serenityelian Serenity Elian

Ela, linda, sensual, arrogante e mimada, a cobiça de todos os homens. Ele, viril, másculo, o desejo de todas as mulheres, estas que se jogavam aos seus pés. Um encontro inesperado em uma noite de póquer no Cassino Royale renderia uma noite de paixão ardente e arrebatadora que os levaria ao verdadeiro amor.


Fanfiction Anime/Mangá Para maiores de 18 apenas.

#one-shot #DesafioPrompt #HinaIta #itahina #ImpérioAllhina
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Capítulo Único

Cassino Royale, Mônaco

Hinata Hyuuga olhou-se no espelho uma última vez. Estava impecável como sempre, o vestido tomara que caia, desenhado exclusivamente para ela da marca Givenchy, preto brilhante que moldava perfeitamente suas curvas, o decote coração ressaltava seu busto, o que fazia com que ela ficasse ainda mais sensual e sexy. Jogou todo seu cabelo sobre o ombro direito, mostrando seu caríssimo brinco de turquesa. Sorriu arrogante, estava divina. Deixou o celular e a bolsa no quarto, tendo em suas mãos apenas as cartas do baralho, afinal, não queria que nada a atrapalhasse durante a partida. Fechou a porta do quarto e rumou para o salão onde ocorreria o torneio, acostumada com o barulho, não deu muita importância. Por onde passou, chamou atenção.

Era linda, sexy e estava totalmente ciente disso, provando com cada atitude e movimento.

Sentou-se na mesa principal, notando que alguns participantes ainda não chegaram e rolou os olhos perolados. Também notou que seria a única mulher no meio de um bando de homens velhos e caquéticos.

— Quanto em fichas a senhorita vai querer? — o funcionário do cassino perguntou.

Hinata o olhou e respondeu em tom baixo o valor, em nada o surpreendendo, afinal, ele trabalhava em um cassino onde quantias altas eram normais. E ela era acostumada a manusear quantidades ainda maiores. Pouquíssimo tempo depois, o rapaz voltou com as fichas e Hinata passou os olhos para conferir se a quantidade estava correta, depois direcionando seu olhar novamente para a mesa e percebeu que alguns assentos continuavam vazios. Pelo jeito, nem todos prezavam pela pontualidade. Revirou mais uma vez os olhos, mas sua atenção foi tomada quando a cadeira à frente da sua foi ocupada. Ao notar o ocupante, deu um suspiro imperceptível, o smoking preto possuía um corte impecável, moldando o corpo musculoso do homem. Os cabelos eram negros e cumpridos e caíam pelas costas largas, já os olhos pareciam duas ônix, contrastando com o queixo marcado e uma boca que com certeza era pecado puro.

Fingiu que não era com ela quando ele a encarou de volta. O homem estava surpreso por ter uma mulher a mesa, ainda mais uma tão linda e gostosa.

— Podemos começar? — o crupiê perguntou.

Ela separou uma boa quantidade de fichas e notou que os demais a seguiram — não era o tipo de mulher que se intimidava tão facilmente assim e mostraria a todos. O homem à sua frente era Itachi Uchiha, filho do magnata Fugaku Uchiha, empresário reconhecido internacionalmente. Ele a olhou com interesse, embora a moça dos olhos perolados parecesse alheia aos olhares cobiçosos que dava ao seu decote. O vestido lhe servia de segunda pele, sendo esta visivelmente sedosa e macia. Apetitosa, ele pensou. No entanto, o que mais o atraiu foram os lábios: ela não usava batom e a cada vez que os mordia eles ficavam mais rubros. Itachi tinha duas certezas naquela noite: uma que venceria o torneio e a outra era aquela mulher em sua cama.

