ya-young1554031536 Ya Young

Quatro rotas, para um destino, o amor. Sarang vai ter muita dor de cabeça, com seus admiradores, sem contar com a diversão em ajudar, seu amigo no caminho dele para o amor.


Fanfiction Bandas/Cantores Para maiores de 18 apenas.

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Atrasada

Já tinha perdido o folego, com o tanto que me esforça- vá pra correr, faltando duas quadras para chegar, acabo sem perceber no meio de muitas garotas malucas gritando algo incompreensível, sou levada por aquela maré de gente até me aproximar de uma vã.

Tentei me livrar daquilo, sendo uma missão impossível, um rapaz de cabelos pretos sai da vã acenando e me joga uma mochila como se eu fosse um guarda-roupa ou uma cadeira, outra moça vai me empurrando para dentro do enorme edifício sem muita cerimonia. Até o meu cérebro assimilar aquilo, lá se foi dois minutos a mais, no meu atraso.

— O staff, vai ficar parada ai, olhando? — o mesmo rapaz que me jogou a mochila, estava me encarando. — Você sabe falar né?

— Eu sei babaca, toma isso aqui. — disse devolvendo sua mochila, — A próxima vez, vê se confere pra quem está entregando suas coisas, eu não sou sua staff, e nem queria ser, não te conheço.

O silêncio reinou naquele lugar, todos pararam o que faziam e me olharam, como se eu tivesse dizendo que não conheço o BTS, revirei os olhos e sai o mais rápido daquele lugar, glória, foi eu lembrar pra que lado era a saída, enfrentei mais um pouco de mulheres malucas até conseguir me livrar dali.

Corri o quanto pude, até chegar à frente da loja de conveniência onde trabalho, meu chefe não estava com um semblante amigável, e o pior era que eu nem devia estar ali aquele dia, já que seria meu dia de folga.

— A senhorita, sabe que está atrasada? — ele me fez parar, onde estava.

— E o senhor sabe muito bem, que era minha folga, podia ter ignorado suas chamadas, e nem ter vindo.

— Assim você me deixa triste, eu adoro conversar com você no seu intervalo. — senti um arrepio com aquela voz aveludada e calma bem perto do meu ouvido.

— Parem de flertar vocês dois.

Me virei, encarando os olhos pretos do florista mais lindo, Mark é do tipo misterioso em seus 1,74 de altura, mas fica muito sexy quando usa seu avental para atender as clientes de sua loja, ele bagunçou meu cabelo entrando logo em seguida na lojinha, corri para os fundos me trocar, e assim atender ele. Meu chefe só fez o típico sinal de “Estou no escritório”, sumindo pela porta dos fundos da loja.

­ — Ele te chamou, mesmo sendo sua folga?

— Ele... — olhei pra ver se podia continuar, suspirei ao olhar para o homem a minha frente. — Ele é insuportável, e isso afasta qualquer outro ajudante, eles não duram uma semana, estou pensando em sair.

Quando ele ia dizer algo, outro cliente entra na loja, sua presença é anunciada pelo barulho, dos pequenos sinos acima da porta, o rapaz pegou alguns pacotes de doces, jogando- os no balcão, me encarando, olhei para ele pronta pra dizer algo, quando olhei para Mark, que sorria.

— Mais alguma coisa senhor?

— Não, só isso.

— Fica 30.000 won senhor.

O rapaz pagou a conta, saindo apressado, olhei ele do lado de fora, logo uma moça se aproximou, e eles saíram caminhando, lado a lado, suspirei, olhando os dois, balancei a cabeça, com os pensamentos que me ocorriam.

— Vai querer mais alguma coisa, senhor florista?

— Só isso, pequena Sarang. – ele torna a afagar, ou melhor, bagunçar meu cabelo.

Vejo ele sair também, caminhar até outro lado da rua, depois que ele saiu, ficou calmo e um silencio desconfortável naquele lugar, aproveitei a calmaria, e como sempre, parecendo um ritual, liguei em um volume aceitável as músicas do Ars para alegrar o ambiente, e comecei a arrumar algumas prateleiras, depois as geladeiras de bebidas, depois limpar o chão, e assim meu dia foi passando, diante dos meus olhos.

