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lordcrow2 L.Crow

Em uma de suas idas a floresta, um jovem rapaz encontra um pavão preso a uma Agulha de Caça. Mas ao ter libertado o animal, foi surpreendido ao saber que seu "grande ato de bravura" de salvar o Mensageiro Oficial do Rei de Penas Brancas ( que por um acaso, Malaquias não fazia idéia de quem fosse...ELE NEM SABIA QUE ESSE PAVÃO ERA UM MENSAGEIRO!!)tinha se estendido até os céus, onde entrou na boca do povo e que agora o rei queria o recompensar e conhece-lo pessoalmente. E toda essa grande notícia saiu da boca de um jovem príncipe que por um acaso estava passando pelas bandas do Segundo Piso do Céu e que agora obrigava Malaquias a cuidar dele. Malaquias:" Se eu soubesse que isso ia acontecer, eu teria ficado em casa..." Estranho: "mas.. MAS VOCÊ VAI PODER CONHECER O REI!! " Malaquias: " Eu nem sabia que esse rei existia..." Estranho 2: " Mas veja pelo lado bom 'Topeira', você vai ter a honra de cuidar de mim" Diz um belo rapaz de pele dourada. Malaquias faz cara de choro, mas o olha sério:" Eu me resolvo com você depois!" Se vira para uma velha senhora: " VOVÓ...eu..eu não querooooo" O que restou foi a velha senhora tentando acalmar seu neto birrento. Malaquias realmente não gosta de sair. Autoria: L.Crow( eu) Gênero: BL, Aventura, Fantasia, Sobrenatural, Drama, Comédia,Romance. Pode conter: Gore, sangue e tripas, e piadas de tiozão. Possui elementos do folclore brasileiro, mas acho que não irei citar muitos nomes. *Ainda estou me perguntando se farei um romance picante, ou só um Shounen ai. *AVISO!!! MEU PORTUGUÊS É UMA MERDA, E NÃO TENHO QUEM REVISE. ENTÃO SORRY AI ;u;)b *Testando o site * Algumas coisas provavelmente serão acrescentadas no primeiro Capítulo. * Mundo criado por mim, com geografia própria. Esta estória é um projeto de Novel. É um desenvolvimento de um conto que criei em 2018, escrevi em 2019 desenvolvi em 2020. •Uma obra Original, de minha autoria. •Plágio é crime, esteja ciente disso. * Classificação de idade vai ser mudada nos próximos capítulos( foi mudada 24/11 por causa da Violência e do Gore)


Fantasia Épico Para maiores de 18 apenas.

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Capítulo 1( parte I): O Lenhador



Todos o conheciam como um rapaz bastante reservado.



Filho de lenhador, cresceu como alguém que não tinha nada além de seu chapéu e de seu machado, e caso perguntassem se podiam tocar em um dos dois, com toda certeza sairiam dali com um "não", com a mão torcida ou talvez caso insistissem muito, muito mesmo, com alguns dentes faltando.



Mas ele não é um rapaz violento. Na verdade, ele é bastante tímido, e isso sempre foi um problema, um problema tão grande que o trouxe ao seu eu atual, um jovem que não sai de casa e é conhecido pelo seu novo apelido: "Moço abelha, só sai se for na rasteira" um apelido carinhoso dado por crianças da vizinhança( e que Malaquias achava péssimo já que não fazia sentido nenhum, e a única parte interessante era que rimava).



Dias quentes e ensolarados são bastante apreciados pelos habitantes do Segundo Piso do Céu[1], um lugar vasto, cheio de grandes e pequenas ilhas, imensas montanhas e uma enorme quantidade de água salgada. Tanta água salgada que faz com que Malaquias, O Lenhador, em dias de tempestade se sinta tão assustado a ponto de correr para a Vila para se sentir mais seguro.



O principal ponto de exportação de peixes de toda a região da Ilha Verde é a Vila do Mar, lugar escondido entre uma das grandes florestas. Por ser favorecido pelo grande mar salgado, nunca lhes faltava o que vender, e acabou que a maioria de sua população é formada por pescadores, assim, não sendo tão misterioso o fato de todos se perguntarem " onde está O Lenhador?"e se ele já havia saido; ah mas também, ele é o único lenhador de toda Vila! E por ser o único acaba sendo bastante admirado e todos tinham um carinho por ele, só que isso não impedia a imaginação fértil das crianças.



Alguns pais, usavam o fato de Malaquias quase nunca ser visto para assustar seus filhos, e evitar que entrassem na floresta. Outros diziam que caso O Lenhador encontrasse uma delas, ele as levariam para a cabana e nunca mais voltariam, mas na maioria das vezes os pais contavam essas estórias para evitar que as crianças incomodassem Malaquias.



" Acho que o Moço vai sair agora..."


"Minha mãe disse pra não virmos aqui..."


"Pare de ser medrosa sua bebê chorona!"


" Eu não sou medrosa! É só que...só que não deviamos estar aqui." A menina diz apreensiva.


"E porque não? Só por que alguns adultos disseram que não podemos, não quer dizer que devemos obedecer."


"Acho que é melhor irmos...e se O Lenhador vier?"


"Ele é só o 'Abelha que só sai na rasteira' ele sempre fica na cabana, não vai sair agora."


"Acho que não é bem assim primo..."


"Shhh, quieta, ele vai nos escut..."


"Quem vai escutar o quê?"



Malaquias diz ao lado do menino, que se assusta e sai correndo sem olhar para trás.



Humft, essas crianças, eu nem disse nada e elas já saem correndo.....


"E você mocinha? O que faz aq..."


