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Marjorie Reis


Bra planejava uma festa para comemorar um fim de semana sem os pais, mas a notícia acabou se espalhando rapidamente e tudo foge ao controle quando nada mais ninguém menos que seu pai Vegeta resolve aparecer de repente.


Fanfiction Anime/Mangá Impróprio para crianças menores de 13 anos.
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Quando Os Pais Não Estão em Casa

A festa do ano acontecia no andar de baixo, mas Bra Briefs há muito deixara que continuasse sem ela. Estava feliz em abastecer o local, entretanto não era muito festeira e na verdade não conhecia nem metade das pessoas que usavam a sala de estar como pista de dança e a cozinha como a principal saída de bebidas.

Ela viu os barris rolarem, balançou a cabeça e deixou acontecer. Seus pais estavam aproveitando um fim de semana fora, deixando sua filha de confiança em casa sozinha, com apenas sua tia Tights para acompanhá-la de vez em quando. E, ocasionalmente, seu irmão, que estava muito mais hesitante em seu primeiro fim de semana sem os pais.

O seu Trunks apareceu algumas vezes, mas ela achou que isso era mais para as sobras de comida que sua mãe havia deixado do que verificar como ela estava. E depois de assegurar a todos naquela sexta-feira que ela estava perfeitamente bem e que era perfeitamente capaz de se virar sozinha, eles a deixaram em paz. Por isso, naquele sábado, ela organizou a maior festa que já atingiu a cidade.

Ela estava gostando do conforto do seu quarto; um filme que ela tinha visto várias vezes , um copo de cerveja meio vazio estava em sua mesa de cabeceira , um CD muito mais leve e suave do que o rock'n'roll barulhento que ecoava lá embaixo, cantando ao fundo , e seu incrível namorado Goten trabalhou diligentemente para lhe dar um belo chupão roxo no pescoço.

Todas as roupas estavam completamente no lugar, mas um pouco amarrotadas, e ela estava recostada na cama, apoiada em travesseiros, as mãos enterradas nos cabelos desgrenhados dele, enquanto ele passava a beijar e sugar a curva do pescoço. Muito melhor do que ver um bando de idiotas adolescentes hormonais lá embaixo.

Se seus pais estivessem em casa, a porta do quarto estaria aberta, o pai pararia de vez em quando com desculpas esfarrapadas, o tempo todo olhando para Goten como se ele fosse algum tipo de inseto a ser esmagado. Os biscoitos de sua avó seriam comidos no colo do namorado que era louco por qualquer coisa assada, então ela seria ignorada em favor das sobremesas de sua vó, que Bra tinha certeza de que eram feitas apenas para manter as mãos de seu namorado para si. Era uma conspiração entre seus avos que estão curtindo mais uma lua de mel e seus pais.

Quando a adolescente se aprofundou cada vez mais nas sensações estimulantes da boca de Goten, ela ignorou ainda mais a música no andar de baixo, o estrondo de ornamentos e móveis quebrando.

Contanto que ficassem fora de todo e qualquer quarto trancado, tudo bem. Ela era filha de uma bilionária e todas as coisas que realmente importavam estavam trancadas longe de olhares indiscretos.

Ela aprendeu desde cedo que seus pais eram uma espécie de super-heróis cada um a sua maneira enquanto sua mãe era a inteligência seu pai e ti era a força bruta que defendia o planeta das forças malignas que vez ou outra tentavam dominar o planeta.

Se fosse sincera com sigo mesma diria que idolatrava seus pais como nenhum outro mais tarde, ela entendeu que a maioria dos pais não era nada como os seus.

Mesmo que isso significasse que todas as suas amigas fossem examinadas antes de vir a sua casa, e que seu pai conhecesse pessoalmente e intimidasse qualquer um que cruzasse os portões, além do mau hábito de interrogar todos que ela já conhecia, e que passar muito tempo se preocupando com outras pessoas e com sua segurança.

No final, ela não podia fazer nada além de admirá-los. Claro, poderia ser bom ter o tipo de mãe que ficasse em casa, nunca tivesse sua vida ameaçada, e não morresse, apenas para retornar dos mortos.

E poderia ter sido mais fácil ter um pai que não que sempre desconfiava de todas as pessoas que entravam em suas vidas. Mas no geral, tinha duas pessoas incríveis criando-a. Pessoas que fariam e dariam qualquer coisa por ela e pelo próprio mundo. Duas pessoas que se sacrificariam uma pela outra, independentemente de qualquer coisa.

Então, às vezes, ela tinha ciúmes de seus amigos e de seus pais, mas na maioria das vezes ela olhava para os dela e sabia que era sortuda.

O amor de seus pais era realmente muito afetuoso, o pai dela podia ser rigoroso e inabalável quando estavam em público, mas com a esposa ao lado dele, ele era carinhoso e de coração mole, o pai que ela brincava com ela por horas a fio na infância. Ele foi o homem que ensinou-lhe como dar um soco, que fazia panquecas de chocolate todos os domingos desde os três anos de idade mesmo que ninguém soubesse, e que nunca perdia uma de suas peças escolares ou feiras de ciências mesmo achando uma chatices. E esse lado ainda veio à tona, mesmo quando ela ficou mais velha e deixará chorar por causa dos joelhos arranhados.