O barulho da porta abrindo, indicava sempre um novo cliente, entrando e outro saindo, olhei para o relógio, passei uma hora, do meu horário de saída normal, só para pagar o atraso, e não ter que ouvir, o gerente reclamando por uma semana.

— Estou indo, então. — disse, apenas colocando a cabeça para dentro da sala do gerente, ele deu um pulo, tentando descontroladamente, pausar o vídeo.

— Não é muito cedo? — tentava, parecer sério.

— Não é, já passou uma hora a mais, do meu horário, fechei a registradora e, já coloquei o dinheiro naquele lugar, além disso, estou levando umas cervejas e soju, amanhã eu não venho trabalhar, tenho assuntos na faculdade. — sai deixando ele reclamar sozinho.

Parei a frente da conveniência, esperando o gerente vir lá de trás, para assumir meu lugar, olhei para a lua cheia, que se escondia entre nuvens, aproveite para dar uma última olhada no Mark, ele ainda não apareceu, para recolher as plantas do lado de fora. Olhei mais um vez, para dentro do estabelecimento, vendo o gerente se arrastar até o balcão, depois desse sinal verde, atravesso a rua indo em direção a floricultura.

Abri com cuidado, a porta podendo ver, uma cena super fofa, Mark dormia, recostado no armário atrás do balcão, dei alguns passos para trás, tentando não acorda-lo, deixei minhas sacolas no chão, bem perto da porta, e comecei a recolher os pequenos vasos, de flores e plantas medicinais do expositor. Depois de recolher tudo, deixei sobre o balcão, uma latinha de cerveja, e um bilhete de bons sonhos, para ele.

— Se eu não fosse, tão afim do Ars, eu acho que gostaria de me entregar, ao Mark. — soltei ao vento, caminhando de volta para casa, passei pelo local do incidente mais cedo, e bufei, ao lembrar da prepotência do rapaz. – BABACA.

Me joguei na cama, assim que cheguei em casa, segundos depois, estava levantando, para colocar as bebidas na geladeira, como a noite estava quente, resolvi que iria beber, em companhia da lua, já que meu companheiro de quarto, não voltou da sua viagem em família, ainda.

Abri uma cerveja, e fui para o lado de fora da nossa casa, olhei para a lua novamente, me encaminhando para deitar, no tablado, que fica do lado de fora.

Me deitei sobre aquela peça, e fiquei ouvindo os sons da cidade, que aprendi a amar, depois de duas cervejas, e de começar a sentir sono, suspirei voltando para dentro, dei uma olhada no meu celular, antes de ir para o banho, minha surpresa, foi receber uma mensagem, de agradecimento do Mark.



— Consiga pra mim, informações sobre aquela garota.

— Que garota? Está achando que eu sou FBI?

Olhei para minha agente, que me encarava de volta, não conseguia parar de pensar nela, em poucos segundos, eu a queria. É estranho, pois depois que consegui minha fama, sendo o melhor modelo, não havia uma garota, que me tratasse daquele jeito.

— Lim Jaebum, não me diga, que aquela garota mexeu com seus pensamentos, se for assim vou contar pra sua mãe.

— O que minha omma (mãe) tem a ver com isso?

— Desde que se tornou modelo, você é muito sério, só teve um romance rápido, com aquela atriz. — olhei para a mulher a minha frente, se ela começasse a falar sobre romance, sabia que não ia para tão cedo.

— Não comece, e não envolva minha omma nisso, se conseguir o que quero, te dou alguns dias de folga amais.

— Vou ter que consultar, um gênio ou uma bruxa, o máximo que tenho, são imagens dela, dentro e fora do prédio.

— Bom já tem algo, melhor que nada.

— Se eu achar, quero uma reserva para dois, no melhor restaurante de Seul, e você vai pagar a conta. — ela diz saindo do meu apartamento.

Caminhei até a enorme varanda, ajeitando meu roupão, e sentando na esteira, encarei a lua cheia, sorri ao lembrar do olhar que aquela mulher, dirigiu a mim quando se irritou com o que fiz.

— Então você não me conhece? Vou adorar te mostrar quem sou...

19 de Outubro de 2020 às 13:27 0 Denunciar Insira Seguir história
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