jace_beleren Lucas Vitoriano

Em um futuro aonde zumbis andam sobre a terra e apenas poucos humanos resistem. K-mart e Alice, um casal de namoradas, vagam por esse mundo devastado não tendo nada além do calor uma da outra.


Fanfiction Filmes Para maiores de 21 anos apenas (adultos).

#resident-evil #hentai #pwp
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Capítulo único

Notas do Autor: Ola gente, esse conto erótico lésbico é entre Alice e K-mart, personagens originais dos filmes de Resident Evil. Neste conto fiz uma mudança e coloquei Alice como uma mulher trans, por que? bem, eu só tinha percebido que, embora já tenha explorado muitos generos de hentai, nunca tinha colocado uma mulher trans. Queri criar um conto original, eu seu que seria o melhor a se fazer, mas não estava com cabeça para criar uma história original então aproveitei que estava com vontade de fazer um conto com essas duas e fiz essa mudança na sexualidade da Alice, entendo senão curtirem, mas eu queria experimentar escrever algo nesse gênero!

Espero que curtam!


A van freou levantando uma nuvem de areia e poeira quando freou. Isso teria incomodada as outras pessoas, se houvessem outras pessoas ali para se incomodar. O que, apenas alguns anos antes, era uma região cheia de verde, agora não passava de um deserto arenoso com algumas construções abandonadas. Não era um cenário muito bom, mas era algo esperado quando se vivia em um tempo pós-apocalíptico.

Tudo começou com uma empresa poderosa e alguns homens ambiciosos demais. Umbrella era o nome dessa empresa, mas, justiça seja feita, nem mesmo os executivos que a comandavam haviam planejado o que viria no futuro. Eles criaram uma arma biológica, o T-virus, e, por um acidente, essa arma se espalhou pelo mundo causando uma pandemia de proporções globais. Devido ao T-virus, as plantas morreram e as pessoas e animais transformaram-se em zumbis sanguinários. O virus fora criado para reanimar células mortas, mas o efeito acabou saindo melhor que a encomenda e revivendo os mortos, o que não se tornou algo muito bom.

Isso fora a seis anos atrás. Os poucos que sobreviveram a essa catástrofe, viviam como nômades, vagando de um lugar a outro em busca de armas para combater os mortos-vivos, recursos variados e, claro, comida.

Alice que estava no banco do motorista da van, olhou para as pequenas construções abandonadas ao redor. Haviam lojas de conveniências, algumas lanchonetes e casas, tudo no mais completo abandono.

- Precisamos encontrar um posto, a gasolina está acabando – disse Alice, seus olhos, por debaixo dos óculos escuros, observavam tudo atentamente – vamos primeiro aquele mercadinho. Talvez ainda tenha alguma comida enlatada e, se tivermos sorte, cigarros.

K-mart, que estava no banco do passageiro, deu um risinho.

- Se tivermos sorte? Se você tiver sorte, eu não fumo. Acho que o mercadinho é uma boa ideia, mas o que acha de passarmos ali também? - disse apontando para um motel aonde, na placa, podia-se ver a imagem de uma mulher de lingerie – sempre tive vontade de transar em um local desses.

As duas trocaram olhares indecentes e, mesmo por debaixo dos óculos escuros, era possível ver o desejo tomando conta de Alice. Ela puxou K-mart para perto e deu-lhe um demorado beijo nos lábios, intenso e molhado. A língua das duas estalaram algumas vezes e elas se demoraram tanto tempo nesse ato apaixonado que até esqueceram, por alguns instantes, que estavam em meio a um apocalipse zumbi.

Ao termino do beijo, K-mart estava um pouco arfante, com dificuldade para controlar o seu desejo por mais. Ela desceu o olhar até o meio das pernas da namorada, havia um volume considerável ali. K-mart passou a língua pelos lábios desejando chupar aquela coisa dura e suculenta. Com uma das mãos, tocou no membro rígido e o apertou um pouco. Estava mesmo muito duro e era enorme. Alice soltou um gemido abafado e, em um impeto de prazer, puxou a namorada para perto de si, dando-lhe um beijo apressado, quase engolindo-a com tanto desejo.

- Mais tarde continuamos – disse a mais velha retirando a mão de K-mart do meio de suas pernas – também sempre quis foder em um motel abandonado.

