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Ami - visluy

As aulas na faculdade Mugen já haviam terminado a muito tempo. O sol começava a se esconder no céu e as luzes dos postes acendiam-se para iluminar a cidade de Tokyo. Estava tudo silencioso na faculdade, até mesmo os funcionários haviam ido para suas casas. Entretanto, sons baixos de gemidos e estalos úmidos podiam ser ouvidos Na sala do laboratório de química, entre recipientes com líquidos coloridos e armários repletos de relatórios, era possível ver duas moças abraçadas, trocando beijos demorados e apaixonados.

A mais jovem delas, Ami, uma moça de curtos cabelos azuis escuros e recém completos dezoito anos, estava imprensada na parede, abraçada com sua companheira. Arfava entre um beijo e outro enquanto tentava afastar a parceira e beijá-la ao mesmo tempo, duas ações bastante contraditórias.

- Visluy… chega – dizia Ami, tentando convencer a si mesma de que não podia se entregar aos beijos estimulantes da namorada - se nos pegarem aqui você será expulsa e eu terei minha inscrição na faculdade cancelada!

Visluy, dois anos mais velha, era um pouco mais alta, com longos cabelos azuis anil e um olhar frio, porém com uma malícia provocante. Ela pressionava seu corpo contra o de Ami, fazendo os seios das duas se chocarem. Podia sentir o coração na namorada batendo acelerado, assim como seus mamilos rígidos devido ao prazer.

- Não precisa se fazer de santinha amor – brincou a mais velha mordendo de leve o lábio inferior da namorada – sabia muito bem o que eu queria quando te trouxe para esse quarto escuro.

Ami abriu a boca para protestar, mas tudo que saiu de sua boca foi um gemido abafado. Era verdade, Ami desconfiava das intenções de Visluy e, por mais que tentasse negar, adorava quando as duas viviam perigosamente se encontrando em locais proibidos. Enquanto apenas se beijavam, as coisas até poderiam ficar bem caso fossem descobertas, entretanto, Ami sabia que faltava pouco para que os beijos não fossem mais o suficiente para saciar o desejo de Visluy. Quando isso acontecesse, as roupas delas começariam a se desprender de seus corpos.

As mãos de Visluy já começavam a abrir habilmente os botões da camisa de Ami, revelando um sutiã azul anil e seios apetitosos se escondendo debaixo dele. As faces de Ami coraram e ela tentou lutar para resistir aos toques de Visluy e ao próprio desejo que crescia dentro dela, mas isso se tornou impossível quando sua namorada apertou-lhe os seios com gosto e lhe presentou com um beijo de língua de tirar o folego.

Enquanto apalpava e beijava a namorada, Visluy sentia Ami amolecendo em seus braços e, pouco a pouco, entre um gemido e outro, ela começava a murmurar o nome de Visluy, pedindo-lhe para não parar.

- Você é tão fofa amor – disse Visluy finalmente se afastando para dar tempo de sua companheira recuperar o ar – não irei parar, mas vai precisar fazer tudo que eu mandar, entendeu?

Suspirando de leve, Ami tentou recobrar a compostura. Sua blusa estava aberta e seu sutiã a mostra. Não era um estado apropriado para se estar no laboratório de química, mas Ami sabia que, no ponto em que as coisas estavam, não conseguiria simplesmente voltar a se vestir e ir para casa sem aplacar os seus desejos. Não tinha planejado fazer sexo ali, mas agora que começara não pararia por nada nesse mundo.

- Certo, vamos fazer do seu jeito – disse retirando a blusa e ficando seminua da cintura para cima, os seios cobertos pelo sutiã apenas – mas nada muito escandaloso, por favor, tenho vergonha.

Rindo, Visluy puxou a namorada para si dando-lhe um beijo mais romântico. Acariciou os seios de Ami por cima do sutiã, adorando vê-la corar. Então, subiu a mão até ao rosto dela e acariciou-lhe também.

- Talvez mude de ideia quanto a isso, mas vamos começar de leve. Retire o sutiã.