O torneio avançou rápido, muitos participantes deixaram a mesa por serem limpos com facilidade. Hinata flertava com o Uchiha descaradamente e ele correspondia, mostrando o quão perigosa era, o quão sedutora conseguia ser e como isso enganava os demais que pensavam se tratar de um sinal de fraqueza. O moreno foi um dos que caiu em sua armadilha, acreditou pia e arrogantemente que ela entregava os pontos daquela forma. A mulher era ninguém menos que Hinata Hyuuga, filha de Hiashi Hyuuga, o homem mais poderoso do Japão depois do Imperador, acostumada a ter tudo que queria e na hora que queria.

Ao chegarem na rodada final, Itachi sorriu confiante quando mandaram virarem as cartas, olhou mais uma vez para as cartas à mesa, virou, um par de Reis. Agora era a vez da bela dama, ela sorriu sensual, um rei e um Ás, formando um Royal Flush, a mão mais alta do poker, ganhando o torneio e consequentemente apagando o sorriso confiante dele.

Saiu da mesa andando sensualmente. Aquele homem precisava melhorar sua leitura corporal, o que ela usou de tática para ganhar. Apesar de ter a melhor mão, gostava de flertar e seduzir, e era o fazia desde que descobriu o sexo. Torneio findado, hora de se divertir, quem sabe o que o homem da mesa serviria para hoje? Sorriu com o pensamento. Sentou-se no bar e pediu sua bebida favorita.

O barman logo entregou a taça e ela bebericou um pouco. A sua noite começou muito bem. Ouviu o barulho típico do vidro sendo colocado sobre o mármore, então o cheiro forte e másculo invadiu suas narinas, seguido do calor forte de braços fortes a prensando contra o balcão. Imaginou mesmo que por míseros segundos como deveria ser aquele cheiro durante o sexo e sentiu um arrepio gostoso subir por sua espinha.

— Foi uma jogada brilhante. — A voz grossa e sussurrada dele fez ela sentir a calcinha umedecer, o queria, urgente, mas não deixaria transparecer, não seria óbvia.

— Obrigada — ela agradeceu, virando-se devagar para o homem. O observando mais de perto, sorriu maliciosa, seu olhar tão arrogante quanto o dele.

— Que acha de conversarmos em um lugar mais reservado? — ele perguntou ao pé do ouvido dela e ofereceu a sua mão.

— Adorei a ideia — respondeu, aceitando a ajuda oferecida por ele. Quando as mãos se tocaram, uma descarga de elétrica passou por seus corpos.

Caminharam para fora do salão, Itachi passou o braço pela cintura dela, trazendo-a mais para perto. Nunca se fez de rogado em sua vida, jamais negou a si mesmo nenhum desejo carnal, com ela não seria diferente. Aspirou o cheiro dela, doce e muito caro, presumiu. Imaginava-a nua, contorcendo-se com um prazer que apenas ele poderia proporcionar, estremeceu com o pensamento, sentindo seu membro dar sinal de vida.

Assim que as portas do elevador se fecharam, puxou-a contra seu peito, passando as mãos pelo corpo dela e chegando ao bumbum, onde apertou com vontade, sem deixar de olhá-la nos olhos. O sorriso safado no rosto de anjo dela o deixou ainda mais excitado. Sentiu as mãos dela passeando por seu peito e, ao vê-la morder mais uma vez o próprio lábio inferior, teve vontade dele mesmo fazer aquilo. Não pensou muito:. beijou-a com ardor, paixão, e foi correspondido na mesma intensidade.

Chegaram em sua suíte, ela entrou como se fossem há muito conhecidos ou então amantes de outras datas, o seu rebolado o estava deixando louco, queria senti-lo enquanto transavam. Até pensou em oferecer algo para beber, mas para quê? Estava mais interessado em outra coisa: sexo. De preferência selvagem e sem limites. Puxou-a mais uma vez para si, beijando-a e sentindo os braços dela ao redor de seu pescoço. Apertou-a mais contra seu corpo, ouvindo um gemido nada tímido dela. Encontrou o zíper do vestido e o desceu devagar, roçando o nó do dedo em sua coluna.