" Nada! Eu não vi nada! Seu Moço...e-eu, e-eu..."


"Mocinha, não chora, eu não vo..."


"E-EU NÃO...MÃE!!" A menina grita e sai correndo, enquanto briga mentalmente com seu primo por ter a deixando sozinha com O Lenhador, o mesmo menino que havia a chamado de "bebê chorona"e que agora corria com lágrimas de medo.



O grito de crianças realmente incomodava Malaquias, era como se resolvessem quebrar um galho perto de um cão de guarda raivoso, um mero barulho já faria com que elas soltassem o berrero, e isso era pior ainda se fosse de manhã cedo.



O Sol ainda estava a se levantar sem pressa, liberando seus raios entre as folhas das árvores daquela linda e grande floresta, que insistia em crescer mais e mais, sempre mais alta e forte.



Malaquias para chegar ao centro da floresta gostava de pegar um caminho que era conhecido por poucos, mas o destino que esse caminho levava era evitado por muitos. O caminho passava por entre às maiores e mais antigas árvores, sempre ficando mais escuro, como se o céu resolvesse largar de lado aquele lugar que parecia querer ser maior que o próprio Alto da Luz[2].



O perigo era algo que era difícil de se evitar ao caminhar por um lugar que chegava tão perto do centro da Grande Floresta, cortar uma árvore errada é o mesmo que pedir que o Guardião de Olhos Negros te derrubasse ladeira abaixo, e ninguém iria te encontrar, nem se quisessem. Mas Malaquias continuava a andar, mesmo que esse caminho seja tão perigoso, é melhor do que atravessar a Vila e ter que encarar as pessoas.



A passagem foi tranquila, coberta da escuridão e o som da sua própria e pesada respiração, sempre se lembrando de que, caso se perdesse muito possivelmente seria seu fim.



O trabalho de um lenhador é ser o provedor de madeira suficiente para os que precisam dela, seja para construir uma casa ou os barcos de pesca. Malaquias fazia isso também, mas nunca cortava árvores que não fossem necessárias cortar, isso é, as que não estavam destinadas ainda à cair. Malaquias em dias seguintes à tempestades, ia até a floresta e procurava árvores que haviam se desprendido de sua fonte de vida, já que as árvores eram tão grandes que se esperasse mais poderiam ser puxadas pelo vento acabariam por destruir a Vila do Mar. Por ser o único lenhador da Vila, esse trabalho acaba por ser bastante cansativo, e sem forma de dúvidas extremamente perigoso.



Várias vezes Malaquias passou por situações onde achou que poderia morrer: árvores caindo sem que ele notasse, deslizamento de terra, ventos fortes e raios que o perseguiram a cada tempestade, todos sempre com um gostinho de " vamos ver até onde essa merda vai dar".



Já estava anoitecendo, e Malaquias estava se preparando para voltar para sua cabana e passar o resto do dia seguinte deitado.



O dia havia sido extremamente cansativo, e ele mesmo que não quisesse, se lamentava por ser um lenhador...bem, nem tanto, ele se lamentava mais por ser o ÚNICO lenhador daquele lugar, ah...quando será que vou arranjar um ajudante? Essa droga já está ficando cansativa!



Com o machado pendurado no ombro, Malaquias andava com cuidado pela Floresta quase completamente negra, sempre escolhendo andar mais perto de Samaúmas, porque, caso precisasse, poderia bater forte no tronco da árvore com o seu machado e quem sabe, se ele estivesse com sorte alguém escutaria o eco e viria o ajudar. Porém, depois de algum tempo de caminhada ele escutou um grande estouro, seguido de vários outros. Pássaros começaram a fazer um escândalo no céu, e já se podia ouvir o som de passos apressados de animais fugindo. Eram caçadores.



Todos conheciam os perigos de se caçar no centro da Grande Floresta, capturar, matar ou ferir os animais daquele lugar é algo extremamente inimaginável para alguém da Vila, mas isso não quer dizer que outras pessoas de outros locais se não aventurariam por aquela mata, e resolveriam encarar cara a cara aquele que guarda a floresta. E ele realmente não é nem um pouco amigável aqueles que não obedecem o que é dito, e não exitaria em arrancar um por um, cada pedaço do corpo de quem tentasse e ousasse fazer algo com a sua floresta.



Malaquias apressado, resolveu se abaixar para poder se esconder rápido por entre as raízes grossas e visíveis da árvore. Com o coração acelerado, seus ouvidos se mantiam atentos a cada som que animais desesperados em fuga emitiam, e nos sons contínuos de tiros feitos pelos caçadores, enquando comemoravam a caçada bem sucedida.



Seu peito se apertava cada vez que escutava os gritos, os tiros e as comemorações. Tudo parecia tão sombrio de um momento para o outro. Num segundo eu estou voltando para casa no silêncio abençoado da floresta, e no outro estou me escondendo de pessoas que nem deveriam estar aqui, como não se lamentar?



Enquanto Malaquias se lamentava em silêncio, ele escutou um leve e sofrido gemido vindo de trás de um amontoado de plantas.







┏─━─━─━∞◆∞━─━─━─┓Sobre o Segundo Piso Do Céu[1] e do Alto Da Luz[2]: Isso vai ser explicado mais a frente. Mas posso dizer que isso faz parte da geografia desse mundo que eu criei para que se passe a estória, e que eu não tenha que me preocupar muito com fatos reais kkjk

┗─━─━─━∞◆∞━─━─━─┛






24 de Novembro de 2020 às 21:46 0 Denunciar Insira Seguir história
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Leia o próximo capítulo Capítulo 1 (parte II): O Lenhador, Pássaro Ferido e Chão Vermelho

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