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rainhaeras Kailane Kelly

Homem não chora, disse ele. Seria apenas uma cena ou algo da realidade? Minha cabeça viaja por dimensões diferentes onde garotos choram sim, e que chorar é algo normal. Porém o machismo que me rodeia me deixa louco, rejeito com todas as minhas forças essa frase. Por favor alguém escuta minha súplica, alguém tem que ajudar! Não precisa ser muito, mas por favor me tire desse pesadelo. Me tire dessa vida antes que eu mesmo tire ela de mim. Eu sinto o amor sim, eu sinto todas as vezes que a vejo, todas as vezes que conversamos, todas as vezes que os olhos dela brilham como estrelas cadentes fora da realidade. Eu à amei antes mesmo de tocá-la, antes mesmo dos meus lábios tocarem os seus, eu a amei de verdade. Agora eu não consigo mais tocá-la, por que não consigo te tocar Cecília? Anda me fala logo, pode ser aí de cima mesmo! Eu espero a sua resposta, mas se quiser me dizer pessoalmente eu irei até você para que possa me responder. Então me diga Cecília. Antes que você vá, haveria algo que eu deveria ter dito para fazer seu coração bater melhor? Obra escrita originalmente por Kailane.K Saga Entre Linhas da Minha Vida PLÁGIO É CRIME!!!⚠️


Ficção adolescente Impróprio para crianças menores de 13 anos.

#ansiedade #depressão #amor
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capítulo 1

Naquela noite escura de terça-feira, Jackson um garoto de cabelos encaracolados, olhos pretos, pele branca com sardas abaixo dos seus olhos indo para o nariz ele se encontrava no meio da mata naquela noite escura, perto de um pequeno lago, onde podia-se ouvir o som dos sapos, cigarras e até mesmo, corujas. Sentado lá o garoto se poise a chorar, até não aguentar mais, seus monstros estão sendo liberados, seu medo o consome assim como suas lagrimas junto aos seus soluços.

“O que faço? Como posso me ajudar? Ajudar minha mãe? Não tenho coragem o suficiente! Sou um covarde, um medroso de merda, como pude deixar, ele fazer aquilo com ela. por que não interferir? Por quê?”

Diante da mata em que Jackson, se encontrava ele se senta em frente ao pequeno lago e olha para seu próprio reflexo. na imensa escuridão da noite tendo apenas a luz da lua para clarear os arredores, seus pensamentos não o deixavam em paz. Ao olhar para seu reflexo ele pode jurar ter falando com ele.

“Perdedor! Fracote! Covarde! Você não serve para nada, nem mesmo para alimentar os porcos que tem nesta fazenda miserável.”

Falava os pensamentos de Jackson, fazendo com que o garoto tivesse mais certeza da sua inutilidade. Seu reflexo na água dizia tudo o que ele aos seus olhos, séria. Sua raiva era tamanha que ele só conseguia arremessar pedras no pequeno lago.

— Me deixe em PAZ! — Grita ele, já nervoso com seu corpo todo tremendo as lágrimas não se seguraram, seu rosto agora estava molhado pelas suas lágrimas salgadas. — Não da, para aguentar mais isso, não quero ver isso novamente, não quero. Isso é o verdadeiro INFERNO! — Ele grita com todas as suas forças para que todos os animais daquela floresta o escutassem. — Por que não posso ser feliz uma vez, na merda de vida que tenho? O que fiz de errado? — Depois de um tempo lá sentado chorando com todas as suas forças, seu pai aparece em meio as árvores, o procurando já aborrecido.

— Levanta garoto! Por que está chorando? — Jackson, apenas continua com sua cabeça baixa. — Ordeno que pare de chorar imediatamente! Chorar é para os fracos, você já tem 17 anos. Seja um homem de verdade como seu pai. — Fala Marco, ainda respirando pesado de tanto procurar o garoto.

— Nunca serei como você! Nem aqui, nem no céu e nem no inferno. Prefiro a morte a ser igual a voc... — Jackson, é silenciado com um forte tapa em seu rosto. O garoto foi pego de surpresa com aquele tapa forte, deixando sua bochecha com um vermelho intenso que provavelmente iria virar um grande roxo.

— Olha o respeito rapazinho, você quer que eu mate aquela vadia que você chama de mãe? — Ele apenas balança a cabeça negativamente, não queria ver sua mãe sofrer mais do que já sofre. — ótimo! Então vamos logo com isso.