— Sabe que dois podem jogar, não é? — A voz sussurrada soou como música aos seus ouvidos.

— Gosto disso. — Terminou de descer o zíper, deixando o vestido deslizar pelo corpo escultural dela. Não era magra demais, adorou aquele fato. Passou os olhos pelo seu tronco, os seios fartos lhe encheram a boca, salivando, ficou ávido por prová-los. Que delícia de mulher, o corpo era harmonioso.

— Gosta, é? — perguntou manhosa, tirando o paletó e em seguida a gravata. Começou a desabotoar sem pressa a camisa branca, bebendo da visão magnífica que era aquele homem, o abdômen trincado, definido.

Não demorou muito para terminar de despí-lo e beber da visão magnífica que era aquele homem nu. Passou a língua pelos lábios, ávida por prová-lo, o membro ereto.

Livraram-se do restante de peças de roupas que vestiam. Itachi a pegou no colo e a levou até a cama, deitou-a delicadamente, passando a mão por todo corpo feminino e a ouvindo ronronar como uma gatinha manhosa. Desceu os beijos para o pescoço dela, sentindo suas unhas arranhá-lo nos ombros. Foi com calma, desceu mais um pouco chegando nos seios dela, passou a ponta da língua no bico do mamilo esquerdo, provocando-a, abocanhou devagar, mordeu de leve, lambeu, sugou, tudo que tinha direito e com a outra mão apertava o outro seio.

Hinata estava em êxtase, a boca quente, a língua aveludada dele, a mão graúda por seu corpo, sentia que ele não tinha pressa, e gostou ainda mais. Ele deixou o seio esquerdo e agora dava atenção ao direito. Itachi explorou o corpo dela com calma, até chegar em sua feminilidade, deliciado com o cheiro, provou dela, começando então a exploração no local. Contorceu-se de prazer, ele não estava para brincadeiras, era um sedutor nato e só parou quando ela gozou em sua boca.

— Gostosa — sussurrou enquanto subia deixando beijos por sua barriga, no vale entre seus seios.

Ela apenas sorriu arrogantemente, tinha ciência disso. Agora era vez de Hinata desfrutar do corpo dele. Virou, colocando-se por cima de Itachi. Arranhou de leve o abdômen dele, “Puta merda que delícia!”, pensou. Beijou-o e fez quase o exato trajeto que ele, ao chegar no membro duro como pedra, grosso, grande e veiudo, passou a língua desde a base até a cabeça, bem devagar, atenta às reações dele, e o engoliu por inteiro, começando leve, aumentando o ritmo aos poucos.

Os gemidos roucos dele a diziam que estava no caminho certo, e Hinata não parou até ele gozar em sua boca, sem desperdiçar uma única gota.

— Gatinha safada — ele disse ao puxá-la para ele, encaixando-a em seu colo, já preparado para penetrá-la.

— Ainda não viu nada. — Piscou, soltando um gemido em seguida, quando ele a penetrou devagar e gostosamente. — Hum, que delícia.

— Agora vamos começar para valer a brincadeira — Itachi soltou maliciosamente a frase, estocando rápido, forte. Ela rebolava gostoso em seu colo e, em resposta, passou as mãos pelas pernas até o bumbum onde apertou com vontade outra vez.

A temperatura do quarto se elevava com o prazer que eles sentiam. A mão esquerda dele subiu pela coluna dela, parando em sua nuca e puxou levemente os fios enquanto a outra espalmou a nádega direita com vontade, ouvindo um gemido manhoso de aprovação. Não demorou muito até ele inverter as posições e voltar a ficar por cima. Aumentou a força, sentindo o corpo menor se contorcer ainda mais de prazer.

— Isso, assim! — Hinata gemia, sua mente nublada, apenas queria mais e mais. Resmungou quando ele saiu de dentro de si. Sentiu quando foi colocada de quatro, sorriu sapeca e balançou o bumbum um pouco, apenas como provocação.