Com as faces vermelhas, Ami fez o que foi lhe pedido, porém cobrindo seus seios com as mãos enquanto sorria tímida. Com muito carinho, Visluy acariciou as mãos da namorada e, delicadamente, abaixou-as, assim revelando os seios da mesma, medianos e com mamilos rosados. Então abaixou-se um pouco e começou a chupar o mamilo direito, dando-lhe lambidas e alguns beijinhos gentis.

Ami voltou a amolecer, afundando as mãos nos cabelos macios de Visluy. Ela murmurou que amava a namorada, dando alguns gemidinhos altos quando está mordiscava seus mamilos de leve.

Após demorar-se um pouco nisso, e ao sentir que Ami já estava no ponto, Visluy voltou a se afastar. Podia sentir o corpo tenso da namorada, Ami ansiava por mais, estava doida por isso, mas a garota era tímida demais para pedir. Era essa uma das coisas que mais gostava na nela.

- Agora é sua vez – disse retirando a própria blusa e revelando seios um pouco maiores que os de Ami, cobertos por um sutiã preto – lamba meus seios, mas sem retirar o sutiã.

Corando ainda mais, Ami hesitou um pouco antes de obedecer, mas acabou fazendo o que lhe foi pedido. Começou contornando sua língua lentamente pelas margens dos seios da namorada, beijando-os com carinho. Deixava uma trilha úmida de saliva por onde sua língua passava e dava beijos curtos e gentis em cada pedacinho dos seios de Visluy.

- Ah… isso é tão bom – disse a mais velha acariciando o rosto de Ami – o que suas amigas diriam se te vissem nessa situação, hein?

Ami nada disse, mas o pensamento lhe excitou. Ela ajoelhou-se, acariciando as pernas de Visluy por debaixo da saia e dando-lhe beijos no meio das pernas, mesmo por cima da roupa.

- Quer mais de mim? - perguntou maldosa.

Já totalmente dominada pelo desejo, Ami envolveu as pernas da namorada em um abraço, as palmas de suas mãos apertando a bunda de Visluy. Ami corou e respondeu, em tom manhoso.

- Sim, muito… - suas mãos acariciavam a bunda de Visluy em um estimulo desesperado para receber mais e mais.

- Muito bem, você foi uma boa menina, merece – disse Visluy retirando a própria saia, ficando apenas de lingerie negra – faça seu melhor querida.

As mãos de Ami apertava com ainda mais gosto a bunda de Visluy, descendo e subindo para acariciar as coxas e o começo das costas da namorada. Enquanto isso, dava beijos e lambidas nas coxas da parceira, sem jamais tocar em sua intimidade, apesar do grande desejo de fazê-lo.

- Tire a saia amor – disse Visluy.

Ami fez o que lhe foi pedido, sem parar de lamber e beijar sua amada. Ficou totalmente nua, com exceção de sua calcinha azul. Visluy ajoelhou-se, o desejo transbordando enquanto devorava a namorada com os olhos. Puxou Ami para perto de si, seus corpos se encaixando e seus seios pressionando-se em uma massagem gostosa. Elas voltaram a se beijar, com muito mais angustia que antes, suas línguas se enroscando em uma batalha feroz.

Não diziam mais nada, pois os sentimentos comandavam. Elas se abraçavam, apertando-se, acariciando-se, gemendo e suspirando. Visluy deitou Ami no chão frio, quase com força, mas mantendo-se gentil enquanto ainda conseguia. A mais nova olhava para a namorada, sua calcinha azul já bastante úmida. Abriu mais as pernas, dando espaço para a mão sorrateira de Visluy adentrar por debaixo daquele fino tecido e acariciar a intimidade de Ami, penetrando-a com dois dedos.

Então Ami soltou um grito, espantando-se um pouco com o som de sua própria voz. Visluy manteve um ritmo mediano em sua penetração, sua boca indo de encontro aos seios de Ami e os chupando.

A mais jovem delirava de prazer. Amava quando a namorada a tocava daquela forma, a dominava e a fazia sentir-se tão especial. Nunca havia se apaixonado por ninguém antes, mas com Visluy fora algo imediato, logo a viu, sentiu algo especial nela. Agora, sendo tocada e chupada, tinha ainda mais certeza de como a namorada era indispensável em sua vida.