Ele empurrar o garoto para ir em sua frente, Marco quer ter certeza de que ele está voltando para casa. Sua vontade de chorar só aumenta, mas Jackson teria que segurar essa vontade que o mata por dentro. Chegando em sua casa ele vai imediatamente ao encontro da sua mãe para poder a abraçar. Entrando na mesma ele não à vê na cozinha nem mesmo na sala, provavelmente está no seu quarto. Adentra no mesmo e lá estava ela, arrumando suas roupas com a boca e o nariz sangrando um pouco, em seus braços as marcas de tapas e chutes que levou, o mesmo vale para as pernas e cabeça.

— Mãe não precisa fazer isso deixe que eu arrumo, deite-se e descanse. — Pego no braço dela, mas ela bruscamente o puxa. — Mãe deixa que eu faço! — Diz ele, no intuito de deixá-la descansar um pouco.

— Não, não, não, não, não, não posso deixar você fazer isso, ou só vai piorar. Vá se banhar que estou quase terminando aqui. — Após a fala dela observo a porta sendo fechada, provavelmente aquele imbecil foi beber e ficar com putas. Vou até a cozinha, sala e quintal para ver se ele foi mesmo, e estava certo ele finalmente saiu agora posso conversar com ela. — Mãe, me dá isso, e sente aqui do meu lado. — Ela não quer parar de fazer seus afazeres, ela está com muito medo, tanto medo que suas mãos tremiam sem controle algum.

— Não meu filho, me deixe não posso parar. — Seguro suas mãos e ela acaba se assustando e indo para longe de mim, isso está ficando fora de controle.

— Mãe, não tenha medo não vou te fazer nada, por favor olhe para mim! — Ela olha já com lágrimas no rosto com uma expressão triste e ao mesmo tempo aterrorizada, não aguenta mais isso que está acontecendo com ela. — Mãe, vem aqui e me dá um abraço — Ela bem devagar me abraça e se apoia em meu peito, deixando suas lágrimas molharem minha camisa.

Jackson acabou tendo uma ideia fantástica, tinha tudo para dar errado, mas teria que tentar não poderiam mais viver assim, a sua ideia de ligar para uma grande amiga sua martela na cabeça dele, e para saírem, tinha que ao menos tentar. — Mãe! — A afasto para que assim consiga olhar para seu rosto. — Vá se banhar, vista um vestido, e arrume suas coisas!

— O que você vai fazer meu filho? — Olho ela sério, já estava farto de viver nessa vida, tenho que fazer algo ou então vamos acabar morrendo. — Vamos embora hoje mesmo!

— Não meu filho, por favor temos que ficar! — Ela fala segurando minha camisa ainda tremendo, com medo de que o pior possa acontecer.

— Mãe, tenta entender você não gosta dele, você tem medo dele! Temos que sair daqui agora! — Ela para e me olha aceitando a minha decisão.

Elena logo foi fazer o que seu filho pede e aproveitando esse tempo ele liga para sua melhor amiga Cecília, para que os ajude.

Em meio ao sono profundo estava a garota de capelos castanhos lisos, pele clara e olhos azuis deitada em sua cama, o dia dela não tinha sido cheio de coisas ou lições de casa. E em meio aquele sono que estava, ela foi acordada com o toque do seu celular que tocará Best Of Me do grupo BTS. A garota acorda meio atordoada, ela levou um susto com a altura do som, e pegando o seu celular quase o fazendo cair ela vê quem seria. É seu melhor amigo, Jackson.

— Alô! Jackson? O que ouve agora? — Pergunta a garota, pois já havia se acostumado com seu amigo ligando para ela altas horas da madrugada para desabafar.

— Preciso que você e sua mãe, venham aqui na minha casa de preferência em sua camionete.

— Ué, mas por quê?

— Ceci, deixa a gente eu e minha mãe ficar em sua casa por um tempo? Só enquanto não consigo um emprego. — Pede ele com súplica.

— Mas, que pergunta? Claro que sim! Vou chamar minha mãe para irmos te buscar, depois você me conta tudo, arruma suas coisas.

— Está bem! Estou à sua espera.

Cecília Levanta e vai chamar sua mãe em seu quarto, ela não iria recusar até porque ela é a mãe de Jackson se dão muito bem, e também apenas as duas moram em uma casa enorme no centro da cidade, e o Jackson no sítio com os pais dele. O que dificulta nossa convivência, mas agora ele estará junto da gente, a única coisa que eu quero saber é.

“O que ouve?”

Isso não sai da cabeça dela, quando se trata de Jackson sua preocupação não tem limites — Mãe! Mãe! — Falo tocando o ombro dela, com a voz mais calma possível para não assustá-la.

— O que ouve minha filha? — Fala ela bocejando coçando seus olhos.