— Safada — ele disse espalmando mais uma vez as nádegas dela antes de a penetrar novamente. Segurou os quadris e recomeçou a dança erótica deles.

A noite foi envolta em muitos orgasmos, posições novas e deleite. Dispensando apresentações desnecessárias entre ambos, pois não queriam nomes, apenas sexo. Na manhã seguinte ela se arrumou com calma sob o olhar atento dele, faminto até.

— Sei que sou linda — ela disse enquanto terminava de colocar o vestido.

Itachi levantou da cama, sem se importar que ainda estava nu e a abraçou por trás.

— E gostosa.

Hinata apenas sorriu, tinha orgulho de sua aparência.

— Metida também. — Afastou o cabelo dela do pescoço e distribuiu leves beijos.

— Não sou para qualquer um, querido — ela disse, aproveitando a carícia. — Tenho que ir.

Ele não ficou triste, um encontro casual era isso, apenas casual. Aproveitaram tudo que poderiam um do outro, e como tudo que era bom, acabava. Agora cada um seguiria sua vida, sem lamentos, sem próximo encontro. Beijou-a uma última vez e pouco depois fechou a porta ao sair.


Konoha, Japão, meses depois

Saiu do banho com a toalha amarrada na cintura, os cabelos úmidos, iria colocar apenas um short e deitar, não estava afim de fazer absolutamente nada naquela noite, vinha trabalhando como um louco na empresa da família, queria uma folga de suas obrigações. Havia acabado de vestir a cueca quando seu pai entrou sem cerimônia em seu quarto

— Ainda não se arrumou? — Fugaku indagou seu primogênito.

— Me arrumar para o quê? — Itachi perguntou, não entendendo onde o pai queria chegar com aquela pergunta.

— Como para quê? Hoje é a festa na Mansão Hyuuga! — exclamou. — Uma oportunidade de ouro para os negócios. Se arrume, você tem quinze minutos, Itachi, ou te carrego do jeito que estiver vestido.

Observou o pai sair um tanto incrédulo, o autoritarismo do genitor não possuía limites mesmo. Suspirou cansado. “Mas que merda!”, pensou. Voltou para o closet e procurou por um terno, algo apropriado para o ambiente, pelo que sabia dos Hyuuga, eram uma família riquíssima, que vivia no mais alto padrão do luxo e conforto.

— Eu mereço mesmo… — disse a si mesmo enquanto se arrumava. Escolheu um Armani preto, com uma camisa social também preta e sapatos italianos de couro.

O trajeto foi relativamente rápido. O lado bom de morar um pouco mais afastado de tudo: era não ficar preso em engarrafamentos enfadonhos. A mansão era muito mais luxuosa do que imaginava, os jardins perfeitamente cuidados fariam sua mãe se roer de inveja, a fachada frontal era linda, branca, as grandes janelas durante o dia deveriam permitir um ambiente iluminado. A decoração caríssima, obras de artes de artistas renomados, a tapeçaria também demonstrava ser de alto padrão.

Todos conversavam animados, pareciam se conhecer de longa data, mas isso não interessava a ele — bom, ao menos que levasse ao bom negócio, aí sim. Seguiu o pai até ao outro jardim, que ficava na parte de trás da mansão.

— Hiashi. — A voz do pai o tirou de seus pensamentos.

— Fugaku. — O homem o cumprimentou, mas o que chamou a atenção de Itachi foram os olhos perolados. Só conheceu uma pessoa com olhos assim, será que eram parentes? — Esse é seu filho, suponho.

— Esse é meu primogênito, Itachi — apresentou-os.

— Sr. Hyuuga. — Ele apertou a mão oferecida pelo dono da casa.

