senhora-winchester Rhamanda Athena

Numa época da monarquia francesa, um poderoso e frio duque se vê totalmente perdido diante de sentimentos, aos quais ao longo de seus vinte e cinco anos - o mesmo sequer havia sentido tais sentimentos antes. Desconhecendo assim a palavra amor e toda sua complexidade. Esse belíssimo duque da monarquia francesa; se vê totalmente dividido entre viver uma linda história de amor com uma das serviçais da corte, ou reprimir seus sentimentos a favor de sua reputação.


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Conhecendo os nobres de Versalhes

Duque Louis

França medieval, palácio de Versalhes...

Duque Louis

Eu sou o filho mais velho do duque Orleans, que se casou novamente com a duquesa Ariadna; uma duquesa mais jovem que o meu pai.

Eu sou o primogênito da minha família, na semana passada, eu vim completar meus vinte e cinco anos .

Meu irmão Jessé é um pouco mais novo que eu, o mesmo completou no mês passado vinte e três anos.

Porém, meu irmão, de fato, sempre se mostrou um tanto irresponsável; desde a época que eramos adolescentes.

Jessé só gosta de farrear e se deitar com várias mulheres, sendo as mesmas desde nobres, como: duquesas, condessas, princesas e até mesmo jovens rainhas. Fora as serviçais que servem a corte, do palácio do meu pai. – o todo poderoso senhor Orleans.

Eu sou tido como um homem frio, calculista e arrogante, que sequer esbouça sentimento algum.

Porém, eu nunca me vi assim como me rotulam.

Nós perdemos minha mãe, a duquesa Catarina, quando estávamos na fase da adolescência.

As vezes eu sinto muita falta da minha querida mãe, pelo fato, de eramos tão próximos.

Como eu queria que ela estivesse viva, e junto de nós.

A nossa nova madrasta é uma mulher extremamente ambiciosa, e eu sei perfeitamente que ela não ama o meu pai. Pelo contrário, a mesma se casou com ele só para cobiçar tudo o que ele têm, e para se engraçar comigo.

Ela é uma mulher vil e sem caráter algum.

- Duque Louis, com licença, vim avisá-lo que vosso pai, está a vossa espera. – uma das serviçais do palácio avisava educadamente.

- Se era só isso, Antonieta. Agora você pode se retirar. – ordenei com empáfia.

Fazendo a mesma se retirar; do interior do meu aposento.

Vilarejo da França, na humilde residência de Heloísa e sua família...

Heloísa

- Bom dia, mãe. Aonde está o Leonardo e o pai? – perguntei curiosa.

- Bom dia, minha filha. Vosso irmão e vosso pai, foram até o palácio de Versalhes. Pois, o duque Orleans ordenará a presença dos mesmo no palácio. – minha mãe avisou sorrindo.

- O que será que o duque, deseja com o pai e com o irmão?! – indaguei me sentindo extremamente curiosa.

- Não sei bem o que é, filha. Mas, torço para que sejam boas notícias. – relatou sorrindo.

Logo depois, começamos a tomar o nosso café da manhã, e após o termino do mesmo. Eu segui para a feira para vender caldos e flores.

A minha amiga Liane me ajudava com as vendas.

- Heloísa, eu fiquei sabendo que lá em Versalhes, estão precisando de novas serviçais.Porque não vamos lá tentar? – ela sugeria animadamente.

- Não sei, porém eu acho que talvez, possa ser uma boa. – relatei à olhado fixadamente.

Enquanto isso, em Versalhes...

Duquesa Ariadna

Logo após termos terminado de tomar o nosso maravilhoso café, que é digno da realeza.

Eu desejava falar com o meu esposo, porém o mesmo estava ocupado, atendendo a classe inferior: sendo dois camponeses: vestidos com roupas maltrapilhas.

Gente essa, que me causa um ranço, pois em minha mente eu penso que a pobreza, e pessoas pobres e mortos de fome. – como esses dois e toda sua corja; só querem vir usufruir do que nós nobres temos por direito.

Mas, em uma coisa eu sou obrigada a concordar, com a minha sobrinha Izabel. Como ela mesma diz: os pobres nasceram para servir aos nobres. E, ainda bem que temos eles para nos servir.

- Duquesa, Ariadna. A senhora viu o Jessé? – a condessa Nicole estava a procura do meu enteado mais jovem.

- Penso eu que ele saiu com o Louis; para calvarem. – relatei o que estava deduzindo.

Planíciesverdejantes...

Louis

Meu irmão Jessé e eu resolvemos sair para vir cavalgar, nas planícies próximas do palácio. Após apostarmos uma corrida, até uma bela Cachoeira.

Nós amarramos nossos cavalos, e após começamos a tirar nossas roupas; seguimos em direção da cachoeira. – para aproveitarmos aquela água deliciosa.

As horas passaram e nós tínhamos que retornar ao palácio, para o almoço. E, ao retornarmos ao mesmo.

A condessa Nicole estava a espera do meu irmão, e ao a mesma o ver ele, ela veio de encontro ao mesmo; na tentativa de abraça-lo. Porém, o mesmo se esquivou dela, dizendo que teria que ir ao banheiro; dando loira a maior desculpa esfarrapada, que ele poderia dar.

Na verdade, eu sinto é pena dela por ser enganada pelo meu irmão, da maneira que está sendo.

Depois que meu irmão adentrou o palácio, deixando Nicole para trás. Logo em seguida eu dei um jeito de me retirar também, pois eu sequer tenho obrigação, de fazer companhia as concubinas do meu irmão.

6 de Dezembro de 2020 às 20:52 0 Denunciar Insira Seguir história
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