Seu pai a abraçou com força quando ela teve seu primeiro desgosto aos treze anos, esfregou as costas e disse que era o inseto que se arrependeria pelo resto da vida se magoasse sua garotinha de novo.

Deu a ela o dia dos namorados mais extravagante já feito, e fez panquecas de chocolate para animá-la. E mesmo que ele não gostasse da idéia do namoro dela, ele conheceu e aprovou seu namoro. Ele confiava nela, a amava, faria qualquer coisa por ela, e Bra nunca duvidava disso.

Assim como seu pai, sua mãe era incrível. Claro, ela não era como sua tia, mas sua mãe tinha seu próprio charme peculiar que nunca seria superado. Ela nunca pôs trabalho diante da filha; era uma mãe de primeira linha desde o primeiro dia. Ainda se lembrava do dia em que sua mãe arrumou o cabelo para parecer aceitável quando ela acidentalmente colocou um chiclete gigante nela e até convenceu qualquer um que perguntasse que era a nova moda em Paris.

Sua mãe amava cada uma das fotos mal desenhadas que ela havia feito, colocando-as por toda a casa, onde quer que fosse possível encontrar espaço livre na parede. Ela fazia chocolate quente no meio da noite quando sabia que a filha não conseguia dormir. Ela abraçava e esfregava suas costas sempre que ela ou seu irmão estavam doentes, nunca a fez usar as feias blusas de Natal que sua avó comprava todos os anos. E estava lá por todo e qualquer problema que a família ou amigos tivesse.

Começando quando ela tinha apenas sete anos e gostava do garoto que tinha um fetiche por colar cola em tudo que Bra já trouxera para a escola.

E embora pudesse passar sem o carinho constante dos pais, ela não os trocaria por nada. É provavelmente por isso que ela sentia uma pontada de arrependimento por trair a confiança deles dando aquela festa.

Originalmente, seria apenas um pequeno grupo de amigas, desfrutando da liberdade que vinha sem os pais. Mas então a notícia saiu do controle e mais e mais pessoas estavam pedindo para vir e antes que ela percebesse, ela tinha sua própria festa em casa.

Bra escapou do caos junto com Goten para aproveitaram o isolamento de seu quarto. Ela limparia a bagunça amanhã, provavelmente com a ajuda de sua tia, que seria muito discreta sobre a coisa toda, e provavelmente não a mencionaria a nenhum dos pais até que ela fosse muito mais velha e não pudesse ficar de castigo.

Bra estremeceu quando os dentes de Goten a beliscaram levemente, mas sua reação foi rapidamente ignorada quando o telefone tocou estridente no fundo. Ela se moveu para pegá-lo, mas a mão de Goten em seu rosto a deteve.

— Deixe isso, ele disse. E Bra pensou por que não, deixando tocar e cair de novo na calmaria de seus lábios. Mas quem estava ligando era persistente e ligou logo após receberem o correio de voz.

Com um suspiro e uma risada, o rapaz agarrou e apertou o botão de falar, cumprimentando brincando: — Quem quer que seja, a Bra está muito ocupada no momento.

— Goten?

Com os olhos arregalados, o rapaz olhou para a namorada, a boca aberta em choque. — Sra. Briefs! Ele chiou.

— Coloque minha filha no telefone. Agora!

O rapaz riu sem jeito antes de entregar o telefone rapidamente, dando de ombros se desculpando enquanto Bra balançava a cabeça, olhando para ele.

— M-mãe ?! Bra sorriu desconfortavelmente. — Hum, oi ... Goten estava apenas brincando, você sabe, brincando.

— Sua mãe é assustadora, o rapaz admitiu, balançando a cabeça.

— Prefiro pensar que eu sou mais assustador, uma voz profunda veio de trás.

Os dois se viraram abruptamente.

— PAPAI! A garota exclamou.

Olhando para ela com uma sobrancelha levantada e os braços cruzados sobre o peito largo, Vegeta perguntou: — Importa-se de explicar o que mais de cem adolescentes estão fazendo lá embaixo Bra?

— Hum ... Bem ... Engraçado, na verdade ... Ela sorriu, as sobrancelhas unidas.

— Estou esperando ...a voz de sua mãe podia ser ouvida dizendo.

— Diga a ela sobre como está o escritório particular dela agora. O pai ameaçou.

— Bra Briefs! Mãe gritou.

— Estou morta, Bra murmurou para si mesma com tristeza.

— Tããããão morta, seus pais repetiram agradavelmente.

Ok, então ela realmente, realmente amava os pais, e talvez ela não deveria ter dado a festa depois que eles concordaram em deixá-la sozinha para um fim de semana, mas como ela poderia saber que eles estariam em casa tão cedo? — O que você está fazendo aqui, papai? Ela tentou dar ao pai o olhar inocente que geralmente funcionava; lábios amuados, olhos grandes, ombro levantado.