— Jackson e a dona Elena, estão pedindo ajuda acho que a senhora já sabe do que se trata. — Levanta e pensa um pouco.

“Merda!”

— Sim, eu sei! Vamos temos que ser rápidas. — Ela veste um vestido longo florado e pega um chinelo de dedo para não demorar muito, e Cecília vai de pijama mesmo, não quero atrasar sua mãe e nem demorar para chegar até meu amigo.

Marta, está muito preocupada, sua feição dizia tudo, ela sabe tudo o que Elena passará, a mesma só não interferiu pela insistência de Elena.

Cecília, está com muito medo do que possa acontecer com seu amigo e a mão dele, a garota ama Jackson não quer vê-lo chorar, principalmente por culpa do pai dele.

Logo saíram de casa, e em menos de vinte minutos chegaram, ao chegar Jackson olha para sua amiga e não pensa duas vezes, o garoto vai até os braços de sua amiga que o recebe com um abraço apertado.

Marta e Elena, faziam o mesmo, se abraçaram enquanto Elena chorava litros. Nos seus braços, pescoço, rosto, e pernas da mulher com cabelos encaracolados estavam cheiros de manchas roxas, sua boca ainda sangrava um pouco o mesmo, se fala do nariz.

Sem perder muito tempo, colocaram todos os pertences na camionete. Marta e Elena foram na cabine, enquanto Cecília e Jackson, iriam atrás deitados olhando as estrelas daquela noite clara ambos abraçados um ao outro.

Pouco tempo depois, todos chegaram em que agora será a nova casa de Elena e Jackson. Logo após descarregarem tudo entraram na casa, Jackson aquela noite vai dormir no quarto da amiga, a garota achará que dormir juntos seria a melhor opção, pois, o garoto passará por momentos difíceis, e para não deixá-lo sozinho neste momento delicado, a garota vai ficar ao seu lado.

Sua mãe iria cuidar de Elena e com certeza conversariam, logo os jovens foram para o quarto, entraram e assim que terminaram de organizar todas as coisas do garoto, Jackson com lagrimas escorrendo pelo seu rosto vai até sua amiga que lhe abraça.

— Obrigada por ter me ajudado! — Fala ele em meio as lágrimas.

— Faria qualquer coisa por você. —Falo olhando para seu rosto — Somos melhores amigos, se esqueceu?

— Nunca irei esquecer! — Ele agora me abraça mais apertado ainda, seu coração está cheio de emoções que ele não consegue se controlar e coloca tudo para fora.

“Amo muito esse garoto ele pode ser irritante às vezes. Mas, ele é meu abrigo, meu porto seguro, meu melhor amigo do mundo.”

Os dois após o abraço sentaram-se na cama da garota, ele a conta tudo desde o começo, e ela ouve tudo com muita atenção. Enquanto Cecília, está escutando tudo o que o seu amigo tem a falar para ela, Marta e Elena estava em uma pequena discussão sobre tudo o que já aconteceu, sobre tudo o que ela passará ao lado de Marco. Marta, teria que mudar isso de uma vez por todas.

— Elena olhe para mim! — seguro seu queixo. — Você não pode mais ficar se escondendo deste babaca que não merece você, vamos comigo à delegacia amanhã, iremos tomar precauções sobre ele e garanti que ele apodreça na prisão.

— Tenho medo de que ele machuque meu filho! — Fala ela em meio a soluços.

— Não tenha medo, é melhor ir agora do que deixar para depois, senão formos amanhã ele vai te achar e vai te bater novamente e isso eu não irei permitir. — Fala Marta com sua feição séria

— Mas... — É interrompida.

— Não, Elena! Você tem que aceitar que ele não é, e nunca foi o homem certo para você, entenda ele não te ama! Isso não é amor, Elena! — Ela abaixa a cabeça e começa novamente a chorar mais ainda, não posso fazer nada quanto a sua tristeza ela tem que entender que não dá mais para continuar assim.

— Você está certa! Tenho que ir pelo meu bem, e o bem de Jackson. — Ela me olha, e novamente me abraça, retribuo na mesma intensidade para ela saber que sempre pode contar comigo.

Depois de um tempinho desabafando e chorando Jackson, acaba dormindo ao lado de Cecília, sem ao menos tomar um bom banho. A garota o entendo ele está chateado com sigo mesmo, e preocupado com que seu pai possa fazer com sua mãe. Já estava bem tarde, então cobriu ele e novamente deitou-se voltando a dormir, amanhã será um novo dia para todos.

5 de Dezembro de 2020 às 20:23 0 Denunciar Insira Seguir história
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