sweet-mary Mary

Bárbara Batista é uma das milhares de mulheres oprimidas pela falácia da heterossexualidade compulsória e grande parte das feridas que a assombram têm intrínseca ligação com o bullying sofrido no Ensino Médio, posto que Babs, como boa parte das adolescentes, não se encaixava nos padrões e levou muitos anos para compreender isso e fazer um pacto consigo mesma: o de se perdoar. Primeiro, porque ela foi vítima de uma imposição que ainda é bastante forte na sociedade. Segundo, porque o amor próprio não brota da noite para o dia e até você se entender, aceitar e acolher quem é, com virtudes e defeitos e até os capítulos impublicáveis demanda tempo, esforço e, acima de tudo, persistência. Gatilhos são disparados e recaídas acontecem. Letícia Vaz quebra os estereótipos e mitos criados em cima de uma mulher lésbica, pagando um preço alto por sair do armário ainda na adolescência. Apesar do sorriso de moleca e do jeitinho meigo e extrovertido que cativa as pessoas, Lety também enfrenta altos dramas porque de colorido mesmo, só o arco-íris que simboliza o movimento. Nem todos os dias são ensolarados. Juntas, Babs e Lety vivem um grande amor, mas também as tempestades, as distâncias e as desconstruções para que possam desfrutar da plenitude ainda tão demonizada por uma sociedade atrasada.


LGBT+ Para maiores de 18 apenas.

#romance #lesbian #bullying #lgbt #amizade #lésbica #segredos #gatilhos #ensino-médio #reviravoltas #pride #dramas-familiares #narrativa-em-primeira-pessoa #heterossexualidade-compulsória
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D i s c l a i m e r s

Olá, amigos e amigas do Inks. Como estão?

Bem, este mês está sendo difícil para mim por motivos pessoais, porém o ocorrido, apesar de ter partido meu coração, me lembrou do quanto preciso ser forte para deixar o medo de lado e ser quem realmente sou, fazer o que amo e escrever o que amo, independentemente das "críticas". Não tenho pretensão de ser uma reencarnação do Machado de Assis, só quero escrever para esvaziar as angústias, tristezas e desejos da minha alma.

Combinado? Não gosta, não leia.

Tem um montão de histórias aqui, não me encha, procure outra história, outra autora para quem sabe admirar e empoderar, só não venha criticar o MEU jeito de escrever e ver o mundo. Bullying eu aguentava calada na época da escola porque não tinha ninguém para me proteger e me dizer que o problema nunca fui eu. Agora na fase adulta eu não vou tolerar mimimi de recalcadas, não.

Calha também de ser junho, um mês mais do que especial para nós. Não por ser o mês dos namorados, mas porque devemos ter muito orgulho de sermos o que somos e não devemos deixar ninguém nos silenciar.

♥ teremos gatilhos | lesbofobia | psicofobia |bullying;

♥ linguagem imprópria;

♥ história em construção;

♥ romance lésbico;

♥ tem beijo lésbico (óbvio);

♥ não recomendada para homofóbicos terraplanistas;

♥ dispenso "críticas";

♥ sem paciência com mimizentas;

♥ se quiser história assim ou assado, escreva a sua e me erra;

e a clássica:

♥ plágio é crime.

Beijos e boa leitura! =)

27 de Junho de 2020 às 01:51 0 Denunciar Insira Seguir história
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Leia o próximo capítulo 1. B á r b a r a

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