Claro que elas eram um casal em uma lua de mel eterna, viajando sozinhas pelo mundo e fodendo sempre que tinham chance, o que acontecia com bastante frequência. Mesmo assim, o fogo que incendiava as duas era algo constante, algo que só permanecia nos casais que se mantinham firmes.

Elas estavam juntas a quase dois anos, sozinhas naquele mundo hostil sem nenhum conforto além da companhia e do calor uma da outra. Mas nem sempre fora assim, elas tiveram amigos, outros sobreviventes, mas, um por um, eles tiveram suas vidas encerradas pelas mãos dos mortos vivos ou dos agentes da Umbrella. No fim, restaram apenas as duas. Claire também estava viva, mas nenhuma das duas tinha ideia do paradeiro dela.

As duas saíram do carro armadas, visto que um zumbi poderia aparecer a qualquer momento. Alice era magra, de porte atlético, com curtos cabelos pretos que estavam um pouco bagunçados. Ela era a experiente do casal, não apenas na cama, mas no combate contra zumbis e, mais importante, contra a Umbrella, tinha quase trinta anos e, boa parte desse tempo, fora dedicada ao seu treinamento em combate. Fazia o tipo de mulher durona e independente e, a primeira vista, poderia parecer não ser muito sentimental, mas isso não era verdade. Da mesma forma que conseguia ser fria e implacável, também conseguia ser meiga e carinhosa, e, esses dois lados, K-mart conhecia muito bem. Alice trazia uma pistola na mão direita, além de duas adagas presas a cintura,

já K-mart carregava uma escopeta e também uma bolsa vazia, a qual pretendia encher de suprimentos. Ela era mais jovem, tendo apenas vinte anos e longos cabelos loiros, que no momento estavam presos. Eram cabelos de um loiro brilhante. A garota era linda, com uma pele brilhante e corpo cheio de curvas atraentes. Os seios eram macios e a bunda empinada.

Juntas, entraram no mercadinho estava uma bagunça, a maioria das prateleiras encontravam-se quase vazias devido a saques anteriores, mas felizmente haviam sobrado algumas coisas para levar. K-mart dirigiu-se de imediato para o que considerava o mais importante, a área de enlatados. De lá retirou carne seca, feijão e alguns outros alimentos. Alice foi para a sessão de limpeza de onde pegou vários rolos de papel higiênico, um luxo temporário na situação em que se encontravam, além de alguns remédios.

Após uns vinte minutos, o casal reuniu o que havia de mais importante, enchendo a bolsa completamente. Alice já estava pronta para ir, mas K-mart disse que ainda precisava ver uma coisa.

- Do que esquecemos? A não ser que vendam armas em mercadinhos, creio que pegamos tudo.

- Quero um estojo de maquiagem, talvez tenha um por aqui – respondeu K-mart esperançosa – não é só porque o mundo está acabando que eu possa usar isso como desculpa para não me embelezar.

Dando uma risada, Alice puxou a namorada e a beijou com desejo, reacendendo o fogo de alguns instantes atrás. As duas trocaram um olhar intenso de flerte.

- Seja rápida K, estou ansiosa para nossa próxima parada.

A mais jovem corou um pouco, sorrindo com expectativa. K-mart se foi e, algum tempo depois, retornou com um sorriso triunfante no rosto e um estojo de maquiagem nas mãos.

Alice sorriu e as duas saíram dali. O motel ficava a apenas um quarteirão de distância e elas fizeram o trajeto a pé mesmo. Quando adentraram naquele ninho de sexo abandonado, se depararam com um balcão sem nenhum atendente. Alice caminhou até lá e tocou a campainha duas vezes. Nenhum ser vivo apareceu, assim como nenhum zumbi.

- Está vazio, temos o lugar todo para nós – disse com um sorriso indecente.

- Pois vamos ficar no quarto 2, é o meu número favorito.

As duas se dirigiram ao quarto escolhido. Apesar de estar em um estado deplorável, o motel tinha um certo charme nisso, algo que só aumentava a excitação das duas. Entraram no quarto número dois e o encontraram em um estado razoavelmente bom, com uma cama de lençóis brancos de um tamanho bastante generoso.

- Isso me lembra meus tempos de adolescente – disse Alice nostálgica – quando saia para transar com os caras da faculdade.

- Deve ter sido legal – disse K-mart dando de ombros – minha adolescência não é muito diferente de como é minha vida de agora. Correndo de zumbis e explodindo a cabeça deles – as duas riram juntas do comentário.