Ele olhou para trás, imóvel. — Sua mãe esqueceu seu perfume favorito.

Goten bufou. — Você voltou por causa de um perfume?

Vegeta levantou uma sobrancelha de aviso. — Quando você crescer, e tiver uma esposa, você aprenderá rapidamente a apaziguar essas pequenas coisas. Além disso ... eu gosto desse perfume nela.

— Aww, Vegeta ... Os mais novos podiam ouvir por telefone.

Bra revirou os olhos. Ótimo ... Você está pagando de amorzinho e nem estam na mesma sala!

— Você prefere que voltemos a gritar com você? Bulma perguntou seu tom claramente bastante irritado.

— Hum, não ... Continue com a doçura mamãe.

— E você moleque ... Vá para casa e leve a festa com você, o mais velho ordenou, apontando para a porta.

O mais novo levantando-se, e saudou a namorada com um sorriso de desculpas soprando um beijo dramático. Ele saiu da sala, propositadamente, dando a Vegeta um amplo espaço e logo pôde ser ouvido gritando: — Os pais estão de volta, a festa está arruinada, todo mundo corre!

Batendo o pé, Vegeta fechou a porta e voltou-se para a filha. — Explique-se.

— Bem ... honestamente começou pequeno e meio que ... evoluiu por conta própria.

A mãe dela suspirou. Bra ... Você sabe o quanto é importante que nossa casa fique o mais segura possível.

— Mãe, eram apenas um monte de adolescentes. Tranquei todas as portas importantes e ninguém apareceu com mais de dezoito anos hoje à noite!

— Se você trancou todas as portas importantes, por que o escritório de sua mãe foi saqueado?

— Uh ... eu não sei. Mas ... eu tenho certeza... que nada está muito bagunçado .... e eu vou limpar tudo amanhã de manhã. Eu prometo!

— Não ... Você vai limpar assim que terminarmos de conversar.

— Pai, é meia-noite.

— Bra, você realmente acha que deveria estar discutindo comigo agora? Eu estou considerando a opção de castigá-la até você entrar na faculdade ou talvez pelo resto da sua vida.

A garota revirou os olhos. — Pai eu estou indo para a faculdade em dois anos ...

— Como não será você que pagará pela vida universitária que você tanto deseja, considere seguir as regras, ele sugeriu.

— Oh, vamos lá, foi apenas uma festa.

— Se essa é sua desculpa, sua tia ficará muito desapontada com o pouco que aprendeu com ela, suspirou a mãe. — Limpe meu escritório e qualquer outra bagunça que tenha sido feita. Você ficará de castigo pelo resto do fim de semana, o que significa que não quero amigos ou visitantes em casa. Quero ver meu escritório brilhante na segunda-feira de manhã e é melhor esperar uma conversa sobre limites e respeito.

Com um suspiro, Bra estendeu o telefone para o pai que o atendeu, enviando-lhe uma careta de desaprovação antes de ele levar o telefone ao ouvido. — ... Você deixou no balcão do banheiro, certo? Vegeta sorriu. — Se tudo correr conforme o planejado, estarei lá em uma hora ... Ele olhou para a filha. — Ela está parecendo castigada por enquanto ... eu te vejo em breve.. Tchau. Ele desligou antes de cruzar os braços mais uma vez.

— Vou pedir para Trunks ficar com você o resto do fim de semana. Quando a boca dela se abriu, as sobrancelhas dele se ergueram e ela parou quaisquer protestos. — Tente não dar mais raves enquanto estivermos fora, Bra

Ela assentiu, franzindo a testa.

Com um último olhar decepcionado para ela, o pai se virou e saiu da sala.

Caindo em sua cama, Bra olhou para o teto. Talvez merecesse o castigo e talvez não, estava um pouco irritada no momento para tirar conclusões. Tudo o que sabia era que, no final, seus pais a tratariam de maneira justa, sempre o faziam.

E enquanto o último dia do fim de semana seria passado com o seu irmão, que definitivamente não traria a sua tia, que seria muito mais divertida e disposta a ajudá-la com toda a sujeira da festa.

Ela conhecia as regras e as quebrou ... Ainda assim, se divertiu enquanto durou e, realmente, ela sabia que os pais provavelmente haviam feito a mesma coisa quando eram jovens.

Sendo a filha de Vegeta e Bulma Briefs nunca lhe faltava emoção e, embora ela soubesse que as festas seriam uma restrição nos próximos anos, tinha certeza de que poderia encontrar algo pelos próximos dois anos. Seu irmão sempre tinha algo na manga ... Ela sabia que se ele tivesse a chance e seus pais não estivessem olhando, ele a levaria a meio caminho do país para qualquer festa que ela quisesse ... Então ela não estava reclamando ainda. Ela ainda tinha alguns bons momentos pela frente e planejava tirar o máximo proveito deles.

1 de Julho de 2020 às 14:02 0 Denunciar Insira Seguir história
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