As sensações que dominavam Ami eram fortes demais, como uma mare poderosa a qual não se pode lutar contra. Ela gritou quando chegou em seu ápice, tendo um forte orgasmo enquanto abria suas pernas totalmente e desfalecia no chão.

Abriu os olhos um pouco depois, sentiu que tinha perdido a consciência por alguns segundos mas não tinha certeza de nada. Sentiu que Visluy a observava em silêncio, sorrindo de leve. Ela avançou e sua a língua foi de encontro ao seio de Ami, lambendo-o com carinho.

Prostrada de quatro em cima de Ami, Visluy mantinha suas carícias, voluptuosas. Ami gemia baixo, delirando como em um sonho.

- Eu te amo Ami – disse a mais velha com um sorriso singelo – você me ama também?

A resposta soou tão natural como o correr das águas de um rio.

- Sempre Visluy – seus braços envolveram o pescoço da namorada e o puxaram para perto. Os lábios das duas se encontraram e um demorado beijo.

- Então, me diga amor, me da seu coração? - perguntou Visluy de forma doce, seus lábios ainda roçando os da namorada.

- Sim, sabe que sim Vis.

Ami sentia-se totalmente protegida e completa ao lado de sua namorada. O calor de Visluy, o perfume dela, tudo era perfeito demais. Ela fitou a namorada, mas, nesse momento, viu uma expressão diferente no rosto dela, então, uma pontada de dor e prazer irrompeu bem do meio de seus seios.

Ami gritou de dor, mas a dor não foi o pior e sim o sentimento de decepção, de traição. Sela sentiu a mão de Visluy entre seus seios, uma luz branca emanando da região. Sabia o que era aquilo, já havia visto acontecer inúmeras vezes. Lagrimas escorreram de seus olhos. Visluy estava roubando seu coração puro, algo equivalente a arrancar-lhe a alma. Tentou resistir, mas estava cansada e fraca demais. Seu coração e sua mente partira-se em pedaços. Percebeu que o amor das duas nunca fora real, não ao menos para Visluy. Tudo não passava de uma brincadeira cruel.

Ami chorava fraca, seu corpo perdendo as forças, seus olhos ficando pesados. Tudo não durou mais que alguns segundos e então, ela desfaleceu. Após isso um pequeno e frágil cristal azul escuro desprendeu-se de seu corpo, bem da região entre seus seios. Tinha o formato que lembrava uma pequena cruz.

Ainda de quatro, Visluy admirou aquela joia de brilho sutil, era o coração puro de Ami. O cristal emanava uma luz fraca, mas também um grande poder.

- Essa é uma bela visão Vis – soou uma voz atrás da garota.

Visluy sorriu ao ouvir aquele som, virando o rosto e vendo, por cima do ombro, sua companheira Cyprine de braços cruzados enquanto admirava-a com desejo. Visluy tinha certeza que Cyprine estava tendo pensamentos bastante indecentes enquanto fitava sua bunda.

- Que bom que gosta amor – disse Visluy sentando-se de joelhos no chão, esquecendo totalmente da garota que disse amar a instantes atrás, desmaiada e nua no chão, com uma expressão vazia no rosto.

Cyprine tinha longos cabelos azuis presos em uma trança na lateral da cabeça. Vestia um vestido preto básico e possuía olhos também azuis. Ela acariciou os ombros de Visluy que se levantou e, sorrindo com amor e ternura sinceros, beijou a namorada.

- Uma das sailors derrotada – disse Cyprine enlaçando a cintura da namorada com uma das mãos – você precisava mesmo ter feito esse joguinho de namorada com ela?

- Ciumes Cyprine? - perguntou Visluy com malicia – fica tão fofa assim. Não se incomode, eu só queria tornar as coisas mais divertidas. Não ligue para a Ami, ela foi apenas diversão, nada mais que isso. Você é a única que amo, sabe disso.

- Claro que tenho ciumes, não gosto de vê-la se agarrando com outras – retrucou, voltando a beijar Visluy.

As duas ficaram grudadas, beijando-se lentamente, totalmente indiferentes ao corpo da outra garota nua no chão que havia tido seu coração puro não apenas retirado de seu corpo, mas tem partido em dezenas de pedaços.

20 de Julho de 2020 às 08:34 0 Denunciar Insira Seguir história
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