— É um prazer conhecê-lo, meu jovem — disse o outro. — Lhe apresentaria minhas duas filhas, mas… Vai saber onde estão.
Riu apenas, estava curioso para saber a identidade da mulher que esteve consigo em Mônaco, se era parente de Hiashi ou uma coincidência bizarra da vida. Conversou um pouco apenas com o anfitrião da festa, depois foi circular, buscando a mulher mesmo que inconscientemente. Passou por um garçom que servia bebidas e pegou um copo com dose de uísque e continuou a passear pela festa.

— Ora, ora! Olha o que o vento trouxe até minha casa. — Aquela voz, como poderia esquecer? Ainda mais gemendo de prazer. — Procurando por mim, gato?

— Quem sabe — respondeu de forma dúbia. — Hyuuga.

— Bravo, já sabe algo de mim — disse como quem não queria nada. — Resta saber…

— Se quero descobrir mais alguma coisa? — perguntou e deu um gole em sua bebida, ingerindo todo o líquido âmbar sem tirar os olhos dela. — Filha de Hiashi.

— O que mais? — indagou divertida.

Itachi olhou ao redor, visando saber quantas pessoas haviam ao redor deles. Ninguém, ótimo. Puxou-a sem cerimônia alguma, um sorriso pervertido em seus lábios.

— Geme gostoso, é fogosa, safada.

Ela se arrepiou com a voz grossa sussurrada ao pé de seu ouvido, não queria admitir, mas sentiu falta dele. Não era o tipo de pessoa que se apaixonava com facilidade, pelo menos não mais. Depois do fiasco e decepção que foi seu relacionamento com Naruto Uzumaki, decidiu aproveitar a vida e tudo que esta tinha a oferecer.

— Isso não… — gemeu com o toque mais atrevido dele.

Estavam em público, o que tornava o encontro — ou melhor: reencontro — entre eles mais excitante.— Não diz tudo sobre você, mas ao mesmo tempo me diz muito — disse, aspirando o cheiro dela. Poderia dizer com certeza que sentiu falta do perfume. Não era nem muito forte, nem fraco e o melhor: não era enjoativo.

— Talvez eu possa dizer o mesmo de você — ela falou quando conseguiu se recompor, ainda que só um pouco e também não se soltou dos braços fortes dele. — Senhor…

— Apresentação formal… Pois bem, Itachi Uchiha — contou seu nome. — E a senhorita?

— Hinata Hyuuga — respondeu. — Diga-me… Itachi, como me encontrou?

— Ironicamente, eu não a estava procurando, meu pai veio tratar de negócios com o seu — contou. — Ele mencionou você e fiquei curioso para saber qual das herdeiras era a minha amante.

Sentiu-se lisonjeada de certa forma: o homem à sua frente era quente, gostoso e a deixaria de pernas bambas sem que precisasse pedir. Passou os braços pelo pescoço dele e sorriu maliciosa A festa era de agrado do pai, não dela, quem sabe seria uma boa hora para escapulir e repetir a dose?


(...)


Jamais poderiam ter imaginado que o encontro no cassino, o primeiro deles, geraria o segundo encontro e que geraria outros mais. Que deles surgiria um namoro inacreditavelmente estável entre eles e que pouco depois gerou um casamento, com o tão aguardado “Sim!” sendo proferido na frente de milhares de convidados em uma festa com toda pompa e circunstância. Não cruzou a mente deles que encontrariam uma parceria tão forte um no outro, e que um simples encontro casual acabaria por revelar um amor verdadeiro.


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Notas da Autora: E cá voltei com mais uma one-shot de Naruto, outra ItaHina, o que tem se tornado um dos meus shipps favoritos, não nego. Hinata combina com tudo e todos, quem mandou ser perfeita! Claro que se você também gosta de outras personagens como Sakura, Ino, Temari, Karin e cia, sabe o quão gostosa uma história fica quando o shipp é um que gostamos!

Nos vemos por aí! Beijos!

26 de Janeiro de 2021 às 00:05 0 Denunciar Insira Seguir história
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