Com o desejo aumentando dentre de si. Alice empurrou K-mart contra a parede do quarto, pressionando-a entre o concreto e seu corpo. Acariciou o rosto da namorada por alguns instantes e então, a beijou lentamente.

A mais jovem derreteu-se nos lábios da parceira, adorava como Alice a dominava como uma mulher forte e experiente, claro, o pênis saboroso que ela tinha entre as pernas era um ótimo bônus. Outro dos fetiches da garota era ser fodida por uma mulher com um pênis imponente e Alice, obviamente, não deixava nada a desejar nesse quesito.

- Finalmente sozinha com minha garota em quarto de motel – disse Alice entre carinhos estimulantes e beijos – não tem ideia das coisas que estou querendo fazer com você.

K-mart soltou um gemido baixo, ela sabia sim das coisas que Alice pensava em faze com ela, o membro duro enroscando-se em suas pernas já dava uma ideia bastante clara. Alice era alta e sem muitas curvas e seu corpo atlético contrastava bastante com o de K-mart, mais juvenil e curvilineio. Alice levantou a blusa e sutiã da namorada com um movimento rápido e brusco, fazendo os seios da garota saltarem para fora.

As mãos dela tocaram com firmeza e desejo nos seios de K-mart, apertando-os com experiência. A garota arfou, gemeu e se derreteu com aqueles carinhos que a dominavam tão bem. Estava amando sentir o membro duro de Alice, mas queria que ele entrasse nela, bombeando com força inquestionável. Estava louca por isso.

- Você está dura – disse arfando, controlando-se para não gemer mais com os toques em seus seios – precisa se aliviar. Quer que eu a ajude nisso?

- Você é bem safada menina. Quem te vê não imagina que faria esse tipo de propostas – respondeu a mais velha com um riso alto – faça seu melhor, quero sua boca molhada no meu membro, agora.

Ao dizer isso, Alice afastou-se um pouco, deixando de imprensar a namorada contra a parede. A loira precisou de alguns instantes para recuperar o folego e, quando estava bem, ajoelhou-se de frente a namorada, retirando o short de Alice e sentindo o membro duro dela sair angustiado, batendo em seu rosto. Era um membro maravilhoso, comprido e imponente, os testículos pendiam cheios e quentinhos, suculentos. K-mart resolveu começar com eles, abocanhou-os com gosto, lambendo e chupando. Com uma das mãos, estimulou o pênis com uma masturbação agradável, sendo presenteada com os gemidos de satisfação de Alice.

- Hmmm, boa garota, boa garota… - Alice observava de cima o trabalho de sua namorada, satisfeita com o que via e sentia. Sentia um tesão especial em observar sua namorada sentada a servi-la. K-mart ficava tão sexy chupando-a.

A garota se deliciava com o membro duro de sua namorada, beijando-o, lambendo-o, melando-o de ponta a ponta com sua saliva. Enquanto isso, acariciava os testículos de Alice ou levava sua mão até a bunda magra da mais velha, apertando-a de leve.

Após um tempo nisso, K-mart levantou-se, a boca melada com o pre-gozo de Alice. A mais velha começou a se despir enquanto a mais jovem fazia o mesmo. Quando ficaram totalmente nuas, as diferenças entre ambas ficaram ainda mais marcantes. Alice era magra, sem curvas, com peitos pequenos e bunda ereta, já K-mart, estava na beleza da flor da idade, curvas atraentes, seios e bunda empinados, era tão bela e atraente que parecia uma joia perdida naquele mundo de morte.

Alice não cansava de admirar aquela beleza. K-mart era muito mais que uma garota bonita para ela, mas, no momento, era a beleza da garota que a encantava. Escorou-a de costas contra as paredes, com os seios sendo pressionados contra o concreto. A bunda estava empinada, praticamente pedido para ser penetrada. Alice apertou aquela bunda com as duas mãos, com força, deixando algumas marcas vermelhas. A loira soltou um gemido sensual.

- Pronta para ser minha? - perguntou encostando a cabeça de seu pênis nas nádegas de K-mart.

- Acho que não – disse a outra rindo sensualmente – você é enorme!

- Prometo que irei devagar – respondeu Alice com carinho.

A penetração começou mesmo em um ritmo lento e agradável, Alice dava estacadas leves, uma das mãos apoiadas na cintura da namorada enquanto a outra massageava um dos seios de K-mart. A mais jovem fechou os olhos e relaxou, gemendo e aproveitando. Rebolava devagar, dizendo em gemidos o nome de sua amada. O membro de Alice era enorme, tão grande que as vezes K-mart se perguntava como isso seria possível. Felizmente, ele não estava todo dentro da loira naquele momento, movendo-se agradavelmente dentro dela. Alice beijou o pescoço da loira.

