela apertou a cabeça entre suas pernas, quase sufocando o rapaz, que lambia e chupava de forma vibrante aquela carne deliciosa. Colou sua boca no grelo rijo, e chupou incessantemente, babando com saliva toda a região pubiana da amante.

Ela firmou seu gesto, Lucas continuou chupando enquanto acariciava os seios, sentindo o corpo de Joyce tencionar.

— Ai! Ai! Ahhhhhh! Urghhhhhhhhhhhhh! Gritou gozando intensamente.

Sentia o choque dos espasmos, enquanto Lucas continuava a chupar. Ela o puxou, beijando-o. Ele desceu e mamou gostosamente os seios daquela mulher madura. O mundo ao redor havia desaparecido. Ela o puxou novamente enquanto ele raspava a glande na entrada da gruta, deslizando no creme gerado com a mistura de umidade seminal com saliva.

— Eu quero você dentro de mim! Suplicou a amante.

Ele segurou seu mastro, pincelou na entrada e forçou o quadril, penetrando vagarosamente na buceta quente.

Iniciou o movimento de tirar e colocar, penetrando suavemente na Joyce. Gemidos, urros, respiração ofegante, corpos úmidos alimentavam aquela relação que foi aumentando o ritmo e as socadas começaram a ficar mais fortes. Ela levantava seu quadril orientando a penetrar o mais possível. Súplicas de desejo e amor eram trocados durante aquele vibrante ato. Lucas segurava o máximo para gozar. Ela rebolava e agitava o corpo, autorizando-o entrar cada vez mais. Os corpos colidiam com o impacto das penetrações. Lucas olhava seu pau sumir e reaparecer de dentro daquela mulher, enquanto ela gemia alto, declarando seu amor à aquelas socadas. Pedia cada vez mais quando sacudiu o corpo em outro orgasmo intenso, fazendo-a quase perder os sentidos. Lucas continuava a enterrar seu, quando anunciou a sua vez.

— Vem, meu amor! Me enche com sua porra! Me enche toda! Exigiu.

Lucas paralisou seu corpo e jorrou como nunca seu creme dentro da gruta sedenta.

Deitou ao lado dela, e se olhando, beijaram novamente como dois namorados apaixonados. Ele não perdeu a ereção, e a virou de quatro. O creme do amor escorria pelas coxas de Joyce. Ele olhou a vagina vibrante, e novamente encostou a cabeça na porta, entrando sem pedir licença até o fundo, enterrando seu pau completamente. Joyce arriou seu ombro, empinando sua bunda, e sentiu as mãos firmes do rapaz segurando sua anca, empurrando e puxando a bunda, socando novamente com vigor.

Sem contar o tempo, ficaram ali fazendo amor em várias posições, até ela chegar ao terceiro gozo, entregue à força das metidas que levava, com Lucas dando pouco sinais que gozaria novamente. Joyce sentiu sua buceta arder, com as esfoladas do pau duro entrando e saindo dela. Não conseguia raciocinar direito, sentindo o corpo sacudir com os movimentos, até que Lucas urrou, lançando jatos de esperma dentro da já encharcada buceta.

Caíram quase desmaiados no sofá. Os corpos escorriam suor com a transpiração. Joyce ficou alguns minutos ali, levantou, deu um beijo no amante, e foi para um banho demorado.

Lucas também levantou e foi tomar um banho. Quando retornou, Joyce terminava de limpar a bagunça na sala. Ele aproximou. Sorrindo a beijou, e foi para o escritório estudar.

Joyce passou o dia sem acreditar no que ela havia submetido. Fez amor como nunca havia feito. Se entregou ao mais improvável amante. Fizeram outras vezes antes dele retornar para o Brasil. Lucas deixou marcas profundas na sua alma. Nunca soube se ele esteve novamente com Hellen. Provavelmente achava que sim. Como muitas coisas na sua vida, guardou no coração esta paixão que continuaria no decorrer de sua vida. Silas continuou o mesmo, e ela, agora sem o Lucas por perto, continuou a mesma. Hellen formou conforme queria. Viajou para o Brasil e sabia que os dois ficariam juntos novamente. Ela alimentava a chance de poder viajar e reencontrar seu amado enteado, que de enteado tinha quase nada. Era seu eterno amante.

3 de Fevereiro de 2021 às 21:20 1 Denunciar Insira Seguir história
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Juan Diskay Imagino os segredos e desejos mais íntimos de um ser e alimento-os com histórias picantes.

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Nathalia julliany Nathalia julliany
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February 13, 2021, 04:14
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