desi2817 Desi Carneiro

Louis é um Shifter Pantera difícil de ser conquistado. Harry é um Shifter Leopardo amável, impossível não conquistar a todos. Essa fanfic estará disponível completa no meu perfil na plataforma Wattpad. Se tiver engajamento e interesse, posso postar aqui. Caso tenham curiosidade, não hesitem em me mandar mensagens, eu aprecio isso.


Fanfiction Bandas/Cantores Todo o público.

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Prólogo - Explicação

Louis Tomlinson é um Shifter Pantera que, por ironia do destino fora abandonado quando apenas filhote de poucos dias e, adotado por uma família de Shifters Linces; tendo agora Johannah Deakin como sua melhor amiga e mãe, e Charlotte Tomlinson como confidente e irmã mais nova. Seu pai e de Charlotte ele lembra-se vagamente; não tivera uma longa vida e acabara por deixá-los.

Apesar de sua espécie ser solitária por natureza, Louis é extremamente próximo das mulheres com quem convive, e é um devoto completamente bobo e apaixonado por elas.

É consciente de que fora abandonado como um nada e recolhido com todo amor que é capaz de aguentar e retribuir. Nunca tivera interesse algum em saber sobre os pais biológicos; não tiveram interesse algum nele, por que ele deveria ter?

Harry Styles é um Shifter Leopardo nato; apesar do fato que sua família inteira seja da mesma espécie, são intensamente unidos. O que combate qualquer estudo natural existente.

Assim como a maioria dos outros felinos, Leopardos são solitários e competitivos uns com os outros. Procurando vestígios de ameaças em tudo possível. O que incrivelmente aconteceu na família de Harry.

Desde sempre foram ligados, Anne, Desmond e Gemma eram o próprio significado de surpreendente por estarem juntos e, de família. Até que Anne deu a luz a um menino. Outro Shifter Leopardo. Ameaça. Pelo menos, para Desmond. Contudo, Anne nunca deixaria seu marido tocar em seu menino, podia ser o amor de sua vida, seu companheiro; ainda assim, Harry era seu filhote, e nada no mundo importava mais pra si do que seus filhos. No primeira instinto selvagem que Desmond demonstrara contra seu pequeno, Anne o botou para fora. Nunca mais o vira desde então.

Agora, duas famílias inesperadas e completamente diferentes se apoiam juntas. As duas mulheres mais velhas dando suporte e apoio a outra desde que se conheceram e seus filhos se deram muito bem.

Pelo menos é o desejado e o que parecia acontecer



Cherrysville é uma das pequenas cidades de interior da Carolina do Norte. Onde as espécies que vivem ali estão em constante harmonia umas com as outras, como por todo mundo e como tinha de ser.

2020 e seria impossível a convivência de todos ao redor desse mísero planeta se não a evolução e os instintos selvagens desnivelados.

Embora ocorresse alguns acidentes quando algo provoca conflitos entre as espécies; na maioria, o preconceito, medo. Era essa a semente plantada em alguns, se não por terem pavor e receio, é por simples repulsão sentida e demonstrada.

Tempos antes, quando uma demonstração de selvageria era percebida, o indivíduo em questão era afastado, isolado, em casos severos e desastrosos, sem discussões ou julgamentos, pena de morte.

Alguns mais comuns envolvem betas e classes de Shifters que, atualmente são consideradas quase raras, como cobras, mais especificamente, Najas; Corvos, Aranhas: Viúvas-Negras; Escorpiões, Hienas, Panteras, Leopardos, Ursos, entre outros.

Alguns deles têm sua espécie monitorada. Calculadas e registradas quando nascem e quando vêm a falecer. Deixando todos à par da quantidade e existência delas.

Vamos voltar um pouco.

Lilesville, 24 de dezembro de 2000, o sol inicia seu show ao que deixa seus rastro por onde segue o caminho a se pôr.

Johannah e Mark Tomlinson estão a poucas quadras da residência onde se encontrariam com o resto da família, para comemoração tradicional de Natal.

—Porque mesmo que não usamos o carro? — Jay insinua, tendo de carregar sua torta favorita em mãos.

—Ora, querida, a culpa não é minha se quem usou o carro não se preocupou em reabastecer, sendo que teria horário marcado para sair depois. — Mark comentou, a última parte quase sussurrando.

— Eu ouvi isso, Mark — a mulher indicou. — Eu não sabia que uma idazinha à cidade acabaria com todo o combustível.

—Amor, se você tivesse me dito quando chegou, eu iria–.

—Tudo bem, podemos andar, não? — Jay o interrompe encerrando.

O silêncio instalado entre eles naquele momento foi cardial ao acontecimento que se seguiu.

—Ouviu isso, querido? — a morena encurtou os passos, erguendo sua mão.

—Um miado? — sugere o marido, confuso.

—Sim. Não. Quer dizer, foi diferente.

O casal permaneceu mais algum tempo calados, esperando que o barulho se repetisse.

—Acho que não era– um som o corta, como um gemido baixinho de dor. — Vem de lá! — Mark apontou a parte escura da rua em que passavam.

10 de Agosto de 2020 às 11:51 0 Denunciar Insira Seguir história
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Fim

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