- Está gostando amor? Posso ir mais rápido?

- Ah… sim, por favor – disse em um estado de êxtase, como se estivesse em um sonho.

Satisfeita por não precisar se conter tanto, Alice aumentou a intensidade de suas estocadas, entrando cada vez mais fundo dentro da namorada. Os gemidos de K-mart aumentavam gradualmente e a garota começava a suar, seu corpo todo rebolando ao ritmo da penetração. Em determinado momento, a loira soltou um palavrão para, logo em seguida, implorar para que Alice não parasse.

- Minha garota é tão safada, é isso que adoro em você – disse Alice puxando o rosto de K-mart e dando-lhe um longo beijo na boca.

A jovem retribuiu, com impeto. A penetração prosseguiu por mais alguns demorados minutos, até que Alice finalmente saiu de dentro de sua namorada. Seu membro continuava duro, e agora estava mais inchado e vermelho, com a cabeça um pouco úmida. K-mart, apesar de uma ardência nas nádegas, estava ótima e desejando por mais. Ambas não estavam saciadas. As duas olharam ao mesmo tempo para a cama do motel.

- O que acha de mais uma rodada? - perguntou Alice com um sorriso sacana.

Ela nem esperou por uma resposta, deitou-se na cama com as pernas abertas e o membro apontando para cima, duro como um mastro. Levou uma das mãos a ele e o masturbou demoradamente, seus olhos ficaram semifechados e ela gemia baixo enquanto ondas de prazer se propagavam por todo o seu corpo. K-mart sentou-se ao lado da namorada na cama, admirando-a se tocar. Sempre gostara de ver Alice masturbando-se. Isso lhe deixava muito excitada.

- Você está linda – disse K-mart, as mãos acariciando a barriga e os seios da namorada.

- Sente-se sobre mim, quero entrar dentre de você, de novo.

Alice parou de se masturbar, seu pênis estava grande e inchado, firme e atrativo. K-mart fez o que foi lhe pedido, sentou-se sobre a cintura de Alice, penetrando com cuidado o membro dentre de si. Seu corpo todo tremia quanto mais o membro entrava nela, a garota soltava alguns gemidos baixos e, quando já tinha abocanhado quase todo o pênis com sua vagina, começou a cavalgar devagar, rebolando o corpo para cima e para baixo.

- Ah… sim, muito bom… - a loira murmurava para si mesma. Alice levou as mãos as coxas da garota, massageando-as lentamente.

Os movimentos continuaram lentos e agradáveis, K-mart sentia-se no paraíso cavalgando sobre aquele membro. Seus seios balançavam e ela segurou um deles com uma das mãos, apertando-o para ajudar a aliviar o fogo que crescia dentro de si.

- Sim… sim… - dizia cada vez mais alto, como se presa em um transe.

Os movimentos foram ficando mais rápidos e urgentes. Alice também gemia e arfava, saboreando todo o prazer daquele momento. Essa dança erótica demorou-se por poucos minutos, mas pareceu muito tempo as duas amantes. Tudo terminou com um grito de K-mart e um jorro forte de esperma de Alice. A loira desabou na cama, ofegante, e logo foi enlaçada pelos braços protetores de sua namorada. Elas arfavam juntas e se deram um sorriso cansado.

- Isso foi ótimo, como sempre. Mais um fetiche para riscarmos de nossa lista – comentou Alice ao acariciar o rosto da namorada e beijar-lhe delicadamente nos lábios.

K-mart estava cansada demais para responder, mas correspondeu ao beijo e fechou os olhos cansada. Sim, ainda haviam muitas loucuras românticas que elas precisavam realizar, mas, por hora, tudo que a loira queria era dormir ao lado da mulher que amava.

1 de Julho de 2020 às 22:42 0 Denunciar Insira Seguir história
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Fim

Conheça o autor

Lucas Vitoriano Ola, me chamo Lucas, adoro escrever, ver animes, jogar Magic the gathering, ler entre outras coisas mais rs. Sou particulamente fissurado em mitologia grega, meus autores favoritos são Neil Gaiman e Kazuo Ishiguro e, meu livro favorito, é As brumas de Avalon.

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